PRÓLOGO - Parte 5

DANIEL BUARQUE

Eu queria ir devagar, mas ir devagar com a Alê, era praticamente impossível. Logo, eu me pergunto em que momento eu havia deixado de ser aquele cara devasso degenerado, que só pensava em sexo como uma única noite de prazer e me tornado um cara, que agora queria compromisso sério com alguém e ir com calma com uma garota?

Eu não era assim.

Mas desde que encontrei essa garota na minha varanda, com os seus olhos castanhos claros hipnotizantes, da cor de viciante chocolate e um cheiro inebriante, que me fazia querer traga-la a cada instante, que eu não conseguia mais me afastar dela e não ter vontade de a corromper; isso, desde o início que eu havia conseguido detectar a sua inocência e curiosidade no olhar. Tentei afastá-la no começo, mas a mesma não meu temeu. Ela permaneceu. E a cada segundo que eu passava ao seu lado, eu queria saber mais sobre ela. Eu nunca tive tanta curiosidade em querer saber sobre uma pessoa.

A sua inocência era uma afrodisíaco.

Eu poderia insistir e querer tirar aquilo que sempre quis de todas as garotas. Sexo, prazer, uma boa dose orgasmo e nada mais, mas com a Alê, aprendi a querer tudo e mais um pouco com ela. Eu gostava da sua presença. A sua mente era sagaz e extremamente cativante. Ela tinha o poder de tirar tudo de mim, sem ao menos fazer o mínimo de esforço.

Eu simplesmente era eu, quando estava ao seu lado. Não o popular, o filho prodígio, o que tinha atenção de todos só por fazer parte de uma elite seletiva, no mundo jurídico. Ela me admirava pelo o que eu era e parecia não querer toda aquela atenção que o meu sobrenome carregava. Acredito que ela ainda nem sabia, quem era o meu pai. E mesmo se soubesse, acho que não faria tanta diferença assim. Ela simplesmente era ela, do seu jeito mais doce e inocente de ser.

Quando a busquei hoje na sua casa e a levei para o cinema, não pensei que fossemos parar tão rápido na minha casa e no meu quarto no fim daquela noite. Embora tenhamos passado um pouco dos limites na pegação; por ela ser uma puta de uma gostosa e ser difícil pra caramba, controlar o meu lado mais instintivo de ser, quando estava ao seu lado; eu pretendia a levar para casa e encerrar a nossa noite tranquilamente, apenas por desfrutar da sua presença e boa companhia, após termos assistido bom filme e comido algo no meio do caminho. Porém, desde que eu a havia buscado em casa, que eu sabia que não seria tão fácil assim.

Ela estava predestinada a me provocar.

Tentei não forçar a barrar.

Aceitaria qualquer coisa que a Alê quisesse me dar.

E aqui estava ela, me dando a cena mais linda de todas, que era ver a sua intimidade pulsar e se contorcer toda, aprendendo como era bom sentir e apreciar os belos prazeres que a vida poderia nos dar. Lhe ver gozar, havia se tornado a minha mais nova obsessão. Ela era linda de todas as formas. A mais pura inocência na minha frente.

Eu nunca havia lhe perguntado o motivo de ter esperado tanto para querer ter a sua primeira vez com alguém e o porquê, dela mesma ter me escolhido para isso, porém, nesse momento, eu me sentia o cara mais sortudo do mundo, por ela ter me escolhido para dar esse lindo presente.

Embora eu tenha transado com tantas outras garotas, eu nunca tinha tirado a virgindade de nenhuma delas. E sendo sincero bem sincero com vocês, independentemente de ela ser virgem ou não, eu sabia que com a Alê, tudo seria diferente.

Desde o começo foi assim.

Com ela, eu não tinha armaduras.

No primeiro dia, ela descobriu as minhas fraquezas.

No primeiro dia, eu lhe apresentei o meu mundo.

No primeiro dia, eu lhe beijei.

No primeiro dia, eu me apaixonei.

No primeiro dia, eu me vicei nela...

Desde o primeiro dia, que ela me roubou para si e eu não conseguia mais responder por conta própria.

Era ela.

E aquilo tudo me deixava confuso.

Eu não era merecedor dela.

A minha vida era uma completa bagunça e vazio. Mas a sua luz e espontaneidade, me fazia querer viver e ser um cara melhor, ser digno de todo seu olhar de admiração e paixão. Talvez tivéssemos um prazo de validade, por que eu sabia que em algum momento, eu iria ter que voltar para São Paulo e assumir a empresa jurídica do meu pai. O senhor Francis não iria permitir que eu continuasse morando por aqui e abandonasse o seu grande império, no qual ele tanto havia lutado e priorizado para construir. E a minha mãe bem sabia disso, já que o acordo entre eles era lhe deixar em paz e permitir que me criasse, até eu completar os meus vinte e cinco anos de idade e me formasse.

E cá estava eu, tendo que cumprir a outra parte do acordo, para que não cortasse todos as despesas da minha mãe e lhe cobrasse uma fortuna, pelo dinheiro que havia lhe dado para que nos mantivéssemos durante todos esses anos.

Mas por hora, eu iria aproveitar o aqui e o agora. Está com Alê, era algo novo e empolgante. Eu como se ela fosse a minha primeira escolha de verdade, sem que ninguém ditasse nada para mim e me fizesse ter que abrir mão de algo, que eu realmente quisesse. Era eu e ela apenas. E aquilo estava bom demais, para ignorar.

Eu me sentia nervoso e ansioso, para ter a nossa primeira vez na cama. Não que eu não soubesse o que fazer, mas que sentisse um certo receio de a machucar ou não tornar aquela sua primeira vez prazerosa. Eu queria gravar cada misero detalhe daquele nosso momento. Se a Alê curtisse umas filmagens sexuais, eu até botaria uma câmera na ponta da cama e nos gravaríamos, para ter eternamente esse momento para mim; mas sei que isso seria terrível demais para sugerir numa primeira vez. Até porque, ela estaria me dando muito mais do que o seu corpo ou intimidade, ela estaria me dando a sua total e plena confiança, e nisso, eu sabia que ainda não tínhamos atingido. Estávamos juntos há uma semana, não tínhamos muito o que cobrar um do outro. Porém, eu a pretendia mudar essa situação com o decorrer do tempo.

Assim, sem mais delongas, ao perceber que a minha princesinha já estava mais do que pronta e molhadinha para mim, eu retirei a minhas ultimas duas peças de roupa e me curvei sobre ela, tentando ao máximo lhe passar tranquilidade e relaxamento. Mas porra!! Como eu conseguiria lhe passar isso, se nem eu mesmo conseguiria ter o controle do meu pau? Ela era linda demais e meu amigão aqui embaixo, estava ainda mais louco para se enterrar nela e descobrir a quão apertada ela poderia ser.

E assim que a minha princesinha viu o real tamanho daquilo que lhe esperava, ela suspirou. É eu sei, ele era realmente espetacular. Grande, grosso e com a cabecinha rosada.

- Isso... É... você tem certeza que vai dar? Olha, eu... ele... - Ela tenta se explicar e eu inevitavelmente não pude deixar de sorrir, com a sua preocupação. E tentando lhe acalmar, eu lhe explico.

- Baby, já ouvi o ditado em que dizem, "Se Deus fez, é porque cabe?" - Sorrio maliciosamente e acaricio os seus lábios. - Não se preocupe, eu irei de vagar e lhe garanto que ele vai caber; com carinho, ele vai entrar. - Abro a sua boca lentamente e após lhe beijar, eu encaixo o meu corpo no seu, deixando o meu pau a poucos centímetros da sua intimidade, para que ele mesmo pudesse reconhecer o seu território e ela, se acostumasse com ter ele por ali.

Eu era um santo.

Já podem construir uma estatua em meu nome.

"Dan..." como minha princesinha gosta de me chamar; "... o cara mais paciente e controlado do mundo, por não meter tudo dentro da sua namorada, enquanto estar a poucos centímetros de a ter por completo."

Fim.

Esse seria o meu novo status.

Voltando, eu livremente passeio as minhas mãos pelo seu corpo delicioso e deixo que volte a se entregar para mim, relaxando mais a sua postura e se tornando mais entregue nos meus braços. A sua boca devoradora, volta a entrar em ação e eu aproveito o momento, para retirar o resto do seu vestido e desfrutar mais do seu corpo. Sugo um dos seus mamilos; que eram lindo pra cacete; e eles se enrijecem com o meu toque, se tornando ainda mais belos e atrativos, ao terem sidos sugados pela minha boca e sido apertados com os meus dentes. A Alê se contorce toda embaixo de mim e um leve gemido, escapa da sua boca. Ela não parece perceber fazer isso, mas aquilo se torna a minha segunda obsessão. Era ela linda demais gemendo.

Caralho! Tudo nela era linda.

Ainda mais, por saber que nada daquilo poderia ser forçado, já que ela mesma, nem sabia quais sensações iriam ser causadas por aquilo. Ela estava se descobrindo e eu me tornando um viciado, em lhe mostrar tudo o que seu corpo poderia sentir, ao ser explorado.

A minha princesinha não tinha aquele corpo magro e chapado, nos quais a maioria das meninas que eu dormia tinham, mas as suas curvas eram as coisas mais gostosas, que as minhas mãos já tiveram o prazer de tocar. Ela tinha peitos deliciosos, na medida certa, onde eu facilmente poderia me fartar e apertá-los como eu bem quisesse, assim, como uma bunda enorme e pernas espetaculares, para que eu pudesse acaricia-las e puxá-las para mim. Eu não precisava ter receio de a machucar, por ser magra demais; nada contra; mas a Alê havia sido moldada perfeitamente para mim.

Era o meu paraíso em terra.

E eu, era um puto de um sortudo por tê-la conquistado.

As minhas mãos ficam marcadas nela e a mesma, parece não se incomodar com isso. E à medida que o meu pau, extremamente duro, começa a força a barra, querendo entrar nela, por ter os nossos corpos se chocando, eu rapidamente pego uma camisinha dentro da minha gaveta ao lado da cama e visto o meu membro, o preparando para o que ele tanto quer fazer.

A minha princesinha analisa tudo o que eu faço e eu sorrio levemente para ela, querendo ter a sua confirmação, antes de começar a fazer algo que não vai ter mais voltar.

- Tem certeza disso, não é? - Olho profundamente nos seus olhos, querendo ter a resposta da qual tanto eu precisava. Por mais que eu quisesse me enterrar desesperadamente nela, eu precisava da sua confirmação. Eu não faria nada, que ela não quisesse.

- Sim, Dan! Eu quero... - Ela morde os lábios, daquele jeito que ela sabe que me enlouquece e vejo o brilho nos seus olhos, ao sorri para mim e acariciar o meu rosto, me trazendo ainda mais para perto de si.

Tudo se revirar dentro de mim e eu me vejo sentindo um turbilhão de sensações e emoções; contentamento, desejo, paixão, loucura e vicio. Com certeza ela havia se tornado o meu mais novo vício. Eu já havia aceitado aquele fato, mas à medida que os nossos corpos se encaixaram e inevitavelmente, nos tornamos um só naquele momento, eu pude sentir quando uma barreira sua foi quebrada e o meu pau, a invadiu de uma vez, sendo sugado e tragado de uma forma esmagadora, como ele nunca havia sentido antes.

Caralho! Isso...

Porra! Isso era bom pra cacete. Como eu nunca havia sentido isso antes?

Gemo, sentido as minhas entranhas sendo contraídas, para não se movimentarem de forma desenfreada, como bem o meu corpo já estava acostumado a fazer. Nesse momento, não era o meu prazer que estava em jogo, era o corpo da Alê e o que estava sentindo naquele momento, com aquela intromissão que ela não conhecia e nunca tinha sentido.

Uso de todas as minhas forças sobre humanas em terra e me controlo ao máximo, me apoiando sobre os meus braços e lhe olhando diretamente nos olhos, para saber como ela realmente estava.

- Princesinha, você está bem? Me desculpe por isso... juro que tentei ir com calma, mas essa dor no início, acredito que seja inevitável. Como você sabe... eu também não tenho muita experiência com isso, - Sorrio para ela, tentado acalma os meus nervos e os dela.

Ela parece também achar humor naquilo e sorri para mim, antes de me olhar atentamente e se pronunciar.

- Eu sabia que iria doer um pouco, Dan. Mas fico feliz, de saber que isso aqui também é algo novo para você... Não me sinto tão sozinha nessa experiência. - Ela conclui, ao revelar aquele seu pensamento para mim.

- Pode ter certeza que é sim... Estou louco para me enfiar ainda mais em você e sentir essa sensação esmagadora, que você faz com meu pau. - Sorrio safado, sem conseguir evitar o meu lado devasso de ser. Porém, eu logo concluo. - Você é linda demais, Alê. Ainda bem que te encontrei e não te deixei passar pela minha vista em vão... Você é exatamente aquilo, do que eu tanto precisava na minha vida. - Sinto o impacto das minhas palavras, mas não volto atrás delas.

Pelo contrário. Eu as afirmo ainda mais, ao beijar os seus lábios, suas bochechas, seu nariz e a sua testa, trazendo os nossos corpos cada vez mais para perto e sentindo a Alê se remexer embaixo de mim, querendo mais do nosso atrito.

- E eu quero que mexa, Dan... Quero sentir tudo de você dentro de mim. - Ela fala com a voz rouca e inebriada de prazer, ao passear as suas mãos pelos os meus braços e costa, apertando a minha bunda com gosto, como eu sempre sobre que ela tinha vontade de fazer.

- Você sempre quis fazer isso, não foi, princesinha? - Mordo os seus lábios só para lhe provocar e lhe ver assentindo, antes de me enfiar cada vez mais dentro dela; antes de sair e entrar novamente, em cada frase que era pronunciada. - Pode pegar, baby... Ela toda sua... assim... como todo o meu corpo... é seu. - Digo por último e sinto que cheguei no seu limite.

As minhas estocadas comeram lentas, mas a medida que a minha princesinha começava a relaxar e a gemer no meu ouvido, eu pude ter a certeza que poderia continuar e avançar para o próximo passo. A Alê se entregava completamente para mim. O seu corpo delicioso se moldava ao meu e eu enlouquecia ainda mais, com seus gemidos e movimentos sincronizados, que facilmente haviam pegado o jeito. Ela viria a diaba, depois que ficasse profissional nisso. Disso, eu não tinha dúvidas.

Se antes, eu já me via fascinado nela. Agora, era que eu nunca mais iria querer arredar o pé do seu lado. A Alê era minha e ninguém mais poderia tirar ela de mim. Porém, o que eu não fazia ideia naquele momento, era que uma certa pessoinha, estava para vim ao Rio Grande do Sul e me fazer cumpri uma promessa; ou melhor; contrato, que a minha mãe havia assinado há anos atrás e mudaria todo o rumo da minha vida.

"Porque quase todas as coisas boas que acontecem, antecede de alguma coisa ruim?"

Talvez seja por isso, que quase sempre ficamos com medo ou receio, quando algo muito bom está acontecendo nas nossas vidas e já imaginamos, que algo ruim virá há acontecer.

É a nossa mente

querendo se proteger e nos negar,

de viver algo realmente grandioso,

por medo do que virá no futuro.

Contudo, eu tive a sorte de não pensar desse jeito e viver intensamente, todos os meus dias que eu tive a oportunidade de estar ao lado da minha Alê. A minha princesinha, a única garota que havia conseguido em tão pouco tempo, ver quem eu realmente era, sem eu precisar usar uma capa ou máscara, para caber em algum lugar.

Eu teria que partir e ficar sem lhe ver por alguns anos, mais isso seria,

"Até o destino nos unir mais uma vez."

••••
Aaaaaaaaaaaaaaah!!!
Surtando com o fechamento desse prólogo! 🙈🙉🙊😆 Juro, nem se eu quisesse, o Título teria se encaixado tão bem, como agora. kkk... (Escritora em crise)

ok! Agr que já me desabafei com vcs.. voltemos kkk..

Preparadas paras os próximos anos que se passaram?😏👀👀

A história começa agr kkk 😅

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Tags: #romance