Capítulo 3 - Eu preciso de respostas
Espero, espero e espero. Espero uns dois minutos até que nada acontece.
"Será que eu já morri?" Penso. "Mas.. Eu não escutei nada..." Resolvo abrir os olhos para confirmar minhas suspeitas, porém me surpreendo.
Eu ainda vejo os invasores, porém todos eles estão caídos no chão inertes, e em baixo deles há poças de sangue. Olho para frente para ver quem é o meu salvador, esperando encontrar um policial ou algo do tipo, mas novamente estou enganada.
O meu salvador é aquele homem encapuzado que estava me seguindo hoje de manhã!
Dou um grito assustado, e tento atacá-lo com a raquete, porém, ele a segura com a maior facilidade, como se o golpe que eu dei não fosse nada. Tento atacar de novo com a mochila, que é bloqueada com o seu braço livre.
- Chama isso de golpe? - Ele diz com sarcasmo.
- O que você quer de mim? - Pergunto assustada - Como você entrou aqui? Porque os caras da Abstergo invadiram a minha casa e porque você me salvou?
- Você faz perguntas demais, hein? Já pensou como isso é irritante? Se você não percebeu, a porta estava arrombada. Não foi difícil entrar. De qualquer maneira, você é Alice Salmazy Sachs certo?
- Como vo...
- Suas perguntas serão respondidas com o tempo. - Me interrompe ele. - Agora preciso que você me acompanhe.
- Por que eu confiaria em você? Afinal, eu nem te conheço! - Me arrependi de dizer isso no mesmo instante. Pois mal tenho tempo de terminar minha frase quando uma lâmina sai de dentro do que parecia ser um bracelete preso no pulso do homem.
- Você quer mesmo me questionar?
- Ok... Eu vou com você - Digo encarando a lâmina. - Mas pelo menos me diga aonde vamos.
- Vamos para o QG da irmandade.
- QG do quê? Onde fica isso?
- Respostas só mais tarde - Ele me adverte. - Me siga. - Ele dá meia volta e começa a andar para fora de casa, o sigo até um Classic preto. - Entre - Ordena ele.
Eu obedeço e entro no banco da carona. Ele fecha a minha porta e senta no banco do passageiro. Um motorista que eu nem tinha percebido que está aqui começa a dirigir rapidamente.
Tento decorar o caminho para ter uma noção para onde eu vou, e, se as coisas ficarem muito ruins, eu poderei voltar sozinha. Isso se eu sair viva dessa tal irmandade.
🔻🔻🔻
A viajem demorou mais ou menos uma hora. Eu já havia parado de prestar atenção no caminho lá pela metade, pois me perdi quando o carro cortou caminho por uma estrada de terra.
- Saia do carro e continue me acompanhando. - O homem encapuzado manda assim que o carro para em um hangar de jatos particulares que nem sabia que existia aqui no Brasil.
Faço o que ele mandou, e entramos em um dos jatos.
- Sente-se. - Manda ele autoritário, mas eu não me movo, ainda ponderando quantos metros eu conseguiria correr sem ser pega. - Eu disse para se sentar. - Repete já perdendo a paciência, ativando aquela lâmina estranha novamente.
Claramente contrariada, faço o que ele mandou e coloco o cinto.
- Pode decolar Jadson - O homem diz através de um comunicador, e o jato começa a voar em questão de segundos. Me encosto no assento esperando o que quer que fosse. - Certo. Agora podemos conversar - Ele diz. - Antes de receber suas respostas, precisarei que você faça algo. Se você o fizer sem perguntar nada, darei todas as respostas que quiser. Fechado?
-Ok. - Respondo um tanto desconfiada.
- Agora, me dê seu dedo. - Ele ordena. Eu o obedeço sem falar nada. O homem tira de seu casaco uma agulha bem fina e espeta o meu dedo. Sinto apenas uma picada, mas nada de dor. Ele coleta o sangue que caía do meu dedo e o coloca em uma seringa.
"Cara.. de onde ele tira todos esses objetos esquisitos? "
O encapuzado se levanta e vai até o fundo do jato, onde abre uma cortina, revelando uma espécie de "cadeira-máquina". Ele coloca a seringa no braço da cadeira e aperta alguns botões em um notebook, que parece estar conectado à máquina.
- Levante-se, e sente-se nessa cadeira. - Tiro o cinto e caminho até a "cadeira-máquina". O homem espeta a seringa em meu braço e coloca um visor em minha cabeça. - Eu sugiro que você feche seus olhos.. Vai ficar meio claro ai... Lembre-se: relaxe.
Não fecho os olhos, quero ver o que vai acontecer. Alguns segundos depois, um ponto de luz branca aparece no fundo do visor. Essa luz cresce rapidamente e se intensifica a tal ponto que sou forçada a fechar meus olhos. Quando os abro, vejo que não estou mais no jato: estou de pé em uma sala totalmente branca e sem fim. Começo a caminhar, e depois começo a correr. O chão é bem macio, mas não parece ser neve. Olho para trás e vejo o rastro que eu fiz ao andar.
"Incrível" penso admirada.
Não demora muito, e tudo se escurece novamente.
- Vamos logo, Teçá! Não vai querer se atrasar de novo. - Ouço alguém atrás de mim dizer.
------------------------------------------------------------------------------------------------
Olá leitoreess ^.^
Estão gostando da história? Bom, se vocês estiverem gostando, comentem ae por favor. Quero que vocês me digam aonde posso melhorar para que a fanfic fique cada vez melhor XD.
Estou sendo muito detalhista? A gramática ta ruim? A história ta muito parada?
Pretendo fazer o próximo capítulo só do animus, e os próximos pretendo ter mais... ação estilo ac 😏
Se vocês não comentarem, não tem como saber se eu continuo ou paro... Então (pedindo mais uma vez) comentem ai. E, se não quiserem comentar, apertem na estrelinha, que ajuda pra caramba.
Obrigada por lerem ^.^
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top