‹⟨ 8: Chegada em Montór ⟩›

Destiny segue por um deserto rochoso, banhado pelo sol. Em cima, Castiel segue o caminho, coberto pela sua manta preta. Seus olhos amarelos percorrem cada pedra dali.

Desce da égua, a prendendo numa árvore seca, atrás de uma rocha grande. Faz um carinho na amiga, antes de seguir a pé sozinho. Foi por aqui, eles disseram. Está com a atenção no chão, em busca de rastros ou vestígios deixados. É quase como um GPS, sabe se guiar. Algo é destacado. Com um joelho no chão amarelo, pega uma lasca preta presa numa pedra. Restos de escama. Levanta o queixo, olhando para a direção à sua frente.

A entrada para uma caverna escura e silenciosa. Parte para lá. A entrada é grande, mas o local é profundo. Baixa o capuz e retira sua espada das costas. Parte para dentro do local, segurando o cabo com as duas mãos. Seus olhares são rápidos e analíticos. Há sons de goteiras, uma unidade no ar, refrescante, perfeito para uma toca.

Segue por um corredor formado naturalmente pelo tempo. Ergue sua palma esquerda, acende uma chama para iluminar seu caminho. Mais profundo, um cheiro estranho paira no ar. Enxofre?

Uma luz literalmente no fim do túnel. É rápido em chegar até lá. Um grande espaço, grande mesmo, com pequenas aberturas no teto, uma luz natural. Silêncio, apenas.

Em suas costas, do teto, uma calda desce, escamosa com um ferrão torto na ponta redonda. A calda de um escorpião preto, mas muito, muito maior. Ela fica atrás de Castiel, pronta para a atacar. Os olhos do caçador movem-se para a esquerda, nos cantos. A calda se afasta, para um bote certeiro. Castiel aguarda. Ela ataca violentamente. Ele rola para direita.

Se levanta. No teto, o dono do ataque. Um grande escorpião de seis pernas, grandes garras afiadas e retorcidas, cabeça achatada, dez olhos vermelhos ao todo, mandíbulas que se abrem e revelam fileiras de dentes, uma calda longa com um ferrão venenoso e ainda, sua cor, todo preto como carvão. Suas escamas da couraça de suas costas, chegam a refletir um pouco a luz do teto.

—RRRRRRRAAAAAAAHHHHHH!!!!

—merda!

Ele pula do teto, Castiel rola em uma fuga. O monstro move suas pernas retorcidas, virando seu corpo para encarar o invasor.

—RAAH!

O caçador retira seu pano, segura sua espada com as duas mãos. O monstro ataca. Seu ferrão é sua espada. Castiel se defende, trocando golpes. O ferrão se afasta e da um bote, ergue a espada, bloqueando.

—AHRG!!

A força da criatura, faz seu corpo ser levado para trás, mesmo com a força de vontade contrária. Seus pés se arrastam no solo pedroso e arenoso. Sons de estalos são emitidos pela boca do monstro, parece estar curioso em como o invasor sobreviveu por mais de dez segundos em suas garras. Se irrita. Puxa o ferrão de volta. Gira seu corpo, batendo com a lateral da calda no inimigo, lançando Castiel para o outro lado do recinto.

Bate contra a parede que racha, despenca entre as pedras, batendo o rosto no chão. Busca achar sua espada. Está longe e o escorpião corre em sua direção.

Castiel se levanta e lança sua mão para frente. O monstro é jogado pela força invisível do poder do caçador. Caí de costas e se agita com a dificuldade de levantar. Castiel corre até a espada, o monstro finalmente consegue ficar de pé. Dá uma rasteira com a calda, Castiel caí com o rosto na poeira.

—ah!

Sua garra o puxa pelo calcanhar, batendo suas costas contra uma pedra que é arrasada, em seguida, para o outro lado. Fica no chão enquanto seu corpo grita por socorro. Se põe de pé. O ferrão ataca em outro bote. Levanta um braço, criando um escudo invisível. A cada golpe, perde o equilíbrio mas restaura o poder.

Pega em seu cinto um pequeno frasco, o último. Retira a rolha com os dentes e bebe o líquido transparente. Seus olhos mudam. Suas veias ao redor de suas orbes saltam, com um cor amarelada e o amarelo de seus olhos brilham, eles mudam, ficando parecidos com os de um lobo.

Com mais força agora, Castiel usa o escudo para jogar a calda do monstro para longe, corre velozmente para baixo dele. Se agarra em uma de suas pernas, a quebra.

—hah!!

O escorpião grita. Sua garra prede o caçador pelo tronco. O arremessa para esquerda. Atravessa uma parede fina. Cai do outro lado, com suas costas esmagando algo. Se levanta, grudento e com as costas menchadas por algo nojento. Ao olhar onde está, percebe que ali, é um ninho, e o monstro, é uma mãe tentando proteger seus ovos.

—puta vida...

Ele não percebe que alguns dos ovos, eclodiram causando um cheiro forte de enxofre. Um filhote de escorpião, do tamanho de um cachorro golden, caminha silenciosamente. Seu ferrão crava na coxa direita de Castiel.

—AAAHH!

Agarra a calda do pequeno, levanta no ar e o bate contra os outros ovos e contra o chão, o usando como um porrete para destruir tudo ali. A mãe escorpião assiste do outro lado desesperada. Ela tenta atravessar pela pequena passagem aberta pelo invasor, mas seu corpo é grande demais. Usa seu ferrão para tentar alargar a fenda na rocha, mas não será rápido o suficiente.

Enxofre... Castiel larga o corpo do filhote morto. Suas mãos se acendem numa chama ardente.

—vamos lá...

Lança o poder contra os ovos, um raio de fogo longo e contínuo. Os ovos começam a explodir, um a um. Castiel corre dali, passando pela entrada aberta e por baixo da mamãe escorpião.

O ninho inteiro é destruído. Uma fúria atinge o monstro. Castiel corre até a espada, o monstro o encara com o mais profundo ódio. Não vai conseguir atravessar a coraça nas costas, muito dura, mas, a barriga... Sempre é a barriga.

A criatura parte correndo, Castiel vai na sua direção também, segurando firmemente sua espada.

—RRRRRRRAAAAAHHHHH!!!!

—AAAAAHHHHH!!!!

Ataca com as garras, Castiel desliza fugindo do golpe. Ergue sua lâmina, fazendo um rasgo em baixo do bicho. Uma geleia verde caí. Os dois se afastam. O monstro parece nem perceber o ferimento, pela fúria que o domina. Se vira e parte na direção do caçador. Inclina o corpo para cima, com as garras e o ferrão apostos. Castel corre na direção na parede, pula nela, e se impulsiona. É lançado com a espada apontada para frente. A lâmina perfura o corte, levando junto o corpo de Castiel. Os dois, atravessam o corpo do monstro, o abrindo por dentro.

O caçador saí do outro lado, rolando pelo chão até se equilibrar com um joelho. Com um enorme buraco aberto em seu corpo, o monstro não aguenta e desaba, levantando poeira com o vento.

Castiel se vira, encara suspirando e recupera o fôlego perdido. Nem se importa que está todo sujo com as tripas gosmentas e pegajosas da criatura. Fraqueja com a falta de força e despenca no chão, cansado.

—ahhhh...—suspira.

Preso à sela de Destiny, Castiel leva consigo a grande cabeça do animal morto. Adentra uma fazenda próxima.

Foi contratado para matar o animal que estava matando as ovelhas dos proprietários. Agora ele sabe, que o escorpião estava apenas buscando e reunindo comida, para que quando seus filhotes nascessem, ele não precisasse deixar suas crias sozinhas.

Mas o curioso, esse escorpião é 10 vezes maior do que todos que ele encontrou, e ele já encontrou muitos. Um Lobisomem diferente, agora um escorpião diferente...

Desce do cavalo, levando nas costas a cabeça do monstro. Solta as correntes, deixando cair. Bate três vezes na porta e ela se abre. Dóis homens, um barbudo e outro com a barba por fazer. Entre 40 e 30 anos. Os dois colocam a mão em frente ao nariz, sentido o fedor principalmente das tripas secas no corpo do caçador.

—meu deus, que fedor! Podia ter se lavado, não?

Castiel que tem seus olhos de volta ao normal, os revira, com um suspiro.

—podia, más não quis. Seu monstro—aponta para a cabeça em seus pés-e agora, meu dinheiro—estende a mão.

—ah, claro, tome—lhe entrega um saco. 900 moedas de Cron.

—até mais—prende o saco em sua cintura e da meia volta.

—não gostaria de jantar conosco? Como mais um agradecimento por nossa parte.

—não. Não quero atrapalhar.

De volta a Destiny, segue caminho para Montór. Não está muito longe, só mais o resto do dia de viagem.

Durante o caminho, teve que parar em um riacho. Tomou banho sem se importar com quem quer que aparecesse para vê-lo nu, afinal, o que é bonito, tem que se mostrar.

De cabelos molhados e somente com a roupa íntima vestida, expondo seus músculos marcados (nada exagerado, mas dava para se ver muito bem cada linha), o machucado em sua coxa direita não cicatrizou ainda. Não é preocupante, por hora, já teve ferimentos muito piores. Passou mais um remédio feito por ele mesmo, com ervas e plantas, para ajudar na cura. Depois dessa pequena pausa e todo limpo, se vestiu e partiu de volta para a estrada.

Ao chegar na entrada do reino, já era noite. Se hospedou em uma hospedaria, deixou Destiny bem cuidada e alimentada. Com um quarto reservado, ele precisava de algo para relaxar e tirar o stress. Por coincidência ou não, a hospedagem, também era um lugar onde havia homens e mulheres que ofereciam, digamos, seus serviços. Castiel, estava querendo esses serviços.

Entrou e estava rolando de um tudo lá. Festas, bebedeiras quartos barulhentos. Os corredores cheiravam a sexo pelos vários atos feitos ao mesmo tempo.

—uau, um caçador. O que Montór tem de especial?

A mulher era uma de cabelos pretos, com grande decote, vestido longo, lábios carnudos e vermelhos, pele lisa e perfeita, além dos olhos verdes. Era a dona do estabelecimento. Castiel forçou um sorriso.

—talvez os bordéis.

—hah! O garotão tem senso de humor hahaha!—pegou o cigarro de um de seus garotos, que estava entretendo um homem alto e bonito, de maxilar marcado e barba por fazer. Castiel notou uma aliança no dedo daquele homem. A dona do estabelecimento puxou a fumaça e soltou. Devolveu o cigarro para o garoto que estava aos beijos com o pai de família tradicional—meu nome é Darla.

—Castiel.

—então, Castiel, as regras da casa são as seguintes: nada de abusar de qualquer forma ou jeito dos meus garotos e garotas, pode parecer para muitos que não, mas são seres humanos e merecem respeito. Sem confusões com outros clientes ou de qualquer tipo. Se sua mulher vier aqui bater na porta e quiser entrar, você que se vire e se foda. Não tenho nada a ver com a história—ela parece pensar um pouco, apoiada no balcão—eu acho que é isso. Não me de dor de cabeça e não quebre as camas. Elas são caras-se vira—já foram três só esse mês—após o comentário ela segue pela lateral do balcão-vem. Vou te levar para um dos quartos-os dois sobem as escadas. Ela o leva para o último a esquerda-espaçoso, limpo e etc.

—está bom.

—ótimo—quase indo embora, ela lembra de algo—ah, quase que me esqueço. Qual sua preferência? Quer uma garota ou um garoto?

—hm—Castiel retira o peitoral de sua armadura, o deixando só com a camisa. Desabotoa os primeiros botões e logo a retira, deixando até Darla impressionada—os dois—a mulher sorri.

—está bem então. Logo trarei eles—fecha a porta e se vai.

Ele fica ali, sentada na ponta da cama esperando, já que não tem nada para fazer. Mas um incomodo surge, uma pontada forte, aguda e agressiva na coxa direita. É um desconforto notável. Faz uma massagem no local, a dor diminui, fazendo seu rosto se aliviar. Vou precisar de mais elixir.

A porta se abre. Revela uma garota de cabelos ondulados pretos como a noite, olhos castanhos brilhosos, pele bronzeada e seus lábios rosados e finos. Veste uma roupa curta, para ser fácil na hora de tirar. Já o garoto ao seu lado, querendo ou não, é o que mais tem a atenção de Castiel. Cabelos pretos como da garota, curtos, olhos penetrantes verdes e rosto liso, pele branca mas um pouco bronzeada, lábios vermelhos e grossos, bem desenhados. Veste apenas sua peça de roupa íntima, de novo, para facilitar a hora do sexo.

Darla logo atrás sorri.

—são os meus melhores, me orgulho deles.

—quantos anos vocês tem?

—eles tem mais de 20. Te garanto—Darla responde por eles—não me envolvo com esses tipos de negócios-os olhos amarelos e secos de Castiel se estreitam, indo para o garoto e a garota-bom, tenha uma boa noite, senhor Castiel—ela se vai. A porta é trancada pelo lado de dentro.

—hoje, serviremos a você—diz a garota.

—faremos tudo que mandar—completa o garoto—eu sou Martin.

—eu sou Glória.

—hm—o caçador apoia os braços na cama, inclinando seu corpo para trás, exibindo seu tanquinho e boa forma, além de um corpo liso. Seus braços são muito bem desenhados, com cicatrizes que lhe dão um charme a mais. O suor deixa sua pele brilhosa. Seu peitoral sobe e desce com sua respiração—então, venham.

Os dois caminham, em passos lentos, lado a lado. Se aproximam. As mãos de ambos sobem pelas coxas de Castiel, coxas grossas e firmes dentro do pano da calça. Continuam o caminho ambicioso e tentador, passando do pano da calça para a pele quente de sua barriga, desenhando seus músculos, indo até seu peitoral marcado. Castiel fecha e abre os olhos, passando a língua entre os lábios.

Os dois, Martin do lado direito, Glória do lado esquerdo, sob a cama, com suas mãos atentadas e curiosas, explorando os caminhos do caçador.

—você é muito forte...—diz Martin, no pé do ouvido direito, quase como um sussurro embriagado e desejoso—tem grandes músculos...

—além de quente... Muito quente...—Gloria age no mesmo tom, mas, passa os lábios na orelha esquerda.

Castiel aproveita, com sua respiração aumentando e um movimento pulsando dentro de suas calças.

—eu quero sentir seu corpo...—fala o garoto e até mesmo ele se estranha, pois, Castiel para ele, é realmente um gostoso que tem que ser aproveitado—... Quero beijá-lo...—Castiel enfim encara os olhos verdes com seus olhos amarelos.

—então, porque ainda não fez isso?

Martin sorri. Os dois se atacam em um beijo feroz e guloso. De olhos fechados, movem seus rostos com intensidade no toque de seus lábios. Suas línguas adentram a boca um do outro, dançando e se misturando.

Castiel desfaz o beijo e dá atenção para a garota, lhe dando um beijo na mesma proporção e gostosa, agarrando seu rosto subindo pela sua nuca, se prendendo em seus cabelos longos.

Enquanto isso, Martin beija seu pescoço, descendo pelo seu peitoral, sai da cama, distribuindo o contato de seus lábios com o corpo do outro. Sente os músculos e desenhos perfeitos, o gosto delicioso e alcoólico. Chega em seu umbigo, fica ali por um tempo, lambendo e se deliciando.

No topo, Glória troca beijos ardentes e seu pescoço é atacado pelo desejo de Castiel. Suas mãos puxam a alça de seu curto vestido, para baixo de seus ombros. Seus lindos e redondos seios são expostos. Com bicos destacados e vermelhos, Castiel tem certeza da maciez quando suas mãos tocam aquela parte do corpo da garota. Seu mamilo esquerdo é envolvido pelos lábios quentes do outro, enquanto seu seio direito recebe uma massagem.

—ahh...—ela solta um gemido com sua boca aberta e olhos fechados—hmmm...

Martin esfrega seu rosto no grande volume dentro da calça. É ali que está seu objetivo, seu desejo, sua curiosidade também. É um caçador, ele está prestes a chupar um caçador... O caçador, Castiel, o lobo negro. É uma dádiva dos deuses e uma história para se gabar.

Massageia aquele músculo quente e de cheiro hipnotizante. Os olhos dourados amarelados de Castiel, por um momento, atingem os esmeraldas do garoto. Isso lhe dá mais avidez.

Começa a desamarrar a calça, sem pressa, querendo aproveitar o momento. Seus dedos se prendem ao redor e finalmente, puxa o pano. Um sorriso surge em seus lábios grossos. É tudo aquilo e muito mais.

Aproxima seu rosto, sentindo o calor, distribuí beijos por toda a sua extensão, abrindo e fechando os olhos. Enfim, no topo, no freio de Castiel, sua boca envolve toda a cabeça quente, descendo pelo corpo de gosto hipnotizante.

—hm, hm, hmmm.

—ahh—Castiel desgruda do peito de Glória. Sua mão direita vai até a cabeça de Martin, o incentivando—ah, porra, caralho! Continua...

—mhum—responde com a boca cheia.

Glória empurra o caçador, coloca seus joelhos em cada lado, subindo em cima do mesmo.

—eu também quero—sorri, levantando seu vestido. Se senta no rosto do outro, indo a loucura quando sente a língua molhada e habilidosa passear pela sua fenda—aahhh simmm!!! Aaahhh!!

E assim se foi, logo, os papéis se inverteram, Glória pagava um boquete para Castiel, Castiel Chupava Martin, depois Glória chupava Martin enquanto era chupada pelo mesmo, e Castiel? Bom, Castiel estava dando um beijo no garoto digno dos gregos.

Depois dessas ótimas e deliciosas preliminares, o ato foi consumado. Castiel começou pela garota, já todos estando pelados e entregues ao tesão. Com ela de quatro, com Martin na sua frente, enfim foi penetrada. Sentiu uma dor incomoda pelo tamanho, mas depois de se acostumar e a paciência do parceiro, a farra começou e o tesão dos três era enorme, com ela se entregando e se abrindo para ele em diferentes posições e formas. Ela estava realizada. Então, Marin aproveitou, dessa vez com suas pernas nos ombros de Castiel, esperando ser invadido finalmente pelo seu desejo. O outro foi mais paciência e cuidadoso, pois sabia onde estava se enfiando (literalmente), após estar todo dentro do garoto, que só conseguia gemer de prazer, Castiel se soltou com os dois. Os fodeu com maior tesão e vontade, enfim, levando todo seu stress. Sexo, era realmente um bom antídoto para isso.

Em algum lugar não especificado, o exército que acompanha Sayon acampa. Os Sombras, são última força de elite, a nata da nata, mas é claro, que antes disso, existem os soldados mais dispensáveis. Uma hierarquia.

Sayon analisa um mapa de toda Halla, com suas terras conhecidas e desconhecidas, com e sem localização, e o mais importante nesse momento, todos os reinos e suas localidades. Sem seu capacete, olha atento.

—o que tanto olha?—Rita se aproxima—já sabe as ordens da Grande Luz, por quê não executou ainda?

—porque quero ter certeza que nem uma falha irá ocorrer-responde sem seu tom sarcástico e debochado—se a a Grande Luz quer esse garoto, não pode haver falhas—volta o olhar para o mapa na mesa-vamos começar pelo do leste. É forte em ouro e minérios. Além disso, nosso reino e esse se estranham desde antes da Grande Luz.

A feiticeira se aproxima, analisando igualmente o mapa.

—será um ataque surpresa. Rápido e pesado. Vamos massacra-los. O rei deles deve ser o objetivo.

—sim. O território será nosso, então, poderemos seguir em frente.

—sim—Rita encara Sayon—e quanto ao garoto?

—eu vou pegar ele—responde sem olhar nos olhos da mulher.

ele é o grande objetivo final. Sabe disso, não sabe?

Sayon ergue a cabeça e a encara, sorrindo.

—não se preocupe, Rita, minha adorável feiticeira. Eu vou encontrar esse muleque e levar ele até a Imperatriz. Mas é claro, isso se eu não virar picadinho—solta uma rizada—porque, te falaram o que ele fez com três dos meus adoráveis Sombras?—agora sim, seu lado sarcástico e debochado está de volta, em contra ponto com a seriedade da outra—vou te contar, era de dar pesadelo aos bodes-da dois passos, encarando a mulher—então, não se preocupa, Rita. Eu vou pegar o moleque e vou sambar com ele pra ti—ri enquanto dança em sua frente. Ela não ri. Ele para desmanchando seu sorriso—tu é bem amarga, né, limão azedo.

—eu só levo a sério isso.

—eu também. Mas do meu jeito.

—vamos fazer isso.

—claro, enquanto isso, você cuida pro seu clubinho de feiticeiros não se meter quando essa coisa esquentar.

—Horizon vai ficar neutra. Elden sempre teve preconceito imenso com feiticeiros e tolerância zero, a maioria dos velhos do Pilar são rancorosos.

—hm.

—senhor—um soldado aparece na tenda—a Imperatriz mandou carta. Deseja saber atualizações sobre a busca do garoto.

—ahhhh—suspira, com as mãos na cintura—puta merda.

Logo Sayon se vai, deixando Rita sozinha. Essa, aproveita para repassar o plano em sua mente.

[...]

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