.Sávio.

Olá, novo capítulo emocionante, inédito. Espero que gostem. Já deixem suas estrelas e seus comentários.

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"Não me deixa cair."– digo gritando.

Ele ri.

"Não acredita que seu marido é forte?"

Reviro os olhos.

"Revirou os olhos para mim, Mr. Johan?"

Um esboço de um sorriso sacana saiu de mim.
Sávio me solta em cima da nossa cama, para onde acabamos de nos mudar casa em New Westminster.

"Por que faz isso comigo? Como tem coragem de me desafiar desse jeito?"

Sávio sobe em cima de mim, se inclina para beijar meu pescoço. Minhas mãos estavam tirando suas roupas.

"Eu posso!"

Minha mente vagava em lembranças melodramáticas sobre a minha vida ao lado de Sávio. Dou um sorriso discreto.
Me sento na cama que dividia com ele...

"E quem disse que pode me tratar assim?"– questionou ele. Parecia sério.

"Bem, você estar deitado comigo, depois de uma trepada gostosa... Acho que isso é mais do que uma boa resposta sobre o que eu posso e o que não."

Ele sorri. Me aproximo de seu corpo nu, beijo sua boca.

"Chega de conversa..."

Deslizo pelo corpo dele, até chegar ao seu membro excitado...

Me levanto da cama e caminho pelo closet. Havia muitas roupas minhas ainda no cabideiro, e outras de Sávio que não tive coragem de tirar...

"Isso é sério! Não posso aceitar seu presente."

"Sávio, por favor. Você já me dá tudo que eu preciso, então você pode sim aceitar meu presente."

Ele sorri.

"É diferente, eu estou te dando..."

"Tecnicamente o dinheiro é..."

"Nosso! Não venha me dizer que é só meu. Agora também é seu!"– afirmou ele pondo uma jaqueta que mandei fazer com um tecido grego.

"Se é nosso, você tem a obrigação de aceitar."

Ele confirma com a cabeça.

"Estar lindo."– digo.

Ele caminha até onde eu estava, sentado na cama.

"Sempre me falaram que os primeiros anos seriam os piores. Conhecendo bem a vida dos meus pais, eu digo que... Depende do casal. Seus pais viveram tanto tempo juntos."

Ele me abraça e beija meu rosto.

"Vamos ser diferentes. Bom, meu pai de verdade deixou Nina bem antes de eu completar 13 anos. Depois Flitz teve seu tempo de adolescência que você bem conhece, onde ele te largou, engravidou alguém e sumiu. Meu pai nunca quis saber de mim. Então minha mãe conheceu Ian e eles se dam muito bem até hoje, e somos uma família. Ele me deu o seu nome, cuidou dos problemas psicológicos de Flitz, e depois tiveram Elena..."

"Então você acha que eu não gosto de homens de verdade? E que alguma hora eu vou acordar e vou querer outra coisa?"

Ele nega com a cabeça.

"Eu acho que você pode ser o que quiser, gay, hétero... Mais nada, nada, vai fazer meu amor mudar por você. Sempre serei incrívelmente apaixonado por você!"

Olho fixamente para ele.

"Eu te amo!"– digo.

Ele respira fundo, passa a mão nos olhos para esconder as lágrimas e corre para o Closet.

" Olha, já que me deu o meu presente do nosso aniversário, vou adiantar o meu."

Sávio trás uma caixinha nas mãos, ela era azul com um laço dourado. Ele me pede para fechar os olhos e estender o braço.
Ao abrir os olhos, vejo a pulseira brilhar, era cheia de pedrinhas de diamante e alguns detalhes em dourado.

"Sávio... eu,... Eu não posso aceitar isso."

Ele se estranha.

"O que, é muito brega dar pulseira?"

Dou um sorrisinho simpatico.

"Claro que não, mais... Deve ter custado uma fortuna, minha jaqueta nem chega perto disso...eu..."

Ele segura meu queixo e fica meu olhar nele.

"Pensa numa coisa, não importa o preço, só importa a intenção."

Sávio me puxa para um beijo longo e demorado.

Percebi que sentia falta daqueles beijos.

"Pai..."

"Estou aqui."– digo.

Ana entrou no closet toda sorridente.

"Me tira uma dúvida, porque aquele quarto no fim do corredor só fica fechado? Desde que morávamos aqui, sempre ficou trancado..."

Engulo seco. Ela não podia saber do quarto da dor.

"É sobre isso que quer falar?"– retruco.

"Não. É que Rhodes esta vindo para cá, vamos passar a noite na casa da vovó. Zack, tia El e os gêmeos estaram lá, vamos assistir algum filme."

"Tudo bem. Só me liga se forem para algum outro lugar."

"Okay."

Ela sai dali, e é quando percebo que nunca tivemos a conversa.

"Ana."– grito.

"Sabia que não ia ficar só por isso."– murmurou.

Me sento na cama, ela se senta do meu lado e ficou a me escutar.

"Ana, você sabe que... Quando somos jovens temos a adrenalina, os hormônios muito aflorado..."

"Pai, direto ao ponto!"

Reviro os olhos.

"Não revira os olhos. Diga..."

"Tem que usar preservativo!"– digo rápido.

Ela faz uma cara estranha.

"Ah, pai... Meu Deus, eu ainda sou virgem."

Ela sorri.

"Ana, você sabe melhor que eu como o mundo estar."

"Pai, somos amigos. Você vai ser o primeiro a saber quando eu tiver transado... Mais vamos mudar um pouco o foco. E com você, quem foi o primeiro?"

"Então, você não ia para casa de Nina?"

Ela dá uma gargalhada.

"Ah, não. Me coloco tá tudo. Eu sei que já namorou com tio Flitz, teve o Maxon e o papai. Qual foi o seu primeiro?"

"Você falando desse jeito até pareço pervertido."

Ela me olha séria.

"Seu pai!"– afirmo.

"Não, você estar mentindo."

"Por que eu mentiria?"

"Pai, eu conheço os homens, sempre tem uma mão boba..."

"É diferente, eu era de maior, sabia o que estava fazendo..."

"Eu tenho a mesma idade de quando você conheceu Max."

"Ana, isso não importa. Seu pai foi meu primeiro, eu confiava nele, sabia o que realmente queria. Eu só transei com ele por que queríamos um o outro. Não era como você e o Rhodes,..."

"Pai, estamos a mais de um ano."

"Eu só não quero que minha menina se arrependa depois de tudo..."

A campainha toca. Não demorou muito para a Sra. Ryan vir até meu quarto .

"Alec, é o Senhor Push."

Olho para Ana que estava muito feliz.
Descemos para sala.

"Sr. Johan, como vai? Fez boa  viagem?"

"Foi fantástico, Rhodes."– digo sorrindo.

"Que bom!"

"Vamos, peguei minha bolsa."

"Ana, Thiago vai levar vocês..."

Rhodes me olhou e disse:

"Não precisa, vamos de moto."

Ana parecia feliz, parecia comigo quando sai pela primeira com Sávio.

"Tudo bem, aproveitem o filme... E Anastácia, não esqueça o que eu falei."

"Tudo bem, pai. Te amo... Até amanhã."

~*~

"Pode ir, Sra. Ryan. Não vou demorar..."– digo sentando no sofá.

"Boa noite, Alec."

Um pouco de tranquilidade e silêncio._eu penso.

"Não acha isso maravilhoso? O silêncio."

"Acho!"– digo.

Ele sorri e se joga do meu lado no sofá.

"Será que ela vai ficar bem?"– questiono.

"Alec, ela só foi dormir na casa dos meus pais. Ela vai ficar tranquila."

"Eu que não estou tranquilo."

"Curte esse momento, só tem eu e você, a casa estar vazia, tem um quarto lá em cima que nós não usamos a algum tempo."

Ele me deita no sofá, seu corpo pesando me prendendo de baixo dele.

"O que você quer, Sr. Johan?"

"Você!"

Sua mão desliza suavemente até minhas calças.

"E eu estou com uma certa tensão nos quadris..."– falou.

Dou um sorriso.

"O que quer fazer comigo?"– pergunto sarcástico.

"Vou te prender em cada extremo. Depois vou te por de quatro e meter em você até dizer..."

"Cacete!"– digo de imediato.

"Você quer?"– falou ofegante.

"Sim."

"Sim, o que?"– falou beijando meu pescoço.

"Sim, Senhor..."– digo mordendo o lábio inferior.

Ele sorri.

"Não devia ter aceitado!"

Ele me põe sobre o seu ombro, solto um gruido alto...

~*~

Cheguei, não demorei muito... Aqui estar um capítulo emocionante e novo. Amo vocês ...

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