Diabolik Lovers
Nome: Juls
Apelido: Davies
Idade: 17 a fazer 18 em pouco menos de 2 semanas
Altura: 1,74
Nacionalidade: Inglesa
Par:O que vier... SÓ NÃO O REIJI (n entendi bem a cena do par :^)
Flex
Hoobies: Desenhar e criar roupa, também ama fazer cortes de cabelo, mas deu hoobie favorito é se perder em música, enquanto corre, anda de skate ou desenha.
História: Juls é a criança bastarda de uma freira. Foi criado por sua tia e seu primo que o tratava com irmão. Nunca soube a verdade do seu nascimento, mas quando Carla (mãe/tia) e Mickael (irmão/primo) morreram, ele foi levado para a casa onde a sua tia freira trabalhava (sua verdadeira mãe). Lá foi tratado como as outras crianças, apenas mais um órfão. Odiava o facto de não ter mais família e sua aparente tia nem pensar em falar com ele.
Não deu muito para Juls fazer o que gostava, não, com os rapazes, afinal só podia andar de skate ou correr e se não fossem apanhados pelas irmãs ou funcionários. Por outro lado andava também muito tempo com as raparigas, fazendo-lhes penteados e cortando-lhes o cabelo de vez em quando. Embora os mais velhos não gostassem do seu jeito, ficava-lhes barato no bolso. Só não ficava barato, quando cortava, lençóis, cortinas e outros tecidos para criar vestidos para as bonecas ou acessórios para as outras meninas.
Claro que aí os mais velhos já não gostavam tanto dele.
Então Juls cresceu num ambiente meio ambíguo. Os adultos não faziam muito com ele, mas definitivamente não gostavam dele. Por outro lado as outras crianças também não eram muito próximas a ele, pois era estranho um rapaz brincar tanto com raparigas, o que ate gerava ciúme com os outros rapazes e falsas esperanças a algumas meninas.
No fim do dia era normal sentir se sozinho.
Curiosidades: Ele deuxa seu cabelo crescer em memória ao seu irmão e mãe que tinham o cabelo longo. Ele já sabe que os dois não eram sua família real, mas nunca os deixará de ver de tal forma. Nunca gostou de nenhum religioso, por achar que era só mais uma fachada, não dando chance à sua mãe biológica de explicar o que aconteceu, afinal ela não falava com ele, julgou ser desprezado, então apenas achou que fora um simples erro dela e achava a mesma imunda por isso. Por não manter a palavra que supostamente seria tão sagrada.
Mesmo assim tenta ver luz e levar esta a quem pode e sempre que pode. Um sorriso nunca é demais.
Como se relacionou com outras crianças do orfanato: Nem mal nem bem.
Seu personagem acredita em vampiros?: Não, mas acredita na podridão humana.
@YanChaan
@GerenteFeerica098
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