Blood and tears
Sim
A noite passada foi uma bagunça, eu estava pensando
Merda, eu deveria sair da minha cabeça,
Eu poderia fazer desejos em um poço de desejos
Mas todas as besteiras vão me matar
Estou esperando quando a morte
Eu me faço bem, estou ótimo
Somente
Por favor me poupe dos detalhes
Porque eu não dou a mínima para eles
Eu não dou a mínima para eles
Pode ser solitário quando você se for
Mas eu não dou a mínima para eles
E é tão bom quando você ainda está errado
E eu não dou a mínima
Agora eu tenho que me levantar
Disse que queria fumar
Esperando que ela corresse
Eu estou tão longe
Eu nem tenho que responder
Sim, meu coração está vazio, mas está aceso como uma lanterna
E eu tenho que pegar, talvez devesse apagar,
Eles estão me deixando sujo
Não sou ninguém em quem eu possa confiar
Eu acho que você está fazendo demais
Eu só quero ser eu mesmo, não preciso de ajuda
Eu já passei por um inferno, espero que você possa dizer
Eles desejam para mim e eu apenas desejo o melhor para eles, porque
Isso é o que eu senti apenas
Por favor me poupe dos detalhes
Porque eu não dou a mínima para eles
E isso nunca vai mudar
[I Don't Give a Fuck About It - Dampstate]
A vida é uma verdadeira merda, sorrir é tão difícil, mas parece tão natural. Fingir é tão natural á frente dos outros, que é difícil entender se estou realmente a atuar. Não é preciso muito para me tirar do transe, mas tem que ter um bom motivo para isso acontecer. Afinal, seria estranho a máscara cair de alguém tão carismático de uma hora para a outra.
Lio, nasceu em situações normais, uma família acolhedora, pais amáveis, dois irmãos mais novos lindos e maravilhosos e uma personalidade horrível.
Bem, é complicado dizer ao certo, ele cresceu como uma criança, introvertida mas alegre e traquina. Era muito independente e pouco relacionava com os outros, mas adorava disparatar em aventuras, desde subir ao topo da árvore mais alta do quarteirão e esperar ser achado, a fazer um experimento cientifico de misturas todos os produtos de higiene com açúcar para ver se viraria uma boa sobremesa, até em certas ocasiões fugir de casa ás escondidas.
Era uma criança normal, por assim dizer, de alguma forma nunca se tinha metido em sarilhos, exceto quando saia de casa ás escondidas e mesmo assim era se fosse apanhado. Contudo tal inocência só durou até aos treze anos, onde as suas escapadelas de casa o levaram a lugares mais distantes e duvidosos da cidade onde vivia, com amigos, não muito confiáveis. Aos poucos a sua atitude quieta e sorridente, ia mudando para uma apática e tristonha em casa, afastando-se cada vez mais da família. Afinal, a vergonha das suas ações era enorme, para além de outros vícios tinha medo que notassem o cheiro a fumo, era difícil não notar, mas já que a mãe o fazia não seria um problema. O real problema era o que realmente fazia no final das aulas, pois não era só fumar. O uso constante de outras substancias intravenosas que lhe colocavam na corrente, deixavam-nos extasiado e tudo o que fazia, sentia era puro prazer, nunca sabia quem estava consigo na sala, estariam nos mesmos efeitos, era um, dois, mais? A verdade é que aquele grupo de "amigos", continuo com ele por muito tempo, tinha mais na escola e fora, mas no final das aulas, era com eles que passava maior parte do tempo, no seu estúpido vício.
Pelo menos... até pouco. Afinal, muito mudara dos treze aos dezanove, principalmente, quando se trata de declarações de amor.
Gostos: Socego, silêncio, toque físico, tabaco, a família. Gosta especialmente de uma bandeira que os pais lhe deram a dizer "não estou perdido ou escondido, só a meter-me em sarilhos" que os pais lhe deram e leva como poster na parede á cabeça da cama.
Desgostos: Muito barulho, luzes fortes, perguntas, frases repetidas, calor. Odeia especialmente introvertidos sorridentes, dão-lhe um sentimento de inveja do seu antigo eu.
Nuria não tem uma boa relação com o pai desde que a mãe os deixou para ir morar com outra família. Passa muito tempo sozinha e embora seja mimada com todos os bens que possa ter, sente-se cansada do quão solitária a vida é em casa.
É viciada em sair e estar com pessoas, por isso embora em grupos duvidosos e atividades pouco limpas aproveita para ficar fora o máximo que pode. Mas aquela gente é tão interessante, lembra-lhe um amigo mais velho, do qual perde a paciência ás vezes, mas lembra-a de uma forma, mais relaxada.
Nome: Nuria
Gostos: Flores, carinho físico, framboesas, tatuagens
Desgostos: Relações ambíguas, conversa fiada, café e estar sozinha.
Nota: Interessada em Lio, pediu ele em namoro antes do rapto. Já costumava ter relações casuais com ele no final das aulas, mas queria algo mais sério.
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