CAPÍTULO 5


Após bastante tempo de caminhada intensa, Loius e seu grupo finalmente se viram longe de onde ouviram o da noite gritar. Eles sabiam que era impossível um da noite caminhar pela superfici enquanto o sol predominava o céu. Os da noite foram apelidados deste modo pelo grupo, porque são criaturas noturnas, incapazes de entrar em contato com o sol, pois se os mesmo entrassem em contato com o sol, em poucos segundos morreriam queimados.

Eles decidiram dar este apelido á eles há muito tempo atrás, e se passaram vários nomes por suas cabeças, mas nenhum foi bom o suficiente. Eles pensaram e nomes como: vampiros, demônios noturnos, entre outras dúzias de nomes. Mas no final decidiram os chamar de da noite.

A falta de criatividade era imensa, por isso decidiram não passar dor de cabeça criando nomes para criaturas horrendas.

O sol estava se preparando para dar adeus para este lado da terra, enquanto o grupo ainda caminhavam vagarosamente pela estrada revestida de asfalto. Diana estava no colo de Loius, enquanto o mesmo passava seus dedos pelos longos cabelos de Diana. Diana estava com a cabeça deitada sobre o ombro de Loius, o mesmo depositou um beijo em sua bochecha antes de direcionar seu olhar para seu grupo que andava ao seu lado.

— Vamos para aqui, o sol já está indo embora. — Disse Loius.

— Certo, eu irei montar as barracas aqui mesmo ou dentro da floresta ? — Perguntou alyssa, encarando Loius.

Loius á encarou por alguns segundos enquanto pensava na melhor alternativa á ser tomada. Loius sabia que se eles montassem as barracas no meio do asfalto as chances de alguém os ver seria muito alta, mas se as cabanas fossem montadas dentro da floresta seria bem melhor pois a grande quantia de árvores os ajudariam a se disfarçar.

— O que vocês acham Lucas e Carl ? - Perguntou se dirigindo aos dois homens que caminhavam olhando para o chão, calados. Lucas, assim como Carl, franziu o cenho demostrando sua surpresa e confusão. Carl e Lucas encararam Lois, ambos com olhar de surpresa.

- Nossa, acha mesmo que nossa opinião importa ? Tipo, levaria nossa opinião a sério ? —  perguntou Lucas, enquanto tentava segurar o riso. Carl confiava calado encarando Loius.

Alyssa começou a dar risadas exageradas enquanto observava os dois homens surpresos com tão pouco.

— Claro, porquê acham que eu não me importaria com a opinião de vocês ? — Perguntou Loius, sério.

— Sei lá, você nunca nos levou a sério. Talvez você esteja certo em não dar atenção á minha opinião, eu só dou opiniões merdas mesmo. — confessou Lucas, abaixando a cabeça e encarando seus sapatos enquanto os dois se moviam para frente e para trás.

— Ei... - Loius segurou no braço de Lucas com seu braço desocupado o impedindo de continuar a caminhar. Lucas ergueu seu olhar até Loius. —  sua opinião importa, sempre importou. Me perdoe se um dia eu o fiz entender o contrário, mas eu sempre me importei com a opinião de todos vocês. Eu posso ser o líder desse grupo, mas vocês são as pessoas que formam esse grupo. A sua opinião é tão importante quanto a minha.

Lucas, que segundos atrás estava com os sentimentos predominados pela vergonha, agora estava sorrindo lindamente por conta do que acabará de ouvir de seu amigo.

— Certo, obrigado. —  agradeceu Lucas, fazendo Loius sorrir e dar três tapinhas no ombro do amigo.

Loius se afastou um pouco de Lucas. Olhou para todos do grupo de retomou a falar.

— Então, como vai ser ? Onde iremos montar as barracas ? —  Perguntou.

— Eu voto para amarmos elas na floresta. —  disse Alyssa. Loius agradeceu a mesmo com um aceno de cabeça.

— E vocês ? — Loius perguntou se dirigindo a Carl e Lucas.

— Eu voto na floresta também. —  disse Lucas, com um sorriso bobo que fez Loius sorrir feliz.

— Carl ? —  Carl continuava calado encarando o chão.

— E-eu acho melhor... A-a floresta. — Disse gaguejando.

— Certo, então vamos acampar na floresta. — Disse Loius.

Então, o grupo deixou a estrada de asfalto e adentraram a floresta, que por sua vez começava a ficar escura com a chegada da noite. Dentro da floresta era mais frio que por fora, e isso era notável. Não só mais frio como também mais escuro. A pouca luz que ainda restava no céu não adentravam a floresta por conta das grandes arvores e seus incontáveis galhos revestidos de folhas.

Após o grupo já terem adentrado bastante a floresta, eles começaram a montar as pequenas barracas. Diana, que minutos atrás estava dormindo tranquilamente, agora estava acordada ajudando na montagem das barracas que serveriam para abrigar o grupo durante a escura noite. Bastante tempo se passava, e com ele o sol sumiu deste lado da terra. A noite finalmente havia chegado, e as barracas já haviam sido montadas da forma mais correta possível.

Os integrantes do grupo agora estavam sentados em grandes troncos de árvores que cercava a grande fogueira que fora montada minutos atrás. Em um lado da fogueira havia Loius e sua filha, e em outro lado havia Carl e alyssa, Lucas estava sentado sozinho em um tronco próximo do de Loius. Loius contava histórias engraçadas que o mesmo vivera anos atrás para Diana, e mesma ficava sem ar de tanto rir. Lucas apenas os observava segurando o riso, mas falhando miseravelmente. Enquanto Lucas os encarava o mesmo imaginava uma vida com os dois, ele imaginava os três morando em uma pequena casa no meio do campo. Ele imaginava acordar todos os dias de manhã vendo o lindo sorriso de Loius ao acordar, imaginava um dia Diana o chamar de pai assim como chama Loius. Mas seu sorriso sempre caia quando ele voltava seus pensamentos para a realidade e percebia que isso era algo impossível de acontecer.

Loius contava para Diana o dia em que ele ficou com dor de barriga na casa no presidente, e contava como ele fez para fazer cocô no banheiro do presidente dos estados unidos sem entupir o vazo. Diana ria sem para por conta daquela história hilária que seu pai contava. Quando chegou ao fim a história Diana implorou para seu pai contar outra história engraçada de sua vida, mas Loius não havia outra história a não ser tristes para contar de sua vida.

— Quando nós formos dormir eu te conto uma história baseada em um livro que eu li anos atrás, certo ? —  Diana confirmou com a cabeça. —  agora eu tenho uma surpresa para você. —  revelou Loius.

— O que é, papai ? —  Perguntou Diana, animada com aquela revelação.

— Espero aqui, eu já volto. — disse Loius antes de se levantar de onde estava sentado e ir na direção da cabana que o pertencia. Dentro de sua cabana havia sua mochila que foi carregada por Carl por todo o caminho. O mesmo dizia que era bom andar com peso, isso o fazia ser mais rápido.

Loius abriu sua bolsa e retirou um pacote de marshmallow. Ele se saiu da cabana e voltou para onde estava antes. Eles estava com os marshmallow escondidos por trás de suas costas enquanto Diana pulava de curiosidade.

Todos presentes naquele lugar os encaram com sorrisos nos rostos, assim como Diana, todos estavam curiosos para saber o que estava atrás das costa de Loius. Loius tirou o pacote de trás de suas costas e quando Diana viu o pacote de marshmallows ela deu um grande pulo de felicidade. Marshmallow é o doce preferido da pequena, e ela não comia isso havia meses, e durante esse meses, a mesma implorava para que seu pai o trouxesse algum quando fosse em busca de comida, mas o mesmo nunca fora capaz de encontrar, até semana passada.

Em um pulo Diana pegou o pacote das mãos de seu pai, o mesmo apenas ria da reação da pequena. A mesma já havia aberto o pacote de marshmallow, quando ela ia colocar o primeiro na boca ela parou e olhou para seu pai.

Ela levou seu braço que segurava o Marshmallow em direção ao seu pai, o mesmo a olhou por alguns segundos até segurar o marshmallow que estava na mão da pequena.

— Obrigado, meu anjo. —  agradeceu Loius, sorrindo.

— De nada, papai. —  Disse Diana, antes de caminha na direção dos outros que os assistiam sentados nós troncos. Ela deu um marshmallow para alyssa e para Carl, quando chegou em frente a Lucas ela deu um sorriso enorme.

— Tome, é seu. —  ela entregou o Marshmallow nas mãos de Lucas, que sorria lindamente para a pequena criança.

— Obrigado, anjinho. —  Agradeceu assim como todos os outros. Diana já estava indo em direção ao seu pai mas parou no meio do caminho ao lembrar de algo. Ela voltou sua atenção á Lucas e se aproximou ficando bem próxima.

— eu posso ser apenas uma criança, mas eu sei de bastante coisa. Não se preocupe, tudo tem seu tempo, e se um dia isso que você tanto pensa tiver que acontecer, acontecerá. Tudo tem seu tempo, tudo tem seu modo de acontecer. Ele sempre estará com você, mesmo não sendo do jeito que você tanto deseja. —  Diana beijou a testa de Lucas e voltou para o seu lugar.

Lucas não sabia o que falar, não sabia muito menos o que pensar. As palavras que aquela garota acabara de falar pareciam ter sido faladas por um adulto de trinta anos, as coisa que ela falou... Parecia que ela sabia de algo que apenas o próprio Lucas sabia.

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GENTE, SE VOCES PUDEREM ESTAR CLICANDO NA ESTRELINHA PARA ME MOTIVAR AINDA MAIS, EU IREI AGRADECER.

DEÊM VALOR AS OBRAS DAQUI DO WATTPAD, POIS NÓS NAO ESTAMOS GANHANDO NADA TRAZENDO ESSES CONTEUDOS PARA VOCES, MAS MESMO ASSIM TRAZEMOS. NÓS GASTAMOS TEMPO ESCREVENDO, POR FAVO, DEÊM ESTRELINHA.




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