Capítulo 55- Fantasia Doentias
Em algum tempo Henrique entrou no quarto foi até o armário começou a tiras as roupas as joga la no chão
- O que está fazendo? -Disse
Ele não respondeu só continuou tirando as roupas quando ele parou pegou todas as roupas do chão saiu fui para armário olhei vi apenas lingerie, Blusão, roupas sexy e provocante sai do quarto comecei a chamar o Henrique pela casa quando ele apareceu na porta da sala
- O que foi que você está me berrando? -Disse Henrique
- Por quê você deixou apenas aquelas roupas lá. -Disse com tom de voz firme
- Por que você irá usar apenas aquelas roupas para mim. -Disse Henrique
- Não Henrique, quero aquelas roupas que você pegou. -Disse
- Não será possível eu coloquei fogo nelas. -Disse Henrique
- O que você tem na cabeça, por que fez isso? -Disse
- Quero você usando aquelas roupas comigo, só pra mim. -Disse Henrique ao se aproximar
- Você já me mantém presa aqui agora quer escolher o que eu devo vestir. -Disse
- Você não tem escolha, venha almoça comigo. -Disse Henrique indo em direção a cozinha o segui ele me estendeu um prato fui pegar ele puxou novamente o prato
- Só ira comer se tirar essa roupa. -Disse Henrique
- Vai se ferrar. -Disse saindo quando ele me puxou
- Estou brincando vem cá, coloca comida para você ai. -Disse Henrique
- Idiota. -Disse ao pegar o prato da sua mão e me servindo
- Você gostou da surpresa que te fiz, você estava tanto querendo vê lo. -Disse Henrique
- Eu não quero fala com você. -Disse indo para o outro cômodo com meu prato
- Você que queria provas eu a dei. -Disse Henrique
- E agora eu quero distância de você. -Disse
- Felizmente estamos juntos para sempre. -Disse Henrique na cozinha Me sentei na sala liguei uma pequena televisão eu não queria ficar ali com ele era assustador pensar nessa hipótese Henrique apareceu com umas roupinhas o olhei
- O que é isso? -Disse
- E roupa para nosso bebê. -Disse Henrique
- Não seja besta, CH já comprou tudo para elas. -Disse
- Ele está morto. -Disse Henrique
- Mais as coisas ainda estão no quarto delas, na casa delas. -Disse me levantando
- A casa delas é sua e aqui agora. -Disse Henrique
- Vou conseguir sair daqui é volta para meu lar. -Disse
- Nunca. -Disse Henrique se aproximando coloquei minha mão em seu peito
- Três meses e só o que falta quero pode ter uma gestação tranquila. -Disse
- Então faça tudo que eu quiser, e eu facilito as coisas. -Disse Henrique
Olhei para baixo ele segurou meu rosto me beijou ao termina ele tirou meu short saiu com ele fiquei parada ali por alguns segundos eu sabia o que tinha que fazer mais iria contra minhas tudo eu só estaria alimentando a fantasia dele
Guardei meu prato fui para o lado de fora da casa fiquei olhando para as grandes árvores era para essa gravidez ter momentos bons, escutei Henrique me chamando entrei na casa o vi com uma caixa, Ele sorriu a colocou na cama veio até mim senti seus lábios em meu pescoço sua mão tirou a única peça de roupa que eu tinha uma blusa
- Quero que você vista aquilo para mim. -Disse Henrique apontando para a caixa sobre a cama
- O que é? -Disse
- Uma roupa que comprei para você. -Disse Henrique, Fui até a caixa peguei a peça de roupa a ergui era uma lingerie vermelha com tiras uma calda de seda
- Eu não vou satisfazer suas fantasias doentias. -Disse
- Não são doentia. -Disse Henrique Joguei a roupa no chão Henrique apontou o dedo na minha cara, quando ele me bateu pegou a roupa e a colocou sobre a cama saiu
- Não vou ficar por muito tempo aqui, ele vão me achar! -Gritei
- Sente se e espere até que esse dia chega, o que pode durar anos. -Disse Henrique rindo
- O que te faz ter tanta confiança de que ninguém vai me encontrar. -Disse indo em sua direção
- Eu forjei sua morte. -Disse Henrique
- Ninguém vai acreditar. -Disse rapidamente
- Tem certeza, eu coloquei uma pessoa idêntica a você. -Disse Henrique
- O que você quer dizer com isso? -Disse
- Eu paguei para uma menina para fazer cirurgia, é ficar igual a você. -Disse Henrique
- Você fez o que? -Disse
- Fiz pensando no nosso bem. -Disse Henrique
- Não você fez pensando em você mesmo, Em nenhum momento dessa sua maluquice você pensou em mim. -Disse
- Eu sabia que você ia ficar feliz comigo. -Disse Henrique
- Eu não estou feliz Henrique, você é o único que não ver isso! -Disse
- Está sim eu sei disso. -Disse Henrique
- Olha pra mim Henrique eu pareço estar feliz pra você, você esta vendo eu dando pulinhos de alegria por isso? -Disse
- Você está feliz com o que eu decidir. -Disse Henrique
- Não. -Disse com tom de voz firme
- O que você disse? -Disse Henrique se aproximando
- Disse não. -repetir novamente
- Não me faz te prender a naquela cama, não será por apenas dois dias será meses. -Disse Henrique
- Não ligo faça o que quiser, nada me fará ficar feliz com você. -Disse o encarando
- Cuidado com que diz, coisas terríveis podem acontecer com você. -Disse Henrique
- Chega de ameaças Henrique. -Disse
- Não são ameaças são avisos, não confunda as coisas. -Disse Henrique
- Pra mim tanto faz, quero você longe de mim não importa quanto tempo passe. -Disse nó na garganta
- Não seja idiota, você sabe que isso não vai acontecer. -Disse Henrique
- Então irei te evitar. -Disse
- Não tem como fazer isso, você não pode ir muito longe e eu posso te obrigar a tudo quando e onde eu quiser. -Disse Henrique ao se aproximar de mim
- Foi um erro ter me relacionado com você, eu achei que você podia mudar eu não estava bem, é percebo que o que sentia por você foi uma paixão passageira eu confundi as coisas. -Disse
- O que está falando? -Disse Henrique
- Você me tratava bem eu pensei que você realmente me ama se mais tudo não passou de algo da minha cabeça. -Disse
- Não você me ama, eu sei disso. -Disse Henrique
- Não Henrique eu amo Chis, o que eu sinto por ele faz anos eu só não queria acreditar, achei que aquilo iria estragar nossa amizade. -Disse
- Não seja tola você me ama, você disse isso várias vezes para mim. -Disse Henrique
- Nós dois estávamos nos iludindo. -Disse
- Não eu me recuso a acreditar. -Disse Henrique, Fui em direção ao quarto prendi com cadeado me afastei, quando Henrique apareceu forçando a porta.
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