Capítulo 38- Libertar

Algumas horas depois.

 A design entrou no seu carro logo em seguida o celular do CH tocou ele se afastou alguns centímetros fiquei o olhando ele desligou o celular

- O que houve? -Disse

- Um parente meu que está preso teve um problema com um dos policiais. -Disse CH

- O que faremos? -Disse

- Vou tira ló de lá, o policial está o ameaçando. -Disse CH

- Tá vamos organizar as coisas o mais rápido. -Disse Entramos no carro peguei meu celular mandei mensagem para um dos meus contatos

- Ele é uma pessoa importante? -Disse

- Ele é da família, ele poderá morar na casa do morro e fica de olho para gente. -Disse CH

- Ele é de confiança? -Disse

- Sim, ele é meu pai -Disse CH

- Por que seu pai estava preso? -Disse

- Eu não sei o real motivo, minha mãe diz que ele usava drogas e estuprava algumas pessoas mais não sei se e verdade. -Disse CH

- Quantos anos você tinha? -Disse

- Eu era um pirralho ainda devia ter uns seis anos. -Disse CH

  Ele pegou minha mão a beijou sorri apertei sua mão na minha CH parecia está distante em seus pensamentos me mantive calada até a chegada ao morro subimos para a boca onde, Meu contato já havia chegado estava ao lado do carregamento desci do carro o cumprimentei o apresentei ao CH que o cumprimentou

- Trouxe o que me pediu esta tudo nós dois carros. -Disse contato

- Você falou com ele? -Disse o olhando

- Ele chegará aqui em cinco minutos. -Disse contato

- Tá vem eu irei pegar seu dinheiro. -Disse

- Irei organizar uma equipe para a operação. -Disse CH

- Tá irei paga ló e voltarei para encontrar você. -Disse, CH veio até mim beijou minha testa o olhei diretamente nos seus olhos

- Tenha cuidado. -Disse CH

- Eu só vou ali, está tudo bem. -Disse Fiz um sinal para meu contato subimos o morro até em casa ao entrar havia vasos quebrados, coisas jogadas ao chão a Sra. Müller estava jogada ao chão

- Não liga para ela só está fazendo drama, Pena que não é o CH que chegou. -Disse

  Fiz um sinal para ele permanece ali subi as escada peguei um malote de dinheiro na minha bolsa comecei a contar peguei um determinado valor desci as escadas dei a ele

- Está pagando ao seu garoto de programa. -Disse Sra. Müller

- Não ligue para ela, é doida. -Disse

- Safada ainda tem a coragem de traze ló para cá. -Disse Sra. Müller se levantando caindo

- Você quer que eu mande alguém o leva ló? -Disse

- Não é necessário. -Disse contato

- Ok eu o levo até seu carro. -Disse

- Safada! -Disse Sra. Müller aos berros comecei a desce o morro com ele os vapores estavam entrando em formação ao chegaremos ao carro, ele entrou se despediu saiu andei até a entrada vi CH contando o plano Tadeu organizando os equipamentos necessários para a operação

-Sra. Campos. -Disse Me virei o capitão da polícia estava na minha frente sorri

- Só chamarei CH ai conversaremos em particular. -Disse

- Você sabe que não posso ser visto. -Disse capitão

- Não se preocupe ninguém vai te ver aqui. -Disse Fui até CH ele me olhou apontei para capitão ao meu lado

- Vamos conversar lá em casa é mais reservado. -Disse CH caminhamos até carro entramos CH dirigiu rapidamente até em casa ao entrar a Sra. Müller começou a me insultar com ofensas

- Mãe vai para seu quarto agora. -Disse CH

- Filho, você tem que saber o que ela fez. -Disse Sra. Müller

- Não vou repetir. -Disse CH com tom de autoridade, ela começou a subir as escadas devagar e apontei para sofá

- Sente se você aceita algo? -Disse

- Apenas tratar do assunto a qual fui chamado aqui. -Disse Capitão

- Certamente. -Disse

- Eu preciso resgatar meu pai que está preso preciso da sua ajuda. -Disse CH

- Quer que eu ajude a soltar um presidiário? -Disse Capitão

- Não precisa se envolver pessoalmente, manda alguém da sua confiança que trabalhe no sistema do presídio, deixar o sistema fora do ar por alguns minutos ou segundos. -Disse

- Muito arriscado. -Disse Capitão

- Não desconfiarão se necessário quebramos os monitores de controle. -Disse CH

- Te darei cinco mil, três mil agora e dois mil depois da operação. -Disse

- Ligarei para um conhecido, ver se ele consegue da um jeito. -Disse Capitão

- Fique a vontade para fazer sua ligação. -Disse, o capitão se levantou com celular em mãos se afastou CH veio até mim

- Eu quero que você fique, não e seguro você ir. -Disse CH

- Eu estou ciente de que pode ser perigoso. -Disse

- Então você concorda comigo e vai ficar? -Disse CH

- Eu não quero coloca elas em risco, então eu irei concorda com você e ficar. -Disse, Capitão se aproximou da gente

-  O máximo de tempo que posso dá e de no mínimo sessenta segundos. -Disse

- Tudo bem isso serve o resto improvisamos. -Disse CH

- Quando chegar lá manda mensagem para esse número. -Disse Capitão ao entregar um papel para o CH que assentiu

- Obrigado pela ajuda Capitão, o recompensarei de forma bem generosa pela sua ajuda. -Disse

- Como quiser. -Disse Capitão

- O levarei até a porta um de nossos homens o levará até seu carro. -Disse

O acompanhei até a porta chamei Tadeu para o acompanhar até seu carro ambos saíram fechei a porta ao me virar CH não estava na sala subi as escadas fui para quarto ele estava vestindo colete

- Você ou sua mãe nunca comentou sobre seu pai, tenho direito de saber sobre ele? -Disse

- Quando chegar eu te conto tudo. -Disse CH

- Tá. -Disse, CH se levantou beijou minha testa ao sair fui atrás dele

- Vou descer com você, irei ficar na boca. -Disse

- Tá pode usar meu computador tem bloqueador de localização. -Disse

  Assentir segurei sua mão descemos o morro em silêncio quando vi os vapores preparando em posição CH se preparou deu ordens para eles segurei sua mão antes dele sair

- Por favor volte inteiro e vivo, temos duas filhas que você precisa conhecer. -Disse

- Não se preocupe voltarei intacto não e a primeira vez que eu faço um resgate. -Disse CH ao beija minha testa entra no carro.

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