Capitulo 14- Superando

- Estava tentando imaginar como nossos filhos irá se parecer. -Disse Henrique O olhei ele estava com um lindo sorriso no rosto ele colocou sua mão em minha cintura beijou meu ombro

- Conseguiu imaginar algo. -Disse

- Não, mais se eles se aparecerem com você ou comigo será o suficiente não poderia ser melhor. -Disse Henrique

- Não vi Michel. -Disse

- Ele está bem não se preocupe, minha mãe está com ele. -Disse Henrique

- Você não acha errado, nós somos os pais é apenas sua mãe cuida dele. -Disse

- Não, minha mãe ama o Michel ela sabe dos problemas e perigos que está acontecendo. -Disse Henrique

- Mesmo assim, Eu deveria está cuidando dele. -Disse

- No momento estámos cuidando de você. -Disse Henrique beijando minha bochecha

- Estou crescida Henrique não preciso de cuidados. -Disse

- Precisar de cuidados não depende apenas de tamanho Bonequinha. -Disse Henrique sorrindo

- Eu estou bem. -Disse

- Será que está mesmo. -Disse Henrique com desconfiança

- Você sabe que sim. -Disse

  Henrique teve que sair fui até a janela vi Henrique descer o morro desci as escadas fui para porta dos fundos quando abrir dei de cara com Yan

- Estava de saída? -Disse Yan

- O que faz aqui? -Disse

- Henrique me encarregou de protege la. -Disse Yan

- Não preciso de proteção. -Disse

- Conheço suas habilidades de autodefesa, mais há algo além de só você agora eu suponho. -Disse Yan

- Da onde tirou tanta intimidade para isso. -Disse

- Só estou supondo, não estou afirmando nada. -Disse Yan

- Poupe me de suas suposições. -Disse

  Ele sorriu fechei a porta novamente subi para quarto tranquei a porta me sentei na cama me lembrei do sangue em minhas mãos eu conseguia sentir a dor do corte, comecei a negar ouvi gritos olhei para porta mais não parecia que estava vindo de lá escutei um estrondo seguido de uma voz conhecida eu sabia que não era possível o dono daquela voz estava morto

  Seus passos estavam próximo parou me virei Estava Felipe a centímetros de mim com seu irmão Júnior seus olhos sangravam ele veio até mim vi um sorriso em seu rosto, Abaixei a cabeça meus pulsos estava cortados a Lâmina centímetros dos meus dedos sangue se espalhava lentamente ao meu redor do nada estava caindo em um buraco acordei rapidamente olhei ao redor

  Havia o frasco de remédio aberto no chão, sangue ao meu redor, lâmina presa em meu corte me levantei puxei a lâmina peguei um pano amarrei em meu pulso com outro pano comecei a limpar o chão

  Ao termina lavei a roupa corri para o banheiro peguei um vestido de manga longa, faixa, toalha tranquei a porta tirei o pano joguei álcool fui toma banho lavei o cabelo tentei me lembrar em que momento eu fiz aquilo não lembro de ter tomado meu remédio, ou de ter me cortado

  Terminei meu banho sequei meu braço enfaixei coloquei vestido sai secando o cabelo vi alguém na janela com as costas viradas para mim engoli em seco a pessoa virou para mim vi que era o Henrique

- Está tudo bem? -Disse Henrique

- Claro. -Disse Ele veio até mim me abraçou segurei sua camisa seus dedos tocaram meus cabelos lentamente me apertei a ele

- Precisou dos seus remédios novamente, os encontrei jogados no chão. -Disse Henrique

- Devo ter deixado cair. -Disse, Henrique beijou minha testa fechei os olhos com força ele beijou meu pescoço sua mão segurava meu pulso

- Estou orgulhoso, você está superando já é o começo. -Disse Henrique Me puxando mais para si coloquei o rosto em seu ombro assentir

- Como está se sentindo? -Disse Henrique

- Estou bem. -Disse me sentando na cama

- Yan me disse que você estava saindo escondida, se você quiser podemos sair um pouco do morro. -Disse Henrique

- Eu não estava saindo escondida. -Disse

- Tudo bem ele entendeu errado, mais se quiser e só me falar. -Disse Henrique

  Ele ficou me olhando me virei de lado ele suspirou saiu segurei firme a manga do vestido soquei a parede diversas vezes

- O que está fazendo? -Disse uma voz atrás de mim Me virei assustada vi que era Henrique com uma bandeja de comida

- Não estou fazendo nada. -Disse me levantando

- Estava socando a parede por nada. -Disse Henrique colocando a bandeja sobre o criado mudo

- Eu preciso ficar sozinha. -Disse

  Henrique suspirou ficou me olhando por alguns segundos saiu abaixei a cabeça tranquei a porta fechei a cortina, tirei meu vestido a faixa com raiva peguei a faca enfiei no meu braço, Escutei barulho alto olhei para meu braço que Esguichar sangue cai de joelho, meu corpo foi ficando fraco sai no chão minha visão foi embaçando respirei fundo fechei meus olhos

  Meu corpo se arrepiou todo com vento gelado ouvi gritos ao longe barulho de vidro, cachorros latindo senti gosto metálico em minha boca não sentia minha mão.

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