Capítulo 100
Passei parte da noite acordada acordei pela manhã tomei banho troquei de roupa Michel estava sentado na cama segurando seu bicho de pelúcia troquei sua fralda, sua roupa desci com ele preparei seu café da manhã Henrique apareceu todo suado
- Estava aonde? -Disse Anny
- Estava fazendo uma corrida, você está bem. -Disse Henrique
- Tenho uma consulta virtual, daqui a pouco preciso que cuida das crianças. -Disse Anny
- Tá bom só vou tomar banho. -Disse Henrique
- Não será nada demorado. -Disse Anny
- Eu já volto. -Disse Henrique saindo fiquei olhando Michel tomar café da manhã o desci coloquei os brinquedos na sala liguei meu notebook dei um olhada nos e-mails Federico estava me ligando peguei celular atendi
- Aconteceu alguma coisa? -Disse Anny
- O arquiteto está finalizando a planta do projeto da boate. -Disse Frederico
- Isso é ótimo. -Disse Anny
- O arquiteto quer saber a medida do território onde será a primeira loja, todos os detalhes que precisam. -Disse Frederico
- Estou finalizando os papéis sobre a compra do território, assim que estiver concluído mandarei todas as informações necessárias. -Disse Anny
- Anny tem mais uma coisa, Perdemos alguns acionistas, eles não concordam que você seja a chefe. -Disse
- Então não precisamos de alguém que não me aceita. -Disse Anny
- Tem certeza, desculpa não e esse tipo de coisa que tenho que falar você é minha chefe o que disser está decidido. -Disse Frederico
- Você não disse nada de errado, me mande os nomes dos acionistas por e-mail quero saber quem são verei qual medida deverá ser tomada. -Disse Anny
- Sim senhora. -Disse Frederico desliguei o telefone vi Henrique com as gêmeas a alguns metros de nós
- Aconteceu alguma coisa. -Disse Henrique
- Parece que não sou muito bem aceita pelos acionistas. -Disse Anny
- Eles são uns imbecis. -Disse Henrique
- Será que eles tem razão? -Disse Anny
- Não teriam, não pensem assim não duvide de si mesma. -Disse Henrique
- Está falando como minha psicóloga, não exatamente como ela. -Disse Anny
- Não precisa se explicar bonequinha. -Disse Henrique vindo até mim me beijando escuto barulho do Skype me afastei do Henrique atendendo a chamada da psicóloga me sentei no sofá
- Bom dia. -Disse
- Não vejo importância para essa consulta hoje. -Disse Anny
- Sei que a última sessão não foi o que esperávamos. -Disse
- Eu não tenho nada para contar. -Disse Anny
- Você está rejeitando qualquer ligação ou sentimento pela sua mãe, você precisa deixa isso de lado e seguir em frente. -Disse
- Estou feliz por que temos que sempre falar da minha mãe. -Disse Anny
- Por que para seguir em frente você precisa deixar esse sentimento de lado. -Disse
- Não precisamos. -Disse Anny
- Está numa fase de rejeição e natural. -Disse
- Não estou em rejeição. -Disse Anny
- Quanto mais negar, mais confirmar. -Disse
- Se é só isso que tem para dizer eu já vou indo. -Disse Anny
- Será melhor se você se abrisse me conta se como se sente. -Disse
- Me sinto bem estou com minha família, não poderia estar melhor. -Disse Anny
- Conversou com seu marido. -Disse
- Para. -Disse Anny
- Você precisa desabafar com alguém. -Disse
- Estou bem obrigado, se já acabamos tenha um bom dia. -Disse Anny
- Você não está Colaborando. -Disse Henrique
- Eu não estou colaborando. -Disse Anny
- Está fugindo das perguntas, buscando desculpas para não responder. -Disse Henrique
- Falar da minha mãe não está no meu cronograma, se me der licença. -Disse Anny
- Sua mãe faz parte do seu passado, queira ou não os sentimentos que você nutre por ela está te afetando. -Disse
- O que quer que eu diga, todos já sabem que eu a odeio. -Disse Anny
- Coloca para fora tudo o que sente, tira isso de dentro de você mesma. -Disse
- Ela age como se estivesse fazendo o melhor para mim quando ela só está se promovendo a cima de tudo. -Disse Anny
- Isso te irrita? -Disse
- Ela não confessa que errou, não mostra arrependimento pelo que ela poderia ter feito, nem ao menos demostra qualquer sentimento a seus netos. -Disse Anny
- Se ela demostrasse você a perdoaria? -Disse
- Não. -Disse Anny
- Porque? -Disse
- Não é apenas demostrar quero que ela sinta, tenha a noção que aquilo não era o que eu queria, aquilo me machucava, me feria, me destruiu. -Disse Anny
- Você já tentou falar isso com ela? -Disse
- Claro que eu tentei, sempre saio da historia como a vagabundo transava com os primos e amigos não importa o que eu diga ela nunca irá entender. -Disse Anny
- Você acredita que precisa do perdão dela para seguir em frente? -Disse
- Eu estou seguindo em frente eu me casei, tenho três lindos filhos, uma casa, empresa, parei com meus vícios se isso não é seguir em frente então não consigo. -Disse Anny
- Como se sente antes de dormir, depois de acorda ou em um momento de reflexão? -Disse
- Me sinto impotente, mais quando vejo meus filhos, meu marido me sinto feliz. -Disse Anny pensativa
- Isso é o suficiente para seguir em frente, mais você precisa se abrir não guarde o que você sente a sete chaves. -Disse
- Eu me vejo como minha mãe, incapaz de cuidar dos meus filhos. -Disse Anny
- Não é uma tarefa fácil cuidar de três crianças, uma empresa, superar seu trauma. -Disse
- Você não e igual sua mãe você da tudo de si todo dia para estar com eles, mesmo após um dia longo na empresa, ou quando está pensando no passado você está com eles. -Disse Henrique
- Precisei tomar a decisão de contratar babá para estar com eles. -Disse Anny
- Não quer dizer que você falhou como mãe, todos precisam de ajuda isso não te fara menos mãe não para mim tenho certeza que para eles também não, ser mãe e muito mais do que só estar presente. -Disse Henrique olhei de novo para computador minha psiquiatra havia desligado olhei para Henrique veio até mim
- Você ainda não tomou café. -Disse Anny
- Você é uma mãe maravilhosa, sabíamos que não seria fácil não é vergonha nenhuma precisar de ajuda. -Disse Henrique
- Eu sei. -Disse Anny pegando as crianças dele as colocando no sofá
- Você sempre será a mãe deles. -Disse Henrique
- Eu sei que preciso de ajudar, mais se daqui uns dias ou meses eu não conseguir estar próxima e eles. -Disse Anny
- Levaremos eles seja para uma viagem, almoço, projeto são nossos filhos temos o direito de tê-los por perto. -Disse Henrique sorrindo seu celular tocou ele me olhou
- Aconteceu alguma coisa? -Disse Anny
- Com eu disse levaremos eles aonde fomos. -Disse Henrique
- Aonde vamos? -Disse Anny
- Lugar algum ele virá até nós. -Disse Henrique
- Quando? -Disse Anny
- Mais a tarde. -Disse Henrique
Me beijando Michel veio correndo me puxando me entregando seus brinquedos me sentei no chão Henrique voltou para cozinha fiquei vendo Michel brincar as gêmeas começaram a chorar coloquei bico nelas fiquei as olhando, Michel veio correndo entregou brinquedo para elas começou a cantar sorri beijei sua teste
- Você é muito fofo. -Disse Anny
- Não mamãe vai estragar meu cabelo. -Disse Michel passando a mão no cabelo comecei a rir
- Coisa fofa da mamãe. -Disse
O pegando no colo o enchendo de beijo ele começou a rir me abraçou pelo pescoço subi com as crianças dei banho no Michel troquei sua roupa ele pegou pente tentou pentear o cabelo rir coloquei seu sapato sequei seu cabelo dei banho nas gêmeas descemos Henrique estava sentado na mesa com a comida do Michel desceu correndo Henrique o segurou o colocando no cadeirão
- Eu dou almoço para ele hoje. -Disse Henrique
- Tem certeza? -Disse Anny
- Tenho. -Disse Henrique
- Tá vou estar lá fora. -Disse
Dando beijo nele saindo até área de lazer cobrir a espreguiçadeira coloquei as meninas estava coberto por um guarda-sol fiz carinho em seus rostos olhei para céu Henrique apareceu um tempo depois me deu um beijo me levantei pegamos as crianças fomos para quarto delas onde as fizemos dormir sai do quarto na ponta dos pés fui para quarto vesti meu biquíni desci para piscina passei protetor me sentei perto da borda Henrique apareceu correndo se jogou na piscina
- Seu maluco. -Disse Anny jogando água no seu rosto
- Mais você ama esse maluco. -Disse Henrique se aproximando me beijando ele me puxou para água olhei nos seus olhos e sorri. - Você é a melhor coisa que me aconteceu.
- Eu adoro quando você é fofo desse jeito, É bom quando você se abre para mim. -Disse Anny
- Estar com você aqui, o modo como estamos aqui não me canso de dizer o quanto estou feliz é o bem que me faz. -Disse Henrique
- Eu gosto de ouvir isso várias vezes. -Disse Anny
- Podemos ter outro daqui uns anos. -Disse Henrique me olhando
- Poderíamos, quem sabe. -Disse Anny
Ele sorriu quando sentir gotas em meu rosto olhei para cima quando os pingos ficaram mais grossos Henrique me segurou firmemente em seu abraço sorri tentando sair ele me beijou, saímos da chuva fui para quarto tomei banho troquei de roupa quando Henrique apareceu indo para chuveiro.
Olhei para câmera desci para sala, me deitei com notebook no colo verifiquei minha caixa de mensagens, o vendedor me mandou as informações, fotos do local encaminhei para arquiteto a campainha tocou me levantei abrir a porta Yan estava parado me olhando
- Vejo que Henrique confia em você agora. -Disse Anny
- Boa tarde senhora. -Disse Yan
- Entre ele já está vindo, fique a vontade -Disse Anny abrindo mais a porta ele entrou a fechei
- Obrigado, você mudou desde a última vez. -Disse Yan
- Estou limpa. -Disse Anny
- Parabéns, de fato você se tornou outra mulher. -Disse Yan comecei a rir fui até meu computador o pegando Henrique desceu as escadas
- Vejo que já descobriu quem é o futuro sócio da boate. -Disse Henrique
- Sócio? -Disse Anny
- Sim Yan é o futuro sócio minoritário, claro que sua participação na boate é só um disfarce. -Disse Henrique
- Sua real participação e no morro. -Disse Anny
- Yan se passará por mim, eu tomarei as decisões ele irá as efetuar. -Disse Henrique
- Querido podemos conversar? -Disse Anny
- Claro. -Disse Henrique sorri fechei o notebook fomos para área de lazer fechei a porta de vidro
- Eu sei que você disse que iria comandar o morro de modo anônimo, mais essa é realmente a melhor opção. -Disse Anny
- Por que não seria? -Disse Henrique
- Está o colocando como dono do morro, mesmo que não de verdade. -Disse Anny
- Você quer que eu assuma. -Disse Henrique
- Você sabe ser discreto, podemos evitar uma tentativa dessa. -Disse Anny
- Nossos filhos, a empresa. -Disse Henrique
- Você sabe o que fazer para mante lós em segurança. -Disse Anny
- Preciso de alguém que passe pelo dono do morro, eles precisam acreditar não será por muito tempo. -Disse Henrique
- Tá. -Disse Anny voltando para sala me sentei no sofá olhando para Yan quando Henrique apareceu com cerveja na mão dando para Yan sorri
- Devemos fazer um brinde não é qualquer um que consegue ter a confiança do meu marido. -Disse Anny me levando indo até cozinha peguei uma taça vinho na geladeira enchi meu copo Henrique me olhou
- Ao novo sócio minoritário. -Disse Anny
- Obrigado. -Disse Yan
- Você merece cara. -Disse Henrique Bebi meu vinho enquanto prestava atenção na conversa deles Michel gritou perto da escada me levantei o ajudei a descer as escadas cortei fruta para ele o sentei na mesa
- Vou acerta aquela parada, amanhã mesmo mando para morro. -Disse Yan
- Qual o real motivo para estamos aqui? -Disse Anny
- Estamos fazendo uma viagem em família. -Disse Henrique
- Henrique não sou boba, qual real motivo? -Disse Anny
- Carregamento de droga. -Disse Henrique
- Tudo bem. -Disse Anny
Deixei Michael com Henrique passei a tarde toda em uma reunião sai Henrique estava assistindo futebol no sofá jantei bebi resto do vinho na cozinha subi para quarto tomei banho me deitei.
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