Capítulo 68- Um Vazio
- Você não entende. -Disse Miguel
- Eu deveria arranca esse seu pinto, corta essas suas mãos ai eu queria ver o que você ia arrumar. -Disse Henrique
- Eu sou seu pai. -Disse Miguel
- Que merda de pai eu tenho estou avisando agora e sério se eu te pega falando com uma das duas sem eu por perto eu te mato. -Disse Henrique
- Claro que mataria você é o próprio demônio. -Disse Miguel
Sai da casa pisando firme minhas mãos tremia sem parar peguei um baseado com um vapor comecei a fumar fui até um bar comprei uma cerveja para mim fiquei olhando para cima quando a Valquíria chegou me abraçando
- Que bom que você está bem. -Disse Valquíria me soltei dela ela ficou me encarando tentou pega minha cerveja
- Não gosto quando você bebe e fuma. -Disse Valquíria
- Cala a boca você não manda em mim não vai ser por sua causa que vou parar. -Disse Henrique
- Isso faz mal para o nosso bebê. -Disse Valquíria
- Que merda você está fazendo fora de casa. -Disse Henrique
- E eu fui na casa de uma amiga. -Disse Valquíria
- Se eu descobrir que você está fazendo alguma coisa escondido de mim você vai morrer, Não adianta tenta fazer escondido eu sei de tudo que acontece aqui. -Disse Henrique ela começou a rir um pouco que histérica
- Eu não faria isso. -Disse Valquíria
- Então vai pra sua casa não me faça coloca vapor atrás de você. -Disse Henrique
- Mais eu achei que eu iria fica com você. -Disse Valquíria
- Ainda bem que você só achou agora vai e para de me encher. -Disse Henrique
Me sentei na calçada ainda fumando bebendo enquanto a Valquíria descia o morro de cara emburrada como sempre do nada a Anny veio a minha cabeça não sei me senti estranho como se tivesse faltando alguma coisa, e como se tivesse eu vazio dentro de mim sem ela aqui, me levantei comecei a subir o morro perdido em meus pensamentos cheguei no topo do morro olhei para o horizonte tudo aquilo parecia tão sem sentido não era mais como o mesmo de antes.
Bebi o resto da minha cerveja desci para boca eu iria achar a Anny nem que seja a última coisa que eu faça desci até a boca vi um individuo sobre uma Yamaha YZF R1 fui em sua direção quando ele tirou o capacete vi que era o Yan um assassino de aluguel
- O que faz aqui? -Disse Henrique
- Fiquei sabendo que você foi atacado. -Disse Yan
- Quem te contou? -Disse Henrique
- Pessoas Henrique eu vim aqui saber se você posso ajudar você. -Disse Yan
- Por que você faria isso? -Disse Henrique
- Você me ajudou muito no passado só quero pagar a dívida esse lugar era minha casa eu ainda quero que ele permaneça com você no comando. -Disse Yan
- Não é nada contra você mais eu prefiro resolver isso só com meu pessoal. -Disse Henrique
- Eu sei que você e o tipo de cara que não confia muito em pessoas de fora do morro e eu entendo mais pó cara eu estou onde estou hoje por sua causa você me ajudou muito eu era um dos seus lembra. -Disse Yan
- Eu sei mais agora e algo muito mais pessoal pra mim. - Disse Henrique
- Eu posso ter saído daqui mais eu ainda sou uma parte desse morro eu nasci e fui criado aqui. -Disse Yan
- Sei muito bem disso. -Disse Henrique
- Então confia em mim. -Disse Yan Suspirei olhei ao redor apontei para boca entramos fomos em direção a minha sala fomos até a mesa e nos sentamos
- A uns meses eu conheci uma pessoa, estava ajudando essa pessoa ai várias paradas acontecerão. -Disse Henrique
- Essa pessoa estava fugindo de alguém? -Disse Yan
- Não mais enfim essa pessoa sofreu um acidente e foi transferida pra cá ontem e no apagão de ontem uns caras entraram aqui e pegaram ela, só ela. -Disse Henrique
- Então é mulher pode ser que alguém não gostou da sua aproximação com ela. -Disse Yan
A primeira pessoa que passou na minha cabeça foi a Valquíria ela tinha muitos motivos para fazer isso se ela tem ligação com outros traficantes por causa da sua longa profissão.
- Se quiser posso ajudar eu posso procurar por algo fora do morro pra ver se consigo algum boato de algo. -Disse Yan
- Você iria ajudar muito obrigado. -Disse Henrique
- De boa você deveria dar uma festa para os outros dono. -Disse Yan
- Beleza. -Disse Henrique.
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