Capítulo 43


Romeu: É melhor eu ir embora. – catou suas coisas. – Beijos e não me liguem! – sai voado.¨ 

Miguel: Medroso! – berrou.

Diego: Deixa o cara Miguel! – negou com a cabeça, rindo. 

Miguel: Ele se meteu comigo! – rolou os olhos diante da moleza de Romeu, Giovanni e Tomás chegam. 

Giovanni: E aí negada?

Diego: Onde vocês dois se meteram? – franziu a sobrancelha, ao ver os dois entrando.

Tomás: Depois que o nosso "amigão do peito"... – fez aspas com o dedo. – Mandou a gente para o inferno para ficar com a namoradinha, nós fomos dar um rolé por ai!

Diego: Esqueceram que vocês tinham que soltar o Romeu? – perguntou, revirando os olhos.
Os dois ficaram pasmados.

Giovanni: Nossa! – olhou Tomás. – Esquecemos completamente o cagão! – os dois riram.

Diego: Vocês são fogo! – se levantou e caminhou até a cozinha. – Ah amanhã vamos passar o dia na piscina da casa das meninas! – informou.

Giovanni: Beleza!

Miguel: Ótimo, a Mia provavelmente estará bem melhor amanhã, talvez possamos conversar. – comentou esperançoso.

Giovanni: Então cara, o que aconteceu com a Barbie? – sentou ao lado de Miguel.

Miguel: Foi demais cara... – pegou a latinha de cerveja que Diego o estendia, enquanto contava a eles tudo o que tinha acontecido com Mia.

Conversam mais um pouco, jogam videogame, bebem algumas cervejas e depois vão dormir.


¨¨¨¨

No dia seguinte, estavam todos reunidos na piscina da casa das meninas. Roberta e Mia estavam brigando como sempre.

Mia: Eu falei que a gente iria comer uma saladinha básica Roberta! – olhando as unhas.

Roberta: E eu falei que eu não estou pagando promessa nem nada para ficar comendo mato! – bufou, irritada.

Mia: Você quer ficar assim, com esse corpinho sexy igual a mim? – apontando o próprio corpo.  

Roberta: Não obrigada, prefiro o meu mesmo! – disse com um sorrisinho falso. – Eu vou falar agora para a Cândida trazer os salgadinhos com muito óleo que eu pedi! – ia saindo, mas Mia a impede. 

Mia: Não! – berrou, segurando a ruiva. 

Diego: O que está acontecendo aqui? – se aproximou e as duas o olham. – Posso saber?

Mia: Ai Diego, ela quer trazer gorduras para que a gente coma e fique cheios de doenças. – acusou chorosa.

Diego: O que? – arregalou chorosa. – Amor, não faz isso... – pediu.

Roberta: Até você Diego? – rolou os olhos. – Ah claro, os dois sem cérebro! – vai saindo, mas ele a detém. 

Diego: Eu já te provei que eu tenho cérebro!– fazendo biquinho. 

Roberta: Que cérebro que nada amor! – dá um selinho nele. – Eu vou buscar os salgadinhos.

Mia: Certo, você venceu Roberta, mas não é para cancelar a minha salada! – deixou claro.

Roberta: Claro, Barbie. – fez carinha de anjo e sai. 

Mia: Como ela pode gostar de óleo? – perguntou a Diego, chocado.

Diego: É uma coisa tão perigosa. – dizia pensativo.

Mia: Trás doenças. – concordou, enojada.

Diego: Faz mal para o corpo. – fez careta.

Mia: E para a pele. – completou.

Diego: fazer o que não é? – riu junto com Mia. – Quem vai ficar com o peso na consciência é ela. – deu de ombro.

Mia: Na consciência e no bumbum, um horror. – Diego riu, negando com a cabeça. – Enfim, eu vou nadar... – deu tchauzinho e saiu.

Diego sorri e vai atrás de Roberta na cozinha. Ao chegar lá, encontra a ruiva persuadido a pobre empregada.

Roberta: Entendeu não é Candidinha linda?! – apertava as bochechas da senhora. – Você não vai levar droga de salada nenhuma para aquela Barbie magrela, ouviu? – ergueu a sobrancelha.

Cândida: Sim Roberta. – sorriu abertamente e volta ao trabalho. 

Roberta: Boa menina! – piscou.

Diego: Sua danada! – se aproximou, abraçando a namorada por trás. 

Roberta: Ai que susto! – riu, com a mão no peito. – Danada por quê? – apertou a bochecha dele.

Diego: Porque você cancelou a salada da Mia?

Roberta: Por que aquela magrela precisa comer alguma coisa que não seja mato e suco, ela tem que engordar uns cinquenta quilos para ficar normal! – disse alarmada, Diego gargalhou.

Diego: Não exagera Roberta! – rindo– A Mia é linda! – a ruiva rolou os olhos. – Mas vamos esquecer ela certo? Esqueceu que você está me devendo algo? – indagou, safado. 

Roberta: Seu tarado! – sussurrou. 

Diego: Você sabe que eu estou precisando Roberta. – ele fez carinha de cão sem dono.

Roberta: Meu monstrinho safado! – apertando as bochechas dele. – Se você se comportar direitinho, eu prometo que vamos fazer amor. – dando um beijo delicioso no namorado. 

Diego: Por que a gente não vai para o seu quarto agora? – disse ofegante, assim que partiram o beijo.

Roberta: Mas que namorado apressadinho esse meu. – lhe deu um tapinha no braço. – Vamos almoçar, a Cândida já vai servir as frituras que eu pedi! – ele assentiu e os dois saíram. – Prontinho Barbie, deixei tudo acertado com a Candidinha. – piscou, sentando a mesa redonda, onde todos estavam. 

Mia: Ah Roberts! – dando pulinhos. – Você disse que era sem azeite não disse?

Roberta: É claro que sim! – disse com expressão séria, Diego prendia o riso. Cândida chega com o almoço. – Vamos almoçar! – disse empolgada, enquanto Cândida servia a mesa.

Mia: Honey  traz a minha salada? – disse com um lindo sorriso.

Cândida: Que salada? – perguntou confusa, enquanto botava a garrafa de coca-cola na mesa.

Mia: Ora, a que eu pedi para você fazer! – disse obvia.

Cândida: Mas a Roberta cancelou... – afirmou confusa, olhando a ruiva.

Mia: ROBERTA! – vermelha de raiva. – SUA MENTIROSA! – grunhiu.

Roberta: Ora Mia entenda o meu lado! – pôs a mão no peito. – Eu estou preocupada maninha, você só come mato e suco, se der um ventinho te leva fácil! – se servindo.

Mia: Ah eu te mato Roberta! – gritou histérica, querendo ir para cima de Roberta.

Roberta: Se enxerga Mia. – rolou os olhos. – Eu só dou um teco e te derrubo! – rindo divertida. 

Mia: Cândida prepare minha salada, sem azeite e sem exagerar no sal, por favor! – voltou a sentar, buscando se controlar.

Cândida: Tudo bem Mia! – assentiu prontamente. – Com licença. – saiu.

Roberta: Ora Mia, você não tem pena dessa pobre mulher? – cruzou os braços, enfezada.

Mia: Pena por que Roberta? – rolou os olhos.

Roberta: A coitada acabou de sair da cozinha e você já vai jogando mais trabalho nas costas dela? – dizia alarmada.

Diego: Roberta, ela é paga pra isso. – informou, se servindo.

Roberta: Cala a boca Bustamante! – lhe deu um pedala e ele se encolheu.

Mia: Ai Roberta, é verdade. – dizia pensativa e com pena. – Agora você me deixou mal.

Roberta: Vai lá e diz que ela pode descansar. – deu de ombros comendo uma garfada.

Mia: Mas e eu? – apontou para si mesma. – Fico com fome? – arregalou os olhos.

Roberta: Você está cega ou o que? Não está vendo o tanto de comida que tem aqui? – mostrando a mesa. 

Mia: Hello, só tem gordura nessa mesa! – chorosa. – Olha isso. – pegando um bife. – Está pingando de óleo Roberta! – fez careta. – Batata frita, coxinha de frango, refrigerante, ah isso é um pecado! – exclamou.

Lupita: Mia para de besteira amiga. – interviu, rindo de leve. – Come, isso está uma delicia!

Mia: Ah tudo bem! – bufou, vencida. – Mas só um minutinho que eu vou falar para a Cândida não se preocupar... – se levanta e saí. Roberta deu um sorrisinho satisfeito.


Depois de descansar do almoço, os jovens decidem jogar uma partida de vôlei aquático.

Diego: Hunf, vocês são mesmo um bando de patos! – disse entediado, sacando a bola para longe. – Estou fora, jogar com uma criança de cinco anos é mais interessante. – zombou.

Giovanni: Você perderia para a criança Bustamante! – disse e os outros riram.

Roberta: Vem aqui amor vem? – o chamando com uma carinha safada, Diego se aproximou prontamente. 

Diego: Com você, eu vou até para a lua! – sussurrou no ouvido dela, fazendo-a sorrir. 

Roberta: Estou com saudades amor! – fazendo biquinho. 

Diego: Não se preocupe, deixa que eu mato essa saudade agorinha. – a beija de maneira fogosa e intensa, fazendo a ruiva se arrepiar. 

Roberta: Hm, vem vamos subir para o meu quarto! – chamou, morrendo de vontade de transar com ele.

Diego: Podemos fazer aqui mesmo! – sugeriu, fazendo a ruiva arregalar os olhos de espanto.

Roberta: O que? – ele não disse nada, apenas desceu os beijos para o pescoço dela, ela fechou os olhos pelo prazer. – Gatinho é melhor a gente subir... – sussurrou. 

Diego: Eu sempre quis fazer amor com todo mundo presente, sei lá, parece tão excitante... – grunhiu, desamarrando o biquíni dela.

Roberta: Diego estão todos aqui! – disse envergonhada. – Isso é sério?

Diego: Eles estão jogando vôlei. – mordendo o ombro dela. – Te quero aqui, é uma fantasia amor. – levantou as pernas dela e se colocou entre elas.

Roberta tentava pará-lo, mas aquilo era torturante. A densidade da água deixava o contato entre eles maior, ele encostou o membro duro na feminilidade dela.

Roberta: Ah gatinho. – gemeu com o contato. – Isso é perigoso! – disse mordendo a orelha dele.  

Diego: Já ouviu falar que perigoso é mais gostoso? – abaixando a sunga de maneira estratégica e rápida. 

Roberta: Amor. – arregalou os olhos ao notar que ele tentava desamarrar a calcinha dela.  

Diego: Da próxima vez amarra menos forte! – rindo enquanto mostrava a calcinha nas mãos. 

Roberta: Bebê! Se alguém vir... – foi interrompida.

Diego: Desde quando se importa com isso? – franziu a testa.

Roberta: Sim, mas eu ainda tenho vergonha na cara. – olhando para os lados, notando que estavam todos entretidos demais na partida.

Diego: Meu amor, eles nem vão perceber que estamos transando. – sorriu malicioso, acariciando a feminilidade sensível da namorada. Roberta gemeu, ele direcionou seu membro ereto e o afundou dentro da ruiva. – Oh! – fechou os olhos.

Roberta: Ah. – mordendo os lábios. – Ai amor... – beijando o pescoço dele. – Me fode vai...

Diego começou a fortalecer as investidas, ia fundo nela, apertava as coxas femininas por baixo da água, deixando marcas vermelhas.

Diego: Está gostosinho não está? – perguntou, dando um chupão no pescoço da namorada. 

Roberta: Ah, demais! – acariciava as costas dele, com um sorrisinho.

Do outro lado, Mia olhava a cena com curiosidade, já que estava sem nada para fazer decidiu se aproximar dos dois para conversar.

Roberta: Ah essa não amor, a Mia está vindo! – alarmada, enquanto Diego lhe penetrava de maneira disfarçada, para que ninguém percebesse.

Diego: Eu não posso parar gatinha... – lamentou ofegante. – Eu já estou quase lá. – metendo mais fundo. 

Roberta: Oh. – apertando a bunda dele ao sentir uma estocada precisa.  

Mia: Hi honeys ! – deu um sorrisinho animado.

- Hi. – responderam juntos e ofegantes. 

Roberta: Mia, o que está... – franziu a testa. – O que está fazendo aqui? – grunhiu, apertando o bumbum do namorado.

Mia: Roberta você está bem? – perguntou preocupada.

Roberta: Ótima... – disse arrastada e fez cara de choro, deixando Mia alarmada. – Ah bebê! – arranhando as costas dele com força. 

Mia: Nossa não faz isso Roberta! – disse com pena, por ela estar arranhando Diego.

Diego: Mia vai jogar bola vai... – ensaiou um sorriso a loira.

Mia: Ai Dieguinho, está chato lá! – fez careta. – Eles nem sabem jogar direito e roubam muito. – olhando as unhas. – Vem cá, porque vocês estão grudados desse jeito? – analisando a situação. – Se arranhando e com essas caras de retardados... Se separem.

Diego: Nem pensar... Hm. – meteu fundo, fazendo Roberta delirar. 

Roberta: Ai Mia, sai fora! – a olhando, chorosa. Era estranho transar com uma pessoa do lado. – Estamos ocupados.

Mia: Vocês estão loucos! – cruzou os braços. Até que os dois soltam um suspiro alto e Diego fecha os olhos. – O que aconteceu? – chocou-se e viu que agora os dois pareciam normais.

Roberta: Mia, na boa. – com um sorriso debochado. – Você é um chute bem no meio das bolas. – resmungou com a respiração ofegante. 

Diego: Ah amor não exagera, Mia é um anjo. – se desunindo de Roberta e apertando as bochechas de Mia. – É uma gracinha. – Mia sorriu convencida e ele subiu a sunga.

Mia: Viu Roberta, o Dieguinho me ama. – encarou a ruiva que passava a mão na testa, ainda se recuperando.

Roberta: Vocês são dois otários, isso sim. – enfatizou.

Diego: Bem, eu vou voltar para o meu vôlei, vou ver se esse pessoal ainda tem salvação. – riu e estendeu a calcinha de Roberta. – Pega amor. – beijou a testa dela, que riu divertida.

Mia: Roberta? – estranhou. – Você estava pelada? – chocou-se. Diego riu e se afastou. – Boiei agora. – confusa.

Roberta: Qual o dia que você não boia? – disse pegando a parte de baixo do biquíni e vestindo.  

Mia: OMG! – se tocou. – Não me diga que vocês estavam transando do meu lado?! 

Roberta: E você é tão inteligente que não percebeu não é? – rolou os olhos, Mia estava amarela. – Agora de fato, só falta a sala de TV!

Mia: Que horror, que nojo. – fez careta. – Vou sair daqui, vai que eu fique grávida dos espermas nadadores do seu namorado? – alarmada.

Roberta ria divertida, a idiotice de Mia não tinha tamanho. Viu Jose e Téo conversando e decidiu se juntar a eles, esperava que eles não estivessem transando também.


No dia seguinte, na Maremis. Felipe chega à diretoria um tanto autoritário.

Felipe: Kate, diga ao seu chefinho que eu quero falar com ele! – grunhiu irritado. 

Kate: Perdão Felipe, mas o Diego está muito ocupado agora. – ela disse educadamente.

Felipe: Eu não estou nem aí ouviu? – deu de ombros. – Eu vou entrar e se acabou! – fazendo menções de entrar. 

Kate: Nada disso meu jovem, você vai esperar eu te anunciar! – interviu, pegando o telefone e logo escuta a voz do chefe. – Diego, o Felipe está aqui fora e quer falar com você.

Diego: Sobre o que?

Kate: Sobre o que quer falar? – perguntou.

Felipe: Hm... – pensativo. – Sobre as fotografias!

Kate: Segundo ele é sobre as fotografias. – informou olhando Felipe de esgoela.  

Diego: Certo, Kate. – rolou os olhos. – Mande-o entrar.

Kate: Tudo bem Diego. – desliga e olha Felipe. – Você já pode entrar seu mal humorado. – rolou os olhos.

Felipe a ignorou e entrou na sala de Diego.

Felipe: Oi playboy ! – cumprimentou sarcástico, enquanto sentava. 

Diego: Se eu fosse você eu respeitava, porque aqui na empresa eu sou seu superior. – informou, sorrindo forçado. 

Felipe: Desculpe vossa majestade. – irônico. – Aqui estão os pôsteres da campanha da joalheria. – entregando uma pasta. Diego pegou e analisou as fotos. 

Diego: Olha, até que não estão tão mal. – olhando com uma carinha engraçada. – Meus parabéns. – felicitou e Felipe o olhava insatisfeito. – Bem, se era só isso você já pode ir.

Felipe: Eu vou ganhar a Roberta! – se levantou e bateu na mesa com força.

Diego: Felipe, você bebeu antes de vir trabalhar? – começou a rir, negando com a cabeça. –Roberta é minha mulher. – enfatizou.

Felipe: Nós dois temos um caso sabia? – cruzou os braços, irritado por Diego estar rindo. – Eu e ela somos amantes. – mentiu.

Diego: E você acha que a Roberta me trocaria por você? – rindo muito. – Ela ainda pensa meu filho!

Felipe: Você não quer acreditar? 

Diego: É claro que não. – negando com a cabeça. – Roberta é só minha entendeu?!

Felipe: É nossa! – enfatizou e saiu. Diego ria, que babaca!

¨¨¨¨

Roberta: Oi Kate. – saiu do elevador alguns minutos depois que Felipe entrara na sala de Diego. – Eu queria falar com o Diego, ele está ocupado?

Kate: Oi Roberta! – cumprimentou simpática. – Ele está ocupado, mas pode te receber. – pegando o telefone. – Só um instante, que eu vou interfonar. – é interrompida por Felipe, que sai da sala de Diego às pressas.

Roberta: O que esse louco está fazendo? – com a mão no peito pelo susto.

Kate: Não faço ideia. – disse igualmente espantada.

Felipe: Oi Roberta? – ele abriu um sorriso ao ver a ruiva.

Roberta: Oi Felipe, como vai? – perguntou sem se importar muito.

Felipe: Estou melhor agora, meu amor. – respondeu, olhando-a.

Roberta: Dá pra parar de me chamar de meu amor? – perguntou incomodada.

Felipe: Não, por que você é o meu amorzinho. – a abraçou de lado. – Eu ainda não entendo por que você me deixou.

Roberta: Eu te deixei porque você é uma mala. – disse se afastando dele. – Eu tenho que falar com o meu namorado agora. – enfatizou.

Felipe: O seu namorado é um bocó! – agarra a ruiva pela cintura e a beija. A secretária arregalou os olhos, Roberta tentava de soltar.

Diego: Kate... – aparece e enxerga a cena, perplexo. – ROBERTA! – gritou e Roberta por fim consegue se soltar e olha o namorado. 

Roberta: Diego? – mordeu o lábio.

Felipe: O que foi meu amor? – alisando a cintura dela. – Já estava na hora dele saber não é?

Diego: Larga a minha mulher, seu filho da puta! – irado de raiva, dá um soco em Felipe, que cambaleou e em seguida se recompôs com um largo sorriso.

Felipe: Viu playboy? – dizia satisfeito, enquanto acariciava o rosto. – Eu falei que a Roberta e eu tínhamos uma relação, você não acreditou porque não quis!

Roberta: O que? – histérica. – Que relação? Eu não tenho nada com esse cara! – rolou os olhos.

Felipe: Não nega meu amor. – dizia ofegante, ainda com a mão no rosto onde tinha sido acertado.

Diego: Eu já falei para não tocar e nem se aproximar dela! – indo pra cima dele outra vez. – Eu acabo com a sua raça, seu merda! – vermelho de raiva, como Felipe tinha ousado tocar em sua namorada? 

Felipe: Vem playboy, eu não tenho medo de você! – Diego lhe deu outro soco e os dois começam a brigar. 

Roberta: Diego para! – tentando separar. – PARA DIEGO! – gritou.

Diego: Ele vai aprender a nunca mais tocar um dedo que seja na minha mulher! – falando apressado, enquanto brigava. 

Roberta: Meu amor não vale a pena! – tentando separar.

Felipe: Me solta! – depois de muita luta, Felipe se solta. – Fica de olho na sua namorada! – deu um sorriso insinuante a Roberta e sai apressado. 

Diego: Desgraçado! – xingou, com muita raiva. – Pode me explicar porque estava beijando esse otário?

Roberta: Diego, ele me agarrou a força. – enfatizou. – Pode perguntar a ela. – aponta Kate. 

Kate: É verdade Diego, ele voou em cima da Roberta. – assentiu.

Diego apenas bufou e entrou em sua sala, Roberta foi atrás. 

Roberta: Meu amor, não vai dizer que você acreditou no que aquele imbecil disse? – perguntou sem acreditar. 

Diego: Eu não sei Roberta, ele me disse que vocês dois tinham um caso!

Roberta: Ah e porque ele disse, agora você vai acreditar nessa estupidez? – perguntou chocada. – É sério Diego?

Diego: Roberta eu estou com a cabeça quente agora, eu acabei de pegar você e o Felipe aos beijos na frente da minha secretária e isso não é nada bom! – passou a mão no rosto.

Roberta: Tudo bem, eu vou indo. – ela soltou o ar. – Quando você acreditar na minha palavra e largar de ser infantil eu volto, tenho que ir trabalhar! Beijos e não me liga! – sai irritada. Quem Diego pensava que era para desconfiar dela? Idiota. 

Diego: Droga! – bateu com força na mesa assim que ela saiu. – Ai doeu. – acariciou a mão.


Roberta chega às empresas Colucci de cara amarrada.  

Mia: Hello Roberta olha aqui o que eu coloquei naquele vestido que você desenhou. – se aproximando com uma pasta.

Roberta: Eu não estou com cabeça para as suas idiotices Mia. – disse impaciente, sentando em sua mesa.

Mia: Roberta, isso é trabalho, esqueceu? – disse, sentando-se ao lado de Roberta.

Roberta: Certo, Mia! – arregaça as mangas. – Me deixa ver o que você inventou agora.

Mia: Olhe e me agradeça! – estendeu a pasta. Roberta pegou e começou a olhar.

Roberta: O que você fez no meu modelo? – arregalou os olhos, irritada.

Mia: Ai que mau humor. – disse com careta. – Eu só coloquei umas plumas rosa choque, não seja brega Roberta, ficou um arraso! – deu um gritinho.

Roberta: Eu quero que tire essas bodegas do meu modelo agora! – ordenou, irritada. – Se quer fazer suas macacadas faça, mas nos seus.

Mia: Calma eu tiro. – enfezada. – Mas só porque eu não quero te bater! – levantou.

Roberta: Eu agradeço, agora eu tenho que trabalhar. – apontou a porta e se levantou, entrando no banheiro. 

Mia: Eu conheço a Roberta, aconteceu alguma coisa. – pensativa. – E eu vou descobrir o que é! – empinou o nariz e sorriu.

Alguns minutos depois Roberta sai do banheiro e vê que Mia já tinha saído, ótimo. Se senta outra vez e começa a trabalhar, entretanto seus pensamentos estão longe dali.

Roberta: Que ótimo, agora arrumei mais um problema com o Diego! – fechou os olhos. –Tudo culpa daquela mala do Felipe, vê se pode! – falando sozinha, o telefone toca. – Fala Bruna. – pausa. – Ah claro, pode entrar! – desliga. 

Joe: Oi Roberta! – entrando com um grande sorriso. – Tudo bem?

Roberta: Mais ou menos e você, tudo beleza? – soltou o ar.

Joe: Sim, tenho boas noticias!   

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