Cap 08° Eu Te Amo☔

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Park Jimin:

Jungkook sumiu depois que eu o mandei embora. E tomar essa decisão pode ter parecido fácil mas confesso que doeu mais em mim do que em qualquer um ali, pedir para a pessoa que eu amo ir embora, era como se eu mesmo estivesse arrancando meu próprio coração. Mas Jungkook me magoou e ele quebrou a pouco confiança que eu havia adquirido depois de tanto tempo.

Junwei é meu irmão é melhor amigo, o único que ficou ao meu lado desde o início de toda a minha trajetória, o único que não me julgou, diferente de todas as outras pessoas, lembro bem quando eu estava no último semestre da faculdade, Jisoo espalhou para toda a universidade que eu era órfã, e que minha mãe havia tirado a própria vida por minha culpa.

No início eu sofri muito, mas aprendi com a minha própria dor, comecei a ignorar todas as piadinhas até porque eu sei que minha mãe me amava e que jamais faria isso por minha causa.

Mas doía lembrar disso...... É uma ferida que não cicatriza.

Hoje estou aqui sentado na cadeira da mesma lanchonete onde minha mãe trabalhou por anos para me sustentar. Tenho boas lembranças desse lugar, aqui conheci pessoas maravilhosas e verdadeiras.

- Jimin, meu amor aceita mais um pedaço de torta? É por conta fa casa. - Perguntou tia Malu, ela era a melhor amiga da minha mãe naquela época.

- Não, tia Malu, estou satisfeito. - Sorri.

- Lembro bem quando você vinha aqui e entrava correndo pela porta todo sujo de areia ou lama, tão pequenino, mas muito sapeca. Mas continua com o mesmo olhar doce, você se tornou um belo homem filho, sua mãe teria muito orgulho de você. - Tia Malu falava fazendo um carinho em minha bochecha.

Olhei novamente para Malu ela estava lacrimejando, assim como eu ela também sente saudade. Depois de conversarmos um pouco me despedi dela, pois lembrei que eu tinha que passar no hospital pois eu iria pagar a conta, até porque eu saí de lá fugido. Chegando lá, o que eu não imaginava é que eu fosse encontrar Yoongi o tal boy que meu amigo Taehyung está flertando.

- Oi Jimin! Como você está? - Perguntou Yoongi já parando em minha frente. Olhei para ele de cara fechada pois eu não dei essa intimidade. E mas, eu nem o conheço direito para ele vir se chegando assim como se me conhecesse a tanto tempo.

- Eu sei que eu não tenho o direito de me meter na vida pessoal do meu chefe, ainda mais se tratando do presidente Jeon, mas lhe afirmo, ele não mentiu sobre os sentimentos dele por você senhor Park.

Pisquei um par de vezes ao ouvir as palavras do boy do Tae. Será que entendi direito, ele trabalha para o Jeon o meu Jeon!

Que história é essa de meu Jeon, Park Jimin, enlouqueceu de vez agora é.

- Então era você! - Yoongi me olhou sem entender. - Era você o tempo todo e ainda teve a cara de pau de dizer que era seu amigo que estava naquele carro, como você é tão sínico. - Yoongi coçou a garganta e levou sua mão até o nó da sua gravata e afrouxou.

- Senhor Park, eu tenho uma explicação, mas isso é de menos agora! O senhor Jeon não queria mesmo que você descobrisse as coisas assim dessa maneira. Ele havia planejado contar tudo a você, mas tudo saiu fora do controle. E sim ele me ordenou para que eu ficasse de longe de olho em você, porque ele se preocupa e o senhor é muito importante para ele.

- Quer dizer, seu chefe fez tudo isso pensando em mim? Eu não sei quem de vocês dois foi o mais idiota.

- Você pode até não acreditar mas quando você o mandou embora ele ficou em frente ao seu apartamento zelando pela sua proteção, ainda mas agora que todos sabem quem é o verdadeiro dono das ações. Pessoas ruins vão querer se aproximar de você, para te machucar, senhor Park.

- Pessoas como o seu chefe? - Sorri balançando minha cabeça.

- Sabe Yoongi, pessoas como Jungkook me causa enjoo, só pensam em dinheiro. - Falei irritado tentando passar, mas Yoongi não saiu da minha frente, me deixando mais irritado.

- O presidente Jeon não é uma pessoa má, ele apenas foi criado como se fosse uma máquina de dinheiro. - Yoongi respondeu de cabeça baixa, me fazendo perceber o peso das suas palavras.

- Ele pode até não ser uma má pessoa, mas brincou com meus sentimentos e jogou minha confiança no lixo por míseros números de ações das quais eu não faço nem questão. Eu nunca liguei para dinheiro, sempre corri atrás de conquistar o meu.

- Você tem direito de ficar assim. Há, só pra você saber foi o Jungkook mesmo que cozinhou para o senhor, mesmo você o mandando embora ele pensou primeiro em você e no seu bem estar.

Olhei para a mão do Yoongi e notei que ele estava com uma sacola com bastante medicamento, parecia que havia comprado a farmácia inteira.

- Não é para mim, se está pensando e para o presidente Jungkook. Talvez o senhor não o veja por uns dias, mas garanto que ele não irá desistir de ter uma oportunidade para ele se explicar. Agora eu preciso ir, o médico já deve está a caminho da casa do presidente, tenha um bom dia senhor.

Yoongi saiu da minha frente e caminhou até a saída, mas antes que ele chegasse até a porta eu segurei em seu braço o fazendo me olhar.

- Não que eu esteja preocupado, mas o que ele tem? - Perguntei olhando para os lados.

- Não sei! Por isso vim até aqui buscar o médico para levá-lo até o meu chefe para examiná-lo. Agora realmente eu preciso ir senhor Park até qualquer dia. - Eu apenas acenei com minha cabeça e sorri meio sem graça.

- Há, só mas uma coisa, aqui senhor. - O motorista voltou e tirou um cartão do bolso do seu terno e me entregou. - Esse é o endereço da casa do senhor Jeon caso você queira ouvir a versão dele.

O motorista seguiu seu caminho me deixando com a cabeça cheia de perguntas, e porra algo dentro de mim gritava para ir até o Jeon e vê-lo.

Droga porque eu me preocupo tanto com aquele mentiroso?

Saí do hospital pois a moça da recepção me disse que a conta já havia sido paga. Quando percebi eu já estava em frente ao endereço da casa do Jungkook, e nossa como ela é linda e enorme, fiquei ali olhando de longe. Eu estava travando uma briga interna comigo mesmo. Um lado me dizia para ir em frente e o outro me pedia exatamente o contrário. Eu estava mas perdido do que cego no tiroteio.

De repente um carro parou em frente ao portão eletronico, e os seguranças logo deram passagem, eu fiquei observando pois eu já havia visto aquele carro com a mesma placa antes só que eu não lembro exatamente a onde. A porta foi aberta e por ela desceu Jisoo e para completar ela estava linda como sempre.

Se ela está ali e teve a sua entrada permitida é sinal que eles tem alguma coisa.

Meus olhos começaram a arder pois eu estava segurando o máximo a vontade de chorar. E também eu havia prometido a mim mesmo que não iria mais derramar uma única lágrima, não importa por quem fosse.

- Como você é um idiota Park Jimin! - Eu falava sorrindo de mim mesmo por está prestando esse papel ridículo.

Sai dali o mais rápido sem olhar para trás, dei sinal para o táxi que estava passando e entrei rapidamente, passei o endereço da minha casa. Meus pensamentos estavam uma verdadeira bagunça, o táxi parou em um ponto próximo a minha casa, o infeliz do motorista disse que não poderia entrar em meu bairro.

Hoje não é o meu dia de sorte! - Resmunguei para mim mesmo.

Olhei para o céu o tempo estava se fechando, e não demorou para que a chuva caísse, eu poderia sair correndo para não me molhar, mas eu estava tão destruído por dentro que eu nem ligava para a chuva que caía e molhava meu corpo. Ao abrir a porta as correspondências caíram, me abaixei para pegá-las entre uma delas havia uma que se destacava pois ela não tinha remetente, não dei importância e deixei sobre a bancada.

Entrei em meu quarto, tomei um banho quente, e depois preparei minha refeição eu tentava fazer de tudo para não pensar no Jungkook, mas nada do que eu fazia adiantava pois ele era o dono de todos os meus pensamentos. Me servir, mas eu não consegui comer, deixei tudo ali sobre a mesa e voltei para meu quarto para tentar dormir, pois até desenhar que é a coisa que eu mais amo fazer, eu não consegui, até porque eu estava sem ânimo e sem ideia. Fiquei ali olhando para o nada até o sono chegar.

O tempo passou e hoje já se completa duas semanas que eu não sei nada sobre o Jungkook, ele não mandou nenhuma mensagem sequer, talvez ele e Jisoo estejam em um relacionamento.

- Jimin, você está bem? - Tae perguntou.

- Tae-hyung, quando você retornou? - Perguntei já correndo para abraçá-lo.

- Nossa estava com tanta saudade assim Jimin-ah? Eu retornei hoje.

- Queria poder conversar mas um pouco só que agora não dá tenho muitas entregas para fazer. - Tae apenas acenou sorrindo com a cabeça e saiu.

- Tae! - O chamei fazendo ele voltar até mim novamente.

- Oi Jimin-ah.

- Você tem notícias do Seokjin, eu não falei mais com ele.

- Ele conseguiu uma vaga de auxiliar de escritório, é tudo o que eu sei, a gente deveria combinar de sairmos hoje já que todos estão na cidade.

- Tudo bem, na hora do nosso intervalo a gente combina, eu vou indo hyung.

As coisas mudaram muito depois de tudo o que aconteceu com o senhor Min-jun, toda vez que entro no depósito eu sinto um arrepio muito grande em meu corpo pois as lembranças aterrorizantes ainda estão muito presente em minha mente. Peguei as encomendas, as coloquei no baú da minha moto e dirigi até o hotel granfino, subi o elevador e toquei a campainha, a porta se abriu e eu peguei o bilhete com o nome do cliente.

- Olá, tenho uma encomenda para o senhor Lee do apartamento dezoito. - Falei olhando para o pacote com o nome do cliente.

- Faz muito tempo desde a última vez que nos vimos. - Olhei sem acreditar, porém sorri disfarçando a minha surpresa.

- Que coincidência! - Respondi sorrindo.

- Entre por favor, Jimin.

Eu não sou nenhum bobo para não perceber qual era a real intenção dele.

- Desculpe senhor Jung-Hoon, mas eu só vi entregar sua encomenda. Estou indo! - Entreguei a pequena caixa para o irmão do Jungkook e dei as costas, mas ao ouvir suas palavras eu parei.

- É assim que você trata seus clientes, Park Jimin? O que a empresa vai achar quando receber uma reclamação de um cliente? - Disse Jung-hoon, me fazendo apertar os punhos e puxar minha respiração.

- A empresa em que você trabalha nunca recebeu uma crítica negativa, será que essa será a primeira? - Nada respondi, apenas fechei meus olhos com raiva.

- Então Jimin, será que eu devo pegar aquele telefone e ligar para lá? - Me virei e caminhei até ele sorrindo, parei em sua frente e olhei em seus olhos.

- Estimado cliente, no que posso ajudar? Perguntei com uma certa ironia.

- Vejo que é um ótimo funcionário. E sim tem algo que você possa me ajudar. Entre primeiro.

Jung-hoon me deu passagem para que eu entrasse em seu apartamento, o que eu não tinha percebido e que ele estava apenas usando um roupão.

- Diga logo o que você quer Jung-hoon? - Perguntei já caminhando para perto da porta.

- Está com medo, Jimin? Pois não tenha eu não vou fazer nada que você não queira. - Jung-hoon falou sorrindo, e isso era constrangedor demais.

- Por favor sente-se, quer beber alguma coisa? Já tomou café da manhã?

- Eu não quero nada, por favor! - Jung-hoon se serviu de uma taça de vinho.

- Jung-hoon por favor fale logo o que quer? - Perguntei já meio irritado.

- Será que posso me sentar ao seu lado para conversarmos melhor?

- Não se aproxime!

- Jimin eu gostei de você desde o primeiro instante que eu vi você entrar pela aquela porta, me dê uma chance? - Jung-hoon se ajoelhou em minha frente e ergueu uma caixinha com um anel.

Sorri..

- Você enlouqueceu? - Gritei já me levantando do sofá. - Acha que pode me comprar com um simples anel?

- E..Eu... Não... Do que você gosta Jimin? Eu posso te dar qualquer coisa é só me pedir!

- Eu gosto de dinheiro Jung-hoon! - Sorri resolvi entrar no joguinho dele.

- Que coincidência, eu tenho muito! Me diga a quantia que você quer? Deixe Jungkook e seja meu namorado! - Jung-hoon estava procurando sua carteira assim que ele achou veio até mim, mas antes dele falar qualquer coisa eu levantei meu indicador em sua direção fazendo ele parar onde estava.

- Nem ousa dar mais um passo!

- Jimin porque me rejeita, eu estou sendo sincero com você totalmente diferente do que meu irmão foi.

- Você sincero não me faça rir Jung-hoon, olhando para você eu percebi o quanto você é pior que o Jungkook.

Dei as costas para ele e fui em direção a saída, mas Jung-hoon foi mais rápido, colocou seu braço em minha frente impedindo a minha passagem. Ele me pressionou contra a parede me fazendo olhar assustado para ele.

- Me deixa te fazer feliz, Jimin?

- Já que me deu um presente, eu também quero te dar um. - Falei sorrindo

- E o que seria? - Jung-hoon aproximou seu rosto do meu.

- Isso aqui! - Dei uma joelhada em seu pênis o fazendo cair de joelhos ao chão com dor.

- Você ficou louco!

- Isso é para você não me subestimar, Jung-Hoon, tchauzinho. - Bati a porta.

Já do lado de fora eu pude soltar a respiração que eu estava segurando. Caminhei até o estacionamento para pegar minha moto, e durante o caminho até o estacionamento meu celular vibrou, olhei era notificação do Jungkook, baixei a barra para ler a mensagem.

| " Eu não vou desistir de você "
Bjs. JK.

Ignorei e continuei caminhando, ao chegar no estacionamento um rapaz caminhou até mim e me entregou um buquê de rosas, ele começou a cantar a música " ALWAYS" do cantor " Gavin James", minha favorita no instante em que ele começou a cantar eu tive que segurar as lágrimas, meus dias estavam sendo um verdadeiro inferno. Isso me fez lembrar tudo o que aconteceu em minha vida desde que Jeon entrou em minha vida.

Nem voltei para a empresa, fui direto para minha casa estava exausto, ao passar pela porta eu pude deixar as lágrimas que eu estava segurando a tanto tempo, não sou de ferro mas tento ser firme aguento o máximo que posso.

Porque amar dói tanto? Porque você me enganou Jungkook?

Estava deitado na cama chorando quando me assustei com a janela de vidro sendo quebrada, me levantei e caminhei para ver quem era, ao me aproximar da janela olhei para o chão e vi uma pedra e em volta dela tinha um bilhete.

| " Papai tá com saudade.. Em breve irei te visitar filhinho"

Entrei em desespero, o medo tomou conta do meu corpo, minhas pernas fraquejaram, minhas mãos tremiam, o nó grande se fez em minha garganta dificultando a passagem da minha própria saliva. Com muita dificuldade eu disquei o número do Junwei.

| Jimin-hyun, aconteceu alguma coisa?

Perguntou Jun assim que atendeu o telefone, pra piorar eu não conseguia falar exatamente nada.

| Jimin eu estou ficando preocupado, me responde, aconteceu alguma coisa?

| Jun eu estou com tanto medo...

| O que fizeram com você? Alguém te machucou? Onde você está?

| Em casa, vem rápido irmão..

| Estou indo para ir agora...

Não sei quantos minutos levaram para Jun chegar até aqui, a campainha tocou e eu estava com medo de ir atender, e não ser ele.

- Jimin-ah sou eu Junwei, abre essa porta.

Abrir a porta e o abracei chorando, eu estava com tanto medo.

- Pelo amor de Deus Jimin o que está acontecendo? - Jun me envolvia em seus braços.

Eu não falei nada, apenas mostrei a ele o bilhete que eu havia recebido, na hora Jun queria ir registrar um BO, mas isso não iria adiantar de nada, Doyoon se tornou um fantasma, mas aos poucos ele vem atormentando minha vida, pra falar a verdade ele nunca deixou de atormentar.

Jun me trouxe para seu apartamento pois ele não queria que eu ficasse em minha casa até porque não era segura......

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Autora:

Assim que Jisoo soube que o CEO estava doente, a garota passou a ir todos os dias a casa dele, porém o presidente da New Bang não a atendia, e todos os dias ela saía furiosa dali, mas isso não iria fazer a mesma desistir.

Namjoon andava muito ocupado, resolvendo os problemas que o retorno do seu amigo e chefe causou, o secretário estava selecionando alguns candidatos para a vaga de auxiliar, entre tantos candidatos, um chamou sua atenção. Namjoon apertou o botão do telefone e chamou sua secretária.

- Me chamou, senhor Kim?

- Quero que entre em contato com esses cincos candidatos e faça um teste com eles.

- Sim senhor! - A secretária pegou os currículos da mão do Kim e voltou para sua mesa onde iria ligar para todos eles.

Namjoon andava afastado dos amigos porque estava sobrecarregado demais, mal tinha tempo para ele mesmo, naquela mesma manhã ele ligou para Yoongi para ter notícias do Jungkook já que o mesmo não atendia suas ligações.

Naquela mesma manhã o presidente Jun-seo havia comparecido na sala do secretário e ordenou para o mesmo preparar um jantar com a família Ling, pois ele queria muito aproximar seu neto Jungkook com a herdeira Jisoo. Namjoon sabia que isso não iria dar certo, mas infelizmente ele está ali para cumprir ordens.

Enquanto os Jeon's estavam comemorando o retorno do Jungkook, na mansão Ling o clima não estava muito agradável. O senhor Kwan Linha estava furioso pela sua festa ter sido um verdadeiro desastre. Todos estavam sentados à mesa para a primeira refeição do dia, o silêncio que habitava ali era enorme, era como se todos que estivessem ali na mesa fossem pessoas estranhas.

- Eu não quero que saia de casa Junwei! Você não é feliz aqui em nosso lar, meu filho? - Senhora Ling estava com raiva porque o filho resolveu alugar um apartamento para ele.

- Omma, eu não vou para outro país, meu apartamento fica no centro, e também já está na hora de seguir minha vida. - respondeu Junwei sorrindo.

- Não é a mesma coisa. Porque não quer ficar conosco?

- CHEGA...! - Kwan gritou fazendo todos se assustarem e abaixarem suas cabeças. - Junwei é adulto, ele precisa de privacidade, pare de se meter na vida do nosso filho mulher. - Senhora Ling ficou furiosa, seus olhos só transmitiam fúria naquele instante.

- Pai, o Jimin me pediu para fazer companhia para o senhor, na verdade ele se preocupa com sua saúde.

Junwei falou com um sorriso no rosto, mas logo ele se desfez assim que Kwan jogou a xícara ao chão com raiva, todos pararam de comer e olharam para ele.

- Preocupado comigo, Junwei? Eu agradeceria se ele sumisse da minha vida. Ele transformou minha festa em um verdadeiro desastre, olha só a bagunça que ele causou, ele me envergonhou na frente de todos os meus convidados e sócios. - Junwei olhava para seu pai sem acreditar no porquê ele carregava tanto ódio pelo Jimin.

- Pai! Jimin não queria...

- Irmão! - Jisoo chamou a atenção do Junwei o fazendo ele parar de falar. - Estamos em um momento familiar, dá para você parar de mencionar o nome do Jimin.

- Mas ele é.... - Junwei tentou falar mas sua mãe o interrompeu.

- Fale menos e coma mais, filho! - Senhora Ling se manifestou fazendo com que Junwei entendesse que não era o momento para começar outra discussão.

Mesmo o clima estando horrível todos voltaram a tomar seu café da manhã, mas Junwei se fazia tantas perguntas naquele momento, olhava para seu pai e queria muito entender o porquê desse rancor todo sobre o Jimin, sendo que ele o adotou e do nada o expulsou de nossa casa.

- Tenham um bom dia, eu vou para o meu escritório, à noite eu talvez passe aqui. - Disse Junwei ao terminar seu café, ele caminhou até sua mãe e depositou um beijo em sua cabeça e saiu.

O jovem Ling antes de ir para o escritório passou em seu apartamento para ver se tudo estava pronto, e tudo estava perfeito como ele havia combinado com arquiteto, colocou o restante de suas coisas sobre a cama e foi para seu escritório. O expediente acabou, e o jovem Ling foi para seu apartamento, a dor de cabeça que ele estava sentindo era enorme, e se passasse na casa de seus pais a dor com toda certeza iria piorar.

Junwei estava deitado no sofá assistindo um filme quando seu celular tocou, assim que viu que era o Jimin que estava ligando ele atendeu de imediato, ao escutar a voz do loiro sair chorosa, Junwei começou a ficar nervoso seus batimentos ficaram muito acelerados ele temia que alguém tivesse feito alguma coisa para seu Hyung, o moreno pegou suas chaves e saiu correndo nem se importou por estar descalço, ele só queria ver Jimin.

Dirigiu feito um louco pela cidade, ultrapassando todos os sinais vermelhos não se importava com as multas que chegariam em seu e-mail. Já em frente ao prédio subiu as escadas correndo, bateu uma, duas vezes e nada do Jimin vim abrir, ao bater a terceira olhou pela brecha e viu a sombra.

Com certeza ele deve estar com medo de abrir a porta. - Pensou Junwei.

- Jimin, sou eu Junwei, abre essa porta!

Assim que ele abriu correu para os braços do seu Hyung, Jimin só fazia chorar e isso estava deixando o moreno assustado. As mãos pequenas estavam geladas e trêmulas, o loiro soluçava tanto que chegava a doer. Sem falar nada, Jimin entregou o bilhete que havia recebido. Furioso o moreno se levantou e começou a andar de um lado para o outro deixando o menor mais nervoso ainda. Junwei queria ir a delegacia registrar queixa mas o loiro preferiu não ir, depois de muita conversa o moreno conseguiu fazer a cabeça do loiro para ir com ele para sua casa.

Ao chegarem no apartamento luxuoso, Jimin se sentia estranho, mas ele não tinha outro lugar para ir, e Junwei era seu Hyung. A felicidade estampada no rosto do moreno era enorme, parecia que estava em um sonho do qual ele já havia sonhado tantas e tantas vezes.

O dia amanheceu, Junwei acordou cedo para preparar o café da manhã para eles, enquanto ele estava fazendo ovos mexidos o menor apareceu na cozinha.

- Bom dia Jun. - Jimin pegou uma fatia de queijo e levou até sua boca.

- Bom.... - Junwei parou de falar ao ver Jimin, ele estava usando uma bermuda Jeans preta toda rasgada, com uma camisa de manga curta na cor branca, o moreno estava impressionado com a beleza do menor, ficou olhando para cada detalhe do corpo do loiro.

- O que houve? Porque está me olhando assim? - Jimin perguntou, o moreno balançou sua cabeça e sorriu disfarçando.

- Sente-se e tome seu café direito! - Disse Junwei já puxando a cadeira para o mesmo se sentar.

Os amigos estavam tomando seu café, calmamente quando o interfone tocou, o moreno se levantou para atender.

| Bom dia senhor Ling. Deixaram sua encomenda aqui na recepção. Quer que eu mande deixar aí para o senhor ?

| Bom dia, não precisa eu mesmo desço para pegar.

O moreno desligou o telefone e voltou para a mesa para terminar seu café da manhã.

- Algum problema Hyung?

- Nenhum! Há Jimin eu vou descer para pegar uma encomenda e vou aproveitar e passar no mercado para trazer algumas frutas para você, já que você só vai trabalhar à tarde.

- Não precisa se incomodar comigo, hyung! - Junwei se levantou, caminhou até o menor e fez um cafuné em seus cabelos.

No lado nobre da cidade, Jungkook já estava se sentindo bem melhor, o CEO estava em frente ao espelho arrumando seu terno, andou até a escrivaninha e pegou seu celular que estava sobre a mesa, desbloqueou entrou na última conversa que teve com seu loirinho.

- Porque você não responde minhas mensagens, meu amor! - Jungkook falava consigo mesmo.

- Senhor! - Jungkook apenas olhou para o seu subordinado. - Senhor eu fui até a casa do senhor Park como o senhor ordenou, mas ele não se encontra lá.

- E para onde ele foi? - O CEO alterou sua voz.

- Eu me informei com uma vizinha, ela disse que um rapaz muito bonito e elegante foi até a casa do senhor Park na noite passada e o levou. Eu mostrei a foto do senhor Ling para ela, e a senhora confirmou.

- Então ele voltou para a casa dos Lings! - Jungkook deu um murro na mesa com raiva.

- É..é..

- Desembucha, Yoongi, o que você descobriu?

- O senhor Park, não foi para a casa dos senhores Lings, ele está no apartamento do senhor Junwei.

- O quê? - Jungkook afrouxou sua gravata para respirar melhor, sua mente começou a imaginar cenas entre seu rival e o seu amado, então o desespero tomou conta dele.

- Eu preciso fazer alguma coisa, se não eu vou perder o Jimin para sempre.

- E o que o senhor pretende fazer?

- Prepare meu carro, preciso fazer uma coisa antes de ir para a New Bang. Vá direto para lá, Yoongi é uma ordem.

- Sim senhor!

Enquanto Junwei não chegava, Jimin aproveitou para lavar as louças do café da manhã, colocou uma música para tocar no volume baixo para não incomodar os vizinhos. Quando ele estava enxugando a última colher para pôr no lugar, a campainha tocou.

Será que Jun esqueceu suas chaves? - Se perguntou o menor, ao abrir a porta Jimin se assustou com o Jungkook parado em sua frente.

- Você? - Jimin com raiva tentou fechar a porta rapidamente mas o CEO impediu com seu pé, o loiro usou toda sua força para empurrar a porta e fechar, mas nada adiantou, o moreno segurou firme na porta e o loiro vendo que não adiantava deixou o CEO entrar!

- Não temos mais nada para conversar, Jungkook. - Jimin falou já se afastando do moreno. E só para provocar o menor, Jungkook se acomodou no sofá.

- Não precisa se incomodar, eu já estou bem a vontade aqui. - Jungkook respondeu cruzando suas pernas, Jimin olhou chocado para o moreno sem acreditar na audácia do próprio.

- Porque será que eu não estou surpreso? Como você consegue ficar tão à vontade? - Jimin cruzou seus braços e olhou para o CEO com um olhar matador, Jungkook sorriu e se levantou e caminhou até o loiro, que logo se assustou por estarem tão próximos novamente.

- Simples Park, sabe porquê? - O loiro ficou calado. - Porque onde você estiver lá será a minha casa também.

Jimin olhou nos olhos do CEO, ele sabia muito bem que aquela aproximação era muito perigosa, ainda mais para um coração que estava carregado de saudades.

- Como isso pode ser verdade, Jeon, nós nos conhecemos só há alguns meses, não somos tão próximos assim. - Jimin perguntou sério.

- Eu sei que é pouco tempo Jimin, mas para mim é como se a gente se conhecesse a muito tempo. E eu sei que você sente a mesma coisa que eu.

- Eu não sinto! - O loiro tentou ser firme em sua resposta, porém Jeon sabia que ele só estava tentando ser durão.

- Sai Jeon, eu preciso terminar de lavar louça. - Jimin deu as costas para o CEO e foi em direção a pia.

- Não estou com pressa, eu te ajudo a lavar! - Jungkook o seguiu.

- Vai embora, Jeon, eu não preciso da sua ajuda.

Jimin olhou para a pia e viu que tinha acabado o sabão líquido, ignorou que Jungkook estava perto de si e foi até o armário pegar o sabão o problema era que ele estava na gaveta de cima e Jimin não alcançava, o moreno sorriu e foi até o armário pegar para o menor, só que ao fazer isso ele acabou encostando o loiro contra o móvel, eles estavam tão próximos que eles podiam ouvir as batidas do coração um do outro, as respirações ficaram mais pesadas, Jeon olhava sem parar para os lábios fardo que tanto ama, Jimin também não estava diferente seus pequenos olhos não saíam da boca do presidente.

Então o CEO puxou Jimin pela cintura fazendo seus corpos se encaixarem um no outro.

- Não importa o quanto você tente me afastar, eu sempre vou achar um jeito de me aproximar de você meu amor. - Jeon falou olhando nos olhos do loiro.

- Acredite em mim! - Jeon, segurou no rosto do menor e beijou os lábios.

No início Jimin até tentou recusar, mas ele também queria aquele beijo, o beijo era carregado de saudade e raiva ao mesmo tempo.

- Eu te amo, Jimin. Eu não vou desistir de você! - Jeon falava entre os beijos, o loiro parou o beijo e empurrou o presidente. Jimin voltou rapidamente para a sala.

- Porque você está aqui na casa daquele idiota?

- Eu não vou admitir que você fale assim do Jun! Quem você pensa que é Jeon?

- Eu sou o homem que te ama e que está disposto a enfrentar tudo pra ficar com você!

- Me ama? - Jimin perguntou já bastante irritado, pois ele lembrou que viu Jisoo saindo da casa do CEO. - Ama tanto né que ficou aceitando as visitas da minha Hyung na sua casa, vai me dizer que estou mentindo?

Porém antes que o CEO respondesse a porta do apartamento foi aberta e por ela passou Junwei que foi para cima do Jungkook com tudo, porém Jimin se meteu na frente.

- Jun, irmão. - Jimin tentou falar mas Junwei estava com tanta raiva que o tirou da frente do CEO, os dois se encararam, mas Jeon sorriu deixando Junwei com mais raiva que logo em seguida desferiu dois socos no rosto do CEO que nem ao menos quis se defender.

- Jungkook! - Yoongi entrou correndo.

- Não se meta Yoongi, deixa ele fazer isso. - Jeon gritou, fazendo seu motorista parar na mesma hora.

- Jun! - Jimin gritou e correu, ficando a frente do Jungkook. O loiro olhou para o rosto do CEO e se desesperou ao vê-lo machucado. Jimin pegou um lenço que tinha em seu bolso e limpou os lábios do moreno, fazendo Junwei ficar com mais raiva.

- Porque você não desviou, Jeon? - O loiro perguntou preocupado.

- Isso não dói Jimin, o que mais dói em mim é você recusar o meu amor. - Com raiva Junwei deu um soco na mesa chamando a atenção para ele, Yoongi foi até o seu amigo.

- Jungkook?

- Vamos! - Jeon saiu sem olhar para trás, Jimin olhou para o jovem Ling com uma certa raiva por ele ter machucado seu amado, mas olhou para a mão do mais velho e a viu sangrando, mesmo com raiva ele foi até o banheiro pegou o kit dos primeiros socorros e fez o curativo no local.

- Tá doendo? - Jimin perguntou.

- Não! Eu gostaria de ter acertado mas aquele babaca, para acabar com aquela pose de engomadinho dele.

- Chega, Jun, eu sinceramente não estou entendendo esse teu comportamento. O que está acontecendo com você? - Junwei nada respondeu, pois só ele sabia o quanto ver os dois tão próximos doía.

Jimin se levantou do sofá e foi para seu quarto, estava chateado com todos, se deitou na cama fechou seus olhos tentando se acalmar, mas ao fazer isso o loiro se lembrou do beijo, e das mãos grandes e quentes apertando seu corpo.

Já do lado de fora do apartamento Jungkook questionava o porquê Yoongi desacatou a sua ordem, o motorista sabia que nada que ele dissesse iria justificar a sua desobediência então permaneceu calado, Jungkook entrou em seu carro e foi direto para sua casa, e claro que o Yoongi estava seguindo até sua casa. O CEO bateu a porta do carro com raiva ao sair, entrou em seu quarto afrouxou a gravata, tirou o terno e jogou em cima da poltrona e se deitou na cama fechou seus olhos e só vinha em sua mente o toque quentes e macio dos lábios do seu amado.

Já era noite, o moreno estava sentado em frente aquela mesa enorme jantando sozinho, depois de comer, o CEO foi até seu escritório ler alguns documentos, mas seus pensamentos estavam voltados para uma única pessoa. O moreno se assustou quando seu celular vibrou bem ele não esperava receber uma mensagem justamente do orgulhoso loiro.

| Boa noite, Jeon! Como você está? - Jungkook sentiu seu coração errar as batidas.

| Estou bem, obrigado por se preocupar.

| Eu não estou preocupado, só quero saber se está doendo.

| Não está doendo eu vou sobreviver! Até porque se eu fosse revidar seu irmão a uma hora dessa estaria na sala de cirurgia.

| Então já que está bem, boa noite senhor presidente.

Jeon ficou furioso pois não conseguiu responder a tempo a mensagem pois o celular descarregou, e ele não lembrava onde tinha colocado o carregador, ele procurou feito um louco pelo quarto mas não encontrou, o que restava era ele tentar dormir.

No dia seguinte, Jimin acordou cedo pOis hoje era o seu último dia de trabalho, chegou a tão sonhada férias, ele tentou vender as férias mas seu chefe a recusou, o loiro fez toda a sua entrega pela parte da manhã e ao voltar para a empresa seu chefe estava o esperando. Jimin estranhou até porque seu chefe nunca sequer deu as caras e justamente hoje ele estava aqui e para falar com ele pessoalmente. Ao ver seu chefe caminhar até ele Jimin ficou nervoso pois ele sabia que iria levar bronca por não bater a meta, mas para a surpresa dele o seu chefe só disse coisas positivas, disse também que só recebeu ligações dizendo que o trabalho do Jimin é excelente isso para o loiro realmente era estranho, e para piorar a situação o chefe entregou a ele um buquê de rosas vermelhas lindas.

Porque de repente todos estão me bajulando até parece que eu ganhei na Mega-Sena. - Pensou o loiro.

Enquanto Jimin era bajulado pelos colegas de trabalho, Yoongi estava levando Jungkook para a New Bang.

- Yoongi, como o Jimin passou esses dias?

- Ele está saindo de férias da Sun Da expresse, e o seu irmão ainda está o importunando senhor, como agora ele está em frente a empresa esperando o senhor Park sair para o almoço.

- Dá meia volta agora e vá direto para a Sun Da! - Jeon ordenou.

Imediatamente Yoongi fez uma manobra fazendo com que os carros que vinham logo atrás buzinassem! Chegando no local, Jungkook viu Jung-hoon, forçar uma aproximação com o Jimin.

- Tira suas mãos de mim, seu nojento! - Jimin tentava se soltar a todo momento.

- Jung-Hoon você não escutou solta ele agora! - Jungkook gritava andando em direção aos dois, e assim que se aproximou Jimin correu até ele e ficou atrás do CEO.

- Isso é hora de aparecer irmão, você viu que Jimin estava flertando comigo. Saia daqui você está atrapalhando nós dois! - Jung-Hoon respondeu, ficando de frente com o mais novo.

- Você está ficando louco, eu não estou flertando com você, muito pelo contrário você está me incomodando muito. - Jimin irritado.

- Jung-Hoon! - Jungkook segurou no colarinho do irmão e apertou com uma certa força a gravata o deixando sem ar.

- Não faça isso Jeon, eu sou seu irmão! - Jung-Hoon falava pausadamente.

- Fica longe do Jimin, da próxima vez eu não vou parar, está me ouvindo. - Hoon apenas acenou com a cabeça, Jeon se afastou e foi até o loiro que sorria ao ver Jeon o defender.

- Ele te machucou? - Jeon perguntou e de imediato o loiro respondeu sorrindo dizendo que não.

- Vamos eu te deixo em casa. - Jimin caminhou até o carro e entrou para a surpresa do CEO.

- Yoongi pega um táxi e eu vou dirigindo!

- Sim senhor!

Jungkook entrou no carro e colocou o cinto, o silêncio que estava dentro do veículo era estranho deixando os dois conversarem consigo mesmo em pensamentos.

- Como ele ficou tão próximo do Jung-Hoon? Será que aconteceu algo entre eles durante a minha viagem? - Jungkook se perguntava enquanto segurava o volante.

- Minhas mãos estão doendo, mas ele nem se importa - Jimin se questionava enquanto fazia massagem em sua mão.

- Se você não dirigir eu vou sair do carro presidente. - Jimin falou em seguida e levou sua mão até a porta para abri-la.

- Espere! - Jungkook, se inclinou deixando seu rosto bem próximo do loiro, que o olhava assustado, Jeon olhou para a boca do menor que estava entre aberta ela estava tão rosadinha que sentiu vontade de morder, porém resolveu apenas provocar o loiro, Jungkook levou sua mão até o cinto de segurança e puxou colocando em volta do corpo do menor que o olhou sem acreditar.

- Para o apartamento do Junwei por favor. - Jimin falou de cabeça baixa.

O casal não trocou uma palavra sequer durante o caminho, já na garagem do condomínio, o CEO parou o carro. O silêncio continuava, então Jimin resolveu quebrar o clima tenso.

- Quero agradecer pelo o que fez hoje! Eu não sei o que teria acontecido se você não estivesse chego na hora . - O presidente nada falou.

- Então é isso boa noite, estou indo, senhor presidente! - Jimin levou sua mão até a porta para abrir, mas Jungkook a travou não deixando o loiro sair de dentro do carro.

- O que você pensa que está fazendo, Jeon? - O presidente nada respondeu, apenas sorriu de cabeça baixa.

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