capítulo 33

Pierre Ferrari

-Pausa para água, pessoal , dois minutinhos.-Digo para o grupo de jovens pupilo, da qual eu treinava para a seletiva.

A seletiva que classificaria os jovens de dezoito até vinte um anos para trabalharem para Zelândia, não passa de toneio sanguinário, inspirado em jogos vorazes e round six, por isso nunca cogitei participar, mas para aqueles jovens, eram a única oportunidade de mudar de vida. Não tinha por que não ajudá-los a ir.

servia de terapia para esquecer os problemas, ajudar outras pessoas as realizarem o sonho de irem para a Zelândia, talvez seja a melhor coisa que eu faço por essa cidade.

O comunicador toca em meu pulso, e percebo que estou recebendo a ligação de Vicente Baggio .

-O que esse cara que?-Penso em voz alta enquanto me afasto para um local mas reservado da academia. E só assim o atendendo.-Baggio, tudo bem?

-não, preciso da sua ajuda.-Percebo sua voz aflita.

-depende, do que se tratar?

-Jorge. Preciso que você bater nele.

-o que? Por que eu bateria no seu filho?-pergunto para Vicente.

A explicação vem em seguida, e ne deixar supresso.

-não, ele não é tão burro assim, ele não pode ter feito isso.-Digo sem acreditar.

-eu sei, mas as pessoa na hora da raiva, acabam fazendo coisas sem pensar.

-não passa pano para esse merda , você sabe que isso é inadmissível, terei que Matá-lo.

-Não, você não vai fazer nada, eu já fiz um acordo por ele junto a Zelândia, você só terá que tortura-lo por mim, pode ser?

-nome dele vai entrar na lista negra?

-não, de jeito nenhum, eu já me certifiquei disso, então nem pensar em matá-lo, caso faça isso , eu destruo Cada membro dos maltas inclusive sua namoradinha , está me ouvindo.-Vicente diz alterado.

-se o nome dele entrar na lista, ele morrer. E se você encostar em alguem dos maltas , e voce também morrerá. Compreende? -Digo frio.

-vamos focar no que é interressa, cuida disso, faça mais rápido possível e de forma discreta.

-eu não sou discreto.-Digo desligando.

avisto Aisha conversando com um grupo de jovens e a chamo ao meu encontro.

-toca o treino para mim, por favor.

-o que houve?-ela pergunta preocupada .

-nada demais. Só continue o treino, passar o que você já sabe, pode ser.-digo lhe dando uma piscadela.

-Tá.-ela assenti.-qualquer coisa me ligar.

-fechado.-Digo indo pegar minha mochila.

Saio da academia, e caminho parar o prédio dos maltas a poucos metros dali.
Ao chegar vou direto a minha sala, e vou pesquisar o que realmente Jorge fez.
Apos quase uma hora refazendo o que jorge fez, eu fico a pá de tudo, ate do que eu nao gostaria de saber.

Por que a Ellen ainda com esse cara? A pergunta vem até mim, mesmo sem nem um motivo aparente. Ela devia te me escutado. Mas isso não é problema meu, ela que arque com as consequências

buscar de Salazar, e o encontro mexendo no comunicador entretido.

-Salazar. Adivinha? Vamos fazer uma torturar.-digo sorrindo.

-Sério, em quem? -ele pergunta sorrindo.

Por isso que que eu gosto desse cara. Penso admirando o entusiasmo.

- reúne o pessoal da nossa confiança. Que temos trabalho a fazer. Vou explicar tudo.


O plano é colocado em ação, e tá tudo preparado, só faltando a minha parte.

A pouco metros da loja, confirmo a posição dos meus homens, e após a confirmação, vou até aquele lugar horroso.

Entro na tabacaria, e vejo dois homens armados, Que serviam de segurança e vendedores no local, e um grupo de jovens comprando suas drogas.

-Aonde está o seu chefe?-Pergunto para um dos vendedores.

Ele me encara com um olhar desconfiado, mas logo manda uma mensagem pelo comunicador.

-Está vindo.-Ele diz seco, e ficar me encarando, apertando a sua arma, pronto para atira em qualquer sinal de ameaça vindo de mim.

Finalmente o dono do estabelecimento chegar e me encarar supresso.

-Pierre, o que te traz aqui?-O maldito diz com os trejeitos do pai.

-Negócios, Jorge.- digo entrando em seu jogo de falsidade.

-não sei, sobre o que tenho para tratar com você.-ele diz ainda surpreso.-é minha loja esta dentro das normas , do jeito que você pediu , aqui não entrar menores de dezoito.

-Exatamente, sobre isso que eu quero conversar.

-Olha, minha porta tem sensores, nem um de menor entrar aqui.-Ele diz preocupado.

-podemos sair daqui?-digo encarando uma jovem tragando um baseado.

-podemos ir para o meu escritório.

-eu não gosto desse lugar, eu te espero lá fora.-digo me retirando.

-tá de sacanagem, em Pierre. -Jorge diz nervoso.

Saio sem da muita atenção para sua fala, e o espero lá fora. Do uma conferida na injeção do bolso da minha jaqueta.

Primeiro passo funcionou. Penso enquanto , vejo ele sair. Agora com um óculos de sol, compondo sua vestimenta de playboy.

-para onde vamos.-Jorge pergunta
.
-Só vamos andar.-digo tomando a frente e indo ao subúrbio da cidade.

-sobre o que deseja falar?

-estava na praia.-pergunto reparando a pele queimada.

-descansando um pouco.

-com Samantha?

-Se eu fui descansar, não seria com Samantha.- ele diz com uma voz cansada.- mas não e sobre a minha viagens que você veio falar não é?

-quero mudar o nosso acordo, algum problema?

-qual acordo? O da loja?

-Exato. Eu permito que você vendar para menores de dezoito anos.

-graças a Deus, você não saber o quanto que eu vou faturar, o que vai ganhar em troca?

-cinquenta mil todos mês na minha mão.

-cinquenta mil?-ele olhar com desdém.-pensei que fosse milionário.

-É complicado.-Digo com a mão nos bolso da jaqueta sentindo a injeção que iria aplicar nele.

-o que houve? Por que essa mudança repentina.

Olho ao redor, e vejo que não há ninguém possa causar, problema.
-sabe como é, Jorge.-
eu tiro a injeção do bolso, e aplico em seu pescoço, em milésimos de segundos.

Ele se assusta, e esboça uma reação, mas a força se vai, e ele cair no chão.

Mando o sinal pelo comunicador, e o carro que estava a espreita chegar em menos de um minuto.

O porta malas é aberto, e eu jogo o corpo de Jorge, lá dentro.

-vamos brincar bastante, Jorge.-digo fechando o porta mala.

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