Prólogo
"Lembro-me do sol, do cheiro suave que as árvores exalavam e do brilho que o sol dava ao rio que corria devagar. Mamãe e papai estavam lá, Levi ainda era um filhote, brincávamos e riamos felizes naquele dia de primavera.
Tudo passava tão devagar e suavemente que cheguei a pensar que duraria para sempre. Tão inocente..."
Abro meus olhos novamente. Acordo na mesma cama de sempre, o mesmo horário, o mesmo quarto, o mesmo som do despertador, o mesmo tudo.
E assim como todos os dias, mamãe e papai estão no trabalho.
Vou até a cozinha e como a mesma torrada que a empregada costuma preparar antes de ir embora, acho que essa é uma das únicas coisas que pode variar de acordo com o momento.
Como sempre caminho um pouco para chegar a escola, tantos detalhes passam despercebidos, mas não porque sou distraída ou algo do tipo, mas sim porque eu já os vi, milhares de vezes, todos os dias para ser mais exata.
Assim como na maioria das vezes, chego e mal entro na sala, pois já sou expulsa do primeiro período, acredite se quiser, eu realmente não sei o porque, acho que nem o professor sabe, ele na verdade só me odeia por algum motivo também desconhecido. Sendo sincera todos os professores me odeiam, a única diferença é que o Sr. Peterson odeia mais.
Como em todos os intervalos sento e fico conversando com meus amigos, sem realmente prestar atenção em nada do que estava sendo falado.
E após mais algumas longas aulas volto para casa, fazendo o mesmo caminho da ida.
Quando chego em casa me jogo na cama e afundo no mundo das redes sociais para tentar preencher o vazio de meus dias
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