Prólogo

Deitada, cheia de agulhas em meus braços sendo medicada. Com minha cabeça de lado na cama do hospital, olhando fixamente para a porta entre aberta com os olhos meios fechados e, só o que posso ouvir são as gotas de remédio e mais remédios pingando dentro da bolsa de soro. Internada em um hospital aqui em los angeles, onde eu nasci e cresci. Estou sendo torturada pelo barulho do ténis de médicos sendo esfregados contra o chão provocando um barulho muito irritante. O barulho do salto alto das madames que vão visitar seus parentes, estão me deixando cada vez mais sem paciência, Clak Clak Clak, só isso que consigo ouvir durante todo o meu dia, que por si só já se torna desagradável.

O fato de estar doente não me dói tanto quanto a solidão que me rodia. Minha diversão é ver pela janela de vidro que lá fora está chovendo, e como minha esperança, esperar o sol reaparecer, sempre tendo a esperança de que esse inverno não será para sempre.

Já são 3 meses, deitada, debilitada e dependendo de enfermeiros e enfermeiras que raramente me tratam bem.

As sessões de quimioterapia cada vez está me deixando sem forças e junto enfraquecendo minhas esperanças de receber um transplante de medula óssea.

Devido ao meu estado, só posso receber visitas 1 vez por semana, me fazendo beirar a loucura ao ver minha mãe e meu irmão indo embora e sabendo que só os verei novamente na próxima semana.

Minha mãe, viúva. Com seus cabelos começando a ficar grizalhos sempre é a primeira a entrar em meu quarto, me deixando prestes a explodir de saudade e felicidade.

Erdei os olhos verdes e a pele branca como um floco de neve dela. Seu nariz levemente empinado, combina com sua boca um tanto carnuda, com os lábios meio rosas, realçando sua beleza.

Sempre com os cabelos presos, tornando sua aparência a de uma mulher mais velha, mesmo só tendo 40 anos.

O seu abraço, ele me conforta, ele me faz me sentir segura. Minha mãe quem me faz ter forças, mesmo tendo que suportar a dor da morte de meu pai, que morreu 2 meses antes de eu descobrir minha doença. Tento não aparentar que estou triste por isso, pois já basta eu estar doente e deixar minha mãe saber que estou triste, só a deixaria mais preocupada comigo.

Com toda certeza, sinto muita saudade de meu pai. Mas pelo o que sinto e o modo como vou, logo estarei ao lado dele, sabe se lá aonde eu vou parar depois que aquele pequeno aparelho que mostra minhas batidas cardíacas parar!

Meu irmão johnny, o caçula, com 8 anos não entende muito bem o que se passa comigo. Sinceramente prefiro assim, sua inocência me faz criar forças.

Seus cabelos agalegados e seus olhos azuis ( erdados de nosso pai ) será o terror das menininhas quando for mais velho.

Sempre com um lindo sorriso em seu rosto ele vem para perto de mim e me abraça, fazendo meus olhos lacrimejarem de tanta saudade que sinto.

Sinto que o fim de todo esse sofrimento está próximo, só não sei qual rumo levará!

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Ooi, Oque acharam ? Desde a metade de meu outro livro " Spilled Blood " sinto vontade de fazer uma obra desse gênero.
Espero que eu tenha conseguido causar algum sentimento ou qualquer coisa, em vocês. Rs.
E mais do que nunca peço o voto e comentário de vocês, pois eu preciso realmente saber o que acharam de minha nova obra e se devo continuar ou não.

Sério, se não tiver ficado bom.. Me falem.
Um grande abraço a todos!

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