Boquete

Os passos foram ficando cada vez mais próximos, vindo com reclamações de uma voz velha e sonolenta.

— Querida, é você? — A mulher chamou, seguindo até a cozinha ao sentir a ausência da noiva na cama.

No desespero, Mina correu e se escondeu debaixo da bancada, trazendo Chaeyoung que ficou em pé atrás da mesma.

A mulher logo adentrou a cozinha, vendo sua noiva assustada e o copo estilhaçado no chão.

— Meu bem, você quebrou o copo? — Chaeyoung estava tão nervosa que apenas concordou e a mulher sorriu. — Sem problemas, eu limpo para você, é só um copo.

Se fosse Mina ela teria gritado com a garota e obrigado ela a comprar outro igual.

A garota revirou os olhos e cutucou Chaeyoung para que ela falasse algo. A menor a olhou de soslaio, logo interrompendo a mulher mais velha.

— Não querida, deixe que eu mesma limpo. Minhas mãos estavam molhadas e o copo acabou escorregando, pode ter sido o sono também. — Fingiu um bocejo, recebendo da mulher um sorriso apaixonado; revirou mentalmente os olhos.

— Certeza, amor? — Ela insistiu, deixando a vassoura encostada no armário quando Chaeyoung voltou a concordar.

Uma ideia insana passou-se pela cabeça da maior quando percebeu que estava tão próxima da genitália da madrasta. Ela então umedeceu os lábios e subiu as duas mãos pelas pernas dela, sentindo Chaeyoung ficar paralisada. Conteve a risada, aproximando os lábios do volume bem visível debaixo de sua cueca box.

Ficou entre as pernas da mais velha, começando a depositar beijos suaves em seu volume, ouvindo Chaeyoung respirar pesado enquanto conversava com a mulher.

Son a qualquer momento iria entrar em combustão. Mina não era filha de Ha-yun, era filha do capeta.

— Quer que eu faça um leite quente para você dormir melhor? — Ha-yun insistiu, tentando agradar a noiva, se aproximando da bancada, ficando de frente para ela.

A situação era tão perigosa, Ha-yun estava à centímetros da filha e não tinha noção do que estava acontecendo do outro lado da bancada. Qualquer movimento dela em direção a mulher poderia revelar o que estava acontecendo debaixo de seu nariz.

— Estou bem, pode subir, eu irei limpar a bagunça que fiz e logo vou deitar. — Negou o agrado da mulher, engolindo a saliva com dificuldade ao sentir os lábios da garota em seu pênis que pulsava dentro de sua cueca.

Mina aproveitou que as duas estavam conversando e puxou a cueca da mulher, fazendo seu pênis saltar para fora, surpresa pelo tamanho e espessura.

Chaeyoung tinha um belo pau. A cabeça rosada e gotejando pré-gozo fazia um delicioso contraste com a base levemente amarronzada, repletas de veias envolta da extensão.

Mina passou a língua na fenda que expelia certa quantidade do fluído agridoce, esfregando os lábios vagarosamente na borda. Olhou para cima e se deliciou com a visão de Chaeyoung com o maxilar travado e o rosto avermelhado. De baixo, poderia ver algumas veias na testa da mulher, que deveria estar fazendo bastante esforço para não gemer ou deixar escapar qualquer som que fosse revelar o que estava acontecendo ali.

— Está bem, eu irei voltar a deitar, lhe espero no quarto... — A mulher abaixou o tom de voz, claramente se insinuando para Chaeyoung, o que quase fez Mina rir debaixo da bancada.

Ha-yun era tão ingênua às vezes.

Assim que a mulher passou pela porta da cozinha, Chaeyoung esperou alguns segundos para soltar todo o ar que estava preso, apoiando as duas mãos na bancada, mirando os lumes na garota.

Aquela foi a deixa para Mina abocanhar o pau da noiva de sua mãe, chiando como um gato no cio ao sentir os fios rebeldes serem agarrados com possessão.

— Você é uma vadia muito atrevida, sabia? Já pensou se sua mãe pega você com o meu pau na boca? — Rosnou, começando a penetrar a boca da enteada.

Se Mina queria tanto seu pau, ela iria ter.

O músculo quente passeava envolta da extensão rígida de Chaeyoung, causando arrepios fortes em ambas que pareciam totalmente alheias na bolha sexual que se formou ali envolta.

Chaeyoung não queria admitir mas sua noiva já não dava mais conta, não aguentava dez minutos na cama e isso frustrava um pouco a mulher.

Numa das conversas que tivera com sua noiva, a mulher disse que Mina precisava ser disciplinado e Chaeyoung decidiu que iria se encarregar de fazer a garota criar bons modos. Sua ferramenta para deixar a maior mansa seria seu pênis, que estava sendo engolido pela garota, como se nunca tivesse tocado em um antes.

Uma das mãos da mulher segurava os fios tingidos da mocinha, forçando ela a engolir cada centímetro daquele pedaço de carne pulsante, usando a outra mão livre para segurar o queixo da Myoui, forçando ela a abrir mais a boca.

Ambas faziam o possível para não deixar qualquer som suspeito escapar, por mais delicioso que fosse o som erótico da sucção causada pela boca da ninfetinha.

— Abre bem a boca. Você atiçou e agora vai ter que aguentar meu pau atravessando essa boquinha de puta que tem. — Deu dois tapinhas no rosto da garota, sendo rapidamente atendida.

As mãos da rosada subiam e desciam pelas pernas da mulher, guiando a destra até o abdômen onde arranhou, pouco se importando se sua mãe fosse ver depois.

Jamais pensou que seria tão bom chupar alguém numa situação perigosa como aquela.

Chaeyoung sabia que depois dali, não teria mais volta. A merda já estava feita e iria sustentar as consequências. Queria aquela garota somente para si.

O corpo forte estremeceu quando os dentes de Mina rasparam a pele sensível do seu pau de propósito. Não para causar dor, mas sim prazer.

A mais nova retirou o pau da boca e bombou três vezes com a mão, respirando ofegante enquanto tinha o rosto erguido para Chaeyoung.

— Goza na minha boca? Eu quero sentir o seu gosto, só assim eu irei dormir contente. — Disse num sussurro ofegante, protestando quando Chaeyoung empurrou a cabeça da garota, a forçando a abocanhar toda a extensão novamente, começando a investir sem pausas contra a garganta da enteada.

— Você vai ter que o que merece. — Disse baixo e entre dentes, sentindo espasmos fortes pelo corpo, dando outra pegada mais firme nos fios da garota que já estava com o couro cabeludo dolorido.

Apoiou um dos braços na bancada, encostando a testa úmida de suor no antebraço, podendo ter uma visão fodidamente gostosa da garota devorando seu pau. Estava forçando cada vez mais até que todos os centímetros estivessem enterrados na boca dela.

Prendeu a respiração, gemendo baixinho quando sentiu o líquido quente preenchendo o fundo da garganta da garota. Mina fechou os olhos com força, engolindo cada gota como se fosse água.

Antes que terminasse, Chaeyoung puxou os fios bagunçados da garota e a fez tombar a cabeça para trás. A garota a olhava enquanto a mulher masturbava seu pau rapidamente até que terminasse de se desfazer em seu rosto.

Após o gostoso orgasmo que causou na noiva de sua mãe, a garota se levantou e por mais excitada que estivesse, não seria ali que iria dar para a mulher.

Se aproximou de Chaeyoung e passou os dois braços no pescoço da mulher que automaticamente levou as duas mãos para a cintura fina.

— Eu quero você amanhã. — Disse direta e sem rodeios, lambendo os lábios sujos de gozo, visão esta que deixou Chaeyoung maluca.

— Sorte a sua é que amanhã sua mãe trabalha até tarde. Te encontro no seu quarto. — Respondeu, passando o polegar na bochecha suja da garota, roubando um selinho de seus lábios que parecia mais inchados que o normal depois do sexo oral que fizeram.

Se afastou um pouco e levantou a cueca, pegando um guardanapo e entregando a garota para que ela se limpasse antes de ir para o quarto.

— Boa noite, Chaeng. — Mina se distanciou cada vez mais após se ajeitar ali na cozinha mesmo.

— Boa noite, gracinha. — Disse por fim, deixando a garota ir para o quarto. Demorou um pouco mais para voltar até o quarto de Ha-yun, onde a nomeada dormia.

Antes precisou limpar a bagunça que havia feito e colocar os seus pensamentos no lugar. Não poderia chegar no quarto ainda dura e com os pensamentos voltados para a menina. Não acreditava que havia fodido a boca dela sem parar.

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