Por que eu ainda pertenço a você

🔞Possui conteúdo adulto que está em negrito

Ye Jun on..

Aceitar trabalhar ao lado da Chris foi algo um pouco difícil de fazer. Demorei a entender  o que estava acontecendo e os riscos que corri durante todo esse tempo. Estava bravo com Chae por ter escondido isso de mim. Me senti sozinho e humilhado de certa forma. Tantas foram as vezes que corri atrás dele para tentar arrancar a verdade. Me rejeitou todas elas.

Chris teve o cuidado de explicar tudo e eu tive o prazer de colocar aqueles dois para 'correr' com o rabinho entre as pernas. Me despeço de todos e saio sem olhar para Chae.

De repente sinto uma mão segurar forte meu braço.

- Por que fez isso? Quase deixei tudo cair. - Meus olhos finalmente encontram os dele.

- Me dê um chance de explicar. Só uma.

- Agora não Chae! Não há nada que você possa dizer nesse momento que va causar algum efeito positivo em mim.

Me desvencilho  de sua mão e sigo meu caminho.
Desde aquele dia sempre que tem a oportunidade  ele tenta falar comigo.

O processo contra o senhor Moon  e sua filha correm de modo apressado e favorável. Isso me deixa feliz.

- Vem logo. - Chris me puxa pelos corredores da empresa.

- Você faz isso com o Jimin também?

- Isso oque?

- Usa tanta força assim. - Respondo massageando meu braço depois que ela soltou.

- Depende da situação. - A resposta me pega de surpresa.

- Coitado deve estar todo dolorido. Ei veja lá o que pretende fazer comigo.

- Bobo. Entra logo.

Ela abre a porta e vejo uma grande e iluminada sala.

- Tada! Todinha sua. Aproveite.

- Jura?

- Sim! Deixei a decoração por sua conta. Meu gosto pode ser meio doido. Ele varia de acordo com meu humor. - Sorrio com sua resposta. - Vou te deixar em paz.

Ela sai e me sento em minha confortável cadeira. Estava feliz, finalmente tudo se ajeitando em minha vida.

Ao longo dos dias, Chae aparecia  em minha sala, sempre com uma desculpa esfarrapada. Hora era para entregar documentos que nada tinham haver comigo, hora era com a desculpa de que precisava de um lugar tranquilo para descansar.

- Olha se você vai ficar aqui, eu já vou. Não sou obrigada a te aturar. - Pego a chaves do carro em cima da mesa e me retiro. Chae me segue, me alçando na frente da empresa.

- Não entende que tudo que fiz foi pra te proteger?

- Não entende que em um relacionamento não existe mentiras?

Somos interrompidos por Chris que parece estar péssima. Pensei em segui-la e tentar ajudar  de alguma forma, mais não estava conseguindo resolver meus próprios problemas quem dirá os dela.
Deixo Chae falando sozinho e caminho até o carro. Quando finalmente  chego em casa parece que o peso de toda a mágoa que sinto recai sobre meus ombros.

Tomo um longo banho e visto apenas uma cueca e meu roupão favorito. Queria me sentir confortável.

Abro uma garrafa de vinho e tento por meus pensamentos em ordem bebendo aquele líquido reconfortante.

- Não acredito. Quem é  o louco. - As batidas insistentes na porta me irritam.

Ao abrir a mesma, lá está ele. Chae parece lastimável.

- Espero não ser tarde demais para pedir desculpas. Eu te amo, meu amor. Me aceita de volta?

- Já conversamos sobre isso. - Dou espaço para ele entrar e não chamar atenção dos meus vizinhos.

- Eu não gosto do que eu fiz, quase destruí a vida de pessoas inocentes para te manter a salvo. - Já do lado de dentro ele fala sem parar.

- Podia ter dividido tudo e teríamos dado um jeito. Sempre nos viramos.

- Sinto muito por tudo que fiz a você! Eu te amo muito e não sei viver sem você. Me perdoa? Me deixa provar que posso fazer diferente. - Suas  mãos quentes acariciam meus rosto enquanto ele fala. Suavemente  sua boca começa a se aproximar da minha. Estremeço quando nossos lábios se tocam. Droga! Por que tenho que ama-lo tanto?

Nosso ósculo se intensifica quando exijo que me deixe explorar sua boca partícula por partícula. Enquanto nos entregamos aquele beijo afoito, posso sentir nossas ereções se formando.

- Apenas me aceite sim? - Ele diz ao findar nosso beijo em busca de ar.

- Eu sou um completo trouxa e você me tem em suas mãos. - Respondo tentando manter o pouco de sanidade que me resta.

Chae cola nossos corpos novamente e esquiva suas mãos roupão a dentro, acariciando meus ombros enquanto castiga a pele macia do meu pescoço. Estou ofegante e apertado dentro da pouca roupa que ainda visto. Ele retira a própria camisa e observo aquele abdômen  definido que tanto amo.

Inconcientemente desço  minha mão, traçando com a ponta de meus dedos um caminho direto até sua virilha. Levo minha palma até seu membro duro e o aperto ainda por cima da calça. Começo a beijar seu peitoral dando atenção a seus mamilos que reagem imediatamente aos meus toques, ele geme rouco causando um arrepio em mim.
Ajoelhado diante dele eu me apresso em abrir sua calça. Assim que consigo me livrar de ambas as peças o tenho em mãos, pele com pele finalmente. Brinco vagarosa  com a cabecinha de seu pau, apenas o torturando enquanto uso meus dedos para pressionar a base.

- Senti falta... hum... falta de você amor. Falta da gente. - Ele fala entre gemidos.
Abocanho seu pau e sugo com vontade. Ele arfa ao meu toque. Sem demora sou erguido do chão e entre beijos, ele nos guia até meu quarto.
Sinto a parede contra minhas costas e sei que ele está tão afoito quanto eu. A pressa o faz puxar meu roupão de maneir desleixada enquanto ele brinca com meus mamilos os mordendo e lambendo.

- Hum.... assim não vamos chegar nem na cama. -  Digo soprado entre meu gemido alto.

- Sem problemas amor. Posso te comer aqui mesmo encostado nessa parede. Basta você empinar  para mim. - Chae já havia arrancado todos os panos de meu corpo com uma certa brutalidade e agora era a minha vez de ser engolido por sua boca. Ele se empenha para me agradar e sinto que vou me acabar aqui mesmo se não pararmos.

- Chae.... hum..... calma.... assim eu vou...humm... - Ele me olha e sorri com o efeito que causou em mim.

Ele senta-se na cama e com o dedo me convida par seu colo. Caminho em sua direção sabendo que vou me perder completamente assim que o sentir dentro de mim. Abro a gaveta do meu criado mudo e alcanço o tubo de lubrificante.

- Passa em mim amor. - Manhoso ele pede.
Quando vejo ser suficiente, me encaixo lentamente em seu colo. Sinto seu pau deslizar por entre minhas pregas enquanto agarra meu membro.
Com ele inteiro dentro de mim, começo a subir e descer, rebolando vez ou outra. Gememos em coro enquanto exploramos a boca a um do outro.
Chae agarra minha bunda com a mão livre e me ajuda em meus movimentos.

Começo a arranhar suas costas para descontar o tesão  que ele está me proporcionando. Quanto mais fundo permito que va dentro de mim, mais perto de gozar estamos. Chae  aumenta  a velocidade do vai e vem que  mantem em meu pau e  começo a quicar em seu colo. Aos beijos e  em sincronia nos derramados um para o outro.

Suados, ofegantes e exaustos,  deitamos lado a lado.
Me ajeito em seu peito e olho em seus olhos.

- Jura  que jamais vai mentir para mim novamente. - Digo ainda tentando me recompor.

- Eu juro. Ye jun você é  a minha vida e sem você  nada tem sentindo. Vivi como um morto andante  por um ano e foi de longe a pior experiência de toda a minha existência.
Achei que jamais iria me perdoar.

- Perdoei porque eu ainda pertenço a você.

Nos beijamos novamente,  porém, agora não há mais pressa. Ela dá lugar a ternura e aos nossos sentimentos que são tão fortes quanto da primeira vez que estivemos juntos.

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