Prólogo
Meg acordou com seu corpo nu enrolado em lençóis de seda, sentia a cabeça latejar levemente devido a bebida forte da noite anterior, ela não tinha vontade de abrir os olhos pois, ainda os sentia pesados, se remexeu na cama enorme sabendo que estava sozinha. O homem que lhe havia proporcionado a melhor transas da sua vida tinha ido embora.
Lentamente ela abriu os olhos, piscou várias vezes, o quarto ainda estava escuro, virando para a janela ela viu que estava amanhecendo, pois os primeiros raios de sol despontava no horizonte. Embora ainda fosse cedo ela resolveu se levantar Ellen devia está preocupada já que não lhe deu notícias a noite toda e tinha encontrado o cretino recentemente.
Ellen ficou um pouco paranoica desde que ele abordou Meg na saída da boate na semana passada, fora o fato de que Meg saiu de casa dizendo que ia se divertir até não sentir mais as pernas e esquecer seu próprio nome, bom a parte das pernas quase foi verdade, pois ainda as sentia levemente bambas, uma pena que ele já tivesse ido embora, não que fosse surpresa era só sexo casual.
“E mesmo que não fosse, com minha sorte...”
Sentou na cama segurando o lençol com uma das mãos, colocou as pernas para fora da cama e esticou a mão até o móvel na cabeceira para pegar a bolsa e poder mandar mensagem para Ellen dizendo que estava bem e que chegaria em casa em breve. Mas, sua mão tocou em algo que não era sua bolsa, virou o rosto e viu um envelope com um bilhete em cima, ligou o abajur e pegou o bilhete, releu o papel incrédula com as palavras ali escritas.
Foi uma noite incrível, desfrute da suíte, ela já está paga.
Espero que a quantia seja o suficiente.
Não definimos preço, mas, deixei uma boa quantidade.
Passar bem.
Aquilo só podia ser uma brincadeira, ela não acreditava nas palavras que lia no papel, pegou o envelope e o abri constatando que estava cheio de dinheiro, nem sabia quantas libras tinham ali e nem iria contar, suas mãos tremiam quando ela devolveu o envelope para a mesa. Lágrimas escorriam de seus olhos, elas eram de raiva e indignação.
- Eu não acredito que ele me pagou pela noite. – Ela repetiu várias vezes incrédula. – Quem ele pensa que eu sou. Quem ele pensa que é? – Ela estava indignada. – Idiota. Acha que eu estou a venda, que pode comprar quem ele bem entender? - Ela sentia um bolo se formando em sua garganta. - Cretino, escroto.
A raiva consumia seu corpo, pegou um cinzeiro de cristal sobre a mesa e arremessou na parede ao lado da janela, suas mãos tremiam de raiva ela se levantou arremessando outros objetos e falando todos os palavrões que conhecia.
Poucas vezes tinha sentido tanta raiva em toda a sua vida, tudo que queria era pegar um infeliz e lhe arrancar o pescoço, não antes de enfiar aquele maldito envelope no seu traseiro.
- Filho de chocadeira, escroto do caralho. Ele, ele, ele tá me pagando como se eu fosse uma prostituta, como se ele pudesse comprar meu corpo. – Ela gritou e se deixou cair sobre a cama chorando de raiva e frustração. – Ele acha que por tem dinheiro pode comprar qualquer uma?
“Você não devia se admirar, conhece como gente rica age.” Uma voz falava dentro de sua mente. “ Mas, tudo tem limite.” A outra voz em sua cabeça respondeu.
- Tudo bem, acho que eu preciso sair daqui. – Falou consigo mesma depois de chorar por sabe lá quanto tempo.
O sol já havia se erguido no horizonte e derramava seus raios sobre a cidade. Se levantou, se vestiu e amarrou os cabelos em um coque irregular, pegou a bolsa e pôs o envelope dentro, um dia iria devolver esse dinheiro e lhe dizer umas poucas e boas. Mas, por hora precisava sair dali, calçou os sapatos, segurou a bolsa nas mãos e saiu do quarto sem se importar com a aparência que estava naquele momento, pois tinha certeza que estava cheirando a sexo, descabelada e com os olhos vermelhos e inchados.
“Isso só pode ser praga do Nathan, ou castigo divino, não tem outra explicação para essa minha ‘sorte'” pensava enquanto seguia para fora do hotel.
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Meg já começa levando dois pés no meio dos peitos, coitada. Kakkakaakka
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