Capítulo 52.

Abigail Griffin na mídia.


Meg...

Quando eu o vi passando pela porta do quarto suspirei aliviada, era como se finalmente o ar voltasse aos meus pulmões, agradeci silenciosamente a Deus, por ter trazido ele de volta pra mim. Ele vestia um roupão, seus cabelos estavam molhados e exalava perfume de sabonete, eu sabia que ele tinha tomado banho por que estava sujo de sangue e não queria que eu o visse assim, vê-lo de perto com o queixo vermelho e um curativo na sobrancelha só comprovou isso.

Sai da cama em um salto e pulei em seus braços o agarrando o máximo que eu consegui e chorei, não queria nem pensar no que podia ter lhe acontecido. Tirei o roupão que cobria seu corpo e corri as mãos por ele procurando ferimentos, encontrei uma mancha em suas costelas do lado direito e uma mais fraca perto do quadril esquerdo e nada mais.

- Eu estou bem meu anjo, eu estou aqui. – Ele repetia enquanto eu lhe inspecionava. – Eu estou bem, Meg olha pra mim.

- Você está louco? – Gritei levantando os olhos em sua direção. – Sabe o que poderia ter acontecido? – Dei um tapa em seu peito nu e depois outro. – O que eu faria se algo de ruim lhe acontecesse seu idiota? - Continuei batendo e chorando.

- Nada aconteceu. – Ele segurou minhas mãos delicadamente. – Eu estou aqui e não vou a lugar algum. – Me afastei dele.

- Você tem noção do quanto foi idiota? – Rosnei pra ele.

- Ele te assustou, ameaçou, ele feriu você, acha que eu ia ficar parado vendo ele machucar a mulher que eu amo? – Ele respondeu alto.

- Como? – Eu travei no momento que ouvi as palavras, meu cérebro exibia uma linda tela azul. – O que? Você...

- Eu te amo, foi isso que eu disse. – Ele se aproximou de mim tocando meu rosto. – Eu amo demais, amo com toda a minha alma, a cada respiração. – Aquilo me deixou sem palavras. Não que o Henry fosse um homem insensível, mas, eu não esperava ouvir aquelas palavras dele, não no momento, ainda mais depois do drama que foi pra assumir estar gostando de mim.

- Eu...

- Não precisa se assustar. – Ele falou tocando minha testa com a sua.

- Eu amo você. – Sussurrei em sua direção e vi seu sorriso aparecer em seus lábios.

- Sério? - Isso é pergunta que se faça meu Deus.

- Sim, eu amo muito, você chegou e tomou conta do meu coração. – Ele pegou pela cintura e me girou no ar me beijando ao me devolver para o chão. – Eu só não esperava ouvir isso de você agora. Eu não tinha falado antes por que não queria que se sentisse pressionado a falar.

- Eu não sabia como lhe dizer. – Tocou meu rosto. – Eu nunca amei antes, não sei como falar essas coisas.

- Só fale. – Lhe beijei brevemente. – Eu nunca amei ninguém como amo você. – Sussurrei.

Sem mais uma palavra ele me beijou, não com urgência, mas com delicadeza e carinho, abriu os botões da camisa que eu usava e a jogou no chão, tirando minha calcinha e me deitando na cama em seguida.

O sexo entre nós foi calmo e carregado de amor, como se através dele disséssemos um ao outro a extensão dos nossos sentimentos, e através do amor que fizemos nos acalmamos ficando ainda mais próximos, o único som no quarto era de nossas respirações, gemidos que saiam de nossas bocas e nossos corpos se encontrando.

**

Meg...

Senti um peso sobre meu corpo e olhei para baixo vendo a perna do homem que eu amo sobre as minhas e seu braço abraçando minha cintura. Com cuidado sai de debaixo dele e fui ao banheiro, fiquei um bom tempo olhando para o espelho, lembrando do dia anterior, passei por muita coisa para um único dia. Suspirei lembro que daqui a pouco terei de prestar depoimento sobre o ocorrido, Henry me contou antes de dormimos que ele foi na polícia e hoje eles vem falar comigo, queria acreditar que eles vão fazer alguma coisa, mas...

Depois de tomar banho e escovar os dentes,  ajeitei meu cabelo e fui para o closet escolhi uma calça jeans escura e uma blusa azul clara de alças finas, sim apesar dos meus protestos ele acabou comprando algumas roupas para mim. Quando me virei pra sair do closet ele estava escorado na soleira da porta, completamente  nu. Que monumento meu senhor.

- Bom dia.

- Bom dia. – Ele se aproximou. – Você me abandonou.

- Larga de drama e vai tomar um banho.

- Quero brincar um pouco antes.  – Sorriu de canto de boca.

- Não, daqui a pouco a polícia chega e eu estou com fome. – Selei nossos lábios e logo me afastei. – Te espero lá embaixo.

Sai do quarto deixando um Henry resmungento para trás, tenho certeza que ele está fazendo bico e que se eu me virasse voltaria para os seus braços, mas, eu realmente  não quero receber a polícia cheirando a sexo.

Quando estava no meio da escada eu pude sentir aroma de café e bolo, se café fosse gostoso igual é cheiroso... Quando adentrei a cozinha avistei Molly em frente ao fogão virando um omelete em um suporte de bolo tinha um bolo de chocolate e algumas panquecas em um prato ao lado.

- Bom dia. – Falei assim que cheguei.

- Bom dia menina. – Ela se virou sorrindo para mim. – Meu Deus, o que foi isso minha filha. – Ela falou ao me olhar e ver minha pele machucada.

- Fui atacada ontem. – Foi tudo que eu disse.

- Você se machucou mais que isso? – Ela perguntou depois de desligar o fogo.

- Não.

Antes que eu falasse mais alguma coisa eu ouvi passos e me virei vendo Iam adentrar a cozinha com a roupa do dia anterior e o cabelo um pouco bagunçado.

- Bom dia. – Ele se aproximou de mim e beijou o topo da minha cabeça se afastando em seguida. – Você está melhor?

- Estou sim, obrigada. – Molly nos olhava intrigada. – Molly esse é Iam meu amigo.

- Ah, é um prazer senhor.

- Sem o senhor por favor.

Iam se sentou na cadeira ao meu lado e passou o dedo pela cobertura bolo, ganhando um olhar mortal, ele deu de ombros e sorriu. Senti uma mão em minha cintura e sorri me virando para Henry.

- Bom dia. – Ele falou para os outro e se inclinou para me beijar.

Estávamos sentados a mesa, quando Natalie apareceu na sala com olheiras e uma cara de sono o que significa que ela não dormiu quase nada a noite inteira. Ela cumprimentou a todos e se abaixou para sussurrar no meu ouvido.

- Eu ouvi o que vocês disseram ontem. – Sorri e corei.

Tomamos café da manhã tentando conversar sobre qualquer outra coisa que não fosse o dia anterior, mas vira e mexe os pensamentos do ocorrido vinham a mim, fazendo meu estômago revirar. Meus amigos foram embora pouco depois do café e nós ficamos abraçado no sofá, ele fazia carinho em minhas costas.

- Você não tinha que está na empresa?

- Meu anjo qual a parte do eu amo você, não ficou claro? – Meu coração errou muito mais que uma batida. – Não deixarei você sozinha agora. Depois resolvo as coisas na empresa.

Era por volta das dez quando o porteiro avisou que os policiais haviam chegado. Três pessoas passaram pela porta do apartamento minutos depois, dois homens e uma mulher, meu queixo quase vai ao chão quando eu olhei para a mulher no meio dos dois homens, era a mesma mulher que estava se jogando pra cima de Henry no dia do baile, ela agora usava uma calça escura, blusa branca e um terninho também escuro e seus cabelos estavam inteiramente pretos sem as mechas loiras da outra vez que a vi.

- Bom dia. – Ela foi a primeira a falar. – Está tudo bem? – Perguntou tocando o braço dele em um gesto de intimidade que me fez ficar tensa.

- Vai ficar. – Ele respondeu.

- Pelas fotos nos jornais você é Margareth Taylor. – Assenti. – E pelo jeito que está me olhando já teve o prazer de conhecer minha irmã Ava. – Ela falou ironicamente e eu tentei conter minha expressão de surpresa.

- A vi uma vez.

- É o suficiente, eu sou a agente Abigail Griffin. – Ela estendeu a mão para mim. – Não se preocupe eu não compartilho da obsessão da minha irmã pelo seu namorado. – Foi impossível não rir.

- Prazer agente Griffin.

- Esses são meu parceiro Christian Spencer. – Falou apontando um homem forte e ruivo. – E esse Mike Denvers da corregedoria. – Falou indicando um homem negro levemente mais alto que o outro.

- Senhores. – Eles apertaram a mão de Henry e depois a minha.

- Eu estive em contato com a sua irmã Carol. – Make falou soltando minha mão. – Ela me deixou a par da situação algum tempo atrás e eu venho tentando encontrar algo.

- Ela não me falou nada disso. – “Vou ter uma conversinha com ela depois.”

- Eu pensei que você estivesse ciente. – Ele pareceu surpreso.

- Não estava, mas, está tudo bem, depois eu falo com ela.

- Então vamos começar? – Abigail falou e todos me olharam.

- Sim, vamos.

- Sentem-se. – Henry apontou as poltronas próximas e se sentou comigo no sofá.

- Quando estiver pronta. – Christian informou e quatro pares de olhos foram postos sobre mim.

Respirei fundo e comecei a contar o que tinha acontecido no dia anterior, o que eu tinha ido fazer na faculdade, a hora que eu cheguei e a hora que sai, as pessoas que encontrei, quando Patrick me abordou, as coisas que ele me disse, não foi difícil lembrar, pois tudo ainda estava vivo em minha mente, como um pesadelo que não me larga.

- Ele tinha lhe procurado outras vezes desde o término? – Abigail perguntou.

- Sim, algumas vezes, mas a última dela foi meses atrás na frente do meu prédio.

- Ele foi violento das outras vezes? – Mike quis saber.

- Sim. - Falei simplesmente. - Foi um dos motivos que me fez deixá-lo.

- Meus seguranças viram ele rondando a emissora e o prédio da Meg algumas vezes as últimas semanas. – Henry falou.

- Ele já te apontou uma arma outra vez? – Foi a vez que Christian perguntar.

- Sim, enquanto namorávamos ele apontou a arma pra mim por duas vezes e uma logo após a gente terminar.

- E você nunca denunciou? – A pergunta de um milhão de dólares.

- E adiantaria denunciar um de vocês Denvers? – Minha voz era ácida. – Na primeira vez que ele me apontou uma arma eu tentei denunciar, mas o boletim de ocorrência nunca foi registrado.

- Eu sinto muito, você tem a minha palavra que eu farei de tudo pra para fazê-lo pagar. – Abigail falou se levantando. – Qualquer coisa entraremos em contato e qualquer problema me liguem, você tem meu número. – Ela disse a última parte direcionada para o Henry.

- Ligarei. – Ele disse somente.

- Só mais uma coisa, essa marca no seu queixo acredito que tenha algo relacionado com o tenente Thompson.

- Tem.

- Foi o que imaginei. – Ela rio e balançou a cabeça.

Em seguida sem dizer mais nada saiu com os outros homens logo atrás, Mike deixou seu cartão comigo antes de sair. Assim que a porta se fechou eu soltei o ar que nem tinha percebido estar segurando, Henry me abraçou e me puxou para o sofá me aconchegando em seus braços sem falar nada, apenas me acariciou e beijou o topo da minha cabeça, ficamos um tempo em silêncio.

- Vai ficar tudo bem. – Ele falou. – Foi muito difícil falar?

- Um pouco.

- Tenta não pensar mais nisso agora, tá bom? – Puxou meu rosto para lhe olhar. – Eu estou aqui com você meu anjo.

- Eu te amo. – Lhe beijei.

**

Henry...

Perto do fim da tarde, estávamos deitados no sofá vendo um filme, eu já tinha liberado Molly e ligado para saber como as coisas estavam na empresa. Tudo que eu quero é distrair ela, Ellen já ligou umas duas vezes para a Meg e uma pra mim, querendo saber se realmente está tudo bem, Carol também ligou, fico muito feliz em saber que a minha ruiva tem tanta gente que se importa com ela. Alguém bateu na porta e eu fui abrir.

- Oi irmão. – Grace me abraçou e já foi entrando. – Meg meu bem. – Ela se sentou ao seu lado lhe abraçando. – Quando o Henry me ligou falando que você não ia trabalhar eu fiquei preocupada, tentei falar com a Natalie mas ela não me contou nada. O que aconteceu? – Ela estava olhando diretamente para os machucados na pele da Meg.

- A história resumida é que um ex com tendências assassinas me atacou ontem. – Meg se limitou a falar. – Se você quiser mais detalhes o Henry lhe fala depois, me desculpa Grace, mas eu realmente não quero falar sobre isso agora.

- Claro minha querida, me desculpe. – Grace tocou seu braço. – Eu vim aqui para vê como você está e ajudar a te animar.

- Obrigada, você é muito gentil.

- Claro que eu tenho que cuidar da mãe dos meus sobrinhos. – Ela falou calmamente se encostando no sofá.

- Grace! – Falamos ao mesmo tempo a repreendendo.

- O que? Mamãe me colocou pilha e eu já tô pensando em criancinhas ruivas.

- Mais calma por favor. – Meg falou se levantando. – Eu vou cozinhar um pouco e já que os dois estão aqui, venham serão meus ajudantes.

- Cuidado Grace, ela tem mania de escravizar pessoas na cozinha. – Recebi um tapa no braço pelo que falei, sorri e a puxei para junto de mim lhe beijando, segurei sua cintura e passei a outra mão pelos cabelos na altura da nuca a segurando junto de mim.

- Vão pro quarto por favor. – Grace resmungo nos fazendo rir.

Meg resolveu fazer lasanha, salada e pavê de chocolate com morango, me colocou para fazer os recheios e Grace para cortar os ingredientes, para a nossa sorte a companhia tocou fui até a sala e voltei com Tyler e John.

- Grace. – John deu um beijo na já bochecha da minha irmã e foi até onde Meg estava ao lado do fogão. – Oi ruiva. – Ele abraçou minha mulher por tempo demais pro meu gosto.

- Ruiva. – Tyler se aproximou dela a abraçando rapidamente. – Você devia se mudar pra cá logo no dia que o Henry não te vê chega um porre na empresa não tem quem aguente.

- É mesmo? Bom saber. – Ela comentou sorridente. – Bom já que estão aqui olha que beleza, mais ajudantes. – Era tão bom vê-la sorrindo daquele jeito. 

- Eu sou ótimo na cozinha. – John falou já lavando as mãos. – Mas o Tyler não é  de confiança não.

- Parece a Meg dirigindo. – Sorri e recebi um olhos mortal dela. – Por falar disso meu anjo vou confiscar suas chaves. – Ela revirou os olhos me deu as costas. 

- Mais tarde conversamos Green.

Quando a última lasanha estava no fogo, Natalie chegou com Iam, comemos e conversamos, todos estavam ajudando ela a se sentir melhor, quando o último foi embora já era quase 23 horas.

**

Meg...

Eu já disse que adoro sexo matinal? Se não estou falando agora, nada melhor para começar o dia do que uma boa gozada e fazer isso com o pau do homem que eu amo dentro de mim é melhor ainda. Meu Deus estou sendo contagiada pela safadeza de Henry .

Quando que acordei e o vi ali ao meu lado nu e adormecido não resisti, distribuí beijos por seu pescoço e peito descendo pelo seu abdômen, ele gemia baixo em algum momento entre o sono e a lucidez, no instante em que eu cheguei no ponto pelo qual meu lábios ansiavam percebi que essa parte que antes dormia tranquilamente estava agora bem acordado. Passei a língua por sua glande o sentindo arfar completamente desperto quando coloquei seu membro dentro da minha boca.

- Eu poderia me acostumar com essa sua maneira de me acordar. – Ele falou com a voz falha e rouca colocando uma mão em meu cabelo intensificando meus movimentos.

Ele puxou meus cabelos me fazendo tirar a boca do seu membro e me puxou para sua boca. O beijei segurando seu rosto e montando sobre ele descendo de uma vez em seu membro gemendo em sua boca. Em um segundo ele já estava com a mão em minha bunda me apertando contra si e intensificando meus movimentos, eu gemia sentindo meu orgasmo cada vez mais próximo com a pressão que ele fazia sempre no mesmo ponto dentro de mim. Gozei lhe apertando dentro de mim e diminuindo os movimentos sentindo minhas pernas trêmulas e amolecidas.

Ele inverteu nossas posições e tomou um seio em sua boca enquanto se movimentava cada vez mais rápido, passei as unhas por suas costas lhe estimulando a continuar, eu já estava perto do orgasmo novamente quando ele cravou os dentes em minha clavícula e eu senti seu líquido ser derramado dentro de mim, levou uma mão até meu clitóris e estimulou enquanto continuava entrando e saindo de dentro de mim até eu gozar novamente.

- Bom dia. – Falei ofegante quando ele saiu de dentro de mim.

- Bom dia. – Ele sorriu me beijando rapidamente, se deitando e me puxando para o seu peito, permanecemos abraçados nos recuperando antes de levantar.

Tomamos banho juntos e eu ainda sentia minhas pernas bambas quando comecei a me vestir, escolhi uma calça jeans e uma blusa de mangas e gola rolê. Enquanto eu me maquiada Henry se arrumou e desceu lindo em um terno de três peças cinza. 

Quando terminei minha maquiagem leve, calcei um sapato de salto, sai do quarto e quando eu desci a escada a sala estava tomada por homens de ternos escuro com expressões sérias no rosto.

- Eu fui teletransportada para um filme da MIB? – Perguntei divertida.

- Esses são os seus novos seguranças. – Henry falou calmamente.

- O que? – Olhei para os homens que estavam na sala, tinha gente demais. – Por que eu vou ser escoltado por uma romaria? – Vi Franck esboçar um sorriso.

- Não são todos para você. – Henry disse. – Franck, Agust e Jay farão a sua segurança. – Ele apontou para os homens. – Alan e Haward ficaram responsáveis pela minha. – Natalie, Iam, Grace, minha mãe, Tyler, John e Jackson ficarão com dois seguranças cada, Henry falou os nomes dos seguranças que eu esqueci quase de imediato. 

- Não queremos deixar brecha alguma, por tanto todos em contato com a senhora estão sob guarda. – Franck se pronunciou. – A segurança nas empresas e apartamentos já foram dobradas senhor. – Ele se virou para Henry falando.

- Ótimo. Podem ir. – Sem dizer mais nada os homens saíram da sala.

- Qual o tamanho do prejuízo que eu estou lhe causando tendo que contratar tantos seguranças? – Era impossível eu não ficar incomodada com aquilo, com certeza não estava saindo nada barato.

- Nem comece com isso Margareth. – Ele sabe que não gosto que me chame assim. – Sua segurança não tem preço meu anjo, eu ia até o inferno pra te manter segura.

Meus olhos se encheram de lágrimas com aquelas palavras, e assim que ele me tocou algumas delas escorreram pelo meu rosto. Como ele consegue fazer palavras simples virarem algo tão romântico?

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Finalmente o EU TE AMO. Deus,  esperei tanto por esse momento. 😍

Agora com toda essa segurança o Patrick não vai mais se aproximar da Meg, ?

Sexo matinal é mesmo bom. ? 😏
Kakakakakka

Até sexta. 😘

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