Capítulo 32.


Meg...

Se aquelas manchetes fossem em outros tempos eu teria ficado muito mal com o que estava ali escrito, com os ataques ao meu corpo, mas hoje em dia eu já atravessei um longo caminho até chegar aqui pra ainda me preocupar com esse tipo de coisa. Eu não posso controlar o que as pessoas falam ou pensam a meu respeito, mas posso não deixar que isso me afete.

Quando eu falei com Ellen na mesma manhã sobre as matérias todas as que me atacavam de alguma maneira, não estavam mais no ar, eu tinha certeza que tinha dedo do Henry naquilo, pensar que ele tinha feito algo assim por mim fez meu coração se aquecer, quando nos vimos mais tarde naquele dia ele não tocou no assunto e eu agradeço por que não estava nem um pouco afim de falar sobre.

Ainda que ele não falasse sobre o assunto desde aquele dia, esta noite estava estranho, como se quisesse falar alguma coisa, devia estar preocupado com meus sentimentos, era muito fofo da parte dele, e isso me fez gostar ainda mais dele.

- Vou ao banheiro. – Falei, estávamos no barzinho onde nos conhecemos.

Me levantei e fui, tinha uma pequena fila para entrar no banheiro de modo que eu demorei um pouco para conseguir usar, lavar as mãos e sair de lá, estava me encaminhando de volta para a mesa quando uma voz me deteve chamando meu nome, me virei para o dono da voz, vendo Rick em toda a sua glória me olhando, seus músculos realçados sob a blusa branca, uma calça jeans colada delineando suas coxas, sua pele escura, seus olhos negros, ele era muito lindo, o homem mais bonito que eu já tinha conhecido até o dono do par de olhos azuis que fulmina minhas costas aparecer em minha vida.

Eu e Rick nos conhecemos na faculdade e nos tornamos amigos, bem amigos não é a palavra certa, nós éramos a foda casual um do outro, Patrick uma vez bateu em Rick por que ele estava falando comigo, na época eu achei seu ciúme bonitinho, por que afinal ele sabia do meu envolvimento com Rick, mas hoje eu vejo aquilo como um problema, depois daquele dia eu não tinha voltado a vê-lo.

- Rick. – Falei surpresa.

- Oi. – Ele falou me abraçando.

- Não te via a tanto tempo. – Falei separando nossos corpos e ficando um pouco distante.

- Eu não estava no país, voltei da Alemanha duas semanas atrás. – Ele falou me olhando de cima a baixo. – Está com as meninas e Iam? – Perguntou olhando para o bar.

- Não, Ellen nem no país se encontra, ela está se especializando fora.

- Está sozinha?

- Não.

- Não me diga que você ainda está com aquele cara. – Ele falou olhando pelo bar

- Não, e eu nem quero falar sobre ele por favor. – Falei seria. – Me desculpe pelo aconteceu naquela época.

- Ei. – Ele tocou meu braço. – Você não tem culpa do que ele fez. – Falou e sorriu para mim. – Então me diga quem é o sortudo de está em sua companhia hoje.

- O homem de blusa rosa olhando pra cá. – Falei olhando sobre ombro. – Bem, foi bom rever você Rick, até outro dia.

- Foi um prazer revê-la gata.

Sai em direção a mesa, Henry estava de cara fechada,  estava quase fazendo bico,  fica ainda mais lindo com raiva o infeliz, cruzou os braços evidenciando ainda mais os músculos sob o tecido rosa da blusa, me olhou nos olhos por algum tempo parecia em luta interna sobre algum assunto. Por algumas vezes eu achei que ele fosse comentar sobre eu ter encontrado Rick, mas, ele não fez, eu podia sentir que algo o estava incomodado, mas, não tinha culpa de nada. Eu tive que me segurar para não rir por que estava muito feliz por vê-lo com ciúmes, mesmo que parte de mim temesse isso.

**

Henry...

Depois do dia que fomos ao barzinho eu tinha visto Meg somente uma vez, a semana estava uma correria para nós dois, vê-la falando com aquele homem me deixou com ódio, tive que me controlar para não bancar o ciumento, odeio me sentir assim, nunca tive ciúmes de mulher alguma antes e é uma sensação horrorosa, o medo, a angústia, a dor no peito, a raiva, ela não tocou no assunto e eu também não, mas percebi que seus olhos não me deixaram pelo resto da noite. Mesmo assim uma dúvida se instalou dentro de mim, será que ela gosta de mim? Mesmo tendo ficado com ciúmes no dia do baile eu não podia saber dos seus sentimentos, fui covarde o suficiente para desistir da ideia de lhe contar o que sinto, eu queria falar que estou apaixonado, mas o medo me consome e eu me sinto um covarde do caralho por isso. Sentir e guardar só pra mim, ficar com essa dúvida está me matando.

Quando ela entrou na sala de reunião com aquela porcaria de calça branca colada ao seu corpo revelando suas curvas eu quase cai da cadeira, estava com a jaqueta clara aberta revelando um cropped rosado que deixava parte de sua barriga a mostra. "Puta merda essa mulher é uma tentação.”

- Bom dia. – Ela me disse sorrindo e se aproximando de mim, teremos hoje uma reunião para tratar da versão final do seu livro e a data para o lançamento.

- Bom dia. – Vê ela sorrindo pra mim fez meu coração saltar no peito tirando a última dúvida que eu poderia ter do quanto eu estou ferrado. – Senti sua falta. – Falei a puxando pela cintura para um beijo rápido, aproveitando que estamos sozinhos, já que a equipe ainda não chegou.

- Também senti sua falta. – Ela falou quando nos separamos e meu sorriso se alargou. "Tenho certeza que pareço um idiota."

Me inclinei sobre ela a colando ainda mais a mim lhe beijei novamente os lábios dessa vez com mais intensidade, brincando com sua língua e mordendo seu lábio antes de lhe soltar a contra gosto. Hoje é sexta feira e eu tomei uma decisão, amanhã vou chamar ela pra minha casa e vou lhe contar o que sinto. Preciso está em casa para a possibilidade de levar um fora astronômico.

Ainda estávamos de pé quando a equipe chegou, William focou diretamente na bunda de Meg assim que a viu, o idiota sorriu maliciosamente e a olhou descaradamente, minha vontade era quebrar a cara do infeliz que estava desejando o que é meu. Percebi que ela nem reparou no seu olhar, assim como não passou despercebida aos outros homens presentes na sala.

- Senhorita Taylor cada dia mais bela. – William falou beijando sua mão. 

- Bondade a sua. – Ela respondeu recolhendo a mão e eu sorri.

- Apenas disse a verdade. – Meg sorriu e se sentou, o infeliz sentou se ao seu lado e começou a puxar a assunto com ela, cada vez que ela lhe respondia eu ficava mais irritado.

Esperei todos chegarem em silêncio minha vontade era mandar aquele infeliz embora naquele momento, ou meter meu punho na sua cara desgraçada. Reuni todas as minhas forças para tentar manter a calma.

- Boa tarde. – Falei chamando a atenção de todos. – Como todos estão presentes vamos começar.

**

Meg...

William passou a reunião inteira tentando chamar a minha atenção, da outra vez que nos vimos ele foi muito gentil comigo e eu não percebi segundas intenções,  mas hoje pelo jeito que ele me olha e se insinua eu percebi que esse santo quer reza, nunca soube como dispensar discretamente alguém e o fato de Henry ficar cada vez mais tenso não ajudou em nada com o meu nervosismo. 

Tentei ao máximo ignorar tudo a minha volta e me concentrar no assunto da reunião e foi só assim que eu consegui relaxar um pouco, os últimos ajustes foram resolvidos e o lançamento ficou marcado para uma data dentro de dois meses.

- Poderíamos sair para comemorar o lançamento. – William se aproximou de mim quando a reunião terminou, Henry conversava com Amélia longe o suficiente para não nos escutar.

- Ainda falta muito para o lançamento William, e ainda assim irei declinar ao seu pedido. – Falei lhe olhando. – Com licença. – Sai de perto dele.

Todos saíram da sala em seguida e eu fiquei sozinha com Henry, pensei algumas vezes se eu deveria ir embora, ele parecia com raiva e a minha experiência com homens com raiva não é das melhores. A gente nem sequer tinha uma relação para ele ficar daquele jeito.

- O que ele queria? – Henry perguntou me tirando dos meus pensamentos. 

- Me chamou para sai, comemorar a publicação.  – Respondi sem dá muita importância.

- E?

- E o que? – Me diz de desentendida.

- Você aceitou? – Falou seco.

- Não. – Foi tudo o que respondi. 

- Aquele infeliz não vai desistir eu vi o jeito que ele olhou pra você dentro dessa maldita calça. – Ele falou entre dentes.

- Ei. – Afastei a voz na minha mente que gritava para eu fugir e me aproximei dele lhe tocando o rosto. – Ele que tente, eu ainda sei falar e vou continuar dizendo não.

- Eu vi você dando conversa para ele. – Me acusou e eu me afastei dele.

- Estávamos na porcaria de uma reunião, eu tenho educação ainda. – Falei também entre dentes.

- Muito educada você. – Ele falou em um tom que não me agradou em nada.

- O que você está insinuando? – Perguntei me aproximando naquele momento eu me esqueci de tudo que gritava em minha mente. – Quem você pensa que é pra falar comigo desse jeito.

- Lhe ofendi? – Ele disse ainda mais irônico e rancoroso que antes.

- Seu idiota. – Dei um tapa em sua cara. – Você não tem o direito de falar comigo assim. – Tente me afastar, mas ele segurou meu pulso.

- Espere. – Falou e eu vi medo em seus olhos além da raiva, mas eu não queria falar com ele naquele momento, pois cada extinto em mim gritava perigo.

- Me solta. – Tentei sair do seu agarre.

- Por que você quer tanto ir embora? – Minha cabeça dizia “porque você me magoou e porque no momento e eu estou com medo de você.” Mas não foi o que saiu pela minha boca.

- Qual é o seu problema? – Quase gritei tentando me soltar.

- VOCÊ É O MEU PROBLEMA. – Ele gritou pra mim, cada célula do meu corpo tremeu e tive que usar todas as minhas forças para não chorar. – Você entrou na minha vida e mexeu com tudo o que estava quieto, você me tirou da calmaria e me faz fazer coisas que eu nunca imaginei. E aí... – Antes que ele continuasse, eu lhe cortei.

- Não se preocupe, eu não serei mais um problema em sua vida. – Falei com a voz embargada. – Estou saindo dela hoje. Pode voltar a sua calmaria. – Ele me olhou com os olhos confusos, puxei meu braço das suas mãos, peguei minha bolsa e me virei pra sair.

- Meg... – Ele me chamou. – Meg por favor. – Chamou mais uma vez, mas eu não parei apenas continuei o ouvindo chamar por mim mais uma vez. Entrei no elevador quase correndo e desejei que ele não me seguisse. Me encostei na lateral daquela caixa de metal e respirei fundo me controlando.

“Olha só, parece que é só eu me apaixonar que o príncipe se desfaz, o que tem de errado comigo?” “Por que essa merda dói tanto?” "Inferno, por que isso acontece comigo."

**

Meg...

Já estava escurecendo quando eu saí da empresa, por sorte tinha um táxi parado logo ali, entrei sem demora, me encostei no banco e respirei fundo controlando todo o meu corpo, eu estava assustada e magoada. Quando entrei no prédio fui direto para o apartamento de Natalie torcendo para que ela tivesse em casa, graças aos céus ela estava, a abracei assim que ela abriu a porta, quando ela me apertou eu não aguentei e chorei. Estava chorando novamente e o Henry era a culpa.

- O que aconteceu meu amor? – Ela perguntou passando uma mão pelos meus cabelos.

- O Henry, aquele idiota, babaca de merda. – Natalie me soltou, fechou a porta e puxou pela mão até a cozinha. 

- Vem me conta o que aconteceu enquanto eu lhe faço um chocolate quente, é convenção social oferecer uma bebida quente quando um amigo está triste, magoado ou chateado. – Falou quase me fazendo sorrir.

Ela pegou uma panela colocou os ingredientes e começou a preparar o chocolate quente enquanto eu lhe contava o que tinha acontecido, ela ouvia a tudo em silêncio, eu sabia que ela estava me dando espaço.

- E você o que sente por ele.

- No momento eu quero bater nele, aquele infeliz. – Ela me entregou uma caneca com chocolate quente e encostou no balcão com outra nas mãos e me olhou com uma sobrancelha erguida. – Eu tô apaixonada pelo desgraçado, queria não está, mas estou.

- Tudo bem, olha quer saber eu acho que ele também gosta de você e...

- MEG. – Antes que Natalie completasse seu pensamento ouvimos pancadas em uma porta e meu nome ser gritado. – Meg. – Chamou de novo e eu percebi que era o Henry. – Meg por favor fala comigo. – Eu cheguei perto da porta e podia ouvir ele falar. – Me perdoa eu fui um idiota, eu sou um idiota, fala comigo.

- Vai falar com ele? – Natalie sussurrou. 

Balancei negativamente a cabeça e fui até o sofá sentando e abraçando meus joelhos, tudo ficou em silêncio um pouco, achei que ele tinha ido embora, mas voltou a me chamar, batendo na minha porta.

**

Henry...

Quando eu vi Meg entrar no elevador meu coração quase parou, senti uma dor no peito tão grande que por um instante eu pensei que estivesse doente. “É isso que se sente quando se sofre de amor? Acabo que parece infarto.”

Estava disposto a ir atrás dela, mas o infeliz do meu assistente chegou me chamando, tinha uns contratos urgentes para eu assinar, ainda tive que falar com um editor sobre um novo projeto antes de conseguir sair do prédio, peguei meu carro e dirigi direto para a sua casa, meu coração acelerava a medida que o lugar ia se aproximando. Entrei direto e fui para o seu apartamento, chamei, chamei e nada, ela não queria falar comigo. Um nó formava em minha garganta, meus olhos ardiam e meu peito doía, eu andava de um lado para o outro passando as mãos em meus cabelos, parei e me apoiei na porta a chamando de novo.  Eu só queria poder falar que eu sou um idiota, que estou apaixonado e que não sei lidar com esse sentimento por isso eu falei tanta merda. Devia ganhar o prêmio de covarde do ano. "Eu me odeio no momento."

- Henry. – Ouvi a voz de Iam atrás de mim. – Acho melhor você ir embora. – Sua voz era dura e isso me irritou ainda mais.

- Não, eu quero falar com ela. – Falei me virando pra ele que acabara de sair do elevador. – Eu preciso me desculpar.

- Olha você conhece a Meg o suficiente pra sabe que ela não quer falar com você agora. Se quisesse ela já estaria aqui.

- Mas... – Comecei, ele me cortou.

- Você gosta dela? – Ele falou.

- Mais do que eu pensei que fosse possível.

- Tudo bem, vou lhe dá um conselho por que eu conheço o olhar de um homem desesperado, mas saiba que se você voltar a magoar ela eu vou fazer de tudo pra deixá-la longe de você. – Ele falava entre dentes. – Eu errei com ela uma vez, não vou deixar ninguém machucar ela de novo. – Eu poderia ficar com raiva pelo jeito que ele falava comigo, mas ele estava falando pelo bem da Meg, por que se preocupava com ela.

- Eu não vou machucar a Meg, eu só... é que isso tudo, essa coisa de sentimento é nova pra mim e eu fiz merda. – Falei passando as mãos pelos cabelos. – Eu sou um idiota.

- Certo, agora aqui vai o meu conselho. – Ele se aproximou de mim. – Vá pra casa, tome banho, esfrie a cabeça, não ligue ou mande mensagem, deixa ela respirar, deixa ela pensar no que aconteceu e deixa a raiva dela diminuir um pouco. – Ele tocou meu ombro e parecia que queria falar mais alguma coisa. – Dá um dia ou dois pra ela digerir tudo, faz um gesto bonito, romântico e conta tudo o que você sente, pede desculpas e reze pra ela te perdoar.

As palavras dele ecoaram pela minha mente do momento que eu entrei no elevador até chegar no carro, sentei, sem saber para onde ir ou o que fazer para me segurar por esses dias.

- Henry Green você é burro. – Falei sozinho batendo no volante, meu peito apertava a um ponto quase insuportável e lágrimas escorreram dos meus olhos. A última vez que eu chorei na minha vida foi quando meu pai morreu, nunca fui de chorar, não que eu seja um daqueles caras que pensam que choro não é coisa de homem, choro é super normal, mas, como minha mãe diz eu sou um Green e nós nascemos com problema com lágrimas, na maioria das vezes eu sentia apenas um nó na garganta,  um aperto que parecia me sufocar, as vezes isso dói mais do que chorar. Mas, hoje as lágrimas escorriam sem parar pelo meu rosto, poucas vezes eu senti tanto medo na vida. “Eu posso ter estragado tudo.”

“E se ele não quiser me ajudar, mas sim me afastar dela?” “Mas, o que ele ganharia com isso?” “Não pense nessas coisas agora.”

Antes que eu fizesse mais uma besteira acelerei, liguei pro John, mas ele não atendeu, liguei pro escritório dele e a assistente falou que ele havia ido pra casa, foi pra lá que eu dirigi.
L Quando o elevador abriu uma loira saiu de dentro me cumprimentando. “Sério John? Hilary de novo?” Ela é uma ex-namorada dele, com a qual ele já voltou algumas vezes, ela sempre conseguia o que queria dele, e isso me irrita pois eu sei que ela gosta do poder que tem sobre ele e não dele.

- Já voltou. – Ele abriu a porta sorridente, mas parou ao me ver. – Cara o que aconteceu? – Perguntou vendo meu estado. – Você chorou?

Entrei e comecei a contar o que tinha acontecido, ele nos serviu de uma dose de whisky e eu continuei falando, meu peito doía só de pensar.

- Estou com medo de perder a minha ruiva. – Falei suspirando.

- Então Henry Green está apaixonado?

- Perdidamente.

- Quem diria vou ver você correr atrás da mulher de novo.

- Tão engraçadinho.

- Desculpe, falando sério agora. – Ele ficou sério. – Como você pode fazer essa merda? Qual a dificuldade de dizer o que sente?

- Eu sou um covarde, idiota e tive medo de falar, de ela não me corresponder, então eu travei. – Falei virando minha terceira dose de whisky. – Eu me arrependo tanto, o que eu vou fazer se ela não me perdoar?

- Se continuar agindo assim e não falar sério vai acabar perdendo-a. – Aquilo me atingiu em cheio. – Agora vamos pensar em algo para você concertar sua cagada. – John é meu melhor amigo, mas ele não mede as palavras para passar na cara da gente que fizemos algo de errado. – E se lembre que tem a possibilidade de ela não te perdoar de cara, então se prepare pra uma luta. – Ele falou com o telefone na mão.

- Tá ligando pra quem?

- Por Tyler claro, o idiota sabe menos que você sobre amor, mas pode nos ajudar com suas técnicas de argumentação.

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Em comemoração aos 3k de visualização estou postando mais um capítulo hoje.

Henry fez uma cagadinha e a Meg tá abalada, o que ser a que vai acontecer a seguir?

Outro capítulo grandinho.

Obrigada pela leitura.

Agora sim até terça.

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