Capítulo 31.
Ouçam a música 😁
Meg...
Meu olhos foram atraídos quase que instantaneamente para o seu membro ereto que quase saltou da sua cueca quando ele a baixou, fiquei de pé e me aproximei, o beijei pedindo passagem, uma mão foi para sua nuca entrelaçando meus dedos em seus cabelos e a outra foi o seu membro, fazendo movimentos de vai e vem. Ele agarrou meu cabelo com uma mão puxando e segurando me fazendo gemer, a outra mão estava agarrada em minha bunda apertando forte. Separei nossas bocas e passei para o seu pescoço o fazendo soltar meus cabelos.
- Nunca fiz isso antes. – Falei mordiscando sua orelha.
- O que? - Ele tinha confusão na voz.
Não respondi apenas continuei, beijando o seu pescoço, suguei a pele de sua clavícula deixando uma marca leve, beijei seu peito, traçei beijos pelo seu abdômen descendo lentamente, fiquei de joelhos na sua frente, mordi uma de suas coxas, beijei a virilha, até que cheguei em seu membro, passei minha língua pela sua glande e o ouvi arfar, mordisquei devagar, desci a língua por toda a sua extensão sem realmente colocá-lo na boca.
Coloquei-o na boca e fui descendo lentamente até a base, me engasguei um pouco tentando engolir ele por inteiro, fui até onde dava e voltei a subir devagar, suas mãos alcançaram meus cabelos puxando e empurrando minha cabeça suavemente de encontro ao seu membro. Engasguei novamente deixando seu membro todo babado, coloquei uma das mãos em seus testículos os massageando enquanto chupava seu pau, passeando minha língua por ele ao subir e descer.
- Puta que pariu. – Ele gemeu apertando ainda mais meus cabelos me fazendo gemer. – Olha pra mim. – Ele falou colocando uma mão em meu queixo e me fazendo erguer os olhos em sua direção.
Sustentei o seu olhar enquanto o chupava, apertei sua bunda o puxando em minha direção e me forçando a não engasgar quando ele tocou minha garganta, levei uma mão até a base o seu membro o masturbando enquanto chupava a parte de cima em um movido de vai e vem sincronizado e rápido. Ele soltou um palavrão e puxou meus cabelos tirando minha boca de si.
- Se você continuar assim eu vou gozar agora mesmo. – Falou me fazendo ficar de pé.
Sorri maliciosamente limpando um fio de saliva que estava em meus lábios. Estava muito satisfeita comigo mesma por ter conseguido deixá-lo daquele jeito. Nos beijamos e ele me empurrou em direção a cama, tirou minha calcinha colocando no móvel de cabeceira e se posicionou no meio das minhas pernas, beijou minha abertura sedenta, levei minhas mãos aos seus cabelos os puxando ora trazendo sua cabeça mais para mim, ora a afastando, arfei quando sugou meu clitóris me levando ao limiar entre a dor e o prazer, fez movimentos circulares e desceu a língua até a minha entra a invadindo. Levantou a cabeça lambendo os lábios e subiu se posicionando em minha entrada.
- Inferno. – Ele praguejou e eu lhe olhei com o cenho franzido. – Eu não tenho preservativo aqui em casa.
- Como você não tem?
- Eu não trago mulheres aqui, então nunca vi motivo.
- Eu tomo anticoncepcional. – Falei lhe olhando. – E fiz exames poucos meses atrás.
- Eu também faço exames periodicamente e não transo sem camisinha. – Ele falou me olhando. – Confia em mim?
- Sim. – Respondi sustentando seu olhar.
Ele entrou com tudo de uma vez me fazendo soltar um gritinho de surpresa e pelo incômodo que causou, era uma ótima sensação tê-lo dentro de mim. Ele deu estocadas fortes e profundas, arranhei suas costas e entrelacei minhas pernas em sua cintura, parece que cada arranhão era um incentivo para ir mais rápido e mais forte, beijou meu seio mordiscando o mamilo fazendo eu me contorcer e gemer.
Saiu de dentro de mim e me colocou de quatro mordeu e deu um tapa em minha bunda tão forte que ficou ardendo me fez empinar em sua direção, ele segurou minha cintura e me penetrou com força.
- Eu adoro a sensação de estar dentro de você. – Ela falou se inclinando para roçar a barba em meu pescoço e morder o lóbulo da minha orelha.
Dava estocadas rápidas e profundas enquanto eu rebolava em direção ao seu membro, saiu de dentro de mim, se deitou me puxando para sentar sobe ele, desci fazendo minha florzinha o engolir por completo de uma vez, rebolei um pouco e comecei a subir e descer sobre seu pau, ele apertava um peito com uma mão e agarrava meu quadril com a outra guiando meus movimentos.
- Henry. – Gemi seu nome sentindo meu corpo explodir em um orgasmo intenso e longo me deixando com vontade de gritar, mordi meu lábio para não o fazer.
Quando ele me tirou de cima dele e me colocou de quatro senti minhas pernas bambas e minha buceta ainda pulsava, eu estava ofegante. Ele se enterrou em mim me fazendo gemer, deu estocada profundas e não demorou muito para gozar gemendo meu nome.
- Meg... hum... Meg. – Mordeu meu ombro antes de sair de dentro de mim.
**
Henry...
Fui encher a banheira para relaxarmos um pouco e a deixei deitada de bruços na minha cama, nunca uma mulher havia estado ali, mas ver a Meg me deixava doido de tesão, parecia que aquele lugar pertencia a ela. Voltei para o quarto e fiquei a observando um pouco antes de falar.
- Vamos?
- Ainda estou com as penas bambas. – Ela disse se levantando. – O serviço foi bem feito. – Falou risonha.
- Eu te levo.
A peguei no colo e levei para o banheiro a sentando na bancada, fechei a torneira, coloquei os sais, espuma, deixei tudo arrumado, Meg desceu da bancada e se virou para o espelho retirando os cílios postiços.
- Tem algo que eu possa usar para tirar a maquiagem? – Perguntou me olhando pelo espelho.
- Tem água micelar serve?
- Servi sim. – Indiquei e ela pegou colocou em um algodão e limpou o rosto, era incrível o tanto de reboco que tinha ali.
Tirei o colar que ainda estava em seu pescoço, coloquei na bancada e a puxei pela mão para entrarmos na banheira. Ela fez um coque e entrou na banheira. Me sentei e puxei para o meio das minhas pernas.
- Escuta antes quando você foi me chupar disse que nunca tinha feito antes. – Perguntei curioso.
- Isso, foi a primeira vez que eu fiz. – Ela falou simplesmente e eu sorri.
- Sério? Nem com os ex namorados? – A menção deles fez meu sorriso morrer e sentir um bolo na garganta.
- Não, nunca.
- Uau. – Sorri. - Queria perguntar o motivo, mas, se ela quisesse falar já tinha feito, e eu gostava nem um pouco da ideia de pensar nela com outroa homens.
Ficamos bastante tempo na banheira, demos uns amassos, mas a maior parte do tempo foi preenchido por carinho e conversas, saímos do banho, escovamos os dentes, guardei a escova que ela tinha usado para o dia seguinte. Voltamos para o quarto e fui até o closet, vesti uma calça de moletom, peguei uma blusa roxa de botões e uma cueca boxer branca e voltei para o quarto, ela estava de costas terminando de se secar e aquela visão me fez querer voltar a está dentro dela.
- Vista isso vai ficar mais confortável.
- Obrigada.
Ela se vestiu e ficou muito sexy com minha blusa lhe cobrindo até o meio das coxas, minha vontade era tê-la novamente, sim, com essa mulher eu sou insaciável. Nos acomodamos na cama, puxei ela para ficar de conchinha e acariciei sua perna até cairmos no sono.
Acordei no dia seguinte pouco passava das 9 horas, a observei enquanto dormia por algum tempo até que a bexiga apertou e eu fui ao banheiro, depois desci a fim de preparar algo para comermos, liguei para uma loja e pedi que entregassem uma muda de roupa para a Meg não queria que ela tivesse que voltar com aquele vestido.
Estava terminando as panquecas quando a minha campainha tocou. “Quem pode ser?” “Se fosse o porteiro com a roupa teria avisado.”
- Mãe? O que faz aqui? – Disse depois de abrir a porta e dá de cara com minha mãe com uma sacola na mão.
- Bom dia pra você também filho. – Disse me abraçando. – Isso estava na portaria para você. – Falou me mostrando a sacola de compras.
- Obrigada mãe. – Falei pegando a sacola, nesse momento ouvi passos na escada.
**
Meg...
Acordei sozinha em sua cama, passei um tempinho enrolando com preguiça, meu corpo ainda estava levemente dolorido. Levantei fui ao banheiro, fiz xixi, lavei as mãos, escovei os dentes, lavei o rosto e dei um jeito nos cabelos antes de descer as escadas usando apenas uma blusa sua e uma cueca boxer que ficava escondida pela blusa.
Sai do quarto e desci as escadas perdidas em pensamentos, corando ao lembrar da noite anterior, sorri ao lembrar como ele me tratou e meu coração se aqueceu, quando eu cheguei a sala congelei, ele estava próximo a porta com uma mulher mais velha ao seu lado, ela exalava elegância, seus olhos eram azuis como os de Henry, e o nariz levemente torto. Imaginei ser a mãe dele e ela me olhava como se eu tivesse um flamingo em minha cabeça. “Será que se eu voltar para o quarto correndo eles me acham doida?”
- Mãe essa é Margareth Taylor. – Ele falou me chamando para me aproximar. – Meg essa é Marianne Green minha mãe. – Forcei minhas pernas caminharem e me aproximarem dos dois.
- Prazer em conhecê-la senhora Green. – Eu a disse estendendo a mão.
- O prazer é meu, querida. – Ela falou pegando minha mão. – Me desculpe a cara de surpresa, mas não esperava ver uma mulher aqui. – Ela falou sorrindo de lado e minhas bochechas arderam, eu tinha consciência que estava parecendo um pimentão.
- Mãe pelo amor de Deus. – Henry reclamou.
- Que foi?
- Eu.... É... – Não sabia o que dizer.
- Pedi que mandassem buscar uma roupa para você não precisar vestir o mesmo vestido do baile. – Ele me entregou uma sacola que estava em suas mãos.
- Obrigada. – Peguei a sacola. – Com licença.
Sem dizer mais nada ou esperar resposta eu peguei a sacola e praticamente corri escada a cima, entrei no quarto e me livrei das roupas rapidamente, vesti a saia estampada com uma regata preta justa que me possibilitava usar sem sutiã. Calcei os sapatos da noite anterior e procurei pelo meu celular, mas não achei. Tornei a descer as escadas, eles conversavam na cozinha agora.
- Henry onde você colocou meu celular? – Perguntei.
- Está no móvel ao lado da porta. Por que?
- Vou pedir um táxi para ir embora.
- Não precisa disso eu te levo daqui a pouco. – Ele se aproximou de mim, deixando nossos corpos bem próximos. – Eu fiz café da manhã para a gente. – Disse tocando meu rosto carinhosamente.
- Desculpe, fica pra próxima. – Toquei sua mão e lhe olhei nos olhos pedindo desculpas, mas, eu não ia encarar sua mãe ali, senão eu tenho certeza que explodiria de constrangimento, me sentia uma adolescente que foi pega pelos pais transando. – Eu realmente acho melhor eu ir, antes que morra de vergonha. – Sussurrei a última parte e ele sorriu.
- Tudo bem. – Sussurrou de volta.
- Foi muito bom te conhecer senhora Green. – Falei olhando para dentro da cozinha.
- Você já vai, minha querida? – Ela falou se aproximando. – Não vai nem ficar para tomar café conosco?
- Não senhora, eu realmente preciso ir, sinto muito. - Tentei meu melhor sorriso.
- Bom se já vai meu motorista te leva ele está lá embaixo.
- Imagina não precisa de incômodo. – Tentei me esquivar.
- Incomodo algum, menina.
- Aceita logo minha mãe é insistente. – Henry falou rindo.
- Aprendeu com ela? – Perguntei e ele gargalhou. – Obrigada senhora Green.
- Por nada querida.
Henry me acompanhou até a porta peguei meu celular e coloquei no bolso da saia me virando para me despedir dele.
- Deixei o vestido em seu quarto não rola transportar ele sem a capa.
- Tudo bem.
- Já ia me esquecendo. – Tirei os brincos de diamantes que eu ainda usava e lhe entreguei. – Aqui estão, o colar ainda está no banheiro.
- Fique pelo menos com os brincos. – Ele tentou insistir.
- Não, combinamos que seria apenas emprestado, pegue. – Lhe entreguei.
- Está bem. – Pegou os brincos e colocou no móvel ao lado da porta. – Agora quero pelo menos um beijo de despedida.
Ele me agarrou pela cintura e me puxou para seu corpo me beijando suavemente, nossas línguas se acariciando, terminou com vários selinhos e eu me agarrei a ele em um abraço apertado.
- Até depois. – Falei quando nos separamos.
- Até. – Selou nossos lábios mais uma vez.
Quando cheguei na rua o motorista da senhora Green me chamou pelo nome, agradeci, entrei no carro e lhe passei meu endereço, Natalie esperava por mim com a porta do apartamento aberto.
- Meg... – Gritou assim que girei a minha chave na porta.
- Que é?
- Compareça à sala de reuniões. – Sorri e fui para o seu apartamento.
- Que foi?
- E você e o Henry como estão?
- Por que?
- Por que vocês são o casal de Londres. – Olhei pra ela sem entender e ela me mostrou fotos nossas em sites de fofoca, sentei ao seu lado para ver melhor, um deles tinha até foto do nosso beijo com uma manchete que falava “Finalmente o empresário Casanova está namorando, esse acontecimento nós nunca tínhamos visto" Outro dizia, “O CEO da corporação Green visto ontem à noite com uma mulher acima do peso". E por aí ia.
- Caralho. – Fiquei olhando para as matérias, rolando páginas. - Meu Deus, e eu achando que meus 15 minutos de fama viriam com meu livro.
**
Henry...
Meg pegou a sacola da minha mão e quase correu em direção às escadas sumindo de vista, ela estava com o rosto ruborizado e pelo pouco que eu conhecia dela sabia que estava morrendo de vergonha e que sairia dali o mais rápido possível, toda a situação com a minha mãe havia a deixado em uma situação difícil.
- Então. – Minha mãe se virou para mim. – Quem é essa mulher?
- Eu já disse mãe é Margareth Taylor. – Falei para ela que continuou me olhando. – Ela é funcionária da emissora e estamos publicando um livro dela.
- E em que momento enquanto vocês conversavam sobre trabalho ela acabou vestindo uma blusa sua? – Voltei para a cozinha e minha mãe me seguiu esperando uma resposta.
- Ela não está aqui por motivos de trabalho mãe e a senhora sabe disso.
- Você está dormindo com uma funcionária. - Falou com uma pontada de reprovação.
- Ela não é minha funcionária mãe. Não diretamente.
- Henry, vocês estão namorando?
- Não, estamos saindo.
- E?
- E nada mãe. – Falei colocando as panquecas em um prato. – Somos duas pessoas adultas saindo juntas.
- Me responda mais uma coisa. – Ela falou me olhando atentamente. – Quantas mulheres com as quais você está "saindo" trouxe aqui?
- Nenhuma, nunca trouxe uma mulher pra casa. – Falei com sinceridade. – A senhora sabe que esse é o meu refúgio e só minha família vem aqui.
Minha mãe sorriu estranho, antes que pudesse falar alguma coisa Meg desceu as escadas e veio em nossa direção, estava vestindo a roupa que eu havia mandado buscar e ela estava incrível naquela blusa que delineava seus seios. Ela perguntou pelo celular, e disse que ia embora, eu queria muito ficar mais um pouco com ela, mas a deixei ir. Fiquei olhando para a porta fechada um pouco antes de me virar.
- O que é isso? – Minha mãe perguntou se referindo aos brincos no móvel ao lado da porta.
- São brincos que eu comprei pra Meg junto com um colar.
- E por que eles estão com você e não com ela?
- Por que ela não aceitou. – Falei dando de ombros.
- E por que ela não aceitou? – Minha mãe tinha uma expressão indecifrável no rosto.
- Não sei ao certo os seus motivos mãe, mas eu sei que a Meg é uma mulher que não suporta se sentir comprada e como não temos relação alguma não vê motivos para aceitar um presente meu.
- Ainda mais um presente caro. – Falou se sentando no meu sofá. – Ela parece ser uma boa moça meu filho, ficou toda sem jeito por eu vê-la aqui com suas roupas.
- Ela é ótima, é uma mulher incrível. – Falei sorrindo e suspirando enquanto me sentava ao seu lado. – Mas me diga por que veio até aqui?
- Você acha que eu vejo fotos do meu filho aos beijos com uma moça e não vou querer saber o que está acontecendo?
- Fotos?
Me levantei e fui até o móvel ao lado da porta pegando meu celular e abrindo o e-mail em busca das notificações do alerta que eu mantinha sobre mim e sobre a empresa. Abri o primeiro link e tinha fotos minha e da Meg nos beijando ontem na saída da festa, outras nossa de mãos dadas e algumas na entrada do evento. As fotos eram quase as mesmas, o que mudavam eram as manchetes.
“Milionário fisgado."
“Estaria um dos solteiros mais cobiçados do ramo empresarial namorando?”
“Henry Green visto com ruiva misteriosa no baile da Glamour.”
“Empresário visto com mulher fora dos padrões.”
“Finalmente o empresário Casanova está namorando? Esse acontecimento nós nunca tínhamos visto"
“O CEO da corporação Green visto ontem à noite com uma mulher acima do peso".
"Que é a mulher esperta que conseguiu o que nenhuma outra conseguiu antes."
Enquanto lia algumas manchetes raiva foi crescendo dentro do meu ser, eles estavam atacando a Meg pelo simples fato de ela está comigo, não poderia deixar que ela visse uma coisa dessas, espero que ela não veja. Encaminhei os links para Tyler e liguei para ele.
Ligação on *
- E aí cara. A que devo a honra? – Perguntou com voz de sono.
- Saíram fotos minhas com a Meg em alguns sites, algumas matérias estão atacando-a. – Falei entre dentes. – Eu quero essas merdas fora do ar e quero o quanto antes.
- Considere feito.
- Eu não quero que ela veja isso. – Fiz uma pausa. – Se certifique que eles saibam que não se brinca comigo.
- Okay.
- Se eu perder ela por causa desses idiotas eles vão se vê. – E dizendo isso eu desliguei, minha mãe tinha um sorriso de orelha a orelha.
Ligação off*
- Você gosta mesmo dessa moça, não é?
- Sim eu gosto. – Respondi me jogando no sofá com o peito apertado. – Eu gosto muito dela, mãe eu nem sabia que eu podia sentir algo assim eu nem sabia como era se sentir assim. – Falar dos meus sentimentos me fez perceber o tamanho deles e como eu estou ferrado. Até aquele momento não tinha me dado conta do quanto gostava dela.
- Você já conversou com ela sobre o que você sente?
- Até hoje eu sequer tinha admitido pra mim mesmo. – Falei com sinceridade, mas também era verdade que eu não sei como falar, muito menos o que esperar em resposta, mas não disse isso para a minha mãe.
=====================
Que jeito de conhecer a sogra hem.
Malditos repórteres que ficam atacando a Meg.
Eita que finalmente o Henry se deu conta, primeiro passo é aceitar o sentimento.
Capítulo um pouco grandinho, espero que gostem.
A música da mídia foi uma indicação da Rafa e eu achei que casou direitinho com o nosso casal.
Até terça. 😘
Vote e comente. 😊😊
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top