Capítulo 24.

Henry...

Mensagens*

John: Anda Henry vem na boate.

Henry: Cara eu já tô deitado.

John: Meu Deus você tem quantos anos 95?

Henry: Idiota.

20 minutos depois...

John: Eu garanto que você não vai se arrepender se vier.

Henry: Do que você está falando?

John: Venha, você vai gostar.

Foto 📷

Mensagens*

Fiquei olhando a foto que John mandou de uma certa ruiva que tinha o poder der me deixar louco, ela ria com um copo de bebida na mão. Até parece que eu vou sair de casa e ir até lá só por que ela tá lá, eu hem, o John parece que não me conhece. Vou é tomar um whisky. Levantei, fui até o bar que tem no meu apartamento e peguei um copo e enchi do líquido amarelado, tomei um grande gole sentindo passar pela minha garganta e esquentar meu corpo.

- Se bem que é sábado à noite e faz tempo que eu não saio de casa só para me divertir, se eu fosse não seria necessariamente por ela, era pra me divertir. – Falei sozinho enquanto balançava o líquido dentro no copo. – Eu podia ir só pra ver meus amigos e sair um pouco de casa. - Tomei o resto da bebida.

Deixei o copo de lado e subi para meu quarto, tomei um banho rápido, vesti uma cueca boxer preta, uma calça jeans azul escuro e uma blusa vermelha, calcei um sapato preto, ajeitei os cabelos que estavam crescidos e deixei a barba por fazer. Passei perfume, coloquei a carteira no bolso e sai pegando a chave da minha Lotus vermelha e sai. Minutos depois eu estava entrando na boate e indo em direção a área vip.

- Eu sabia que ia te convencer. – John falou assim que me juntei a eles.

- Eu vim só pra sair de casa mesmo.

- Claro. – John falou e ele e Tyler caíram na gargalhada. Belos amigos esses meus.

Peguei uma bebida e me sentei com aqueles a quem eu chamava de amigos, depois de um tempo eu fui até a varanda olhando para baixo e como se meus olhos fossem atraídos para ela eu a vi, dançava no meio da pista entre Iam e uma outra mulher. Ela usava um vestido vinho colado com um corte geométrico na parte de baixo e detalhes em branco, o vestido marcava todo o seu corpo e ela se movia ao som da música de forma atraente, quando ela se virou de costas para onde eu estava a olhei por alguns minutos e quando vi estava descendo as escadas que davam acesso a parte de baixo e deixando dois idiotas rindo atrás de mim.

Atravessei o salão até onde eu a vi dançando, quando toquei sua cintura ela se virou com cara de pouco amigos, mas aquela expressão brava dela se suavizou assim que me viu, sorri para ela.

- Oi. – Ela disse mais perto.

- Oi. – Me aproximei dela e lhe beijei o rosto. – Posso dançar contigo?

- Por que não? – Ela sorriu.

Ela ficou de costas para mim e dançou rebolando perto do meu corpo, mas, sem realmente encostar, essa mulher quer me deixar doido só pode, coloquei as mãos em sua cintura e a puxei para o meu corpo, fazendo suas costas baterem no meu peito, ela tirou minhas mãos e olhou para trás dizendo.

- Quem disse que eu deixei você me tocar? Deixei dançar comigo. – Ela sorriu provocativa, se desencostou de mim e continuou dançando.

Me contive para não tocar, mas o que eu queria era passear minhas mãos por cada centímetro do seu corpo, o vestido colado evidenciava sua bunda convidativa e a vontade de desferir um tapa nela aumentava a cada minuto.  Em um movimento ela se afastou na minha direção, roçando sua bunda em meu membro, pegou minhas mãos e colocou na sua cintura.

- Agora você pode me tocar. – Falou se virando de frente para mim.

- Quanto você bebeu? – Perguntei trazendo seu corpo para junto do meu.

- O suficiente para ficar mais solta, mas, não o bastante para você está se aproveitando de mim. – Ela sorriu.

Me inclinei em sua direção com a intenção de beija-la mas, ela virou o rosto sorrindo, beijei seu pescoço e mordi o lóbulo da sua orelha a sentindo estremecer, saímos do meio da pista para a direção do bar onde seus amigos estavam.

- Boa noite. – Falei ao me aproximar deles. – Não fomos apresentados ainda prazer Henry. – Falei tirando a mão da base das costas de Meg e estendendo para a morena a minha frente.

- Prazer em finalmente conhecê-lo. Sou Natalie. – Ela falou pegando minha mão e sorrindo gentil. Então ela sabe sobre mim.

- O que vocês acham de subirem comigo para a área vip?

- Vamos adorar. – Iam foi o primeiro a responder. As duas concordam em seguida

- Vou ao banheiro e volto em um instante.

Quando voltei do banheiro tinha um homem conversando com Meg, ele estava inclinado em sua direção e ela se afastava, Iam olhava como um gato pronto para atacar. Uma onda de choque percorreu meu corpo fazendo meu sangue ferver, queria afastar ela daquele homem o quanto antes. Cheguei colocando a mão em seus ombros.

- Vamos? – Perguntei a ela ignorando o homem com ela.

**

Meg...

A atitude der Henry agora a pouco quando voltou do banheiro foi um pouco rude, ele sequer falou com o homem que conversava comigo, mas como ele estava me incomodando eu nem fiquei pensando nisso.

No andar de cima sentamos em uma mesa com Tyler e John, eles eram muito agradáveis, bebemos alguns drinks, mas Henry não bebeu ele disse que estava dirigindo e por isso não ia beber mais.

- Onde está a outra amiga de vocês? – John perguntou se inclinando em minha direção e eu fiquei sem entender por alguns momentos, aí me lembrei da noite na boate. 

- Ellen, ela está na Índia estudando, fazendo um curso para se especializar mais.

- E o que ela faz? – Por que esse interesse tamanho?

- Ela é fotógrafa.

- Na última campanha que eu fiz, nós trabalhamos com o sócio dela. – Iam falou.

- Interessante. - Natalie que estava no bar voltou em pouco tempo.

A conversa rendeu, caminhando por vários lugares, nem percebi o tempo passar, vez ou outra senti a mão de Henry acariciando minha perna.

Levantei e fui olhar o movimento a baixo, não demorou muito para dois braços fortes me envolver,  me virei em suas braços para lhe olhar, os olhos de Henry estavam  escuros de desejo, ele se inclinou para me beijar segurando meu queixo com uma mão, mas parou próximo aos meus lábios como se pedisse permissão para continuar.

Embora a parte racional de mim gritasse para me afastar, a parte que queria se entregar aquele beijo foi mais forte e foi o que eu fiz, uni nossos lábios, iniciando um beijo carregado de desejo. Voltamos para a mesa e pouco tempo depois decidi ir embora.

- Bem queridos, já deu pra mim. – Falei me levantando.

- Eu te levo. – Ele se levantou ao meu lado.

- Vamos então, boa noite. – Acenei para todos e saímos.

Antes de entrarmos no carro ele me prensou contra a lateral baixa dele e me beijou com urgência, mordendo meu lábio inferior ao nos afastar.  Entramos no carro e ele deu a partida.

- Para sua casa?

- Pra onde mais séria? – Perguntei até usando uma sobrancelha.

- Pra minha? – Sorri e não disse nada.

Quando chegamos na frente do prédio quando eu me vi já estava convidado ele para subir, ele sorriu malicioso me seguindo para dentro do prédio. Por que eu estou levando-o pro apartamento?  Por que eu sinto tanto desejo por ele? Bem talvez se a gente transar de novo esse tesão entre nós passe, é deve ser isso.

Mal as portas do elevador se fecharam e ele me amassou contra a parede, colocando uma mão em minha nuca e puxando meu cabelo para deixar meu pescoço exposto, beijou,  mordeu e chupo a pele do meu pescoço mordendo o lóbulo da minha orelha, quando ia beijar a minha boca o elevador abriu no meu andar.

Entrei no apartamento com ele atrás de mim, deixei as chaves e a bolsa sobre o móvel que estava ali e me virei para ele que me olhava intensamente, nos beijamos com desejo, nossas línguas se acariciando dentro das bocas unidas, quando ele me empurrou na direção do sofá eu o parei, separei nossas bocas e peguei na sua mão o levando para o quarto. 

Assim que entramos voltamos a nos beijar, minhas mãos alcançaram a barra da sua blusa e a tirei jogando no chão, ele fez o mesmo o meu vestido, parou e ficou me observando.

- Você é muito gostosa ruiva, puta que pariu.  – Ele falou com a voz rouca de desejo, antes de avançar sobre mim.

Enquanto nos perdíamos na boca um do outro abri sua calça e a forcei para baixo ele se livrou do resto ficando nu na minha frente com membro ereto, quando vi eu já estava só sem sutiã e ele segurava um dos meus seios, enquanto chupava o outro e me empurrava na direção da cama. Me afastei e segurei nos seus ombros o empurrando para a cama com a mão espalmada em seu peito.

**

Henry...

- Minha casa, minhas regras. –  Ela disse com um sorriso safado nos lábios, o que me deixou ainda mais excitado, sentia meu membro pulsar pedindo por contato.

Ela engatinhou pela cama subindo no meu corpo vindo me beijar, levei uma mão até sua nuca e a outra em suas costas, ela tocou meu pau com as mãos fazendo movimentos lentos e estimulantes. Afastou a calcinha e sentou de uma vez no nele arfando quando entrei pro completo dentro dela.

Começou a cavalgar para frente e para trás subindo e descendo incansavelmente, ela estava me levando a loucura, eu apertei aquela sua bunda que me deixa louco e dei uns tapas nela a fazendo gemer.

- Meg. – Sussurrei.

Ela fez um movimento trocando nossas posições e abriu bem as pernas para mim. Não precisou nem ela dizer o que queria, beijei seu pescoço puxando e mordendo a pele, desci pelo seu corpo, beijando seios, barriga, passei para a coxa até chegar na sua intimidade molhada.

**

Meg...

Ele estava me deixando doida com os movimento de fazia com a língua em minha buceta, chupou meu clitóris o contornado com a língua, desceu até a minha entrada e voltou para o clitóris, levou dois dedos e me penetrou com eles começando movimentos ritmados me levando à beira do orgasmo, me contive queria fazer a sensação durar.

Estiquei a mão para o móvel na cabeceira da cama, abri a primeira gaveta e peguei uma camisinha.

- Henry. – Gemi com os movimentos de sua língua.  – Henry eu quero você dentro de mim, agora.

Ele me olhou nos olhos e sorriu, pegou o preservativo que eu o entreguei, colocou e subiu pelo meu corpo entrando de uma vez me fazendo soltar um gritinho de surpresa e pela dor que o movimento causou.

- Forte. – Pedi ente gemidos.

- Você gosta com força Meg? – Ele perguntou puxando meu cabelo me fazendo arfar.

Ele metia fundo e forte tocando repetidas vezes um pontinho sensível dentro de mim, estava à beira do orgasmo, enlace minhas pernas em sua cintura reduzindo seus movimentos e  arrancando um gemido de reclamação de sua garganta.

- Você quer me deixar louco?

- Vai por mim, vai ser bom.

Voltei a ficar por cima dele, montei deixando meu tronco reto, espalmei as mãos em seu peito e comecei a cavalgar sobre ele com força e rapidez, suas mãos alcançaram peitos e os apertaram enquanto eu fazia movimentos de vai e vem, sobe e desce, uma de suas mãos saiu do meu peito e foi para a minha bunda, apertando, arranhando e batendo, com força suficiente pra deixar marcado.

- Goze comigo Henry... – Falei o estimulando. – Eu vou gozaaar.

A última palavra veio com um gemido longo, senti meu interior se comprimindo e uma onda de libertação perpassou pelo meu corpo, enquanto eu me desmanchava em um orgasmo intenso apertando seu pau dentro de mim, senti meu líquido escorrer por ele e minha buceta se contrair o apertando ainda mais. Não parei os movimentos em momento algum e nem a mordida no lábio foi capaz de conter meus gemidos, enquanto eu era acometida por um segundo orgasmo ainda mais intenso que o anterior, era isso ou eu estava tento o gozo mais longo de toda a minha vida.

- Meg... CARALHO. – Henry quase gritou gemendo ao gozar.

Senti seu pau pulsar dentro de mim liberando cada gota do seu gozo e ele gemia rouco com os olhos focados nos meus, quase não se via azul em seus olhos. Sai de cima dele e cai na cama ao seu lado sentindo o corpo todo mole, as pernas bambas, meu peito subia e descia rapidamente e eu sentia meu coração acelerado e uma pulsação em minha buceta.

- Puta merda acho que eu mal consigo andar. – Ele falou ainda ofegante.

- Eu falei que ia ser bom caralho. – Disse sorrindo.

- Foi mais que bom.

Ele se levantou e foi até o banheiro se desfazer do preservativo, voltou e quando eu achei que ele fosse embora se deitou ao meu lado e me puxou para o seu peito, algumas perguntas vieram à minha mente, mas, eu as afastei e apenas me concentrei no carinho que ele fazia em minhas costas.

Ficamos um bom tempo daquele jeito em silêncio, até que ele começou a perguntar sobre onde eu tinha aprendido aquilo e eu lhe respondi que li em um livro outro dia e quis testar.

- Sinta-se à vontade para testar coisas comigo se forem boas assim. – Ele falou rindo enquanto acariciava minhas costas.

- Você está dizendo que eu sou boa de cama? – Meu tom de voz era divertido.

- Muito boa. – Ele começou a descer a mão para a minha bunda ele não conseguia ficar longe dela. – Muito gostosa também.

- Aah se a Meg do início da adolescência me visse agora... – Brinquei.

- Por que?

- Por que ela se martirizava por não está no padrão de beleza, por não ser magra o suficiente. – Eu falei voltando a montar nele. – Se ela visse que estaria em alguns anos ainda fora dos padrões na cama com um gato modelo de cueca lhe chamando de gostosa.

- Modelo de cueca? - Eu dei de ombros. - Mas, você é muito gostosa. – Ele falou segurando meus quadris e me fazendo sentar em seu pau. – Essa sua bunda me leva a loucura. – Falou me dando um tapa na bunda que me fez soltar um gemido. – Então você me acha gato?

- Pelo amor de Deus e alguém não acha? – Falei parando de me movimentar para lhe olhar. – Você não é nem cego pra não vê o jeito que pessoas te olham, sonso.  – Bati em seu peito.

- Não estou perguntando o que os outros pensam, quero saber o que você acha.

- Sim eu te acho muito bonito e um gostoso. Satisfeito?

Ele sorriu com malícia segurou meu corpo e trocou de posição sem sair de dentro se mim, começou a dar estocadas rápidas e profundas.

- Na primeira gaveta.

- O que? – Ele quis saber.

- O preservativo.

Ele assentiu e se inclinou para pegar o preservativo, saindo de dentro de mim apenas tempo o suficiente para colocá-lo e voltando a se enterrar dentro de mim seguida.

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Eu digo é eita. Olha só como essa noite terminou.

E agora?

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