CAPÍTULO 6 - AMÉRICA.

Chegamos no aeroporto, ajudo Alfred a tirar as malas do carro e carregar pra dentro do aeroporto. Fico na fila pra dar os documentos e o passaporte.

- Será que eles vão descobrir? – Pergunto Alfred com medo.

- Tirando o fato que o país todo sabes o seu nome, mas nunca te vistes, acho que não meu lor... Christopher. – Ele da um sorriso de canto.

- Eu to com medo Alfred...

- Se acalme, você es a pessoa mais corajosa que eu conheço. Vai dar tudo certo. – Ele me empurra, pos a fila estas a andar.

- Obrigado. – Tento ser simpático.

A fila começa a andar e logo chega minha vez.

- Boa tarde senhor. – A moça do balcão me recebe com um sorriso encantador. – Irei precisar do seu passaporte e de algum documento seu. – Ela continua a sorrir.

- Há claro. – Os pego em meu bolso e a entrego.

- Viajara para onde? – Ela pergunta.

- América, New York City. Pra ser mas exato. – Dou um sorriso de canto.

- Está bem, tenha uma ótima viagem. – Ela olha em meus olhos e começa a abrir o passaporte.

Tento disfarça meu nervosismo mas acho que não estou indo muito bem. Esfrego minhas mãos em minha calça de tanto que estão suadas.

Olho ao meu redor com medo de ter paparazzi. Não sei porque estou com esse medo, eles nunca viram minha face, isso virou um trauma em mim.

- Que nome bonito. – A vos da atendente corta meu pensamento. – O filho do príncipe William tem esse nome, né? – Ela fala olhando pro meu documento.

Eu começo a suar frio, meu coração parece que vai sair pela boca. Ela me descobriu, pronto é o fim, fui desmascarado. Adeus sonho...

- Senhor? – Mas uma vez ela corta meu pensamento. Agora me encara.

- Sim é o mesmo nome. Eu nasci no mesmo dia que ele. Daí meus pais esperaram os príncipes darem o nome pro filho pra por em mim também. Diz eles que foi uma homenagem pra família real – Minto na cara dura.

- Nossa que história incrível. Bem diferente. – Ela da um sorriso.

Ela faz as notações no computador e logo me entrega os documentos.

- Aqui senhor. – Ela me entrega.

- Muito obrigado. – Pego e saio de sua frente.

- Boa viagem príncipe. – Ela aumenta o tom.

“Príncipe? Ela disse príncipe?”

- Meu sonho. – Sorrio frio. – Bom trabalho. – Falo dando tchau e ela me responde com outro.

Saio as presas daquele balcão, mas um pouco ali e realmente ela vai descobrir que sou o príncipe.

Enfrento outra fila, a pra embarcar no avião. Me aproximo do segurança que pegam minhas malas e me revistam. Ao acabar me dão passagem pra passar no detector de metal.

- Alfred és aqui que me despeço de você. Foi um prazer te ter ao meu lado todo esse tempo. Vou sentir sua falta. – O encaro.

- O prazer foi todo meu, meu lord. Tenha uma ótima viagem e que você consiga a vida que tanto procura. – Ele me cumprimenta, mas eu o puxo pra um abraço.

Ao acabar de abraça-lo, eu pego minha mochila e passo pelo detector. Caminho em direção a escada rolante e de lá vejo Alfred que me dar tchau e eu o respondo.

Percorro todo o caminho até entrar no avião. Ao entrar procuro meu acento, que acabo achando. Meu companheiro és um chinês bem mal encarado. Dou um sorriso ao passar por ele e me sento no canto, ao lado da janela. Pego meu celular e mando uma mensagem pra minha mãe. Logo em seguida escuto uma voz.

- Senhores passageiros, o avião já ira decolar. Por favor colocar o sinto de segurança e não deixar nenhuma mala no caminho. Espero que todos tenham uma ótima viagem. – O piloto fala.

Olho para o meu lado doido pra falar algo, mas o chinês está com um fone de ouvido vendo um filme. Então olho para a janela ansioso pra chegar logo na América.

Sou acordado pelo chinês que está em pé, pelo visto o avião já posou e todos já começaram a descer. Eu agradeço e me levanto, pego minha mochila e começo a descer do Avião. Está de noite, são duas hora da manhã, está bem frio aqui. Aperto o passo porque vou acabar me congelando aqui fora.

Ao entrar no aeroporto vejo como é enorme, olho em minha volta maravilhado com o tamanho. Subo a escada rolante e vou retirar minhas malas. Por ser três malas enorme eu as coloco no carinho pra conseguir me locomover até a saída.

Molly disse que seu irmão irias vim me buscar, espero que ele já esteja aqui. Caminho uma boa parte até ver a saída, aonde se encontra muitas pessoas esperando seus parentes e amigos com cartazes.

O POVO DESSA CIDADE NÃO DORME? JÁ ESTÁ BEM TARDE.”

Continuo caminhando, procurando alguma placa com o meu nome, mas eu não acho. Paro perto das pessoas com cartazes e olho cada nome de perto e nenhum tem o meu.

- Acho que ele não chegou. – Falo pra mim mesmo.

Fico vendo as pessoas se abraçando e comemorando a chegada de seus familiares. Fico olhando pra um grupo que grita e pula tanto que deu pra perceber que ficaram bastante tempo sem se ver. Me pego sorrindo e encarando essas pessoas do nada. Elas se movem um pouco e logo atrás posso ver um homem com um cartas escrito:

“SEJA BEM VINDO LOUIS.”

- Será? – Falo baixo.

O homem deve ter uns trinta e oito anos, ele é negro, alto, careca, olhos verdes e tem um porte físico bem legal na verdade. Não sei, eu posso estar enganado mas ele parece um pouco com a Molly.

- Com licença. – Falo me aproximando. – Esse cartaz seria pra Louis Christopher? – Pergunto com um sorriso no rosto.

- Sim... É que o papel é pequeno ai não deu pra escrever o resto. – Ele sorri. – Você deve ser ele, estou certo? – Ele me olha surpreso.

- Sim, sou eu. – Estico minha mão pra o cumprimentar.

- Para com isso menino. – Ele bate em minha mão. – Vem cá, seja bem vindo. -Ele me abraça bem forte.

Eu claro no início fiquei sem reação. Mas logo tratei de corresponder o gesto simpático dele.

- Muito obrigado. – Falo sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha.

- Vem, vamos embora. Você deve estar morto. – Ele pega o carrinho e começo o empurrar.

“Morto?” O que isso significa? Não sei direito, mas se ele disse és porque eu estou.

O sigo até seu carro que és bem simples. O ajudo a colocar as malas no porta mala e logo em seguida entro no carro, me sentando ao seu lado.

O senhor Jackson dá a partida e ficamos conversando. Ele és tão simpático, parece muito gente boa, gostei dele.  Derrepende me pego olhando pela janela encantado, são tantas luzes, tantas cores, tantas telas. Então essa és a famosa Times Square.

- Linda, né? -Seu Jackson fala se inclinando pra frente para ver a vista.

- Muito... És mais linda ainda pessoalmente. – Falo colocando a cabeça pra fora da janela.

Não tem palavras pra descrever o que estou sentindo agora. Eu consegui, eu consegui realizar meu sonho de sair da casa dos meus pais. Hoje começa uma nova vida, hoje posso ser totalmente livre.

SEJA BEM VINDO A AMÉRICA...

E finalmente nosso príncipe chegou ao seu destino. Agora é a gente torcer pra que der tudo certo pra ele. Esse foi o capitão de hoje meus amores. Espero que gostem, não deixem de votar e comentar. 😙

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