59-Declarados Inimigos

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[Cidade de Qnart]

As tropas de Qnart se moviam para a batalha na pedreira, e enquanto isso Tinna com cautela espreitava passando de becos em becos, telhados em telhados, mesmo durante o dia, ela se mantia invisível, pelo menos para aqueles que ela não queria vissem ela... Chegando em um beco com todo o cuidado, logo a frente ela encontra seu destino...

-Facil demais... (Sem levantar suspeitas, ela entra em uma casa simples e pequena, com o cuidado dobrado dentro da casa, mas as madeiras sob seus pés não ajudavam muito, e rangiam a cada passo cauteloso da garota, ela encontra copos e jarros quebrados pelo chão, parecia que tinha acontecido uma luta naquele local)... Oque aconteceu? (Ela sussurrou pra si própria)

Mais alguns passos dentro da casa, e Tinna chega na cozinha, alguém tentava pular a janela de dentro para fora.

-Eu sábia que você viria... Veio terminar o trabalho de destruir minha linhagem? (A garota Lavinna percebe a presença de Tinna, mesmo de costas para ela)

-Se eu te quisesse morta, você já estaria... Não vim até aqui para te matar ou qualquer coisa próxima a isso, precisamos conversar... (Ela busca palavras para continuar, mas é algo difícil e delicado) apenas ouça-me.

-Não tenho interesse em te ouvir... (Lavinna desiste de fugir, e volta para dentro da casa) Você matou meu irmão, era a única pessoa que me restava, agora eu não tenho mais nada, e você vem até aqui para conversar? Estou cansada de seus jogos, eu nem se quer te conheço, qual era a sua intenção? Porque?

-Eu precisava da ajuda do Rei, meus amigos corriam perigo, se o rei morresse tudo estaria acabado, eu sinto muito, foi difícil para mim fazer aquilo... (Ela abaixa a cabeça)

-Não pareceu difícil, foi tão fluído, parecia está determinada, você deve ser alguma dessas apoiadoras a caçada das bruxas... (Tinna fecha os olhos com tanta força, desejando que tudo aquilo só passasse) você faz parte disso tudo, o sangue da minha mãe também corre em suas mãos, assassi...

-A MINHA MÃE TAMBÉM FOI ASSASSINADA ACUSADA DE BRUXARIA... (Sua respiração acelera) eu não faço parte disso, no momento que descobri que teria que proteger alguém que condenou uma mulher a morte por ser acusada de bruxaria, aquilo me doeu demais, senti como se traisse minha própria mãe.

-Você está mentindo, está falando isso para que eu confie em você, mas eu não irei, jamais irei acreditar em você, não importa oque faça ou oque diga.

-A minha mãe foi morta, e você acha que eu brincaria com isso?

-Cala a boca, eu não suporto mais te ouvir...

Nesse momento em surto de fúria Lavinna chuta uma cadeira na direção de Tinna, na sequência com movimentos rápidos, ela salta em cima da mesa e corre de encontro a Tinna para ataca-la por cima. A cadeira chega em Tinna mais rapidamento, e a garota facilmente para o objeto chutando com a sola do sapato, é tempo suficiente para Lavinna chegar até ela e executar o próximo golpe, saltando na direção de Tinna com uma espada média, a filha da bruxa golpeia com a intenção de decapitar a outra, Tinna desvia com facilidade, e Lavinna tenta encaixar outro golpe com o cotovelo, mas novamente é em vão e Tinna para o golpe a mão esquerda e golpeia as costelas da garota com um soco, Lavinna sente o golpe e quase solta a espada, mas se mantém firme, até que Tinna sem muita piedade torce o pulso da garota e retira a espada de suas mãos, lançando a espada pra longe e fincando a mesma em uma parede.

-Já chega, desista!

-Jamais! (Ela parte insanamente furiosa pra cima de Tinna)

Dessa vez sacando uma faca que estava muito bem escondida na região da sua lombar, Lavinna torna a atacar com fúria, golpe após golpe em direção ao rosto de Tinna. Tinna sem muito esforço consegue desviar com perfeição dos golpes rápidos, ao encontrar uma abertura perfeita, ela agarra o pulso de Lavinna com uma das mãos, mas a menina pensou rápido o suficiente e soltou a faca daquela mão que estava imobilizada e pegou com a outra e tornou a golpear, o golpe rapido a queima roupa não deu chances suficiente para que Tinna escapasse ilesa e isso provou um corte horizontal em sua bochecha, 3 centímetros abaixo do olho. O sangue escorrendo no rosto de Tinna fez a luta parar por alguns segundos e elas se afastarem.

-Está satisfeita agora? Me deu uma cicatriz... No rosto.

-Você me deu uma cicatriz em meu coração.

-A cicatriz no seu olho... Quem provocou?

-(Lavinna tapa o olho com uma das mãos cobrindo a cicatriz) Não é da sua conta.

-Foi ela...

-Não ouse falar dela.

Lavinna parte mais uma vez pra cima da pantera, mais um golpe mal sucedido, Tinna desviou por uma, duas, três vezes, a filha da bruxa não desistiu dos golpes incansáveis, Tinna começou a defende-los, era arriscado demais manter aquela aproximação após ter levado um golpe no rosto, mas ela era ousada demais e confiante demais para se importar com isso, quanto mais superior ela se mostrasse perante Lavinna talvez fosse mais fácil daquela garota ingênua entender com quem se metia, a trocação de golpes continuou por mais alguns segundos, Tinna se mantinha intacta após o golpe no rosto, Lavinna por sua vez já havia recebido 3 socos no estomago e isso a debilitava demais, mas seu ego mantinha ela de pé, sua sede de vingança não deixava ela desistir e mesmo com uma dor lancinante ela continuava firme, mas seus movimentos agora eram lentos e tardios, Tinna não suportou mais ver aquela teimosia constante e resolveu finalizar aquilo de uma vez...

Seus movimentos foram tão rápidos que foram imperceptiveis para a filha da bruxa, Tinna executou uma chave de braço em Lavinna torcendo seu braço para trás do corpo dela e dessa forma tomou posse da faca, e largando a garota, posicionou a faca mirada no pescoço da mesma.

-Vai tentar mais uma vez?

-Você não cansa de me humilhar?

Os músculos do corpo de Lavinna estremeceram quando ela ameaçou se mover para tentar algo, mas ela não conseguiu mexer um membro se quer e Tinna já havia girado a faca e mudado a posição dela em sua mão e estava colada com o corpo de Lavinna, a faca dessa vez com um gume colado na jugular da garota e a boca de Tinna próxima o suficiente da orelha dela...

-Eu disse para você desistir, não existe nenhum mundo onde você ganha essa luta, se você mexer um músculo novamente, eu irei rasgar o seu pescoço, pois eu já perdi a paciência, estou aqui para tentar fazer as pazes e explicar oque houve, mas você só me enxerga como sua inimiga e quer vingança por isso, mas eu não irei permitir, pois eu não posso morrer, meus amigos dependem de mim, então por favor esqueça essa sua birra e desista...

Nesse momento Lavinna fechou os punhos, ela realmente não desistiria nunca, mesmo com uma faca em seu pescoço, era família, era tudo que ela tinha, e agora tudo se foi, preferiria morrer ou se vingar, qualquer outra opção não séria aceitável... Seus olhos encheram-se de lágrimas, ela já pré-sentia oque iria acontecer em seguida. Antes que ela tentasse fazer qualquer coisa Tinna já havia detectado seu movimento na mão, as respirações fundas tomaram síncronia e ai veio o golpe seguinte... Rapidamente Tinna se moveu e passou a perna por trás de Lavinna e a lançou contra o chão de barriga para baixo, e pisou em suas costas.

-Por que você é assim? Por que não desiste?

-Você não desistiu, eu também não vou...

-(Nesse momento o único barulho que se ouviu foi da lâmina da faca cortar o ar e se cravar no chão de madeira ao lado da cabeça de lavinna) você tem duas opções... (Tinna tirou o pé de cima dela, se afastou em um passo, e estendeu a mão) segure minha mão e desista disso de uma vez por todas, ou pegue essa faca e esteja pronta para morrer da próxima vez.

Antes mesmo de tirar a cara do chão, sem nem mesmo levar 2 minutos para pensar, Lavinna agarrou aquela faca com toda força que tinha, ignorou toda a dor sobre o corpo, usou a faca como apoio para se levantar e se colocou de pé novamente.

-Não importa quantas vezes eu caia ou você me derrube, eu não vou desistir, eu irei te matar Tinna, isso é uma promessa... (Com dor em cada passo ela se guia até a janela) eu sei que eu não posso fazer isso agora, mas eu vou fazer disso o meu destino... Te matar... (Lavinna desiste do confronto por enquanto e foge pela janela, Tinna se manteve parada até depois dela ir embora e só então se lançou em uma das cadeiras da mesa)

-Preciso tomar uma atitude drástica... Eu vou fuder com tudo, que saco, mas talvez seja o certo a se fazer... Porra, o Berius é bem melhor tomando decisões, talvez até Ivar séria melhor nesse momento (ela passa a mão nos cabelos negros, respirando fundo e encarando o teto) Vamos lá...

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Minutos se passaram e Tinna retornou aos becos de Qnart, a cidade estava calma e quase que desértica, haviam poucas pessoas circulando, talvez isso se devesse ao fato de que a grande maioria dos soldados da cidade foram mandados para o campo de batalha juntamente a Ivar, Tinna resolveu aproveitar isso e vasculhar um pouco mais se esgueirando pelos becos, em poucos minutos ela descobriu que apenas um grupo de soldados ficou, logicamente aqueles que eram designados a proteção do Rei, eram 3 grupos que se revesavam entre si fazendo rondas de 30 em 30 minutos, cada grupo tinha um total de 12 soldados, 2 deles sempre ficavam responsáveis por manter a porta de entrada para o salão real segura e longe de qualquer Pessoa que quisesse entrar.

-Parece mais fácil do que eu esperava, acredito que eu não ter que gastar muita energia lutando com tantos soldados, basta derrubar um ou outro e tá tudo certo.

-Você vai querer enfrentar os soldados do Rei? (Um garoto surge ao lado de Tinna)

-Cacete, que susto, quem é você? Oque diabos está fazendo aqui?

-É que eu vi você e resolvi te seguir.

-Mas que ideia de merd... Espera ai, você me seguiu até aqui? Droga será que mais alguém me notou? (Ela pensa alto)

-Acredito que não ou quer dizer... Se eu notei... (O garoto não pensa duas vezes em dá sua opinião)

-Cala a boca e desaparece daqui, eu estou fazendo algo muito importante, não posso me atrapalhar.

-Eu posso te ajudar?

-De jeito nenhum, vai logo embora.

-Mas...

-Não, eu disse não, por favor não me atrapalhe mais, vai embora.

-...(ele pensa em dizer algo e desiste no meio do caminho quando Tinna lhe olha com olhos serrilhados) boa sorte então... Me desculpa atrapalhar.

-Obrigado.

O garota retorna pelo caminho que eles vieram e Tinna volta a se concentrar, rapidamente ela passa o olho pelos soldados da ronda e identifica os pontos mais fáceis de atacar...

-Vamos por ali, estão em dupla mas em um ponto cego, se eu derrubar os dois antes que os demais me vejam ou que eles consigam chamar por ajuda, dá tudo certo... É acho que é o ponto mais frágil.

Ela toma iniciativa, saindo do beco e entrando em outro, ela decora o trajeto da dupla e o tempo que eles levariam até chegar no local que ela deseja atacar, ela chega antes e espera por mais alguns segundos e então a dupla chega, ela se esconde em cima de uma árvore e assim que os dois passam por baixo, ela agarra um deles o erguendo e o enforca até que desmaiasse, o outro fica sem reação mas logo saca a espada. foi tão rápido que o primeiro não teve chance e já caiu desacordado ao pés do companheiro, Tinna salta da árvore executando um chute bem no rosto do outro soldado, mandando ele para o chão, com mais um pisão no nariz do soldado, e ela finaliza ambos.

-Facil, certo o objetivo era só desacordar, estou no caminho certo... Na realidade acho que eu peguei um pouco pesado...

Ela esconde os corpos em um gramado próximo a árvore e parte para o próximo alvo, ele já estava no local desejado, Tinna surgiu da sombra escura de um beco e o executou com um golpe preciso do cabo do punhal, o golpe atingiu a nuca do guarda, que no mesmo segundo foi ao chão.

-Certo, só mais um e vou ter tempo suficiente para entrar... (Ela novamente oculta o corpo do soldado no beco e vai para a próxima vítima)

Ele iria cruzar um beco e quando fizesse isso o atacaria, seria fácil, então novamente ela se esgueira nos becos e chega até o local desejado, os passos já estão próximos demais, em segundos ela teria se atrasado, e então novamente ela surgiu como uma entidade das sombras e empalou o homem com sua espada, mas ela comete um erro, a pessoa que ela empalou ela apenas um civil que caminhava 5 passos a frente do soldado e ela se antecipou e cometeu um erro.

-Ei você, oque pensa que está fazendo? (O soldado saca a espada, um tumulto se iniciaria em instantes, oque ela faria agora?)

-Droga. (Ela arranca a espada da barriga do homem e fica frente a frente com o soldado)

-Largue a espada, e poderemos conversar, por que você fez isso? Vamos larga a arma! (Ele começa a aumentar o tom de voz cada vez mais, isso iria alertar os outros próximos, ela tinha que tomar uma atitude)

-Acho que eu apenas confundi os alvos. (Ela parte pra cima com velocidade, o soldados antecipa o golpe e ataca com sua espada com um golpe horizontal, Tinna se lança derrapando no chão e golpeando a canela do soldado arrancando ela fora, o soldado caiu e antes que os gritos se intensificasse ela atravessa a espada na garganta do homem, fazendo ela sair pela nuca, e assim impede que ele continue gritando) perdão, poderia ter sido mais simples, mas você resolveu complicar tudo.

Ela esconde os corpos novamente e cobre o sangue com areia, não foi da melhor forma possível, mas dava pra disfarçar até que ela pudesse entrar.

-Agora é a parte fácil, sem cautela, é só bancar a louca, quase não tem ninguém nas ruas, então não vou precisar tomar cuidado com esses.

Ela se dirige até a entrada do salão real, lá estão dois soldados, armados em posição de guarda, um em cada extremidade da porta, Tinna caminha em direção a eles e tão rápido quanto poderia ser percebido ela dispara uma faca no pescoço de um dos soldados, que o faz engasgar com o sangue na mesma hora, o outro só teve tempo o suficiente para sacar a espada e defender o primeiro golpe de Tinna, mas ela golpeou ele nas partes baixas com uma joelhada e o fez perder a postura rapidamente, e então ela golpeou o tórax do soldado com um golpe em ascensão vertical, a sangue espirrou na parede e entregou a morte do guarda, ela ignorou os corpos na entrada, e apenas entrou no salão.

-Lord Klaus! (Ela entra na sala de cabeça erguida e levantando o tom de voz)

-(Klaus levanta da cadeira surpreso) Como entrou aqui? Dei ordens que ninguém poderia entrar, somente sobre minhas ordens, vc não está sobre minhas ordens... Guardas! Tirem ela daqui! eu não tenho tempo para você agora! (Com arrogância ele não percebe a situação)

-(Tinna olha para as unhas limpando um pouco de sangue que entrou em baixo delas) Acho que seus guardas estão... Bom, eles não poderam te atender no momento, então nós precisamos resolver alguns assunto, e sim, você vai arrumar tempo para mim... Lord Klaus.

-Não me venha com essa, deixe-me em paz...

-Certo, acho que você é idiota o suficiente para não perceber... (Ela larga a espada ensanguentada no meio do salão) então acha que eu preciso explicar mais alguma coisa?

-(Ele desaba na cadeira) Você veio me matar!?

-Ainda não... Primeiro preciso que me responda algo. A mulher que você ordenou ser morta, quais eram as provas que você tinha sobre ela ser uma bruxa?

-Haviam boatos sobre rituais e sacrifícios, ela era estranha e seus filhos ainda mais, ela não cuidava muito bem deles, desde sempre e ela passava um ar aterrorizante para as pessoas...

-Esta dizendo que ordenou a morte de uma mulher, porque você ouviu boatos e reclamações sobre mal condulta?

-Bom, como eu disse ela tinha costumes estranhos, e sua casa dava arrepios, mandaremos desabar aquela casa amaldiçoada...

-Você tem noção de que isso possa ser apenas exagero? Ela pode ser apenas estranha e não uma bruxa, como você ordena uma execução assim? Você é louco?

-Meus homens foram massacrados ao perseguirem ela por uma floresta, soldados poderosos mortos e retalhados, mas ainda bem que isso acabou de uma vez por todas.

-Seus soldados podem ter dado de cara com um animal.

-Não, alguns voltaram e confirmaram oque aconteceu, também confirmaram a morte dela.

-E você acredita neles?

-Sim, acredito, eles não tiveram pleno sossego desde aquele dia, não foi um animal que os atacou.

-(Ela caminha devagar até a mesa de Klaus, e coloca as duas mãos sobre a mesa, Klaus estava do outro lado dela, encarando de cima ela olhou no fundo de sua alma) A minha mãe foi executada, acusada de bruxaria, e sabe oque aconteceu comigo? Eu passei a odiar injustiça... Perante meus olhos isso que você fez parece injustiça... (Nesse momento Klaus segura uma caneta de pinta, com força, preparado para oque vier em seguida) Mas Klaus eu não posso fazer nada contra você, isso seria injusto, pois eu não tenho provas o suficiente para mostrar que você estava errado sobre aquela mulher... Mas ouça-me, eu vou descobrir, e se tem algo que eu odeio ainda mais que injustiça... É assassinos de pessoas inocentes... Eu vou vir atrás de você Klaus, não importa o quanto esse Reino se torne seguro, se você estiver errado, eu vou te matar... Passar bem... Lord Klaus.

Ela escala a parede e sai por uma janela, fugindo furtivamente do local, Klaus permaneceu sentado durante minutos, sua quase morte foi um choque absurdo em seu peito, ele abaixou a cabeça e se deitou sobre a mesa, enquanto esperava aquela náusea passar, até quando ele levantou a cabeça, uma espada atravessou seu peito, sangue transbordou da boca dele.

-Ela te deu uma chance, eu não te dou uma chance. (Por fim, a garganta do Rei é cortada e ele cai sobre a mesa, após a espada ser arrancada de seu peito)

TO BE CONTINUE...

~Demorou mas chegou, demorou mas chegou~
~eu escrevi e reescrevi esse capítulo uma 3 vezes, pensando se deixava de um jeito ou de outro, ou de outro, foi difícil kkkkk, mas saiu, acho que vai ficar da hora assim~
~É isso, vamos ver as causas e consequências da morte de hoje... Hmmmmm~

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