Capítulo 9. Se ao menos nossas almas pudessem se unir entre o céu e a terra...
Peixinhos, como estão?
Hoje meu aniver! <3 E com isso um capitulo extra para vocês
Lembrando: Todos Domingos tem capitulo novo *-*
Capitulo Oito
Se ao menos nossas almas pudessem se unir entre o céu e a terra...
Uma barreira de terra endurecida se ergueu com o mover do meu dedo jogando o terceiro príncipe em direção aos pilares gigantes. O estrondo foi anunciado com um coro de surpresa da plateia, e sorri em direção a Huang.
O imperador parou sua taça no meio do caminho e seu olhar correu até seu filho.
— Achei que fosse seu atributo. — Cruzei os braços quando a barreira se desmanchou. — Quer tentar em outro atributo? Desse jeito você não vai nem me aquecer, alfa.
Ele cuspiu na areia.
Seus dedos alcançaram a espada caída na terra, suas pernas não se mexeram em ataque.
A terra tremeu com o chamado de seu familiar, entre os pilares, um tipo de cão com juba de leão surgiu em torno da neblina de poeira, o único chifre no meio de sua testa era tão branco quanto as nuvens.
Suas garras cravaram na terra e o cão leonino rosnou.
Um Xiezhi? Mas o Xiezhi era do atributo do fogo e alguns da mesma linhagem seguiam para o trovão.
A menos que fosse uma fantasia, outra besta por baixo de uma ilusão.
— Ataque! — Ele apontou a espada em minha direção.
A besta bateu suas patas dianteiras no chão e estacas apareceram, criadas no chão, uma das pontas a tingiu um pedaço das minhas roupas.
— Você tem um Xiezhi incrível no atributo que eles não nasceram para dominar. — Comentei ao verificar o rasto no meu manto externo.
Não era nada de mais.
O terceiro príncipe torceu os lábios e seu familiar atacou com magia da terra de novo, ele dominava bem para uma criatura nascida para outro atributo, em seus ataques para ficar mais rápido ele usava o vento.
Terra e vento.
Saltei para trás ao chicotear uma flecha do tamanho da unha do Xiezhi.
— Seu Xiezhi só tem isso? — Cantarolei em provocação a puxar a ponta do chicote.
Não era um material ruim, alguns materiais se despedaçavam de diferentes jeitos ao ser embainhado com poder espiritual, aquele couro permaneceu perfeito.
O imperador desistiu de beber ou comer, sua atenção estava vidrada principalmente no familiar de Wei, as rugas em sua testa era como se não reconhecesse algo, mas seria impossível um pai como ele não saber os familiares que cada filho carregava.
E como o segundo preferido, ele precisava ter algo forte.
Devolvi o chicote para o cinto para dispersar a atenção do Xiezhi, aquelas criaturas eram justas, nunca atacariam para ferir gravemente sem um proposito a mais, um duelo como esse não era exceção.
— Cansou de lutar? — Wei gritou a mais de dez passos de mim. — Achei que você era forte.
Sorri com frieza e desmanchei seu repuxar de lábios cheios de orgulho.
Girei meus dedos, para o céu, a terra, meus braços se encontraram em uma dança e a magia se fez diante dos olhos de todos. Um belíssimo círculo com o desenho de todos os elementos girando entre eles.
— Desfazer... — balbuciei e uma luz branca caiu sobre o Xiezhi que se preparava para um ataque.
Os pilares quebraram, um a um, restando os mais distantes da criatura alada, seu sibilo era de uma cobra e suas pupilas em risco se moveram.
A plateia ficou tagarela, alguns saíram das plataformas não importando se estivesse cercado por cultivadores para erguer barreiras fortes.
— Serpente emplumada. — Esse seria um adversário que Raiju iria adorar. — Achei que eles fossem verdes. — Toquei os lábios tomando uma postura de quem observava uma obra de arte sem preocupação.
A serpente alada sibilou de novo, sua cabeça passou por seu dono e seus dentes como de um tigre de sabre, porém mais finos e afiados, jorram seu veneno na areia.
Acido.
— Como sabia? — Wei não parecia tão surpreso, sua expressão era de curiosidade. — Meu irmão contou?
Neguei com a cabeça.
— As expressões do imperador e os atributos de ataque me diziam que havia algo errado com um Xiezhi que são justos, já fiquei de frente de um e são muito legais.
Ele franziu o cenho.
A serpente emplumada era uma criatura difícil de lidar, era uma das criaturas perfeitas para ficar bem longe, se ele havia forçado um contrato o terceiro príncipe teria que usar muito poder para dar ordens e controlá-la nos movimentos.
A serpente estava vidrada em mim e seus botes eram cheios de força capaz de quebrar a terra em nossos pés.
Um animal com couro de penas e metal, conforme era sua força, sua pelagem poderia ser impenetrável.
Quetzalcoatl, também chamado, se escondia dentro da terra como uma minhoca e atacava sempre com a boca aberta, em sua cabeça, o metal era ocupado como se fosse um elmo com dois chifres retos. Ao sair da toca, ela sempre abria suas asas duplas de penas azuis com vermelho.
Ela era muito rápida, mesmo para o tamanho colossal, nenhum pilar ficou inteiro e a poeira erguia cada vez, quase me impedindo de enxergar Huang Wei.
O terceiro príncipe surgiu da poeira com sua espada, ele nem se preocupava em consequências ao avançar com suas habilidades, se atingiria em um corte profundo ou raso, seu objetivo era acertar o alvo.
Dancei com ele, seu familiar não atacava quando estava tão próximo de seu dono, ao invés disso sua cauda fina era usada.
— Você é insolente. — Ele resmungou ao descansar sua espada apontada para o chão. — Acha que pode me vencer só fugindo? — Ele riu. — É assim que todos os ômegas lutam, fugindo até ficarem com medinho e chamarem seus alfas.
Minhas pernas pararam no mesmo instante.
— Vocês sempre choram no final. — Ele ergueu sua espada.
Algo travou no fundo da garganta, não era medo da serpente vindo, ou da espada fina, nem mesmo do olhar presunçoso e cruel de meu pai na plateia. Era o pequeno Yuan acordando aos choros todas as noites, os joelhos contra o chão ao tremer de medo de alguma besta que vinham sempre atrás de mim.
O alvo fácil deles.
O alvo fácil dos alfas.
De todos.
Eu era só um alvo, um ômega sempre aceitaria a natureza e se esconderia atrás de um alfa.
Com a bola ainda queimando na garganta, meu olhar me traiu ao irem até Huang, diferente de todos, ele estava na ponta, de pé com sua atenção em mim, seu sorriso se fez e sua cabeça assentiu.
Não se segure Yu'er. Preciso de um ômega forte para me proteger. Suas palavras ecoaram sobre nossa conversa.
Seu olhar se arregalou, seus lábios se entreabriram.
A boca da serpente saiu da terra, poeira ergueu-se com força e seu sibilo cortou o céu mais forte que o relâmpago que saiu dos meus dedos perfurando o interior da boca da cobra, o sangue caiu como a chuva de verão vinda da dor de Quetzalcoatl.
— Desculpe, vou parar de brincar com você. — Baixei a cabeça ao balbuciar. — É melhor não se segurar, alfa.
Espalmei a mão no ar e a poeira sumiu em um piscar. Se queriam ver o poder de um ômega...
Avancei com o chicote contra o príncipe, em uma dança em um ritmo de esquivas e ataques, aproveitava as brechas para atingir a serpente ferida, ela tentou atacar de todas as formas já mostradas.
Os dois falhavam.
Huang Wei perdia sua paciência quando cortou meu chicote.
Um sorriso apareceu, não importava o quanto seu familiar estivesse apanhando sob os atributos de terra e vento que ele deveria ser mais resistente, o príncipe achava que cortar minha única arma era um trunfo para sua vitória.
Gargalhei alto e chutei com força em seu flanco aberto.
Não precisava de um pedaço de couro para lutar, nunca precisei desde que nenhuma arma resistiu com o choque de minha energia.
Huang Wei não abandonava sua espada, sua esgrima era excelente, parecia sincronizada, firme e potente, deveria ser técnica típica da seita Tai Chi. A lâmina avançou na diagonal, rumo a meu rosto, uma questão de milímetros parei com meus dedos nus.
Sem conseguir usar uma arma, aprimorei meu corpo para ser uma.
Não precisava tocar, a energia que cobria meu corpo em uma minúscula camada, brilhou em um púrpura, joguei a energia para fora com a mão livre e Huang Wei escapou de ter um corte mais profundo.
Seu flanco sangrava, porém, a dor não aparentou incomodá-lo.
Isso o fez ganhar mais estímulo para ficar mais veloz e feroz.
Ele se afastou ao pressentir outro ataque de energia dos meus dedos e sorri com sua guarda bem fechada, ele era esperto, um bom adversário que não caia na mesma armadilha.
Joguei meus braços para trás e pendi a cabeça de leve, a serpente emplumada continuava a me encarar com suas presas a mostra.
A intimidação havia acabado?
— Espero que não esteja se segurando. — Ergui a voz pela distância.
Meu olhar percorreu pela plateia, todos ainda assistiam, mesmo a distância, a curiosidade era maior. Até algumas consortes do imperador adotaram um local mais longe, e Huang permanecia em pé com sua atenção em mim. Assim como meu pai.
O homem que não carregava um pingo de amor por mim, mas um mar de julgamento, pendia a cabeça para lado para ouvir o que sua esposa sussurrava em seu ouvido e logo depois falar com o imperador.
O sibilo de Quetzalcoatl me tirou do foco deles.
— Lutar com as mãos nuas, é algo que precisa anos de prática... — O príncipe balbuciou. — Quem é você, ômega?
Isso me fez virar para Huang Shen de novo, e um comentário dele percorreu em minhas memórias. Não importa o tamanho do poder, só das escolhas. Mostre ao mundo quem é Sima Yuan.
Quem sou eu?
— Eu sou Sima Yuan da seita Lua Branca. O ômega que não vai baixar a cabeça para qualquer alfa.
Uma sombra de um sorriso aparentou crescer nos cantos dos lábios de Huang Wei, e seus lábios balbuciaram seu novo ataque.
Chuva do estilhaço.
Criei um escudo assim que a chuva de felpas afiadas caiu em terra, isso fez os cultivadores protegerem os civis de Quetzalcoatl, seu controlador.
— Flechas de Ébano Velozes! — Ele gritou. — Dança dos Ramos Cortantes
Dois ataques em simultâneo.
As flecharam grossas de madeira voaram mais rápido que o bote de uma cobra, conforme o nível do cultivador, poderia penetrar muitas defesas de diversos atributos. Usado com a dança dos ramos cortantes, isso embutia em uma energia espiritual para dançar e cortar tudo em seu caminho até o verdadeiro alvo.
Era quase como o ataque de vento com a folha de Huang, porém, ele usava para desmanchar um ataque.
Usei o típico ataque de meu alfa, com a madeira e cortei todas as flechas só com o movimento dos meus dedos, sem precisar sair do lugar, desfiz todas e o príncipe precisou usar seu familiar em um ataque em conjunto.
Como um cavalo, bati no chão de terra e ela se ergueu acima do bote da cobra que bateu em um pilar mais duro que aço.
— O atributo de terra molda a madeira e a madeira molda um ataque de ferro e aço. — Cantarolei para mim, assim que a cobra circundou o local para esmagá-lo.
Sempre querendo tudo na força, era realmente uma serpente.
Saltei, em um giro no ar deixei Quetzalcoatl destruir a viga de mais de 30 chi¹, flutuei até o chão com graciosidade da habilidade de leveza em conjunto com o atributo do vento.
Girei meus dedos e estacas de raio voaram para a criatura alada.
Ela berrou e ergueu mais poeira.
Espirei, isso estava ficando irritante.
Espanei com uma batida de manga e a serpente se jogou para debaixo da terra de novo.
Será que ela não era uma minhoca, não?
— Solo da terra perversa — sussurrei.
Solo da terra perversa era um ataque a ser usado quando você possuía nível sete para cima, ou seria só um desperdício de energia espiritual para conjurar um solo tão duro quanto o ouro, impenetrável por dentro e por fora.
Quetzalcoatl estava preso.
Sorri com a surpresa de Sān Wei e o ataquei de guarda baixa.
Já estava na hora de acabar essa luta.
Esquivei-me de seu ataque com a espada, ele era centrado em um ponto só, com sua ordem dada ao familiar para se libertar, Wei focou-se em jogar todas suas cartas, não importava se fosse com o poder da terra, madeira, vento, o que ele tivesse de energia, ele jogava.
Sorri me divertindo como nunca.
Era tão bom um adversário que não se segurava e jorrava poder, até sua espada canalizou energia e atirou.
A dor se apossou de meu peito como uma navalha o perfurando, minha cabeça pareceu pesar e perdi a visão por alguns segundos o suficiente para meu ataque enfraquecer e libertar Quetzalcoatl enraivecido.
Droga, não estava usando o poder de Tianlong, por que essa reação...?
"Acabe agora com isso ou vou interferir, pirralho". Raiju rugiu.
Quetzalcoatl avançou com sua boca aberta e saltei com força para cima, rumo suas penas. A cobra tinha facilmente uns trinta metros, debaixo das penas estava seu couro escamoso, menos na parte da cabeça e do peito, era como se vestisse uma armadura metálica.
Ela se contorcia para tentar me pegar, e isso a fazia se enrolar mais, Sān Wei notou isso e me perseguiu sobre a cobra, nenhum de seus ataques jogados me acertavam e isso deixou a serpente emplumada ainda mais raivosa.
Ela mordeu seu próprio corpo em uma tentativa de um bote rápido, pelo menos separou o terceiro príncipe de mim.
Pulei em sua cabeça e a tontura me atingiu de novo. Merda.
Isso deu tempo para a serpente mover a cabeça me jogando tão alto que pude, - literalmente -, ver toda a cidade imperial. Sua boca aberta, avançou em minha direção e notei sua garganta vermelha com roxo, assim como seu hálito forte.
"Pirralho!" Raiju sempre super protetor.
Terra. Vento. Trovão.
Conjurei três elementos em um ataque em conjunto, o vento acelerou o trovão visivelmente e a terra se ergueu como raízes amarrando Quetzalcoatl. Urrei ao apontar para a serpente alada de boca aperta e os cinco raios atingirei o fundo de sua garganta.
Chutei seu focinho e pousei em uma das raízes em arco no ar assim que o sangue da Quetzalcoatl jorrou para todos os lados, manchando suas belas penas.
A serpente alada caiu em uma queda livre na terra e a poeira ergueu-se.
Só faltava o terceiro príncipe.
Olhei para o meu Huang com suas pálpebras bem abertas.
Encontrando o Sān Wei, saltei para o chão. Sua atenção avaliativa estava em seu familiar derrotado.
— Aceita a derrota, Sān huángzǐ². — O chamei de terceiro príncipe para ele se lembrar da aposta.
Ele ergueu seu olhar âmbar e admiração nadou em suas íris ao lado da raiva.
O mundo girou diante de mim, mas obriguei as pernas ficarem firmes no lugar enquanto massageava as pálpebras, não podia cair e nem me dar por vencido sem Huang Wei dizer que desistia.
Sua pegada estava ainda mais firme em sua espada e ele a levantava na direção dos ombros, ele continuaria lutar enquanto estivesse na frente de seu pai.
Estava tão cansado, seria por não ter comido muito hoje? Ou era Tianlong dentro de mim?
Sua energia fluía dentro de meu corpo, alma, sangue, veias, tudo. Cada atributo usado era ainda mais forte devido a ele, fui longe demais, sem dar uma pausa maior em batalhas.
Primeiro com Rin, depois os Nokken e agora um príncipe bem forte.
— Você é forte, admito isso, mas diante de meu pai não posso perder para um ômega. — Sua voz ecoou, porém, via mais que um Sān Wei.
A terra moveu e quase desabei se não fosse o brilho de algo vindo atrás de mim, virei a cabeça a tempo de ver a ponta prateada da serpente alada vindo, iria perfurar-me por completo.
Protegi meu corpo com energia purpura que falhou na última hora.
A cauda afiada da Quetzalcoatl foi impedida por uma palma e em consequência, ela foi eletrocutada mais forte, a besta rugiu em agonia antes de cair com um baque pior do que da última vez.
— Eu falei para você, pirralho. — Raiju se virou para mim.
Seu cabelo loiro balançou o vento conjurado por ele para baixar a poeira, suas íris como de um gato mesmo na forma humana foram de mim ao príncipe.
Raiju, a besta chamada de deus do trovão, uma das criaturas mais fortes com forma humana perfeita. Era quem me cuidava desde os... seis anos? Nem lembrava mais, em uma aposta, Raiju ficou ao meu lado e me cuidou como um filho.
Eletricidade percorreu seu corpo e seus cabelos se mexiam assim como suas roupas.
— Devo acabar com você também, mortal, por machucar Yuan. — Ele rosnou.
Sua torrente de choque jogou o terceiro príncipe nos pés daqueles cultivadores que tremiam os ombros ao ver Raiju dar um passo diante deles.
— A princesa imperial, vence! — O beta dos sorteios gritou com o rosto pálido.
Todos balbuciavam o nome Raiju, o tigre do relâmpago.
A besta selvagem que nunca fez um contrato em sua vida milenar.
O imperador estava de pé, assim como os outros príncipes. Ajuda vinha para o terceiro príncipe ao mesmo tempo que Huang pulava a plataforma para vir até mim.
Ele passou ao lado de Raiju e os dois trocaram olhares rápidos.
— Huang, acho que minhas pernas vão desabar — balbuciei.
— Aguente, para humilhar ainda mais ele. — Huang sussurrou perto de meu rosto. — Você foi incrível! Meu ômega é muito forte e fica tão lindo lutando. — Ele agarrou meu queixo ao ronronar suas palavras.
Roubei um beijo dele e pedi para ele me levar para sentar.
Raiju pulou em meu ombro em sua forma pequena e desfilamos agarrados em Huang.
O imperador desviou suas órbitas em chamas, como um bom monarca que sabia atuar, ele esboçou um sorriso falso ao falar com seu público. Como todos sabiam agora de Raiju, não pouparia nada para vencê-lo.
O imperador de Yùhua no final cairia pelas mãos de um ômega.
Lambi os lábios, ah, como seria delicioso quando isso ocorresse.
Avancei na comida depois que tudo se "normalizou", mais disputas foram feitas entre pessoas importantes que nem sabia o nome.
Beijei a bochecha de Huang na frente de todos, e aproveitei para esbanjar um clima feliz e romântico com meu alfa na frente de todos, a etiqueta que ficasse para quem não gostava de um pouco de diversão.
Iria aproveitar cada comemoração com meu alfa.
— Vou proteger meu alfa, lembra — sussurrei em seu ouvido e Huang riu baixo.
— Conto com você, meu ômega.
_______________
[1] Chi é uma unidade de medida chinesa, 30 chi é equivalente a 10m
[2] Terceiro filho, nesse caso, terceiro príncipe.
Notas da autora:
Yuan vencceu e deixou o imperador se doendo eheheheh Toma distraido! Agora falta o Yuan chutar a bunda do imperador e colocar o Huang dele no trono u.u
Gostaram do capitulo de hoje? Não deixem de comentar para me apoiar e trazer mais!!!
Até a próxima <3
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