Cap 3: Torre da Corvinal

   Todos o alunos estavam em uma torre de frente a uma porta com uma maçaneta encantada que lhe faziam um enigma. Esse era único método de entrar na comunal dos corvinos. Apenas aqueles que acertavam estes tipos de enigmas.

 — Corvinos aprendem rápido, e em breve aprenderam a apreciar os desafios que a porta lança. Não é incomum achar vinte pessoas em frente à porta da sala comunal, todos tentando encontrar a resposta do dia juntos. Essa é uma ótima forma de conhecer colegas corvinos de outros anos, e aprender deles. Embora seja um pouco irritante se você tiver esquecido seu uniforme de quadribol e precise entrar e sair rapidamente. Aliás, sempre aconselho a checar três vezes tudo que você precisa na sua mochila antes de sair da Torre da Corvinal.  - Dizia Tony.

  Logo Tony responde o enigma e os alunos entram na sala comunal. Ayla ficou com os olhos vibrantes de tão emocionada que estava.

  O local realmente era lindo, muitos diziam que a comunal da Corvinal deveria ser a mais bonita. As janelas em arco ambientadas em nossa circular sala comunal dando vista para o terreno da escola: o lago, a Floresta Proibida, o campo de quadribol e as estufas de Herbologia. Nenhuma outra casa na escola possui paisagens tão belas. O teto é pintado com estrelas, perto da porta dos dormitórios a uma estatua da Rowena Ravenclaw. 

  Os alunos novos ficaram encantados com o local... andavam observando cada detalhe, em seguida Tony diz.
 —  Os dormitórios da das meninas são daquele lado e dos meninos para aquele lado. Podem ir se acomodarem suas coisas já estão la. 

  Em seguida os alunos novos então foram a procura de seus quartos... Quando Ayla chega ao seu quarto um pouco depois de umas meninas.. Ela observa que Marves estava sentada na cama ao lado.

 — Ola outra vez.
   Dizia Marves sorrindo de canto olhando de relance Ayla, enquanto a mesma em seguida se deita relaxando.

   —  Que coincidência... Mesma casa e logo em seguida mesmo quarto. 
  Ayla observava July sua coruja na gaiola e foi ate ela a soltando...sorrido e lhe fazendo carinho.

   Marves ficou olhando Ayla cuidar da coruja e as duas começaram a conversar.
 — Coruja bonita... qual o nome?

 — Ela se chama July... É a coruja da minha familia.
   Ayla dizia a ultima parte quase sussurrando.

 — O que foi?.. Pareci que aconteceu algo.

 — Na verdade foi nada não... - Sorria meio forçado e se sentou na cama. - É que saudade de casa.
   Ayla olha Marves dando com os ombros.

  — Mais você mal chegou e já esta com saudades?
     Marves perguntava confusa

 — Sim eu sei, só que passei praticamente a vida inteira em casa, nunca tive contato com o mundo bruxo etc.

 — Você é uma nascida trouxa? - Marves perguntava curiosa.

 — Sou meio termo, meu pai é trouxa e minha mãe é bruxa. Por causa do meu pai e uns problemas da minha mãe eu não praticava e nem via nada relacionado a magia. Só historias para dormir.. E você?

 — Legal você é mestiça... Bom eu sou bruxa pura, isso é como dizem caso você não saiba.

    As duas garotas passaram horas da noite conversando e se conhecendo, até o momento que foi chamada atenção por um superior. Rapidamente Ayla juntamente de sua nova amiga Marves, as duas se aprontaram colocando suas vestes para dormir e se deitaram. Coisa que não demorou muito para estarem em um sono profundo.

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