Who Is Behind?
POV. Kelsey
Um Justin apavorado e um médico sorridente não uma das visões mais convincentes do mundo. Dr.Charles e Justin estavam ao lado de minha cama, de frente para mim com suas expressões ilegíveis.
Eu não sabia se confiava na expressão alegre e tranquila do doutor — que está acostumado a ter essa postura diante de seus pacientes — ou se confiava na expressão de Justin, como se o mundo fosse acabar a qualquer momento.
— Alguma notícia ruim, não? — Perguntei, olhando para o doutor.
— Porque seria notícia ruim?
— Por causa dele. — Olhei para Justin que piscou, estupefato. O doutor o olhou com uma repreensão no olhar, mas logo o suavizou e voltou a sorrir para mim, de novo.
— Não precisa se preocupar, a notícia só é um pouco... — Ele tentou achar a palavra certa.
— Apavorante. — Justin sussurrou, me fazendo encará-lo de novo. O doutor o repreendeu mais uma vez com o olhar.
— Diferente! — Disse Charles, de novo com seu sorriso no rosto. Se ele não parece com esse sorriso de médico mentiroso eu iria quebrar todos os seus dentes... Depois de ficar boa e não sentir mais dor.
— Diferente? — Repeti o que disse, tentando entender.
— Diferente? — Justi, também repetiu olhando para o doutor com humor. — Com certeza é a palavra certa. — Ele riu levemente.
— Sim, diferente. Justin, você vai dar as honras? — Ele arqueou sua sobrancelha para Justin, esperando sua resposta. Justin pareceu assustado, mas ao me olhar, sua expressão se suavizou e ele soltou um longo suspiro.
— Claro, é a coisa certa a se fazer, e eu quero que ela saiba por mim, por mais ninguém.
— Sério, estou começando a ficar apavorada... Ai meu Deus — Arregalei meus olhos. — Tenho alguma doença? Câncer? AI MEU DEUS — Dessa vez olhei para Justin. — Está tentando me dizer que me passou AIDS?
— O que? Não. Está louca? Não tem doença nenhuma, não é isso.
— Acho que vou deixa-los a sós. — O médico disse se retirando com o rosto enrubescido. Acho que deveria estar se perguntando por que escolheu essa profissão onde tem que lidar com cada gente louca.
Observei Justin se sentar ao meu lado na cama e segurar minha mão.
— Fala logo, o que está acontecendo? — Nós dois nos olhamos, e olhamos, e olhamos. — Anda merda! — Justin tentou segurar um sorrisinho, achando graça do meu palavrão, mas relaxou seu corpo e virou em minha direção, emudecendo seus lábios, indo com sua outra mão vazia acariciar minha barriga. — Nossa vida está prestes a mudar, completamente, mas será uma mudança boa, muito, muito boa. — Continuei olhando para sua mão sobre minha barriga. Que estranho, ele não fazia carinhos assim em mim... Meu corpo inteiro paralisou ao analisar seus gestos e suas palavras "Nossa vida está prestes a mudar, completamente, mas será uma mudança boa, muito, muito boa."
Levantei meu olhar de sua mão sobre a minha barriga até encontrar seus olhos. Eles estavam marejados, cheios de lágrimas, mas suas expressões não eram tristes, eram de alegria e amor.
— Justin? — Murmurei cuidadosamente, esperando por respostas. Era isso mesmo que eu estava pensando? Justin pareceu ter lido meus pensamentos, balançando sua cabeça em um "sim", com uma lágrima escorrendo pelo seu rosto. — Meu Deus! — Tampei minha boca com minha mão, enquanto olhava para Justin com olhos arregalados, com lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas.
— Vamos ser papais. — Justin disse sorrindo, enxugando a lágrima que escorreu pelo seu rosto. — Nós vamos ser pais, Kelsey.
POV. Justin
Kelsey estava completamente chocada e paralisada. Não a culpava, havia ficado pior do que ela. Poderia imaginar o quanto estava confusa com tudo isso, e ainda tendo que lidar com o acidente.
Isso só me fazia admirar mais ainda a mulher extraordinária que eu tinha.
— Mas como? Não estou entendendo.
— Quando a trouxeram, descobriram a gravidez através de exames, disseram que está de duas semanas. — Ela ficou pensativa, tentando assimilar tudo, então colocou uma mão na cabeça, preocupada.
— A viagem. Com certeza foi na viagem. Na noite do meu aniversário, o jantar no barco. Não tomei o anticoncepcional naquela noite — Ela olhou para mim derrotada. Porque ela parecia triste? Deveria estar feliz, já havíamos antes conversado sobre filhos e era uma coisa que ela queria.
— Porque não parece feliz? — Ela franziu o cenho, sem entender a pergunta.
— Deveria estar? — Perguntou como se fosse óbvio.
— Sim, você sempre quis ter filhos.
— Mas você não. — Sussurrou cabisbaixa, quase inaudível, mas eu havia escutado muito bem. Era por causa do que eu havia dito sobre construir família. Não a culpava por estar se sentindo assim.
— Kells — Segurei suas duas mãos, fazendo-a olhar para mim. Em seus olhos haviam expressão de apreensão e apavoramento. — Com tudo isso que aconteceu eu consegui perceber uma coisa muito importante. — Fiz uma pausa apenas para observá-la, então continuei. — Assim que você entrou em minha vida, todo o meu "eu", tanto por fora quanto por dentro, mudou, e mudou para melhor. Tudo o que eu pensava e acreditava, mudou, mudou para muito melhor. Isso graças a você. — Ela apertou minha mão e segurou as lágrimas. — Quando me falaram desse bebê, fiquei completamente apavorado. Não por não ter gostado — Acrescentei rápido. — Apenas não esperava, eu já estava completamente assustado com o acidente. — Ela sorriu ao imaginar a cena. — Mas essa criança me fez perceber que tudo o que eu mais queria era ela e você, nossa família. — Kelsey caiu em lágrimas, mas com um sorriso enorme no rosto. — Quero vocês dois para sempre. — Ela me puxou, aproximando sua boca e pressionando-a contra a minha. Nos beijamos calmamente, absorvendo todo o amor que estávamos sentindo. Nos afastamos para que eu pudesse beijar sua barriga. Beijei várias vezes, fazendo-a dar as risadinhas que eu tanto amava ouvir.
Esse era o começo da nossa família.
POV. Kelsey
Depois de alimentada e tomada banho, Justin e Jenna deixou eu e Mikael a sós. Se tudo estava confuso para mim, imagine para ele? Além de ter descoberto um passado cheio de mentiras, agora era pai e avô.
— Como está se sentindo? — Perguntou cuidadoso, com suas mãos afundadas dentro do bolso da calça.
— Bem melhor que ontem, pelo menos. — Dei de ombro.
— Muita coisa para absorver, não é?
— Acho que para todos, ninguém poderia esperar por isso. Eu só... — Gaguejei, não conseguindo buscar as palavras. — Eu só estou com medo. — Não sabia porque estava desabafando isso com ele, mas eu estava. Senti dentro de mim que eu podia expor o que estava sentindo. — Você sabe... — Olhei para ele com os olhos em lágrimas. — Veja o que fizeram comigo, imagina com essa criança? — Uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Mikael estendeu sua mão e acariciou minha bochecha, enxugando a lágrima.
— Kelsey, com isso não precisa se preocupar, eu prometo que não irei sossegar até encontrar quem fez isso.
— E depois? Irá matá-lo, mas e depois disso? — Ele franziu o cenho, não entendendo minha pergunta. — Depois disso terá mais sangue, sempre haverá um obstáculo novo, é um ciclo que nunca acaba. — Abaixei meu olhar, soltando um suspiro. — Agora entendo porque Justin nunca pensou em construir uma família.
— Ei, não pense nisso nem por um segundo sequer. — Segurou minha mão. — Além de ser filho do Bieber, é meu neto, não iremos deixar nada acontecer, com isso você não precisa se preocupar.
Meu Deus, agora que tive a total consciência do que iria enfrentar.
Meu filho tinha como pai Justin Bieber, e era neto do maior mafioso de toda Canadá, Mikael Bakerville.
Meu filho tinha ligação com os dois maiores mafiosos do Canadá.
Puta que pariu.
— Kelsey? — A voz de Mikael me fez sair do transe, me fazendo fitá-lo. Ele me olhava preocupado. — Disse algo que não devia? — Balancei a cabeça em negação, forçando um sorriso.
— Não, claro que não, estou bem. — Você só me fez ter consciência do quando meu filho seria visado por toda a máfia do mundo.
Toda a máfia do mundo procuraria saber sobre ele.
Escutamos duas batidas na porta antes da cabeça de Castiel aparecer com a porta entre aberta.
— Toc-toc, posso entrar? — Abri um sorriso enorme ao ver Castiel que retribuiu e adentrou.
— Vou deixa-los a sós. — Mikael beijou minha mão antes de passar por Castiel e se retirar.
— Quem diria, hein! — Castiel disse olhando na direção que Mikael saiu, depois voltou sue olhar para mim. — Nunca pensei que veria Mikael bajulando a mulher do Bieber.
— Nem eu. — Demos risadas enquanto ele se sentava mão meu lado na cama e segura minha mão. Eu e Castiel tínhamos uma ligação incrível, e isso não vinha pelo fato de já termos nos envolvido de corpo, mas sim de alma. A ligação que tínhamos não era nada mais do que uma ligação de alma, de companheirismo.
— Você deu um grande susto, vocês duas, na verdade. — Ele soltou um suspiro pesado, parecia exausto. Imagino como ele deve ter ficado com Caitlin e eu nessa situação, totalmente em cima do muro e com duas preocupações.
— Como está Caitlin?
— Vim da mansão agora, eu disse que iria para casa tomar um banho e me trocar. Christian não quer deixa-la vir, ela anda sentindo muita dor na perna, se ela soubesse que eu viria sem ela ficaria uma fera. — Sorri, isso era bem a cara da Caitlin. — De certa forma ela está se sentindo culpada.
— Culpada? — Franzi o cenho. — Não tinha nada que ela pudesse ter feito na hora.
— É o que eu e Christian estamos a dias tentando botar na cabeça dela, mas você sabe como é Caitlin.
— Espero poder sair logo daqui, quero muito vê-la, Christian faz bem não deixa-la vir, seria muito transtorno para a perna dela.
— Mas ela está bem, não precisa se preocupar, até está adorando tudo isso, vive gritando pela casa e pedindo favores, do jeito que a rainha Caitlin sempre gostou. — Demos boas risadas enquanto Castiel me contava tudo que Caitlin havia feito nesses últimos dias, ela estava literalmente se sentindo a rainha só porque não conseguia andar e todos tinham que fazer tudo por ela.
Depois de várias conversas, senti meu olho pesar até que não vi e nem ouvi mais nada que Castiel dizia.
Lar doce lar. Depois de uma semana no hospital, finalmente estava cara a cara com a entrada da mansão. Tudo que eu queria era minha casa, meu quarto, minha cama.
Se há dois anos alguém me dissesse que eu iria considerar essa mansão de "casa", eu diria que essa pessoa estava completamente maluca.
Agora ela era minha casa, as pessoas que viviam nela eram minha família.
Abri a porta do carro para descer, mas Justin segurou meu pulso, me impedindo.
— Está louca? O carro é alto, me espera. — Ele saiu do carro e veio em minha direção, me dando todo o apoio para que eu descesse. Um segurança já estava com uma cadeira de rodas a minha espera.
— Eu posso andar, Justin.
— Senta-se. — Ordenou. Revirando os olhos, me sentei na cadeira e logo estava sendo conduzida para dentro da mansão. Como recebi alta pela manhã, Justin avisou para Jenna que não precisaria ir ao hospital, e que arrumasse tudo no quarto para me acomodar.
O Hall de entrada estava vazio, deveriam ainda estar dormindo.
— Não vamos pro quarto? — Perguntei quando Justin começou a me direcionar para a sala de estar, não para as escadas.
— Ainda não. — Quando ele abriu as duas portas de madeira da sala, todos gritaram "SURPRESA" com uma enorme faixa escrita "Sejam bem-vindos Kelsey e bebê".
Não consegui segurar as lágrimas, todos estavam ali, incluindo Mikael, minha tia Beth e minha prima Meg.
— Não acredito. — Coloquei uma mão em minha boca, completamente surpresa, com uma lágrima escorrendo pela minha bochecha, emocionada.
— Me leve até ela, rápido. — Caitlin ordenou a Christian que estava logo atrás de sua cadeira de rodas. Chris revirou os olhos e obedeceu a irmã, trazendo-a até mim. Tirando a perna toda engessada, Caitlin ainda era a mesma velha Caitlin. — Ai que saudades. — Ela me abraçou com força, no qual retribui o abraço. Senti meu coração ser preenchido de amor e alegria, o que estava me faltando durante a semana inteira. Era Caitlin que faltava para meu coração se sentir preenchido por completo.
— Estou tão feliz por estar em casa. — Me afastei para olhar Caitlin. — Como você está? Disseram-me que estava com dor na perna.
— Não é nada de mais, eu vou ficar bem, o susto maior foi com você, céus, fiquei tão preocupada, e esse bebê... — Ela levou sua mão para minha barriga. — Poderia ter acontecido uma tragédia.
— Mas não aconteceu, eu estou bem e o bebê também está.
— Me desculpe Kelsey, estava tão estressada na hora que não me liguei que estávamos sendo seguidas, foi um grande descuido meu.
— Não se culpe Cait, teríamos sido encurraladas do mesmo jeito, era pra ter acontecido, não precisa se culpar.
— Minha sobrinha. — Beth se aproximou. Afastei-me de Cait e a abracei. Ela aparentava um pouco mais fraca do que da ultima vez que a vi há duas semanas. — Nem acreditei quando Jenna me contou, desculpe por não ter vindo antes, a quimio estava intensa e não podia ser interrompida. — Claro, o tratamento, ela já havia começado, por isso estava mais fraca.
— Você já tem seus problemas Beth, não se preocupe com isso, fico muito grata por estar aqui. — Ela sorriu para mim.
— Kelsey! — Megan me abraçou forte, depois beijou minha bochecha. — Graças a Deus está bem, ligava todo dia para tia Jenna para ter notícias suas, foi um grande susto. Queria muito ter vindo antes, mas minha mãe precisava de mim.
— Claro, eu entendo perfeitamente, não se preocupem com isso, o importante é que toda a energia positiva de vocês me ajudou muito. — Ambas sorriram para mim.
Nolan e Chaz vieram me abraçar e fazer piadinhas por eu estar na cadeira de rodas, depois Chris veio me cumprimentar, até Dorota me abraçou e disse o quanto estava feliz pela minha volta.
Jenna estava ao lado me olhando com um orgulho no olhar enquanto conversava com sua irmã. Justin permanecia atrás de mim, com uma expressão mais relaxada e feliz.
Olhei para Mikael e assenti para ele, dando permissão para que se aproximasse.
Ele caminhou pelas pessoas e se aproximou, agachando em minha frente.
— Fico feliz por já estar em casa.
— Também fico, não aguentava mais aquele hospital.
— O importante é que tudo deu certo, e não se esqueça do que eu disse, não precisa se preocupar com nada. — Assenti para tranquiliza-lo, mas eu sabia que essa preocupação só aumentaria. Quanto mais perto esse bebê estivesse de chegar, mais preocupada eu estaria.
— Bom, vou leva-la pro quarto, Kelsey precisa descansar. — Justin disse já empurrando minha cadeira. — Me aguarde em meu escritório, já volto. — Justin disse olhando para Mikael, que assentiu. — Christian, mostre meu escritório para Mikael. — Christian esticou seu braço mostrando o caminho para ele. Antes de seguir Christian, Mikael beijou o alto da minha cabeça e se afastou.
— Castiel, me leve para o quarto de Kelsey, irei ficar lá com ela. — Ordenou Caitlin.
— Venha conosco Meg. — Olhei para minha prima que sorriu com o convite.
Queria perguntar a Justin o que ele queria falar com Mikael, mas com Caitlin, Castiel e Meg por perto, fiquei sem jeito de perguntar. Justin deixou eu e Caitlin confortáveis em nossa grande e espaçosa cama, me dando um selinho demorado antes de se retirar do quarto junto com Castiel.
Ficamos apenas eu, Caitlin e Meg conversando sobre os acontecimentos dos últimos dias enquanto as duas tentavam adivinhar o sexo do bebê.
Mas naquele momento tudo que eu queria era ser uma formiguinha para saber o que Justin e Mikael estavam conversando.
POV. Justin
Mikael aguardava em pé no escritório, olhando ao redor para os detalhes do cômodo. Um segurança estava presente, não confiava nele o suficiente para deixa-lo sozinho no meu principal local de trabalho.
— Saia e aguarde no corredor. — O segurança assentiu e se retirou, fechando a porta atrás de si. — Bebida? — Ofereci enquanto ia para o bar.
— Whisky. — Servi dois copos entregando-o um. — Se me chamou aqui para discutir sobre Kelsey...
— Não, não tem nada a ver com ela... Quer dizer, não dessa forma. — Joguei-me em minha poltrona, dando um longe gole no whisky. — Estava precisando disso. — Murmurei virando a bebida goela abaixo, apoiando o copo na mesa e encarando Mikael que me encarava de volta.
— Foram dias longos e difíceis. — Disse ao analisar as minhas expressões cansadas.
— Nem me lembre. Ainda bem que acabou e ela está sã e salva em casa. Mas o real motivo de você estar aqui é depois desses últimos dias, notei que realmente se importa. Você se importa com ela. — Mesmo sendo difícil eu admitir isso em voz alta, mas era a verdade. Todos os dias ele estava ali, o dia inteiro, o tempo todo. Seu olhar sobre ela era de gentileza e solidariedade. Ele queria de fato estar ali, não por obrigação. — Sei que anda investigando quem fez isso, quero que não esconda nada de mim, pois também estou investigando e descobri algo que será o ponto importante para descobrirmos quem está por trás disso. Se nos unirmos, iremos encontrá-lo. — Mikael endireitou seu corpo, atento.
— Do que está falando?
— Conversei com Castiel e pedi sua ajuda, Christian estava transtornado e preocupado de mais com a irmã para tentar ajudar. Pedi que fosse atrás do carro de Kelsey e checasse as ferragens.
— Encontrou algo?
— Uma escuta. Alguém implantou uma escuta em seu carro, ouvia e seguia todos os seus passos, mas isso nem de perto é o mais estranho. O carro nunca foi mexido desde que o comprei, então deduzimos, ou ele já veio com a escuta implantada da confeccionaria, ou a implantaram dentro da mansão. — Mikael ficou paralisado, analisando as informações, até que me olhou.
— Tem grandes chances de alguém aqui ser infiltrado. — Concluiu, me fazendo assentir.
— E isso não é o pior de tudo. Essa pessoa deve ser de muita confiança.
— Como assim? — Franziu o cenho. Desde que eu e Castiel tivemos essa informação, passamos a conviver de forma estranha com as pessoas ao nosso redor. Eu teria que ser espeto e agir com cuidado.
— Nenhum dos seguranças tem acesso aos nossos carros. Os carros dos seguranças são estacionados em outra parte da mansão. — Mikael rapidamente compreendeu, arqueando sua sobrancelha em espanto.
— Alguém próximo fez isso. — Concluiu.
— Sim, e todos os possíveis suspeitos são meus amigos de confiança.
OBS: Desculpem pelo enorme atraso, fiquei sem internet por 2 semanas, podem parar de me xingar agora hahaha.
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