Be In Heaven



POV. Justin


Finalmente reagi, recordando os sentidos. Olhei para Kelsey e ela ainda encarava a médica, chocada.

— Kelsey? — Sussurrei na sua direção, fazendo-a piscar seus olhos e me encarar, ainda atordoada.

— Estou bem, só...

— Eu sei. — Interrompi apertando sua mão e sorrindo para reconfortá-la. — Eu também. — Ela sorriu e apertou minha mão de volta. Não esperávamos por isso, na verdade, não tinha como esperar por algo assim. Passei todos os anos da minha vida não desejando uma família, agora que estava aberto a isso, teria duas filhas em uma cajadada só. Sabia que para Kelsey também estava sendo um choque, mesmo sempre desejando ter filhos. Para quem será pai e mãe de primeira viagem é completamente assustador saber que terá mais de um.

E agora eu tinha três mulheres para cuidar.

— Sei que estão assustados com a notícia, isso é perfeitamente normal, mas não é tão difícil quando aparenta ser. Vocês terão um preparo ao longo da gestação, pessoas ao seu redor para ajuda-los, e principalmente, um ao outro. — Ela sorriu, trazendo de certa forma um conforto. — Aqui está o exame. — Ela entendeu para Kelsey que o segurou, se aproximando de mim para analisarmos juntos. Ver escrito o resultado das gêmeas fez uma ansiedade crescer dentro de mim e um sorriso brotar em meu rosto. Olhei para Kelsey e ela estava da mesma forma. São os nossos bebês, nossos, e eu já podia sentir todo o amor multiplicado.

Beijei o alto da sua cabeça, fazendo-a me olhar e sorrir antes de encerrarmos nosso atendimento e seguirmos de volta para casa.

— Você conta para sua mãe e eu conto para minha. — Kelsey logo fez questão de negociar assim que estacionei na garagem.

— É assim?

— Justo, não acha? Além de contar pra minha tenho que contar pra sua também?

— Mas a minha ainda está aqui, a sua está longe. — Sai do carro com Kelsey saindo logo depois. — Você bem que podia perguntar quando ela vai embora.

— Por que eu tenho que perguntar? A mãe é sua. — Ela riu e segurou minha mão enquanto entrávamos no Hall da mansão.

— E a sogra é sua, custa nada perguntar.

— Vem cá, porque sempre tem essa implicância com sua mãe? — Ela me fez parar, cruzando seus braços e me observando.

— Não é implicância, só que todo homem não gosta da sua mãe por perto o tempo todo.

— É normal que ela tenha estendido sua visita, descobriu ser avó e o seu único filho levou um tiro.

— Justamente por isso que não gosto da minha família por perto, pelo menos não por muito tempo. Preciso sair, resolver meus assuntos, e me sinto coagido com eles aqui.

— Em relação a isso não posso fazer nada, se vira com sua mãe que eu me viro com a minha. — Sorriu convencida antes de se virar e sair rebolando aquela bunda maravilhosa para a cozinha. Filha da puta.


POV. Kelsey


Justin estava muito enganado achando que eu teria a cara de pau de perguntar a mãe dele quando ela iria embora, se ele estava incomodado, ele que cuidasse disso. Eu realmente não me importava, gostava de Pattie, mas sabia que ele também não se importava, seu único incomodo era ter Pattie perto do seu estilo de vida.

Levei um susto ao dar de cara com Pattie na cozinha conversando com Dorota. Ambas sorriram ao me ver.

— Voltaram, e ai? Menino ou menina? — Pattie esbravejou empolgada, mas antes que eu pudesse dizer algo, gritos afobados invadiram o cômodo. Caitlin estava por perto.

— Eu sabia que tinha ouvido o carro, diz logo, menino ou menina? — Gritou entusiasmada. Intercalei meu olhar entre Pattie e Caitlin, as duas parecendo que iriam ter um infarto a qualquer momento.

— Menina. — Justin disse atrás de mim, interrompendo.

— Ai meu Deus, sério, eu sabia, AI MEU DEUS. — Caitlin começou a dar pulinhos enquanto surtava.

— Uma menina? Sério? Uma menininha. — Pattie repetia maravilhada com seus olhos brilhando, mas pelas suas expressões eu podia notar seus pensamentos longes. Ela havia perdido uma filha e nunca se recuperou desde então, agora teria uma netinha, ou melhor, duas para substituir esse lugar vazio. Isso me fez lembrar que eu tinha que contar que seriam duas meninas, mas como sempre, Justin adorava jogar a bomba maior para mim.

— Na verdade... — Comecei fazendo Caitlin e Pattie pararem de surtar, com receio do que eu poderia dizer. Fora Justin que havia contado, elas sabiam muito bem que ele poderia querer brincar com os sentimentos delas. — São duas meninas. — Ambas paralisaram totalmente, antes de começarem a surtar de novo. Justin revirou os olhos e fez um cara de que os gritos estavam o deixando com dor de cabeça.

— São duas menininhas para torrarmos mais cartões de créditos. — Caitlin gritava empolgada, dessa vez eu que estava revirando os olhos, mas acabei rindo da empolgação das duas. Eu ainda não havia tido esse momento de empolgação, a ficha ainda não tinha caído.

— É com toda essa empolgação que eu digo que estarei voltando para casa depois do almoço, minha visita de apenas um fim de semana durou mais que o necessário. — Pattie disse se aproximando de mim e me abraçando. Justin estava com a geladeira aberta enquanto pegava uma garrafa de suco, assim que ouviu o que a mãe disse, olhou para mim e fez uma dancinha abraçado com a garrafa. Não consegui me segurar e dei uma risada. — Não precisa chorar minha linda. — Pattie murmurou me abraçando mais forte. Justin tampou sua boca para que não caísse na gargalhada, Caitlin saiu da cozinha e foi correndo para a área da piscina para rir do seu jeito descontrolado. Ótimo, minha sogra achou que eu estava começando a chorar pela sua partida sendo que estava rindo das palhaçadas de seu filho. Terei que ser a melhor atriz do mundo nesse momento para fingir alguma emoção. — Vou voltar feliz em saber que serei avó de duas netinhas. — Ela se afastou e acariciou meu cabelo. Forcei um semblante emocionado até ela sair da cozinha.

— Você me paga, Bieber. — Grunhi para ele que deu um gole no seu suco se aproximando de mim, depositando um beijo gelado e com cheiro de laranja em minha bochecha.

— E você me ama. — Balbuciou saindo da cozinha.

— Ai, ai... — Caitlin suspirou ao voltar, enxugando os vestígios de lágrimas por tanto rir. — Agora é sério, estou muito feliz por você. — Seus braços me envolveram em um abraço carinhoso.

— Minha fixa ainda não caiu, acredita? — Disse ao me afastar do seu abraço. Sentei sobre o banco que ficava na bancada da cozinha com Caitlin sentando ao meu lado.

— Acredito, pros pais sempre é mais difícil. Sei que deve estar assustada, realmente é assustador saber que terá dois filhos logo de primeira viagem, mas todos nós estamos aqui. — Segurou minhas mãos e sorriu. Retribui seu sorriso e apertei sua mão, sentindo todo o conforto que eu precisava com esses pequenos gestos.

— Interrompo? — Olhamos para trás com Castiel adentrando na cozinha com seus cabelos caindo sobre os olhos, como sempre. Ele beijou minha testa e depois a de Caitlin, parando atrás dela que apoiou suas costas em seu peito. Eles faziam um lindo casal.

— Jamais. — Sorri. — Tenho uma novidade.

— Que rufem os tambores. — Caitlin começou a batucar em cima da bancada, simulando um tambor. Castiel tinha sua familiar expressão de confusão no rosto.

— São duas meninas. — Falei, mas ele pareceu mais confuso, mas quando percebeu do que eu estava falando, arregalou os olhos.

— Agora ele entendeu, mais é lerdo. — Caitlin riu.

— Gêmeas? Sério isso? Parabéns, Kelsey — Ele me abraçou. — Que loucura vai ser daqui a alguns meses.

— Nem me lembre. Minha fixa ainda não caiu. — Dei uma risada nervosa.

— Vocês terão apoio de todos nós. — Apertou meu ombro, confortando.

— Eu disse isso a ela, mas deixe a fixa dela cair sozinha, vou adorar ver isso. — Caitlin disse rindo. — Vamos pro quarto? — Perguntou sorrindo maliciosamente para Castiel que retribuiu seu sorriso.

— Pare vocês dois, apenas vão logo.

— Olha quem fala. — Caitlin cantarolou com Castiel rindo. Os dois saíram da cozinha de mãos dadas já iniciando seus beijos calorosos. Fazer é bem melhor do que ver seus amigos se pegando, com certeza.

Aproveitei que estava sozinha e disquei o número de Jenna, precisava contar a novidade antes que de alguma forma milagrosa ela descobrisse antes.

— Filha? — Escutei sua voz gentil do outro lado.

— Oi, mãe, como está?

— Bem... — Seu tom não soou firme como eu esperava. Um pânico tomou conta do meu corpo.

— Está tudo bem com minha tia? — Perguntei em desespero.

— Não, não, ela está bem, graças a Deus, é que... Fale-me primeiro, o porquê da ligação? Matar saudades?

— Sim, e também para outra coisa... — Fiz uma breve pausa, como ela não perguntou nada, prossegui. — Estou esperando gêmeas. — A princípio achei que a ligação havia caído, tudo ficou mudo por um longo tempo. Quando pensei em chamá-la, levei um susto com seu entusiasmo.

— Ai meu Deus, mentira? Não acredito. BETH, BETH, VOU SER VOVÓ DE GÊMEAS. Ai meu Deus, Kelsey, estou tão feliz. — Jenna simplesmente surtou e não sabia se surtava comigo ou com minha tia. Pude escutar Beth vibrando do outro lado e me desejando os parabéns, sorri empolgada e feliz. Nunca pensei que teria uma família para dividir um momento como esse.

— Agora que já contei, é a sua vez. O que está acontecendo? — Ela ficou muda novamente, alguma coisa estava errada.

— Mikael está aqui, chegou hoje. — Praticamente dei um pulo do balcão com os olhos arregalados.

— Como assim "Mikael está aqui"?

— Foi o que eu disse, chegou aqui do nada duas horas atrás. Sabe o porquê de ele estar aqui? — Lembrei-me da minha última conversa com Mikael, será que acabei influenciando a isso? Prefiro não entrar em detalhes sobre isso com Jenna.

— Você, mãe. Ele está ai por você. — Ela ficou em silêncio, como sempre fazia quando o assunto era esse, então continuei. — Converse com ele, vocês dois perderam muito tempo e é nítido que ainda não se superaram. Vocês tiveram uma história inacabada. Ele está ai nesse momento?

— Não, saiu com Meg para comprar água de coco, está muito quente aqui em LA. — De repente escutei vozes agitadas e algumas risadas. Senti uma pontinha de ciúmes por Meg estar passando tempo com ele ao invés de mim, mas afastei esse pensamento egoísta. — Eles estão chegando, depois nos falamos, e obrigada por essa notícia, me fez muito feliz.

— Não diga nada para Mikael, quando ele voltar eu conto a ele. Mantenham-se hidratadas e me informe qualquer coisa.

— Digo o mesmo, cuida dessas meninas, se cuide, mamãe te ama.

— Eu também te amo. — Sorri antes de finalizar a ligação. Senti alguém atrás de mim e olhei para trás vendo Justin entrar na cozinha. Ele sorri assim que me vê e vem em minha direção, beijando minha bochecha.

— Posso saber para quem você está se declarando? — Com seu braço em volta do meu ombro, sua expressão está calma e seu olhar com humor. Se não estava nervoso, com certeza já sabia com quem eu estava falando.

— Minha mãe, acredita que Mikael apareceu lá?

— Sério? Espero que dê tudo certo. — Franzi o cenho.

Isso ainda era estranho para mim ver Justin se dando bem e ainda desejando algo bom para Mikael.

— Sério?

— Sim, sério. Se fosse comigo e você, não teria aguentado ter passado tanto tempo longe de você. — Beijou de novo minha bochecha, então desceu seus beijos pelo meu pescoço. Cruzei minhas pernas ao redor da sua cintura, fechando meus olhos e saboreando o prazer de sentir seus lábios me tocando. — Vamos namorar um pouquinho? — Seus beijos continuaram me levando ao delírio enquanto suas mãos passeavam pelas minhas cochas, apertando-as. — Vou passar a tarde resolvendo sobre um carregamento na cidade, a noite preciso ir ao Demon, então podemos namorar um pouquinho agora. — Pediu manhoso.

— Carregamento? Demon? — Suspirei quando mordiscou minha orelha, fazendo meu sexo se contrair.

— Já disse que com isso você não precisa se meter, nem se preocupar. — Ele continuou com seus beijos exploratórios, com certeza em uma tentativa de desviar o assunto, mas sou mais forte do que ele pensa.

— Quero saber sobre esse carregamento, e também irei ao Demon com você. — Ele parou para me olhar, segurando meu rosto com suas mãos. Grunhi em protesto. Deveria ser proibido Justin Bieber parar de espelhar beijos e mordidas pelo seu corpo.

— Você até pode saber, mas não irá se meter. E o Demon não é mais lugar para você, não nessa situação. — Disse se referindo as gêmeas em minha barriga. Revirei os olhos.

— Fechado. — Respondendo sobre o carregamento. — E se for assim, Demon também não é mais lugar para você, está noivo e será papai. — Ele abriu um sorriso largo quando pronunciei a palavra "papai".

— Estou falando sério, é muita gente, pessoas bebendo e fumando...

— Eu sei, já frequentei o Demon várias vezes, eu conheço o lugar. Mas isso não é o problema, o dono do estabelecimento tem uma área privada onde sua linda noiva grávida pode ficar com seus amigos. Não estou com nove meses de gestação, Justin, ainda posso sair e me divertir bastante, mas é claro, com moderação. — Justin ficou me observando por um tempo com quase um sorriso aparecendo no canto da sua boca. Quase.

— Minha linda noiva grávida venceu. — Ele se curvou para me beijar, com sua língua indo de encontro com a minha me fazendo gemer de prazer. Com nossas línguas se acariciando, envolvi sua cintura com as pernas trazendo-o de encontro com a minha, sentindo seu membro ereto se esfregando em mim. Soltei outro gemido com Justin devorando meus lábios.

— Jesus cristo. — Nos afastamos rapidamente com Dorota nos olhando com os olhos arregalados. — Desculpe interromper. — Ela se virou e saiu rapidamente. Eu e Justin nos olhamos e caímos na gargalhada.

— Vamos para o quarto. — Sugeri, era a coisa mais sábia a se fazer se quiséssemos continuar com todas essas carícias.

De mãos dadas, corremos escada à cima e voltamos a nos beijar quando demos de cara com a porta do nosso quarto. Justin fechou a porta atrás de nós sem interromper os beijos.

Puxei sua camisa me livrando dela, jogando-a para qualquer canto do quarto, descendo meus beijos pelo seu pescoço, indo para o peito e dando algumas mordidinhas em direção ao seu abdômen. Justin acariciava meus cabelos enquanto observava meus movimentos com seu corpo enrijecendo quando segurei em seu membro, tirando-o para fora de sua bermuda.

Acariciei levemente com a mão seu membro ereto, com seu corpo se arrepiando com meu toque. Justin fechou os olhos ao sentir minha língua acariciando todo o comprimento, deixando um suspiro escapar.

Continuei acariciando levemente seu membro com a língua, massageando suas bolas. Sua respiração começou a ficar acelerada.

— Porra, Kelsey, qual é? — Grunhiu frustrado, estava odiando a minha tortura. Sorri maliciosamente para ele antes de abocanhá-lo com tudo. Justin segurou meu cabelo com força e gemeu alto, não esperando essa mudança repentina. Seu quadril começou a se movimentar junto com meus movimentos de vai e vem frenético.

Seu corpo enrijeceu e senti seu membro pulsar em minha língua, ele iria gozar. Justin jogou sua cabeça para trás gemendo alto e com vontade enquanto seu membro pulsava jorrando todo seu sêmen pela minha garganta adentro.

— Isso! — Suspirou em alívio, virando sua cabeça para encontrar meu olhar enquanto eu terminava de chupá-lo e saboreá-lo.

— Hmmm, você é muito gostoso. — Murmurei ainda roçando meus lábios em seu membro. Foi como se eu tivesse ativado alguma coisa nele, seus olhos se transformaram novamente em chamas e luxúria, com seu membro se enrijecendo ao poucos em minha mão.

— Venha aqui! — Justin me puxou pelo braço chocando meu corpo contra o dele, tomando os meus lábios. Logo estou saboreando seu hálito sabor laranja do suco que havia tomado, o calor imanando do seu corpo, retribuindo com o mesmo desejo sua língua exploratória.

Fui jogada na cama com seu corpo subindo sobre o meu. Envolvi minhas pernas ao seu redor segurando com força seus cabelos com minha intimidade latejando. Precisava urgentemente dele.

Justin forçou seu membro sobre minha intimidade por cima da roupa, me fazendo gemer alto.

— E assim? Também está gostoso? — Ele dizia sedutoramente, com sua voz ainda rouca do último orgasmo, esfregando seu membro contra minha intimidade sobra à roupa, me levando quase ao céu. Ele sabia como me levar até lá.

— Por favor... — Praticamente sussurrei, sem folego.

— O que? Não posso te ouvir. — Ele intensificou a pressão contra mim. Ai meu Deus, eu iria enlouquecer.

— Por favor, Justin, por favor. — Gritei agarrando seu cabelo com mais força, apoiando sua testa contra a minha onde nos olhamos intensamente.

— Seu pedido é uma ordem. — Ele levantou seu corpo do meu e desabotoou minha calça mais rápido do que eu poderia imaginar que alguém pudesse fazer isso, arrancando-a de mim e jogando-a para longe, exatamente como fiz com sua blusa, então puxou meu corpo com força com minhas pernas ficando entre seu corpo, com suas mãos segurando minhas pernas para o alto da minha cabeça, subindo seu corpo por cima e me penetrando profundamente, muito profundamente.

Fechei meus olhos e soltei um longo gemido, agarrando o lençol com força.

Apoiando meu braço no colchão, subi meu quadril de encontro com o dele, fazendo a penetração ser profunda e intensa. Soltamos um gemido ao mesmo tempo, intensificando os movimentos.

Movimentamos nossos corpos em conjunto, com o corpo de Justin fazendo barulho ao se chocar com força contra o meu.

Era demais, intenso demais, não iria aguentar.

— Justin! — Gritei, sentindo meu corpo convulsionar.

— Juntos! — Então ele largou minhas pernas deixando-as cair, deitando seu corpo sobre o meu com sua testa colada na minha, se esfregando sem parar sobre mim, estimulando junto meu clitóris. Eu iria explodir. Fechei meus olhos sentindo o ápice. — Abra os olhos, olhe pra mim. — Ordenou e assim eu fiz. Mantivemos nossas testas unidas enquanto nossos corpos convulsionavam com a chegada do ápice. Justin tomou meus lábios para engolir meus gemidos prazerosos, gemendo também contra meus lábios assim que nossos orgasmos nos invadiram.

Ele ainda ondulou seus movimentos contra mim até não ter mais nenhuma gota do seu sêmen para jorrar.

Seu corpo caiu sobre o meu, exausto, e eu não estava muito diferente dele nesse momento. Fiquei acariciando seus cabelos enquanto voltávamos ao normal.

Agora sim eu estava no céu. 


Notas da Autora: O capítulo ficou bem simples pq tive que deixar toda a outra parte dele para o próximo. Primeiro porque não daria tempo de escrever tudo que tinha planejado, segundo que minha prova do curso está perto e acabei me enrolando com isso. Enfim, como não queria atrasar mais, escrevi só uma parte do capítulo e postei hoje, no próximo já espero ter cenas de ação, como notaram, tem carregamento e noitada no próximo capítulo. 


Então é isso minhas lindas amoras (para quem não sabe, agora estou chamando minhas leitoras de amoras). Isso aconteceu em um dia quando acidentalmente chamei umas leitoras assim em um dia que estava muito feliz (e ainda estou, só com sono no momento haha), e então resolvi chamá-las assim, pq estou em uma parte da minha vida que tento ao máximo ser só feliz, e amoras são doces e doces trazem felicidade, assim como vcs trazem felicidade a mim, então OBRIGADA MINHAS AMORAS <3

Até o próximo capítulo, beijinhos com amoras <33  

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