Capitulo 11
Hoje é sexta dia de baile, estava me arrumando,eu vesti um boddy com um decote mara,e um shortinho desfiado e calcei um tênis mesmo, não estava muito em clima de curtição, meu celular começa a chegar notificação, e eu olho pra barra e vejo que é da minha mãe, dizendo que ia haver sua festa de aniversário e queria minha presença, eu resolvi fazer uma surpresa dizendo que não sei se conseguiria ir, e claro ela bem "Atriz" começou o drama, eu ainda não comentei isso com Noah, quero levar ele comigo, Sim, a gente se oficializou, acho que não tinha como ninguém não notar, sem contar que ele não sabia disfarçar sua cara de ciúmes quando me via conversando com outros caras. Faço um coque no meu cabelo deixando alguns fios soltos, pego meu celular e desço as escadas, Noah está sentado na sala conversando com meu pai, eu poderia ficar horas vendo aquela cena, quando os dois notam minha presença param de falar.
-Tô pronta. -Digo.
-De olho nela Noah, não deixe ela passar dos limites. -Meu pai diz a Noah.
-Pode deixar senhor, vamos?. -Ele diz e se levanta.
-sim,vamos.-Despejo um beijo no meu pai e saio com Noah.
-Você está matando qualquer pessoa com essa roupa.-Ele diz sorrindo e me beija.
-Você também não está nada mal. -Digo brincando e o mesmo me olha com cara de desapontado.
-preciso falar com você antes da gente entrar no baile. -Solto e o encaro.
-É alguma coisa sério? Você tá bem? Adoeceu de novo? Me fala logo que eu fico nervoso. -Ele muito lindo nervoso
-Não é nada disso, eu to bem, é que o aniversário da minha mãe tá chegando, e ela quer que a gente vá, e eu quero muito te levar. -Digo.
-Acho que não é uma boa ideia. -Ele diz olhando pra fora do carro.
-Por que não, Noah? O que te empata de ir? -Pergunto.
-Minhas coisas aqui, trabalho pro seu pai, não posso vacilar, e também minha ficha não é boa, aprontei muito quando era pivete.
-Vejo que tudo isso é mais importante do que a gente, ou melhor do que eu, quer saber, vá você pros seus corres, eu vou voltar pra casa. -Digo secando minhas lágrimas.
-Hope, não é assim, volta aqui. -Ele tenta me fazer ficar e ir atrás de mim, mas não consegue, subo correndo pro meu quarto e meu pai fica sem entender.
Noah me liga várias vezes, me manda mensagens, mas eu não faço questão de ser recíproca nesse momento, ele não teve em nenhum momento um pouco de empatia por nós, e não existem problemas, sempre acreditei que quem quer da um jeito, fui tratando de ajeitar minha mala, quando percebo que meu pai está na porta me observando.
-Tá a muito tempo aí? -Pergunto.
-Não muito, mas tô preocupado com você, filha.-Ele diz.
-Por que? Não precisa tá? Eu vou voltar, é apenas aniversário da mamãe e eu quero está por perto. -Explico.
-Tem certeza? -Ele pergunta.
-Absoluta, eu achava que seria loucura vim pra cá do nada, achava que nunca iria me acostumar, mas foi até que rápido.
-E enquanto ao Noah? Por que você chegou daquele jeito? -Ele insiste.
-Ah pai, queria que ele fosse comigo, mas ele disse que não podia por causa de ficha e que trabalhava muito, acho que ele tem Muito medo de desapontar você. -Confesso.
-Não quero ninguém magoando minha garotinha, você é tudo que eu tenho,Hope. Eu admiro muito o Noah, a maneira como ele consegue lidar com a situações, mas não sou muito bom conselhos amoroso.
-Você é o melhor pai, é por isso que eu me orgulho de você, te amo. -Vou até ele e o abraço.
-Já vai amanhã? -ele pergunta
-Sim, preciso ajudar minha mãe, sei que chegando lá, tem que alugar roupas e o monte coisa, você imagina como é uma festa de atriz.
-É bem a cara da sua mãe mesmo. -Ele diz rindo e sai.
[...]
Já era por volta de 8:00 da manhã eu, Aly e Janie estávamos, com as malas em frente minha casa esperando o carro, pra nos deixar no aeroporto, vejo Noah passando o mesmo me encara, e eu viro o rosto, dou graças a Deus o carro chegar pra ele não inventar de vim tentar conversar. As meninas percebem o clima e não me perguntam nada ainda, seguimos em silêncio até o aeroporto.
-Eu to tão empolgada -Diz Janie.
-Eu não to afim de reencontrar meus pais. - fala Aly.
-Amiga uma hora ou outra você ia ter que voltar, e encarar eles.
-Se eles acham que eu vou ficar, estão enganados, nem que eu compre uma casa lá no morro sei lá. -Ela diz
-Para com isso, eu adoro ter você lá em casa, e além do mais não faz sentido ter uma casa enorme e eu me sentir sozinha.
-Você não tá sozinha, tem a Janie e o Noah, além do mais que eu não quero incomodar vocês lá.
-Nada disso você volta e fica lá em casa e não se fala mais. -Digo.-Janie vamos fazer o possível pra te mostrar o que tem de bom em NY (New York).
-Estou ansiosa, nunca sai daquele morro pra nenhum canto, e agora vou realizar meu sonho, com as melhores amigas. -Janie diz e da pra perceber o tamanho da sua emoção.
-Acho que é o nosso voo, é melhor irmos.-Aponto e vamos em direção ao embarque.
Entramos no avião e Janie parecia aquelas crianças, ficava entusiasmada com tudo que via e não tinha preço ver aquilo, eu não estava com ela nos seus piores momentos, mas imagino como tenha sido sua dor, a sua criação, como ela deve sentir a falta da sua mãe, e como deve se sentir insegura em relação a várias coisas,logo me vem Noah na cabeça, imagino que ele seja assim também pelo fato de não receber muito carinho e atenção e de não saber como lidar com algumas situações, me sinto mal por cobrar dele, coisas que ninguém nunca deve ter conversado ou ensinado a ele. Sei que não é fácil, mas espero que fique tudo bem.
[...]
Depois de horas chegamos na minha casa, e entramos, minha casa estava lotada de pessoas que obviamente deveriam ser da organização, rodeando minha mãe de perguntas e amostrando coisas que provavelmente farão parte da festa.
-Mas você prefere a festa com ou sem sua filha?. -Falo alto e todos me olham e minha mãe se vira rapidamente sorrindo e vindo até mim.
-Filhaaa, você veio, achei que não iria vir, estava tão triste, meninas que bom que vieram, vou pedir que levem as coisas de vocês.
-Elas vão ficar no meu quarto ele tem espaço de sobra. -Digo.
-E cadê os meninos? O Noah? Eles não vieram também? -Ela cutuca.
-Mãe é uma longa história, a gente tá cansada e morrendo de fome e aposto que você tem um monte de coisa pra resolver.
-Vou querer saber em mocinha. -Ela me olha e volta pra onde estava.
Subo com as meninas para meu quarto e depois de cada uma tomar banho, maratonamos the orinals, até pegarmos no sono.
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