Erudito, Aulas e Copos
Contra seus melhores julgamentos, seu pai era um covarde. Laenor Velaryon era um cavaleiro de dragão, um cavaleiro e futuro rei consorte, mas não tinha graça, ânimo ou interesse em nada disso.
Seus interesses estavam em copos, lutas com seus escudeiros, e não era no pátio de luta, e apostas, deixando tudo nas costas de sua mãe. Assim, Jacaerys não aceitou, suportou ou deixou continuar.
Sua mãe o achava muito novo para realmente se envolver em questões de política e governança, mas alguma ajuda era melhor do que nada, e depois que seu filho mais velho aparece segurando uma pilha maior do que ele, e outra igualmente pesada carregada por seu escudo juramentado, para tirar dúvidas e aprender com sua mãe sobre o reino, Rhaenyra não sabia dizer não.
" Então… ter damas de companhia não serve só para fofocar…" Disse como se tivesse descoberto o segredo do século para a risada alegre de sua mãe. " Mas mãe, se ter damas de companhia é para ajudar a criar unidade e aproximar as grandes e pequenas casas, porque a senhora, como futura rainha, não tem uma rede?"
Rhaenyra não tinha uma resposta para isso, e quando tentou deixar isso de lado, levou seu avô para a discussão. O rei levantou os pontos e disse que isso era muito válido, para não ficar por trás, logo a princesa estava elaborando uma lista com possíveis damas de companhia, com a ajuda do próprio rei, e do mais jovem príncipe.
Outros lordes e ladys também foram chamados e até mesmo dias de brincadeira foi uma pauta a ser colocada. Jace os lembrou que mesmo sendo crianças, eram príncipes e princesas, o futuro do reino, então deveriam aprender desde cedo a ter boas relações com os outros.
Isso fez muitas casas, grandes e pequenas, serem convidados a uma reunião ou jantar no castelo, para desgosto de Alicent e seu pai, mesmo que depois tentassem usar isso ao seu favor e conquistar aliados.
Jacaerys incentivou sua mãe a marcar encontros na corte com casas de todo os sete reinos, ou até mesmo fazer pequenos passeios por ele.
As casas Arryn, Baratheon, Celtigar e Tully foram os primeiros colocados a serem convidados, com Joffrey Arryn, o herdeiro presuntido de Lady Arryn vindo passar uma lua na fortaleza como protegido, logo depois de se dar muito bem com o filho mais velho da princesa.
Os Royce, Corbray, Redfort, Mallister, Bracken, Darry e Piper tinham herdeiros ou filhos sobressalentes próximo da idade das crianças e foram chamados para um jantar na corte, onde entre muitas conversas, a ideia de alguns dos segundos filhos pudessem entrar na guarda-real ajudou a colocá-los ao seu favor.
Logo, Jacaerys tinha como amigo os herdeiros das casas Rosby, Rowan, Tarly, Caron, Dandarrion, Tarth e Selmy. Já Lucerys se deu muito bem com os filhos da família Vance, Harlaw, Drumm e Tarbeck.
Aegon vivia bêbado demais para se importar e Aemond era mais recluso, e afastado pela rainha, mas não demorou muito para que primos deles, Hightower, fossem chamados para a corte também.
Joverrys e Aemma eram muito jovens, mas constantemente vistos pela corte, já que o rei amava demais seus netos, principalmente Aemma e Lucerys, que o lembravam de sua amada e falecida esposa.
Lady Laena Velaryon e sua família também foram chamados, com a mulher sendo considerada para ser a principal dama de companhia da princesa.
A amizade entre elas claramente era grande e de longa data, e aparentemente tendo duas filhas com idade próximas a ele, não seria impossível ver um possível noivado.
Em particular na verdade conversou isso com seu avô, que falou que pensaria nisso, principalmente porque embora não tenha pensado muito, a princesa havia o questionado sobre um possível noivado entre ele e a Princesa Helaena.
Particularmente, sabia que isso não iria para a frente, não se a vontade da rainha for levada em consideração pelo rei.
E deixou claro que não estava pensando em um compromisso para ele, mas sim para seus irmãos.
" E porque?"
" Sou o futuro herdeiro do trono, avô. Minha reinvindicação tem que ser fortalecida de todas as formas. Desde minha educação e preparação, sobre possíveis amigos e aliados, até meu casamento. Luke é o futuro Senhor das Marés, um casamento com Lady Baella ou Rhaena ajudaria ele pois não temos a aparência típica de um Velaryon. Enquanto para mim… Aemma é minha irmã, como a maioria de nossa casa já sabe, é costume irmãos se casarem. Além disso, ela puxou toda a aparência valiriana, o que nós apoiaria."
Seu avô riu, embora não parecesse de mal gosto.
" Ela fez isso não é?!" Disse divertido. " Você tem boa cabeça meu neto, acredito que melhor do que eu quando tinha sua idade. Verdade seja dita, provavelmente melhor do que eu tenho agora!"
Ele assumiu como compromisso conversar isso com Rhaenyra e seu senhor mão, Sor Lyonel.
“ No entanto…não…deixa.”
Disse pensando, se pressionar demais seu avô, ele fará exatamente o oposto do necessário, e não gostaria de lhe dar ideias.
“ Fale, meu neto.”
“ Eu… bem..”
“ Diga, vamos. Suas ideias não sairam nada além de maravilhosas até agora.”
“ A rainha afirmou que não gostaria de casar a princesa Helaena comigo pois gostaria de compromete–la a Aegon.”
“ Sim…”
“ No entanto, isso só serviria caso fortalecesse a reinvindicação dele.” E rapidamente se explicou. “ Não é o caso, então casar os dois estagna nossas oportunidades.”
Visenys passou a pensar por um momento, era claro que a ideia de que Aegon estaria sendo visto como potencial herdeiro não era o que ele queria, mas ainda era muito fraco para agir e resolver isso como necessário.
“ E.. o que acha? Quais oportunidades seriam essas?”
“ Alianças.” Disse seriamente. “ Tirando a Munã, tia Helaena é a única filha do rei, uma união com ela é extremamente vantajosa. Assim como Aegon, como segundo filho. Além disso, casar os dois os impediria de ter suas próprias heranças, pois não haveria um dote potencial, por se casarem dentro de casa. Mas… em contrapartida, tia Helaena poderia casar-se com um Arryn, ou um… Celtigar, e receberia em troca uma fortaleza própria. Tio Aegon poderia casar-se com uma Lady da Casa Harlaw, Farman ou Serrett, isso ajudaria a fortalecer o reino, mostrar até mesmo as casas menores do senhor que são vistos, e também daria algo próprio ao meu tio.”
Além disso, o afastaria da linhagem do trono ao seu casar com uma casa menor com menos recurso. Não que os Serrett ou os Harlaw não fossem de alguma forma perigosos, era que simplesmente no grande jogo das coisas, seus suportes não eram dos mais bem preparados.
O rei pareceu pensar sobre, olhando as minuciosas enquanto ainda olhava para seu modelo.
“ Seu plano é sólido, mas ainda a uma grande questão.” Disse o olhando. “ Dragões. Meu avô nunca permitiu que suas filhas reinvindicassem dragões porque se casariam fora da família. Seus filhos homens eram ensinados desde o berço a manter sua lealdade ao sangur Valiriano. Posso não entender completamente por dentro disso, mas eu mesmo posso ver que dar dragões a outras casas, mesmo que menores, não é algo inteligente.”
Então porque permitiu que os próprios Velaryon tivessem mais dragões que nós, se questionou mentalmente, mas decidiu não dizer, melhor era pensar em alternativas.
“ Um erudito.”
“ Uma lei?”
Perguntou o mais velho confuso.
“ Edito do Cavaleiro do Dragão. Significaria que caso um dos filhos de principes, que não fosse da linhagem direta da coroa, ou que se casasse e não tivesse o sobrenome direto da casa do dragão, ou fosse considerado para a herança de outro, não poderia se relacionar com um dragão ou seu vínculo deveria ser supervisionado com cuidado e mantido longe do dragão.”
“ Mas isso não serviria para seus tios.”
“ Mas serviria para os filhos deles. Se não se casarem de volta a casa Targaryen, então ao devem ter autorização para ter ovos ou se relacionar com um dragão adulto, ou mesmo filhote. Como proteção contra a linhagem principal da coroa.”
Explicou seu pensamento, tentando explicar de uma forma simples, da qual seu avô não visse o grande perigo que a rainha com certeza enxergaria.
“ Tio e a Tia podem jurar, perante a coroa, e assinar o livro das leis jurando nunca usar seus dragões para nada além de proteger sua dinastia, e que sob o comando da coroa, não podem se revelar ou negar auxílio caso pedido. Tenho certeza que tia Helaena não negaria isso. Ela é muito doce.”
Disse para o distrair, e pareceu funcionar quando seu avô assentiu levemente.
“ Isso… é… algo. Falarei com o Meistre das Leis para ver o que ele acharia. Assim como Lorde Strong.”
“ Obrigada por me ouvir, avô.”
“ Você será um grande rei um dia, Jacaerys, sei disso. Tenho orgulho de você e de seus irmãos.”
“ E da munã?”
“ Sim, com certeza. Sua mãe é meu maior tesouro. Ela era uma grande rainha, a primeira que Westeros verá.”
Eles ficaram por um momento aproveitando o silêncio, vendo o homem arrumar mudar alguns dos pequenos objetos da maquete pelo lugar.
" Falando no Conselho…" Disse o homem, analisando sua maquete e segurando, com extrema delicadeza, uma pequena peça. " O que acha de ser meu copeiro particular?"
" Seu copeiro?"
" Sim, sim. Sua mãe virou a copeira do Conselho quando tinha sua idade, entendo que pode ser chato, mas…"
" Eu adoraria.." Disse rapidamente, para o choque do mais velho que sorriu com carinho. " Eu adoraria isso, avô. Tenho certeza que me ajudaria muito a me preparar."
" Ótimo, ótimo. Conversarei com sua mãe amanhã. No início você estará lá somente para observar, mas isso ajuda muito, a ver como as coisas funcionam, como é a política e as questões gerais."
" Claro…. O senhor, acha que eu poderia falar com o senhor, depois de cada sessão? Caso eu tenha dúvidas… ou idéias?"
" Mas é claro, querido. Embora lembro que isso é uma grande responsabilidade, Jacaerys. Você precisa estar em seu melhor comportamento, limpo e bem arrumado, prestar muita atenção e nunca faltar com respeito a nenhum dos membros. Eles estão lá para ajudar o reino!"
" Eu sei, serei o melhor herdeiro que eu puder, juro…"
O homem assentiu, passando então a falar sobre outro dos livros que ambos estavam compartilhando, falando sobre suas heranças valirianas enquanto juntos, montavam a maquete cada vez maior.
Viserys não estava errado ou enganado, e depois de uma longa conversa com a princesa herdeira, e a garantia de seu filho que queria aquilo e que não estaria sem tempo para si mesmo depois, na próxima reunião do Conselho, foi anunciado como novo copeiro particular do rei.
Já havia um copeiro real, que servia a todos na mesa, mas Viserys não queria perder a chance de ter o neto ao seu lado, sua cabeça era boa e suas ações eram sensatas, embora muitos provavelmente acreditassem que estava aludindo muito a uma criança.
Jacaerys vestia em um gibão preto com debrum cinza, há dragões costurados nas mangas em vermelho e azul, para parecer que estão todos voando juntos, e lembrando a todos sua herança de ambas as antigas Casas Valirianas.
Um pedido de última hora da princesa para a costureira, após que seu filho disse que precisava de ajuda para escolher algo para seu primeiro dia a serviço do avô.
Rhaenyra poderia não querer que seu filho estivesse tão exposto as maquinações da corte tão cedo, mas estava orgulhosa dele mais do que tudo.
Enquanto estava na sala do Conselho, Jacaerys não deixou coisas ao acaso, fez com que seu irmão Lucerys tivesse pequenas atividades para se manter ocupado, e longe de Aegon e Aemond, e com sua mãe também presente na sala, como herdeira do trono, depois que ele comentou inscessante como sua mãe poderia aprender a reger o Conselho se nem presente nele estava, só ficava seu pai a solto, que nem mesmo estava tentando prestar muito atenção a algo, e seus irmãos menores, que ficaram com as babás.
Lucerys era muito jovem, mentalmente, embora fosse só um pouco mais novo seu próprio irmão mais velho, por pouco mais de dois ciclos lunares. E assim, sua visão também era algo muito importante para o reino, ainda mais sendo um segundo filho com herança própria.
Assim, Jace fez questão de lembrar seu irmão o quão importante era se comportar, e sendo o menino gentil, compassivo e prestativo que era, Luke estava mais do que pronto para fazer o que fosse necessário para ajudar sua família, mesmo que envolvesse ficar horas a fio lendo e escrevendo, desenhando mapas ou perseguindo seu pai para aprender a navegar, como deveria ter sido ensinado desde o nascimento, mas simplesmente foi deixado de lado.
Embora Jacaerys fosse visto como o verdadeiro prodígio, seu irmão não estava muito atrás, principalmente em Alto Valiriano, a perseverança parecia ser um traço forte entre eles.
Entre uma das tarefas do dia, havia incentivado seu irmão a tentar ler um livro de Alto Valiriano enquanto o septão do castelo o corrigia e ajudava ele.
Ele sabia que se Laenor ajudasse ele nas horas vagas, como o devido pai, Luke aprenderia ainda mais rápido, contudo o homem estava ocupado demais chamuscando em auto-piedade, ficando bêbado, voando em seu dragão e lutando.
Da forma que ia, sabia que ele e seus irmãos não teria a melhor relação com seu pai, e sabia também que sua mãe já estava preparada para isso, que ela estava pronta para fazer o trabalho pelo dois, mas Jace estaria lá por eles, por ela.
E ainda assim, era frustrante pelo fato de que Laenor morar no mesmo teto com os filhos mas ainda assim parecer um estranho na maioria das vezes.
A rainha não havia gostado em nada sobre a nova posição do príncipe, chegando tão longe a indicar Aegon, o bêbado, para ocupar seu lugar, ou então Aemond, como segundo filho do rei.
Ainda assim, nada foi mudado, e ali estava ele, ouvindo adultos fingirem saber o que faziam e brincavam de deuses com os seis reinos.
Jacaerys tinha planos. Longos planos. E a plena intenção que sua família se envolvesse nisso e se desse bem.
Com o possível compromisso de casamento entre Lady Velaryon e Lucerys, os Velaryon estariam completamente amareados a ele por ambos os lados, e não poderiam se esquivar mais de os proteger caso fosse necessário. Não se realmente amassem pelo menos as netas, já que os netos claramente não eram suas preferências.
Joverrys também poderia ser logo compromissado. Jacaerys estava pensando em Baratheon ou Stark. Os primeiros eram talvez os mais adequados.
Pelo que poderia perceber de Lorde Baratheon, era um homem orgulhoso e temperamental, que nem mesmo era educado o suficiente para saber ler. Tradicionalista e provavelmente não aceitaria fácil uma mulher no trono, e ainda mais um suposto bastardo depois dela.
Com três filhas, não seria difícil propor um casamento entre seu irmão e uma das meninas, e depois comprometer seu próprio primeiro Filho com eles. Assim, mesmo que uma geração a frente, o sangue deles se sentaria no trono e teria mais reinvindicação, pois teria dois ramos da família conectados aos Targaryen.
Os Stark não possuíam uma filha, se não uma bastarda, e o herdeiro do Norte, Cregan, não era muito mais velho do que Aegon. Legitimar Sara Snow não seria complicado, mas casa-la com a realeza sim. Mesmo se legitimada, muitos não veriam nada além de uma bastarda.
Os Celtigars eram claramente uma casa honrosa e que ajudaria sua mãe se necessário. Mereciam um… agrado, para incentiva-los a continuar assim. Talvez pudesse ser prometidos a Aemond ou Daeron.
Lannister era uma casa para trabalhar. Orgulhosos e claramente seguidores das leis "naturais" impostas pela religião dos Sete Que São Um, onde um homem sempre estaria à frente de uma mulher.
No entanto, casa-los com o lado da rainha seria perigoso, pois ela poderia usar suas riquezas para incentivar a campanha para a coroação de Aegon.
Os Strong também eram uma casa a manter próxima. Jacaerys não tinha dúvidas agora quem era seu pai de sangue, e mesmo que não leve seu sobrenome, não se importaria menos. Harwin Strong foi mais seu pai, em ações, do que Laenor Velaryon era em nome.
Por conexão, eles tinham o apoio do Vale, das Terras das Tempestades, embora isso precisasse ser reafirmado, e deveriam ter a de Driftmark.
Os Starks eram leais de qualquer forma, sabia disso, mas não era só lealdade que estaria importando caso a Rainha decidisse causar uma guerra por sucessão.
Quando a primeira reunião terminou, agindo como um verdadeiro herdeiro deveria e servindo a todos com graça, sem chamar muito atenção se não fosse necessário, cumprimentou a todos e pediu um momento para falar com seu avô, sua mãe e os lorde Beesbury, para tirar dúvidas sobre a decisão de aumentar os impostos do povo.
Suas perguntas foram bem colocadas, assim como sua dúvida sobre a possibilidade do povo se revoltar, já que além de mal terem comida, segurança ou estabilidade, pagariam a mais por isso.
Quando terminado, sabia que havia deixado dúvidas em todos, e seguiu se retirando, para esperar sua mãe do lado de fora, embora tivesse tido a chance de ouvir quando disseram:
"Ele nasceu para ser rei, princesa. Que belo homem você deu ao Reino! Sábio, um prodígio natural e humilde."
Disse Lord Beesbury quando finalmente terminou. O coração maternal de Rhaenyra brilhou
de orgulho.
Ao saírem, Rhaenyra levou seu filho consigo até a ala familiar, onde o menino seguiu para seus próprios aposentos se trocar e seguir para seu treinamento.
Já a Princesa, seguiu para seus aposentos, onde seu segundo filho, Príncipe Lucerys, recebia aulas atualmente.
"Muña" - Luke exclamou assim que viu Sua
mãe e acenou para ela sorrindo, a mulher fez O mesmo para ele.
Assim que aprendeu a falar Alto Valiriano o pequeno príncipe apenas a chamava assim.
"Oi querido."
Ela sorriu para o filho que se levantou da cadeira e foi até ela a abraçando.
" Como está se saindo?"
"Muito bem!"
Exclamou animado, ele tunha conseguido ler um parágrafo inteiro sem gaguejar e tinha traduzido corretamente para sua língua.
" O príncipe está progredindo muito bem,
acredito que em alguns anos ele está falando
fluentemente sem dificuldades nenhuma, princesa."
O septão falou, bastante orgulhosa pelo avanço do príncipe lhe beijou na testa enquanto lhe parabenizava.
"Podemos ir comer bolo?"
Perguntou para sua mãe animado, e ainda mais quando lhe foi concedido o desejo.
" Mas antes… você tem treinamento com seu irmão. Vá se trocar…"
" Ah… mas…"
" Seu irmão já está em seus quartos. É melhor se apressar."
Luke via seu irmão como um novo deus, um ídolo a ser adorado, então nunca o queria chatear. Assim, rapidamente se despediu do professor e de sua mãe, enquanto seguia para seus aposentos já retirando seu gibão e tropeçando pelo caminho, para não se atrasar.
Jacaerys amadureceu muito em pouco tempo e se tornou um príncipe mais do que promissor, segundo muitos. Sua dedicação aos estudos deixou os Meistres maravilhados, e seu comprometimento era evidente em todos os empreendimentos. Até mesmo Meistre Mellos, a contragosto, admitiu ficar maravilhado com o potencial do jovem príncipe, admitindo que se ele não tivesse nascido na realeza, a Cidadela o teria recebido ansiosamente como um acólito.
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