༆ XVII
boa tarde, capítulo cm 3160 palavras meus amores, muito texto, bebam água.
e pessoas q pararam de ler a fic pela demora de atualização voltem eu imploro, amava os comentários de vcs :')
até semana que vem.
❀
O mundo rodou e se não fosse por Renard eu teria ido ao chão de novo.
— O que estava escrito? — Pergunto rápido. O nojo em minha voz evidenciando o quanto odeio o macho.
— Darren levou diretamente para Helion, estão esperando por nós para abrirem. — Renard responde prontamente. Assinto. Olho para o roupão em meu corpo e aperto o nó em minha cintura.
— Você não vai assim, vai? — Ystria pergunta me olhando de cima a baixo. Um sorriso de lado aparecendo em seu rosto. Os cabelos castanhos agora presos com as mechas prateadas brilhando.
— Não tô pelada, rápido! — Digo passando por eles. Pouco me importa se estou seminua, descalça e com os cabelos molhados, dependendo do que estiver escrito nessa carta a guerra pode ser iniciada.
Deixei que Ystria fosse a frente me guiando pelos corredores. Andávamos apressados e meus pés vez ou outra escorregavam por ainda estarem molhados. Foquei uma onda de calor para minhas mãos e aqueci meus cabelos na tentativa de enxuga-los. A água já começava a evaporar.
Descemos uma série de escadas até chegarmos a uma biblioteca grande com uma mesa enorme ao centro e diversas estantes cheias de livros ao redor. Na mesa parecia ter representações de cada Corte, montanhas, vilarejos, pastos, plantações e florestas. Pequenas representações de Prythian.
Fellius e Darren estavam de pé ao lado da mesa assim como Helion e Manch. O irmão de minha amiga estava com os cabelos presos em uma trança lateral e me olhou rapidamente assim que entramos.
— Alyn? — Fellius diz confuso olhando para mim, especificamente para meus trajes, ou a falta deles. Apertei o nó do roupão.
— Eu disse pra ela vestir alguma coisa, mas você já sabe como ela é. — Ystria diz sarcástica indo até a lateral da mesa onde as terras féericas estavam. Revirei os olhos e me aproximei também, ficando ao lado de Fellius.
— Ora, vamos logo ao que interessa, tempo é algo que não temos. — Digo antes que mais alguém fale algo. Helion que sequer havia me olhado desde que entrei se dirige a Darren, outra que não me olhou.
— Pode abrir.
A fêmea assentiu e logo estava quebrando o selo e abrindo o papel. Passou os olhos dourados pela carta e começou a ler:
— A Corte Outonal foi tomada. Eu, Velliard Narttu, príncipe herdeiro do trono de Vallahan estou no comando da corte. Gostaria de conhecer Helion, o quebrador de feitiços e Grão-Senhor da Corte Diurna. Convido você e os seus para visitar meu palácio, temo que tenhamos um assunto a tratar assim como os outros Grão-Senhores. Gostaria também de avisar que minha emissária e minha general irão fazer uma breve visita à sua corte, uma de nossas prisioneiras mais perigosas está a solta e fugindo. Caso alguém veja uma fêmea de cabelos vermelhos alerte para que mantenha distância e prendam-na até que busquemos. Aguardo sua visita, Grão-Senhor.
Droga. Mil vezes droga. Olhei para Renard que agora estava com os olhos presos na representação da Corte Outonal e parecendo sentir seus olhos se ergueram e encontraram os meus. Assentindo em silêncio me seguiu até um canto deixando os outros discutindo entre si.
— O laço está frágil demais para falar por ele, mas você entende o que isso quer dizer? — Pergunto em voz baixa. O macho assente e segura em meus ombros.
— Velliard planeja fazer uma execução perante todos os Grão-Senhores, ele quer mostrar o poder que tem, isso não é nada bom. Se ele matar Beron, Eris ganha o posto e se Eris se tornar Grão-Senhor estamos perdidos!
— Milliken e Joen são as únicas fêmeas do grupo e apenas uma é general, isso quer dizer que ele já delegou as funções entre os outros e se ela é a nova emissária de guerra, quais os postos que os generais Barrwod estão ocupando além daqueles que já lhes pertencem? — Mudo de assunto drasticamente. E parecendo apenas então se recordar de nossos bravos perseguidores Renard me olha com o cenho franzido. Estalo a língua e cruzo os braços.
— Se nos basearmos na dinâmica de uma rainha podemos descobrir. Joen e Kol querendo ou não, são os dois braços de Velliard, Milliken é a outra metade do cérebro e Eridion age quase por si próprio. — Meu amigo e eu nos calamos por um minuto e então de repente o mesmo se vira para as pessoas da mesa. — Grão-Senhor, se você tivesse uma equipe eventualmente muito boa, como organizaria a mesma? — Helion franze o cenho para meu amigo e eu quase sorrio ao entender onde Renard quer chegar.
— Se eu fosse Grã-Senhora, escolheria por suas habilidades, por exemplo, Fellius, um líder nato, luta com maestria e empunha uma espada tão bem quanto uma pena, general dos exércitos. — Respondo antes do macho e me aproximo da mesa, ando ao redor da grande representação e paro ao lado de Ystria. Fellius sorriu agradecido e acenei com a cabeça. — Velliard distribuiu funções entre seus generais e temos que descobrir quais. Renard, conte-nos sobre os Irmãos Barrwod. — Meu amigo iria responder quando Manch se pronunciou pela primeira vez.
— Irmãos Barrwod? Eles são lendas, generais de guerra tão antigos quanto nós, são filhos do braço direito do Rei de Vallahan, o general Raye Barrwod. O general da Corte Noturna matou o pai deles na guerra e desde então ninguém mais soube dos irmãos. — Informação nova e importante. Então essa é a motivação deles, vingança. Velliard e Milliken desejam vingar a mãe e o tio, os Barrwod desejam vingar o pai. Lindo, pena que não vai acontecer. Não se depender de mim.
— O general da Corte Noturna? Qual o nome dele? — Ystria pergunta. Manch lhe encarar e logo desvia o olhar, franzi o cenho.
— Cassian, um guerreiro Illyriano com mais de 500 anos, ele lutou nas duas guerras e é conhecido como um dos maiores guerreiros do continente, assim como seu Grão-Senhor e Azriel, o mestre espião. — Quis perguntar mais sobre o último, o Illyriano que poucos se atreveram a falar sobre.
— Não acredito! — Ystria murmura e eu lhe encaro esperando mais informações, mas a mesma apenas se perde em seus pensamentos.
— Então temos cinco pessoas querendo vingança contra Prythian, Alyn, Renard, vocês foram os que tiveram contato com eles, poderes? — Darren pergunta para nós. Helion se afastou de nós e foi até uma estante e começou a procurar algum livro.
— Nenhum deles tem poderes, não como vocês que nasceram com eles. Velliard e os outros usam de magia, muita magia. Amarantha usava apenas um livro do Arsenal do Rei, Velliard e Milliken herdaram todo ele e usam para invocar feitiços obscuros. — Renard responde cruzando os braços a frente ao peito.
— Mas se eles não tem magia não deveriam conseguir fazer feitiços. — Ystria diz e então percebo a peça que falta no quebra-cabeça.
— Alguém sabe a origem da rainha de Vallahan? Ela e o rei de Hybern eram irmãos, não? — Pergunto para ninguém em específico, me aproximando ainda mais da mesa. Helion se aproxima de nós novamente, dessa vez com um livro aberto em mãos e o coloca na parte lisa da mesa.
— Rainha Noora, está tudo bem aqui. — Aponta para a página cheia de rabiscos e desenhos. Por um momento fiquei constrangida, mas respirei fundo e me aproximei juntando toda minha força de vontade e lendo a primeira linha com sucesso antes que Renard tomasse o livro e começasse a ler para si mesmo.
— Filhos da puta... — Xingou alto o suficiente para que todos se assustassem. Helion tomou o livro de suas mãos e leu algo que também o fez praguejar.
— Mas que porra... — Manch diz arrancando o livro das mãos do tio. Isso estava me agoniando, iriam acabar rasgando ou danificando o livro. — Blá Blá Blá, nascimento da princesa blá blá blá guerra blá blá b.. opa, aqui. "A família real hyberniana vem de uma longa linhagem de feiticeiros e bruxas, a princesa Noora era uma das bruxas mais fortes da família e iria ajudar na Grande Guerra se não estivesse grávida da filha mais nova, Milliken. O herdeiro do trono, Wilhelm...
— O nome daquele rei era Wilhelm? Tá explicado por que era doido, olha esse nome, com certeza a mãe desse aí não gostava muito... — Renard interrompeu.
— Renard! — seis vozez gritaram em unissono e meu amigo fez uma careta.
— Continue, Manch, ignore Renard ele é sempre assim. — Fellius diz e Renard lhe lança um olhar mortal. O macho de cabelos brancos o encara por alguns segundos antes de desviar o olhar e pude jurar que vi um canto de sua boca se erguendo.
— continuando, "Wilhelm tinha inveja da irmã por ser condutora de tanta magia e ficou furioso quando perdeu a mesma para Vallahan, porém com o passar dos séculos aproveitou do casamento da irmã para tirar vantagem do cunhado." — Diz e me pergunto se Eris, Urie, Ignner e Orion fariam isso com algum pretendente meu se nós tivéssemos sido irmãos de verdade. — Bom, tem algumas páginas faltando e a outra já é sobre a família da Corte Invernal.
Fellius pareceu ficar tenso e eu lhe encarei por um tempo, logo desviando para Ystria, que tomava a frente.
— Então os dois são filhos de uma bruxa poderosa, condutores de magia negra, mas se isso aqui — aponta para o livro. — está certo a fêmea é a condutora mais forte, ou seja sempre fica ao lado do rei. Se eliminarmos a magia, qual o tamanho dos exércitos deles?
— Renard. — Chamo e o mesmo dá um passo a frente. Logo abrindo o bolsão de magia onde guardou os relatórios surrupiados da general de Vallahn.
— Peguei umas coisinhas antes de fugir. — Diz jogando a pilha de papéis na mesa. — Eles também tem uma criatura que não é desse mundo, revirei todos os livros da corte procurando informações antes de fugir, mas não achei nada.
— Por que não mostraram isso antes? — Helion diz se aproximando e analisando cada papel. Apertei as unhas nos braços.
— Números não provam que uma guerra se aproxima, do que adiantaria se não acreditava em mim? Poderia muito bem achar que entrei em sua mente e coloquei essa ideia lá. — Respondo irônica e reviro os olhos. O mesmo ergueu os olhos dos papéis e me encarou sério.
— Tem razão, não acreditava em você, mas agora não é hora para suas birras. Darren, Manch, ajudem Fellius a esconder o navio. Ystria e Renard, dêem uma roupa para essa menina e depois quero os três revirando cada biblioteca dessa cidade e descubram de onde é essa tal criatura . Nos vemos no jantar, dispensados. — Manch e Darren estavam saindo quando perceberam que eu, Ystria, Felllius e Renard encaramos o Grão-Senhor. A pergunta estampada em nossos rostos. — O que?
— Vou logo avisando que se ela surtar de novo eu não me responsabilizo. — Renard diz me pegando pelo braço e arrastando. Só a Mãe e ele sabem o quanto odeio receber ordens, mas segui Renard e Ystria para fora da biblioteca.
Logo estávamos voltando pelos corredores até meu quarto. Cada um perdido em seus próprios pensamentos.
[...]
Renard e Ystria se jogaram no chão coberto por um tapete assim que entramos na sala. E eu fiz o mesmo logo após tirar as botas. Andamos o dia inteiro por todas as bibliotecas da cidade, até mesmo as dos palácios na base da montanha e não encontramos nada. E os únicos livros que citavam outros mundos estavam com páginas faltando ou até mesmo queimados. Aquela vadia da Amarantha havia mandado fazerem isso às bibliotecas da Diurna, lembro quando Renard um dia chegou desesperado falando que a corte Diurna estava sob ataque da Grã-Rainha.
— Será que eles conseguiram esconder o Lex Talionis? — Renard pergunta para ninguém específico. Dou de ombros mesmo sabendo que ele não me vê.
— Não sei, eles ainda não voltaram, então acho que ainda não. — Ystria responde com tédio. Continuamos conversando por um tempo até que a mãe de Darren aparecesse.
— O que pensam que estão fazendo aí deitados? — diz batendo com um guardanapo em nós. Me levanto rapidamente e me escondo atrás de Renard que usa os braços pra se defender. — Olha pra isso, estão imundos e ainda deitam no meu tapete! Já para o banho, os três!
— A senhora não... — Ystria começa a dizer, mas logo Keala lhe lançou uma olhar ameaçador e bateu com o guardanapo fazendo a mesma gemer um "aí".
— Eu sou a mais velha daqui, então é melhor que vocês me obedeçam ou vão se ver comigo! — Disse brava. A mulher baixinha e rechonchuda parecia inofensiva, enganava bastante.
— Aí, já vou, já vou, não precisa de tudo isso! — Digo correndo pro corredor antes que ela bata com o guardanapo na gente de novo. Ouço a gargalhada de Renard e logo depois o mesmo passa por mim correndo com o guardanapo amarrado na cabeça.
— Menino, me devolva o pano ou quando eu te pegar vou enfiar ele na sua bunda! — A senhora gritou vindo atrás de nós dois. Assim que a mesma passou por mim o guardanapo voou por cima de sua cabeça e eu peguei, balançando no ar ao perceber o plano de Renard.
— Olha o que eu tenho e não te dou! — Provoco vendo a fêmea ficar ainda mais brava. Assim que ela avança na minha direção desvio dela e jogo novamente para Renard que corre.
A única coisa que se ouve pelos corredores são nossas risadas e os xingamentos e ameaças de Keala. Continuamos jogando o pano um para o outro conforme ela se aproximava. Corri para a beirada da varanda enorme e me inclinei segurando o guardanapo entre dois dedos, o vento forte balançando o mesmo.
— Se a senhora não soltar ele eu deixo seu guardanapo voar— Ameacei assim que a mesma segurou Renard pela orelha. O mesmo tinha uma careta de dor no rosto engraçada. A fêmea resmungou algo e pediu o pano novamente. Assim que segurei na mão de meu amigo joguei o guardanapo na mulher e corremos para o quarto ouvindo um xingamento alto.
Nos encaramos por alguns segundos e caímos no chão rindo. Olhei para meu amigo que secava lágrimas que escorreram de tanto rir e meu sorriso aos poucos foi se desfazendo e dando lugar a culpa ao ver o curativo em seu braço.
— Desculpa por ontem, eu não devia ter me descontrolado e... — Comecei a falar, mas o mesmo me interrompeu com um sorriso.
— Alyn a culpa não foi sua, você estava sobrecarregada a anos e ninguém, nem mesmo eu percebi. E você não apagou ontem, você ficou apagada por dois dias, Helion chamou as melhores curandeiras da corte para cuidar de você. Quando explodiu você apenas me arremessou para longe, esse ferimentos foram o Fellius. — Completou desviando o olhar. Franzi o cenho.
— Vocês dois brigaram? Espera, Helion pediu que cuidassem de mim? Eu juro que foi como se horas tivessem passado, não dias. Pela Mãe...
— Eu estava nervoso com seu estado e as curandeiras não me deixaram ficar no quarto, então eu pedi que ele lutasse comigo para me distrair, mas eu o pressionei e ele não gostou muito. — Respondeu passando a mão pelos cabelos. Isso explica a troca de olhares raivosos. — E Helion não é esse ignorante, ele só age assim com você. — Lhe encaro com descrença. Mas o que infernos esse macho tem contra mim? Eu já desenhei pra ele que eu não tenho culpa pelas merdas de Beron.
— Se continuar assim eu não fico aqui, tratar todo mundo bem aí chega em mim e me tratar como merda? Porra, eu ainda tenho dignidade. — Respondo me levantando e indo para o banheiro. Agradeci aos céus pela banheira estar cheia. — Re, você trouxe outras roupas minhas ou só essas? — Pergunto apontando para o meu corpo.
— Trouxe outras óbvio, vou deixar aqui encima da cama e fui, te vejo daqui no jantar e vê se não demora que eu já tô com fome. — Diz e eu jogo beijo para o mesmo. Assim que a porta se fecha pego o mesmo roupão que me enxuguei e levo para o banheiro. Penduro o mesmo em um gancho, amarro meu cabelo em um coque e começo a me despir.
Fiz o que Renard pediu e fui rápida. Deixei a calça e a camiseta de linho no banheiro e vesti o vestido azul claro que vai até a metade das coxas que Renard havia me deixado junto a um robe do mesmo tamanho e cor. Achei fofo. Soltei meu cabelo e peguei a escova em cima da cômoda do quarto.
O dia hoje foi exaustivo e com muitas descobertas. Lembrei apenas durante a nossa busca sobre a menção de uma "ela" nos planos de Velliard. O príncipe não estava encabeçando tudo sozinho e essa fêmea tem tanto poder quanto ele e está usando isso a favor deles. Não sei onde está, mas pelas informações de Renard e Eris está infiltrada em uma Corte enviando todas as informações possíveis para Vallahan.
Precisamos descobrir o quanto antes, ou não poderemos arriscar confiar em ninguém fora daqui. E isso custaria um preço alto demais. Graças a guerra recente demais os exércitos ainda estão desfalcados e com baixas, e se os boatos que correm forem reais os illyrianos não estão exatamente contentes com seu Grão-Senhor. Uma guerra civil é a última coisa que Prythian precisa, principalmente já maior corte do continente.
Renard havia me contado alguns dias atrás sobre as Rainhas humanas. Traidoras que entregaram o único local seguro de Prythian diretamente para Hybern, mas a certeza de que Velliard sabe a localização desse lugar ainda não é real. E é impossível saber quando estamos tão longe, se não fosse ser obrigada a casar com ele teria ficado e continuado a investigação, mas quanto mais eu ficasse, menos tempo eu teria para agir. Agora, além de ter poucas informações também temos pouco tempo.
Esse baile para o qual Helion foi convidado é uma armadilha e eles já caíram nela uma vez. Velliard não é burro, ele acredita que os Grão-Senhores não irão arriscar, não em um território desconhecido e cheio de magia de outras terras. E era isso que eu usaria a meu favor.
O plano inteiro começou a se formar em minha cabeça e apesar do instinto protetor no fundo de mim gritar para que eu não o fizesse a ideia já estava enraizada em minha mente. Terminei de me aprontar e calcei um chinelo de dedo que estava por ali. Saí do quarto seguindo pelo corredor.
Nossa equipe agora é maior e não posso guardar meus planos para mim e Renard. Se quero a confiança deles terei de confiar e é isso que irei fazer. E se eles aceitarem meu plano vamos ter uma longa jornada para conhecer todos os Grão-Senhores de Prythian e suas pessoas de confiança. Minhas aulas de etiqueta terão de retornar, assim como o treinamento com armas, lutas e magia. Quero estar pronta para qualquer coisa.
E que a Mãe tenha piedade de nossas almas imortais caso eu precise entrar num campo de batalha.
❀
tchau gente, bebam água, respirem pq tá na contagem regressiva do final de Casa de Tempestade.
Casa de Segredos ou Casa de Ventania?
Já assistiram Para Todos Os Garotos Que Já Amei: Agora e Para Sempre?
Fellius, ou o mais próximo q chegou do q eu imagino
🎨: Sakimichan art
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top