Capítulo Único
✧ Créditos:Fanfic por: _Lee-JeonCo-autor: PurpleGalaxy_ProjectBetagem por: cheriottDesign por: goth_be
Oie bombons 🎃!!Vim com o novo especial de Halloween, espero que gostem!Antes agradecer ao projeto pela oportunidade, e a betagem impecável da @cheriott e a capa feita por @goth_be♥️Boa leitura!
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Orfanato Hongson
11:45 p.m
Quarta feira
O barulho da chuva e o clarão dos trovões eram altamente evidentes no quarto de Taehyung e de seu amigo, Hoseok. Aproveitavam o tempo juntos para falar mal de grande parte dos jovens e crianças do orfanato Hongson. A conversa continuava tranquila até que o tão assunto doloroso foi tocado!
— Falta menos de um mês pra você fazer dezoito anos, já pensou no que vai fazer? — Encarando Hoseok, Taehyung engoliu seco e uma pequena gota de suor formou-se em sua testa.
— Eu realmente não pensei em nada; pelo visto, virar um mendigo pelas ruas de Seul não vai ser nada mau — Taehyung disse brincando, mas só ele sabia o quão amedrontado estava com sua realidade.
Desde seus cinco anos de idade, no orfanato, nenhum casal ou pessoa que passou por ali o quis. Talvez pelo fato de suas características faciais não agradarem as pessoas, ou por ser uma criança muito atentada. Mas nenhuma vez sequer alguém o levou para ficar no período de teste de três meses.
Diferente dele, Hoseok já havia passado pela fase de teste oito vezes ao longo do caminho, mas em todas os tutores descartaram a possibilidade de ficar com ele.
De fato, após rirem da fala de Taehyung, ambos se deitaram para dormir. Bom, Hoseok sim, mas Taehyung mal conseguiu pregar os olhos! A imagem de sair do orfanato com as mãos vazias o deixava com medo. Só não esperava que, tão perto de sua vida medíocre, algo ocorreria.
Quinta feira
Orfanato Hongson
07:00 a.m
Acordar todos os dias com o som do sino gigante que havia no orfanato não era dos melhores. Rapidamente, Taehyung e Hoseok se levantaram, arrumaram suas camas e foram ao banheiro. Após fazerem suas necessidades com certa pressa, colocaram seus uniformes e se posicionaram em frente às suas camas. O quarto que os dois jovens dividiam era pequeno, havia duas camas de solteiro em cada lado, uma mesa com livros e duas cadeiras que dividiam para estudar.
A porta da sala é aberta rapidamente pela inspetora e gestora do orfanato, Senhora Lin.
Nas quintas e sábados era o dia das visitas para escolherem um filho, e os jovens precisavam mostrar que eram as melhores pessoas do mundo.
— Hora do café, pirralhos, vamos rápido, mexam-se! — ela disse, batendo seu pedaço de aço nas mãos.
Taehyung e Hoseok apressaram seus passos. Chegando no grande refeitório, era bem visível a separação entre crianças, adolescentes e quase adultos como Hoseok e Taehyung. Hoseok ainda faltava dois anos para ser liberado do orfanato.
Deslocaram-se até os seus lugares de sempre e se prepararam para começar a comer.
Enquanto comiam, trocavam olhares, já que era inadmissível falar durante as refeições. Quase finalizando o café da manhã, a Senhora Lin entrou no refeitório, chamando atenção de todos.
— Almas penadas, hoje é mais um dia importante para eu me ver livre de todos vocês. Mais pessoas querem alminhas como vocês para criar. Se não querem ficar aqui pra não morar na rua, como muitos que logo logo, estarão abaixo da ponte... — Seus olhos miraram em Taehyung e um sorriso surgiu em seus lábios. — Então sejam apresentáveis, coloquem um sorriso no rosto e boa sorte, pestes. — O sorriso em seu rosto era só mais um motivo de surto por dentro de Taehyung.
09:34 a.m
Orfanato Hongson
Kim Taehyung
Já haviam se passado horas desde que a visita começou. Na maioria delas, eu ficava na biblioteca no orfanato, até porque ninguém iria querer um marmanjo velho como filho, né?
Isso era extremamente frustrante. Entre as fileiras e pilhas de livros estava eu, organizando uma fileira de livros de terror em cima de uma escada. Eu odiava esse tipo de literatura, mas, ao mesmo tempo, achava fascinante.
Enquanto colocava os livros de forma organizada, um deles caiu no chão. Respirei fundo e, quando virei para trás, dois homens estavam atrás de mim, com o livro que caiu no chão, olhando-me fixamente.
O susto foi grande ao ponto dos meus olhos quase saltarem para fora e eu quase cair da escada. Segurei forte na escada, sentindo minhas pernas tremerem levemente. Notei rapidamente a aparência altamente sombria de ambos, desci as escadas e me curvei com sinal de respeito, ainda com medo.
— Me desculpa, senhores. Fui desatento, estava arrumando o armário, acertei um de vocês?! — perguntei, levemente afobado.
— Não acertou não, está tudo bem! Desculpe a pergunta, mas por que não está lá fora com as outras crianças? — O mais alto, com cabelos bem brancos, deu um sorriso reconfortante.
— Bom, acho que nem como criança sou mais considerado.
— Por que diz isso? — o outro homem, de lábios carnudos, perguntou.
— Já sou quase maior de idade. Quem iria querer adotar um menino quase adulto? Então, fico longe da vista pra não tirar a chance de crianças que precisam mais que eu — disse receoso, mas com sinceridade. Sabia que tinha crianças que precisavam de mais atenção.
— Entendemos, mas não acha que pode ser adotado um dia? — o mais alto perguntou novamente.
— Falta menos de um mês para eu completar a maioridade. Acho que só me resta esperar ser liberado.
Assim, com a minha fala, ambos os adultos se entreolharam. Notei que usavam alianças. Eram um casal, então. Eram muito pálidos, mas totalmente lindos. Uma beleza impressionante.
— Como você se chama, rapaz? — o de lábios grandes perguntou.
— Kim Taehyung — disse e os encarei. O que perguntou meu nome me entregou o livro que havia caído, e o segurei com firmeza por conta do nervosismo.
— Sou Kim Seokjin, e este é meu marido, Kim Namjoon. Pode me chamar de Jin. Você é um rapaz muito educado e sincero, pelo que posso observar.
— Um prazer em conhecer vocês. — Curvei-me novamente. — Espero não ter atrapalhado a visita de vocês. Vou voltar pro meu quarto. — Curvei-me mais uma vez e caminhei até meu quarto.
Foi a primeira vez que alguma visita conversou tanto comigo, o que mudou muita coisa. Sabia que não seria escolhido, mas era ótima a sensação de conversar rapidamente com alguém, mesmo que me dessem medo.
Sábado
10:47 a.m
— Tae Tae, notícias. — Hoseok apareceu no nosso quarto, afobado.
— O que foi, cara? — perguntei, sem entender nada.
— O casal que estava aqui semana passada está aqui de novo. Acho que vieram fazer o teste com você. — Meus olhos brilharam ao ouvir, e tinha certeza que era notável.
Não demorou muito para a Senhora Lin aparecer no quarto.
— Pelo visto, o mendigo em potencial não será mais mendigo. Você vai pra fase de teste, moleque, e faça tudo pra dar certo. Finalmente vou me livrar de você de uma vez. — a vaca velha disse com certo nojo. — Arruma suas coisas logo, menos uma boca para alimentar nessa merda. — Ela saiu com todo o ódio e ranço que tinha naquela cara velha dela.
Eu e Hoseok surtamos, prometemos manter contato, já que no orfanato, a partir dos quinze anos, recebíamos um celular e notebook para estudo e contato com os colegas.
Arrumei rapidamente minhas coisas e saí do quarto, deixando nele toda a infância azarada que tive. Ao chegar na entrada do orfanato, estava o casal que havia conversado somente um pouco. O sentimento era tão bom que corri até eles, e nem me importei se os vi apenas uma vez; abracei ambos fortemente, e fui retribuído sem pensar duas vezes. Eu sou um babão, confesso. Comecei a chorar enquanto sentia o carinho deles.
— Se tudo der certo no teste, Taehyung já será o filho de vocês — Senhora Lin disse, toda amigável.
— Vai dar tudo certo, sim. Na verdade, já queremos a adoção dele. Na segunda, queremos a papelada pronta para ele ser oficialmente nosso filho amado. — A fala de Namjoon me encheu de um sentimento que eu não tinha sempre.
Amor e gratidão.
Já dentro do carro, tudo era tão diferente. Notei que tinham boa condição financeira, mas, ao chegar em meu novo lar, não esperava que fossem praticamente ricos.
Descobri que Namjoon tinha uma grande empresa de advocacia e Seokjin era um importante chefe de cozinha no mundo da gastronomia.
Entre tantas trocas de informações, não imaginava o que estava por vir, mas tinha certeza que seriam as melhores da minha vida.
Um ano depois
Sexta
03:27 p.m
A vida estava perfeita, era tudo — e muito mais — do que havia imaginado. Minha relação com meus pais era ótima, e eu tinha tudo o que queria.
Carro do ano, faculdade que sempre quis fazer, onde estudava fotografia e artes cênicas. Eles me colocaram no topo.
— Taehyung, filho, fiz um bolo aqui. Vem comer. — Saí do meu quarto e desci as escadas, indo para a cozinha. Meu pai Jin estava de férias. Então, quem sempre comia suas guloseimas era eu.
— O bolo está divino, pai. — E realmente estava uma delícia. Escutei meu pai dar uma risada.
Minha convivência com eles era ótima. Agradecia todos os dias por tê-los em minha vida.
E, sinceramente, a vida que eu tanto sonhara parecia boa demais para ser verdade.
Boa até demais ...
— Filho, vai no escritório do seu pai e pega a conta de água que está lá. Talvez esteja na primeira gaveta. Traz para mim, por favor. — Obedeci. Todo esse tempo aqui, o escritório só entrara com meu pai, nunca sozinho.
A sala era enorme, um escritório impecável. Fui direto na mesa e procurei com atenção a tal conta. Mexendo na gaveta, achei a conta, mas, assim que peguei, vi uma foto de um garoto. Parecia ter a minha idade, e logo abaixo havia uma pasta escrito "adotados". A curiosidade me atingiu com força, mas a atenção foi tomada com o grito do meu pai me apressando. Sai com a conta na mão e não pude deixar de ficar o resto da noite pensando no que havia visto. Mas é como dizem: quem procura acha o que não quer... Então, apenas decidi deixar o assunto de lado.
2 meses depois
Sábado
09:24 a.m
Estava com saudades do Hobi. Não perdemos o contato depois que fui adotado; ele era meu melhor amigo. Fofocavamos sempre que conseguíamos, no caso, apenas aos sábados... Só que neste foi diferente.
— Tae, precisamos conversar sério. — Nunca vi Hoseok sério daquele jeito.
— O que aconteceu? — perguntei, já ficando assustado.
— Hoje eu e Lung fizemos uma limpeza na sala da senhora Lin por causa de um castigo. Organizei a mesa dela e acredita que encontrei uma pasta com o nome dos seus pais? — ele disse mais baixo que o normal.
— Tá, e o que isso tem haver comigo? Deve ser sobre a minha pasta de adoção — disse, sem entender absolutamente nada.
Na vídeochamada, rapidamente Hoseok apareceu com uma pasta branca grossa nas mãos, com o nome Kim Seokjin ou Kim Namjoon. Encarei a tela com atenção e notei Hoseok abrir a pasta.
— Quem dera fosse só sua adoção Tae. Tem mais de vinte e cinco crianças que já foram adotadas por eles, e todas tinham a faixa de idade entre dez e dezessete anos. E essas adoções acontecem desde 1916 por eles. Isso é muito estranho, eles aparentam ter no máximo trinta e cinco anos.
A ligação ficou muda. Eu não estava conseguindo entender nada. Hoseok me enviou mais de trinta e sete fotos. Quando eu ia perguntar como ele havia pegado a ficha, a ligação caiu de repente. Tentei entender o que havia acontecido; parecia que o celular simplesmente tinha queimado de uma hora pra outra.
Me assustei, e assim que abri a porta pra sair do quarto, dei de cara com Namjoon. Engoli seco, o medo visível na minha cara. Ele deu um sorriso totalmente sinistro e disse:
— Aconteceu algo, meu amado filho? — Engoli seco e escondi meu celular atrás de mim, encarando-o.
— N-não pai. Eu só ia perguntar se, é... O senhor pode me ajudar com uma coisa depois? — Nem sabia onde enfiar minha cara.
— Entendo. Ajudo sim, meu filho. Vai sair agora? — Seu olhar estava preso em mim.
— Vou sim. Vou comprar uns materiais para um trabalho na faculdade — Curvei-me em sinal de respeito e desci as escadas rapidamente, com medo. Passei apressado até a garagem imensa da casa, peguei meu carro e dirigi o mais rápido possível até uma loja de consertos.
Precisava recuperar as fotos e falar urgentemente com Hoseok.
Demorou alguns minutos para ficar pronto. Assim que recebi meu celular, o atendente perguntou:
— Qual forma de pagamento?
— Cartão de débito — respondi.
Enquanto eu procurava meu cartão, senti algo molhar meu pé. Olhei para baixo e vi sangue no chão. Me surpreendi e encarei o homem que me atendeu, com uma aparência horrenda, com o rosto totalmente deformado. O susto foi o suficiente para um quase ataque cardíaco. Se minha bosta estivesse pronta, tinha certeza que estaria todo cagado.
Fui ao chão, empurrando meu corpo pra trás, vendo aquele sei-lá-como-posso-chamar se aproximar de mim, e escutei ele dizendo:
— Moço, seu cartão. Moço, o que o senhor tá fazendo? — Encarei o negócio quase vomitando sangue com um troço preto na boca em mim, e me assusto com a voz alterada. — Moço, o senhor tá bem? — Aparentemente me desperto de algo, e olho o homem totalmente normal, com a maquininha nas mãos, e eu no chão, com um olhar apavorado. Algumas pessoas que estavam na loja me olharam estranhamente, o famoso "me julgando".
Levantei-me rapidamente, peguei meu cartão e paguei. Andei apressado pra fora da loja, desculpando-me com o funcionário.
Misericórdia, o que estava acontecendo comigo?! Só podia estar enlouquecendo.
Entrei no carro, liguei o celular. Enquanto ele ligava, tranquei o carro e, assim que ele reiniciou, entrei na conversa com Hoseok, baixei novamente as fotos e analisei cada documento enviado.
Chung Lee. Hyan Ling. Hadassah Milles. Jung Kanh. Jeon Jungkook. Min Yoongi. Lee Hulin. Luca Hong. Tomas Hanks.
Havia tantos nomes, tantos rostos.
E em todas as fichas constava a data da adoção e uma data do lado de uma sigla: FP. Entrei no Google e pesquisei sobre a sigla. Falecimento Precoce.
Todos morreram com menos de três anos após a adoção.
Quando comecei a ler cada causa de óbito que havia no fichário, um barulho forte de alguém tentando abrir a porta do meu carro me tirou totalmente de órbita. Estava muito assustado, totalmente temeroso.
Encarei o vidro ao lado da minha janela. Era um homem gritando pra eu sair com o carro, para que ele pudesse tirar o carro dele do estacionamento.
Deixei meu celular de lado, e dirigi lentamente até minha casa.
Não sabia como iria encará-los. Minha cabeça estava a mil. Assim que eu virei a rua, entrei em uma avenida totalmente isolada, já que meus pais moravam quase no fim do mundo. Havia um grupo de jovens, no meio da rua. Freei a uma distância que, para mim, era segura.
Olhei pra eles, tentando observar algo diferente. Buzinei quatro vezes pra ver se eles saiam da rua, quando notei... Puta merda, que maconha eu cheirei.
Que briza era aquela. Todos os jovens da ficha estavam alí, sujos e machucados. Notei que os poucos que eu havia lido o motivo da morte estavam com as marcas que mostravam isso.
Jungkook tinha sido morto com um corte de machado no pescoço, e, realmente, o corte estava ali, aberto e em decomposição.
Peguei o pouco de coragem que havia do rabo e saí do carro. Vi um altamente pálido e baixo caminhando com dificuldade até mim. Seu corpo continha mordidas em seu pescoço e corpo, como se tivesse sido devorado.
— Não devia estar feliz por ser mais um escolhido. Você só será o próximo, depois de muito tempo, a ser como um de nós, inocentes que só queriam uma família de verdade.
— Só posso estar louco. Não falo com assombração! — eu disse alto o suficiente, sentindo minha garganta travar.
— Acredite em mim, é melhor você saber por nós do que descobrir na pele.
— De que merda é essa que você está... — Sou interrompido quando o corpo daquele ser literalmente entrou rapidamente em meu corpo.
Minha mente estava limpa. Não sabia onde estava nem o que fazer.
Fechei meus olhos pela ardência e abri depois pra me acostumar com a claridade. O quarto era todo pintado de marrom escuro. Tinha uma cruz vermelha em cima da porta em minha frente.
Senti meus pulsos e pernas presos em cada canto da cama. Fiquei sem entender e percebi que meus braços estavam mais brancos que o normal, e machucados também. Olhei pra cima, e vi um espelho no teto. Aquele não era eu.
Era o dejavu da vida de Min Yoongi, ano de 1987.
Minha boca estava amordaçada com uma corda. Seokjin e Namjoon entraram no quarto com um livro na mão e vários símbolos. Seokjin começou a falar várias coisas sem sentido.
De repente, ambos estavam como se estivessem possuídos, com uma parte do rosto totalmente queimada. Como demônios.
Antes que eu pudesse processar a informação, a boca de ambos já estavam em meu corpo. Deixavam mordidas fortes, como se estivessem se alimentando de mim. Rapidamente a ficha de Yoongi veio à minha mente.
Causa do óbito: ataque de uma matilha.
Meu corpo fundiu-se com algo. Era um campo, eu senti meu corpo deitado em um tronco de árvore.
Namjoon se aproximou do meu corpo com um machado na mão.
— Jungkook. Em nome de Haabls, entrego-lhe como oferta. Mande saudações por mim. — O sorriso macabro que vi quando ele estava de frente para meu quarto foi aberto e o machado logo foi cravado no pescoço.
Eu senti dor, agonia, desespero. Estava completamente fudido.
Sentia-me agonizando. Quando acordei do transe e das visões, levanto-me rapidamente. Estava no meu quarto, sendo observado pelos meus pais.
— Está tudo bem, Tae. Ficamos preocupados e fomos te procurar. Você estava desmaiado dentro do seu carro no meio da estrada. Quase nos matou de susto. — Jin disse, aproximando-se de mim.
Encarei-os, totalmente assustado. Tinha certeza que tudo o que eu vi e passei era real.
— Quem são vocês? — Ambos me olharam com um olhar de desconfiança, mas logo me deram um sorriso totalmente sinistro.
— Nem precisamos esperar dois anos dessa vez, Jin. Vamos começar logo — Namjoon disse, enquanto metade de seu rosto se transformava, como quando mataram Yoongi.
No mesmo instante, senti uma dor insuportável. Fechei os olhos com força por conta da dor e, então, os abri.
Ué, tô no quarto do orfanato?
— Que porra é essa? — Meu coração estava acelerado.
— Outro sonho de novo, Bela Adormecida? — Hoseok me encarava, sentado em sua cama.
— A quanto tempo eu tô aqui?
— Bom, você caiu da escada ontem na biblioteca, bateu a cabeça e só acordou agora, depois de dois dias. — Ele levantou e checou se eu estava bem. — Como tá se sentindo? — perguntou-me.
— Melhor... — Ok, eu tô louco.
Senhor, não quero nunca ser adotado. Misericórdia.
— Vamos nos arrumar. Hoje é dia de visita.
Um tempo depois...
— Meninos, esse é o Casal Kim. Estão à procura de adolescentes para adotar. — Encarei os dois na minha frente.
— Taehyung, que surpresa encontrar você aqui... Vivo.
Mas que droga era essa que eu usei?
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