La Vie en Rose ( Parte II)


Eu não acreditava no que meus olhos viam, ela estava ali, olhando para mim. Seus grandes olhos cheios de sentimentos, talvez confusos, eu não saberia dizer, a única certeza que eu tinha era que ela estava ali.

"Mas, o que eu estava fazendo ali?" Pensei " Eu não deveria estar aqui! Ela fugiu, me deixou, sou tão patético assim?" E, logo, a dúvida apossou-se de minha mente, fazendo minhas mãos tremerem e meus pés começaram a caminhar para trás, até que me virei e comecei a correr, fugindo da frente da Rosticceria.

Quando parei, ofegante, encontrei Heloise, também encarando-me, talvez com certa dó, eu não sabia de nada e isso me deixava completamente nervoso e angustiado.

- É ela, Fred - disse Helô, sorridente. - Agora serão os seus três segundos. Você a ama, não tenha medo.

Heloise chegou mais perto de mim e segurou minha mão, carinhosamente. Eu sentia o suor escorrendo por minhas costas, aquele suar frio que te gela a espinha, o suor da incerteza, mas quando ela segurou minha mão, meu coração começou a desacelerar e a perceber o que eu tinha que fazer:

Eu só tinha que amar.

Então eu sorri para Heloise e corri, corri para o amor, para arriscar tudo o que eu tinha, toda a minha alma, toda a minha vida. Quando comecei a chegar mais perto da loja novamente, encontrei Emily, começando a andar rapidamente em minha direção, enxugando lágrimas que escorriam e dançavam por seu rosto. Até que cheguei mais perto dela.

Eu larguei todo o meu medo para trás, todas as minhas incertezas, todos os arrependimentos e corri para abraçá-la, saber que podia tocá-la novamente, que ela não era só uma miragem, só um sonho, as lágrimas dominando meus olhos que carregavam um olhar carinhoso. Foi aí que minhas mãos encontraram o corpo dela, envolvendo-se nele, deixando os sentimentos me guiarem.

- Seu idiota - disse Emily por entre o soluçar do choro. - Por que você veio atrás de mim?

Eu olhei para ela, controlando toda a minha vontade de agarrá-la, e respondi:

- Por que eu te amo, Emily West. Eu te amo até o meu último suspiro. - Então eu pressionei meus lábios contra os delas, seu toque era suave e macio, seus lábios pareciam brincar com os meus, enquanto nossas línguas casualmente se tocavam. Ela se afastou.

"Ah, Deus, por que nós tínhamos de parar?" Perguntei para minha mente confusa.

- Eu também te amo, Senhor Chase. - Então sorriu, deu uma risadinha baixa, e me beijou novamente.


Naqueles "três segundos" éramos apenas nós dois.

Naqueles "três segundos" eu abraçava sua cintura.


Por "três segundos" eu não pensava em nada.

Naqueles "três segundos" ninguém existia além dela.

Em "três segundos" não havia medo.


Tudo porque naqueles três segundos não havia arrependimentos.

Tudo porque naqueles "Três Segundos" eu estava beijando-a.


.......


- Certeza que ficará bem aqui, Helô? - Perguntou Emily antes mesmo que eu pudesse fazer. Emily agora usava uma blusa azul com um shorts branco meio rasgado, há alguns minutos ela havia acabado de devolver o uniforme da Rosticceria.

- Tenho sim, não tem problema. - A garota sorriu para nós, ela parecia extremamente alegre.

- Jura? - Perguntei, não concordava muito com a ideia dela ficar naquele hoteleco em que nos hospedamos num dia anterior.

- Sério, não esquentem, podem ir.

Mesmo receoso dei boa noite para Heloise, enquanto eu e Emily caminhamos em direção ao hotel em que ela se hospedou desde que fugiu.

Depois que estávamos um tanto quanto distantes, Heloise decidiu subir para o quarto. A ruiva bateu a porta e olhou as duas camas de solteiro, separadas, e se lembrou de tudo da noite passada, do acidente, do momento em que nós quase nos beijamos, e de todos os sentimentos que ela sentia.

De repente, Heloise foi tomada por uma dor descontrolada no peito, ela agarrou sua roupa e, por um momento, pareceu tentar arrancar o coração do peito, as unhas cravadas no tecido fino. Ela estava sofrendo.

Depois de ficar alguns minutos sustentando-se em pé, a garota cedeu, caindo no chão do hotel velho, sozinha, chorando....... e sofrendo.

...........

- Ainda não conseguiu uma casa por aqui? - Perguntei, enquanto nos aproximávamos do hotel.

- Ainda não, mas estou perto.

Estabeleceu-se um silêncio sepulcral, então para não deixar a conversa morrer, pensei em algo que Heloise faria, e disse:

- Você não está pensando em ficar para aqui sempre, né? - Perguntei, acho que eu não queria realmente a resposta.

Ela respirou fundo, talvez pensasse algo menos doloroso para me dizer.

- Eu não sei. - Finalmente ela pronunciou as palavras. - Você ficaria comigo? - A loira de cabelos dourados segurou para mim e olhou bem em meus olhos.

- Sim. - Respondi.

Mas claro, ainda teria de ver com minha mãe e provavelmente ela não iria deixar, nós entraríamos numa longa discussão sobre já estar na hora de eu começar a decidir as coisas que eu quero fazer e tals, mas essas coisas eram preocupações para outras horas, o que importava mesmo era que eu estava ali, com ela.

- É aqui. - Ela disse quando alcançamos um hotel de quatro andares e uma largura imensa, várias janelas com varandas protegidas por cercas pretas estavam tomando a fachada do hotel.

- É lindo.

- Você ainda não viu por dentro.

"Pera aí, ela está mesmo me chamando para subir com ela?"

Ok, vocês devem estar pensando que eu não sou tão inocente, mas mesmo eu esperando dormir com ela naquela noite não significaria que realmente ia acontecer.

.....

Realmente aquele quarto de hotel era lindo, muito aconchegante, uma cama de casal estava no meio do quarto, arrumada com cobertores brancos e travesseiros laranjas meio gastos, havia uma porta à esquerda que dava ao banheiro, onde encontrava-se uma banheira e um chuveiro, além de algumas velas ao redor da mesma. Ainda na esquerda encontrava-se um pequeno closet, o qual possuía algumas roupas desorganizadas de Emily. Ao olhar para a direita percebi a varanda, agora fechada para que não entrassem mosquitos, que possuía duas portas de vidro cobertas por leves cortinas de seda branca, deixando o quarto bem privativo.

Ela bateu a porta atrás de nós e andou até ficar de frente par mim, seus olhos piscando sedutoramente enquanto ela começava a acariciar meu pescoço. Uma lágrima escorreu de meu pescoço, eu estava com tanto medo, tanto receio.

- Ei - ela virou meu rosto com a mão direita, delicadamente - não precisa ter medo. - Ela começou a levantar minha blusa, revelando não um tanquinho que sempre se espera que um cara deva ter, mas sim alguns "pneuzinhos" que eu nunca consegui me ver livre. - Você se tornou perfeito, Fred, a partir do momento em que passei a te amar.

Isso até que fazia sentindo, ela também havia se tornado perfeita para mim.

- Não vamos nos machucar? - Perguntei.

- Shhhh. - Ela disse, colocando o indicador no meio de meu lábio inferior.

Por um breve momento de silencio eu decidi olhar para ela, ela ansiava por meu toque, ela queria o meu amor.

- Você mexe comigo, Srta West, só não sei se isso é uma coisa boa.

Ela sorriu para mim e retirou a sua blusa justa azul, revelando um sutiã de renda branca, o que ressaltava os pequenos seios de Emily.

- Talvez nós dois precisamos descobrir. - Respondeu a garota, seduzindo-me.

Ela se aproximou ainda mais de mim e pegou minhas duas mãos e levou-as aos seus seios.

"Como isso é bom!" Mesmo sobre o sutiã era possível sentir a maciez dos seios dela, o que me provocou uma ereção instantânea.

Eu a agarrei com todas as minhas forças e coloquei-a sentada sobre a pequena penteadeira que estava encostada na frente da cama arrumada do quarto de hotel.

Minhas mãos corriam por entre seus shorts, tocando sua pele quente e macia. Eu queria me derreter nela, nunca soltá-la, sentir seu corpo pressionado contra o meu era a melhor sensação do mundo. Rocei minha testa na sua, depois comecei a dar pequenos e sufocantes beijos por todo o seu rosto, até que cheguei em seus lábios vermelhos vivos e me deliciei neles, parecia ter me perdido em inúmeros nuances que meu corpo criara, descia minhas mãos até suas coxas, mas não parei de beijá-la, não conseguiria nem se quisesse, ela já havia se tornado algo vital para minha existência.

Eu parei, ofegante, enquanto sentia os lábios dela me procurando. Ela passou as mãos por entre os fios de meus cabelos, acariciando-me. Eu a agarrei pelas coxas e joguei-a na cama branca, agora começando a ficar desarrumada.

Eu sorri para ela enquanto a via ofegante na cama. Eu subi sobre ela e comecei a beijar seu pescoço, até que comecei a descer por sua clavícula e cheguei até a parte visível de seus seios, onde comecei a dar pequenos chupões. Quando continuei, voltei a fazer a mesma coisa, agora descendo pela barriga dela, até chegar à beirada de seu shorts. Eu tirei minhas mãos das coxas dela e comecei a retirar o shorts dela, sentindo o maior prazer possível ao fazê-lo.

"Cara eu vou mesmo tranzar com ela?!" Meu subconsciente parecia não ter assimilado a ideia completamente.

O que eu fazia ali era completamente extinto, porém, o sentimento que eu colocava em cada ação, cada posicionamento de mão, aquilo era especial, eu queria mostrar a ela o quanto eu a amava.

Quando percebi, ela estava sentada na beirada da cama, olhando-me - até que ela era fofa -, ela fez com a mão para que eu levanta-se e eu o fiz. Eu fiquei de pé enquanto ela permanecera sentada, quando eu levantei o meu.....bom, digamos que "ele" ficou na altura do rosto dela, "lutando para sair do aperto de minhas jeans.

Ela começou a brincar com o zíper de minha calça até que ela finalmente o abriu e abaixou-a, revelando minha ereção através de minha cueca azul que, infelizmente, era do star wars.

"Meu deus, sou nerd até na cueca" Pensei, porém logo voltei a entrar no clima da cena, enquanto ela acariciava minha ereção e mexia em seus cabelos, até que não aguentei mais. Eu agarrei os cabelos dela e me joguei em cima dela na cama. Eu a ouvi gemer baixinho mesmo eu ainda não tendo penetrado-a, ela estava ofegante e excitada.

- Eu te quero, Fred. - Ela disse, levando as mãos para as costas do sutiã e retirando-o. - Eu te desejo.

A voz dela parecia música para meus ouvidos, a voz dela causava-me arrepios e um súbito prazer que me fazia ansiar por mais. Aquilo era incrível.

Eu deleitei meus olhos nos seios dela, seus bicos levemente endurecidos demonstravam excitação, eu tinha medo que devido minha falta de experiência faria alguma coisa errada, mas até ali parecia que eu estava indo bem. Eu coloquei minha mão suavemente sobre um dos seios e o apertei, controlando minha força para não causar um desconforto nela, nessa hora ela soltou um lufada de ar que atingiu meu rosto, trazendo seu hálito de baunilha fresca. Ainda apertando o seio de Emily, abaixei minha cabeça até o seu pescoço onde não me contive e, assim, acabei mordiscando-a. Eu não sei se ela havia gostado então eu disse:

- Está tudo bem? Te machuquei?

- Não. - Ela disse. - Está tudo bem. - Ela olhou em meus olhos.

Eu abaixei minha cabeça novamente, agora brincando com os inúmeros fios de cabelos dela, o cheiro de xampu ainda estava presente. Ela riu, talvez meu nariz tivesse feito-lhe cócegas.

De repente, a senti pegando minha mão direita e começando a guiá-la por entre seu corpo, como se fosse um labirinto, não, melhor, como se estivéssemos jogando um caça ao tesouro. Ela parou a minha mão quando chegou até o inicio de sua calcinha branca, onde ela começou a traçar um círculo com meu dedo indicador.

- Você me quer? - Ela perguntou.

Eu fechei os olhos, a sensação da calcinha dela roçando o meu dedo era empolgante demais, tinha de me controlar mesmo que não quisesse fazê-lo, eu tinha de ir com calma.

- Diga meu nome. - Disse. Sei que parece brega, mas eu realmente queria ouvi-la dizer meu nome.

- Você me quer, Sr Chase?

Ah, aquilo foi ainda melhor, me causou um êxtase instantâneo. Ela puxou meu pescoço com a outra mão e me beijou novamente, lábios contra lábios, apenas uma camada finíssima de roupa nos separava. Depois de me beijar, ela virou meu rosto por um instante e mordiscou-me a bochecha.

- Para sempre, Srta West. - Respondi e abaixei a última parte de roupa que me impedia de vê-la totalmente.

Eu desci meu corpo, escorregando pelo lençol da cama e parei, observando-a por completo. Totalmente depilada e completamente extasiada, assim como eu estava.

Como eu amo essa garota.

Eu respirei fundo e me revelei por completo, algo que nunca havia feito antes. Eu não sabia se "ele" era grande, pequeno, médio, nunca me preocupei muito com isso, e ela também parecia não se preocupar, ela só queria viver.

- Você não sabe o quanto eu te quero. - Disse.

Ela sorriu para mim, parecia feliz, calma, então eu não tive medo, eu sabia o que eu queria e que poderia ter, eu realmente a amava, e era isso que importava.

Eu voltei para a cama novamente e a beijei intensamente, esperando, vendo a reação dela, um beijo ainda mais voraz, uma súplica de prazer. Eu a penetrei pela primeira vez, o que a tirou um gemido, o que me fez olhar para ela, um pouco preocupado. Eu continuei, mais uma penetração, desta vez tirando um gemido meu, conforme continuei fazendo o mesmo movimento ela me beijou, feliz e extasiada. Eu sentia os lábios dela quentes, desejando mais, eu estava ali, com a garota que mais amei na vida, sentindo um prazer descomunal, nossos corpos um contra o outro pareceram se unir com o andar das coisas.

Depois de um tempo, eu me senti um pouco cansado - não pensem que a posição papai e mamãe seja a melhor - então eu cai para o outro lado da cama, e ela acompanhou meu movimento, subindo eu meu colo, começando a "dirigir-me". Ela era linda em qualquer posição e, quando me causava prazer, ficava ainda mais bela. Aquela posição até que era confortável, gostaria de fazê-la mais vezes. Ela parou por um instante e gemeu, depois, deitou em meu peito, seu cabelo caído para o lado direito de seu rosto, enquanto, agora, ela brincava com meu corpo. Ela passou as mãos por entre meu peito e depois meus braços, no quais ela passou as unhas, causando-me certo arrepio.

Eu continuei a observá-la, parecia uma criança descobrindo um novo presente, divertindo-se com algo novo. Emily olhou para mim e eu a olhei de volta, nós dois começamos a rir sem saber o motivo, talvez fosse apenas o momento, que nos causava tanto prazer que poderia ser expresso até mesmo numa risada.

Os lençóis da cama se contorciam conforme mudávamos de posição, nossos pés de vez em quando brincavam de se tocar, roçando um contra o outro, depois eu comecei a passar novamente minhas mãos pelas coxas dela, depois pela cintura até que o fizesse por todo seu corpo. Sabe, muitas pessoas acham que o sexo é apenas retirar a roupa e começar a "fazer", mas estão redondamente enganados. Sexo é muito mais do que tirar a roupa, sexo é a união de duas almas conflituosas que encontraram a calmaria um no outro.

Eu toquei as mãos dela, enquanto ela as guiava para seu rosto corado. Eu senti o leve toque de meus dedos contra as maçãs do rosto de Emily. Os olhos azuis da garota se iluminaram novamente quando ela sentiu meu toque, logo, ela me beijou novamente enquanto brincava com meus cabelos mais uma vez.

Emily, subitamente, puxou minha cabeça para trás, enquanto começou a trassar uma linha interminável de beijos em meu pescoço exposto. Eu não estava com medo, nem um pouco. Adoraria dormir com ela novamente, aquilo era tão bom!

Eu voltei a penetrá-la, agora havíamos mudado de pose novamente, retornando à primeira - devo admitir, não conhecia muitas poses - eu continuei com o movimento até que percebi Emily começar a se contorcer mais do que antes contra os lençóis. Eu apoiei minhas mãos na cabeceira da cama do hotel, o que me deu mais estabilidade e até mesmo um conforto maior.

Sabe, todos os problemas podem ser resolvidos quando se ama, parece que você pensa mais claramente, você enxerga por um outro ângulo. Um ângulo menos "frio" que o habitual.

Mesmo Emily dizendo que não era a certa para mim por todos aqueles problemas com seu pai e a máfia eu não havia desistido totalmente, eu decidi arriscar, e graças a deus eu fui um tolo de me apaixonar mais uma vez, afinal de tudo, se eu não tivesse, nunca teria conhecido-a.

Eu gemi mais alto do que antes, acho que meu orgasmo se aproximava.

"Será que ela estava bem? Eu devia deixá-la ter o orgasmo primeiro?"

Eu parei por um momento e escorreguei meu corpo para baixo e, bom, acho que você já sabe, aquela foi a primeira vez que eu fiz sexo oral em Emily. Ela não se contorceu no início, na verdade ela até me guiou, dizendo para eu ir mais para baixo e, quando eu finalmente encontrei seu ponto de prazer, ela arfou e começou a empurrar minha cabeça para baixo e a puxar meu cabelo, sabia que ela estava gostando.

Depois de alguns minutos, eu me levantei e voltei para a posição principal e novamente me apoiei na cabeceira. Sabe, não achei muito legal a ideia de Emily fazer sexo oral em mim, não me pergunte o por que, eu apenas não achei aquela ideia muito boa, acho que, talvez, eu estivesse não lhe dando o valor que merece, mas enfim, naquela noite ela não me fez sexo oral.

Eu a beijei mais uma vez quando senti que meu orgasmo se aproximava, eu queria senti-lo enquanto pressionava meus lábios nervosos contra os dela. Eu estava certo. Naquele momento, eu tive meu orgasmo dentro de Emily, ela me provocou o melhor prazer que poderia sentir, meu corpo estremeceu e eu sentir algo que jamais havia sentindo, nuances de prazer caminhavam por meu corpo, provocando-me arrepios como ao ver a primeira fagulha de fogo numa lareira. Como aquilo era bom. Eu a queria cada vez mais perto de mim.

Eu agarrei as costas dela e a levantei um pouco da cama, enquanto ela jogou seu tronco para trás, deixando livre a área do colo de seu peito onde eu, nada cavalheiro, comecei a deliciar-me. Eu passei levemente minha língua contornando os seios dela, depois dei uma leve apertada em um deles novamente. Eu a coloquei deitada na cama, mas ela não quis permanecer assim por muito tempo. Ela me levantou e sentou em meu colo.

- Eu te amo, Fred. - Ela disse e me beijou.

- Eu te amo, Lily. - Disse e, de repente, me toquei o que havia dito. Merda! Eu olhei para ela, meus olhos levemente arregalados.

- Não se preocupe. - Disse ela. - Pode me chamar de Lily.

Emily, então, me envolveu num abraço que eu queria que tivesse durado para sempre, não queira largá-la.

Sempre achei que encontraria meu amor na calmaria, porém, no final de tudo, fui encontrá-lo dentro de um furacão.


................................................................











Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top