𝗦𝗘𝗜𝗦🐄
Liam Dunbar🌸
Acordei com o galo cantando lá fora, mas isso surpreendente não me aborreceu.
Eu tomei um banho e me vesti para mais um dia aqui na roça, hoje decidi usar o look que o papai me deu no meu aniversário, ele realmente conhece meu estilo.
Arrumo o meu cabelo, coloco meus acessórios e estou pronto para descer. Quando abro a porta do quarto e piso no primeiro degrau eu sinto um frio na barriga.
Tanta coisa aconteceu ontem, eu mal dormi ontem à noite pensando em tudo.
Respirei fundo e desci as escadas, e quando entrei na cozinha, todos estavam tomando café na mesa
— Bom dia. — eu digo, me sentando ao lado de Theo.
— Bom dia. — todos eles respondem juntos.
— Eu gostei da sua blusa. — Kira diz um pouco tímida.
— Obrigado. — eu sorri levemente.
— Não sobrou pano pra tapar o umbigo? — Isaac diz, Malia ri junto com ele e Kira dá um tapa na cabeça do irmão.
Depois que Kira nos viu no banheiro ontem, ela saiu correndo da festa e Theo e eu corremos atrás dela, foi uma loucura.
Quando nós a alcançamos ela disse que entrou no banheiro masculino por acidente, ela acabou se confundindo e entrou lá sem querer. Ela disse que ficou assustada porque não esperava ver aquilo e saiu correndo porque foi a única reação que teve no momento.
Ela deixou bem claro que não saiu correndo porque eram dois garotos se pegando, e sim porque nunca viu nenhum outro garoto pelado e não estava pronta pra ver. Ela pode ser maluquinha mas ela é uma fofa, disse que eu e Theo formamos um casal bonito.
O Theo pediu para ela guardar segredo sobre o que viu, eu não fiquei bravo ou algo do tipo, tudo bem pra mim se ficarmos no sigilo por enquanto.
Então está tudo bem entre eu, ele e a Kira.
— Como foi a festa ontem? — Joseph pergunta.
— Foi muito legal, eu comi umas vinte espiga de milho. — Kira falou.
— Tava bão demais até eu pisar no pé da Allison. — Isaac explica.
— Como dançarino ele é ótimo em tirar leite das vaca. — Malia comenta.
— Ocê pisou no pé da moça? Ocê não puxo o jeito do seu pai aqui pra dança. — Joseph diz.
— Se você quiser eu posso te ensinar alguns passos de dança, eu era o maior pé de valsa na sua idade. — meu pai diz e rio um pouco.
— Como cantor de música country, o papai é um ótimo dançarino. — digo.
— Eu vou precisar dessa aula de dança, preciso estar preparado caso a Allison queira dançar com eu de novo. — o loiro diz.
— Depois docê pisar no pé dela, não há de haver uma segunda chance, bobão. — Malia diz e Isaac olhou feio para ela.
O restante do café foi com conversas paralelas entre meu pai e tio Joseph. Theo não parava de olhar pra mim e eu estava vendo a hora daquele cowboy me comer com seus olhos verdes.
Depois do que comemos eu chamei Nolan para conversar, ele é o único aqui que eu sinto que posso conversar sobre qualquer coisa. Nós subimos até meu quarto e eu fechei a porta, não quero que fiquem bisbilhotando a nossa conversa.
— Eu quero te contar uma coisa. — digo animado, me sentando na cama junto com Nolan.
— O que é? — ele pergunta no mesmo entusiasmo que eu.
— Eu e o Theo nos beijamos.
— É sério? Finalmente! — ele falou animado. — Quando foi? Ontem?
— No dia que acabou a luz, nós nos beijamos e foi um beijo maravilhoso, mas o Theo saiu praticamente correndo depois do beijo e eu me senti culpado por ter usado uma mão boba. — Nolan ri um pouco.
— É por isso que você estava tão triste ontem, foi pelo que aconteceu com vocês dois.
— Calma bicha, ainda tem mais. — eu digo ajeitando meu cabelo.
— Mais? O quê vocês aprontaram? — ele pergunta.
— Claro, mona. O babado é grande, mas eu vou resumir. — digo. — O Theo fugiu de mim o dia todo, eu confesso que fiquei meio pra baixo e me sentindo culpado, mas aquele cowboy é um safado! Acredita que ele me pegou desprevenido no banheiro da festa, me colocou contra a parede e me tascou um beijo?
— Meu senhor! O que aconteceu depois disso? — Nolan perguntou com surpresa e curiosidade.
— Aconteceu que a gente quase se comeu ali mesmo no banheiro… Mas a Kira nos pegou no flagra.
— A Kira? — ele pergunta surpreso e confuso.
— Ela entrou no banheiro masculino por engano e deu no que deu. Mas nós conversamos e ela vai guardar segredo sobre isso, sobre o Theo também. — digo.
— Liam, por que você está me contando isso? Tipo, eu acho que você pode querer manter isso em segredo de você e Theo...
— Você é o único aqui que eu estou disposto a falar abertamente sobre qualquer coisa, e você é meu amigo. — eu disse, e Nolan sorriu.
— Fico feliz que você me considere um amigo, eu pensei que você não gostava de nós.
— Não é bem assim, mona, eu apenas não estou acostumado com tudo isso, mas já não está tão ruim como estava no começo, eu já nem tenho mais vontade de matar o galo que me acorda toda manhã, talvez dar uma surra nele, mas nada que envolva a morte. — digo e ele ri.
— É bom que você e o Theo tenham se conhecido, ele precisava disso.
— Você nunca notou que ele era…
— Claro que notei!
Nós dois rimos.
— E você também. — eu digo.
— O que tem eu?
— Eu sabia sobre você na primeira vez que te vi. — dgo convencido.
— E você então? Chegou jogando purpurina pro alto. — Nolan diz me fazendo rir.
— Mas e aí… Você e o Theo… — Nolan nega com a cabeça.
— O Theo é como um irmão pra mim, nunca rolou e nunca rolaria nada.
Ouço alguém bater na porta do quarto e digo para a pessoa do outro lado entrar.
— Dá licença… — era o Theo, ele está segurando o chapéu em suas mãos e com uma cara de envergonhado. — Liam, a gente pode conversa?
— Claro. — eu digo.
— Eu já vou indo. — Nolan se levanta e sai andando com um sorrisinho pra mim.
Ele sai do quarto e Theo olha para mim.
— Ocê vem comigo?
— Pensei que fosse entrar no meu quarto. — sorri de lado para ele.
— Deixa de ser assanhado e vem logo. — eu rio, me levantando da cama e saindo do quarto com ele.
— Hoje eu não tenho trabalho fora da roça, eu tava pensando se ocê quer passar o dia comigo… Se não quiser num tem problema também. — ele diz envergonhado e sorrio.
— É claro que eu quero. — eu fico na ponta dos pés e dou um beijo em sua bochecha — O que nós vamos fazer?
— Vem, vamo lá pra fora.
Theo segura na minha mão e descemos a escada juntos. Ele parece tão animadinho com isso, que fofo.
Nós chegamos lá fora e está um sol que facilmente me deixaria com uma marquinha.
— Sabe, eu estava pensando em uma coisa. — digo, enquanto nós andamos eu tiro o chapéu da sua cabeça e coloco na minha. — Você não me beijou hoje.
Theo olha pra mim e sorri enquanto coloca seu cabelo para trás. Eu não sei como ele fica mais gato, se é com esse chapéu ou sem ele.
— Esse chapéu fica bem melhor pro cê — ele se aproxima de mim.
— Você acha?
— Uhum…
— Bom dia. — meu pai aparece atrás de nós e Theo se assusta, se afastando de mim em um pulo.
— Bom dia, senhor. — Theo diz, todo tenso.
— E aí, pai.
— Gostei do chapéu. — ele diz para mim e dou um sorrisinho. — Tudo bem por aqui?
— Tudo certo. Estávamos conversando um pouco. — Theo diz.
— Entendi… — ele cerra os olhos para ele.
O papai é péssimo tentando intimidar meu crush.
— A gente tá indo, pai. — toco o braço de Theo e meu pai ri anasalado.
— Bom, então divirtam-se.
Ele sai andando e Theo me olha aliviado.
— Acho que ele num gostou muito de me ver perto docê.
— O papai é bobo, ele só tá tentando parecer intimidador pro meu crush.
— O que é esse tal de crash?
— Você é meu crush, cowboy. Crush é quando a gente tem interesse em alguém, tem uma quedinha, sabe?
— Ah… então nesse caso ocê também é meu crash. — Theo diz.
Meu Deus, ele é tão fofo.
— Não tenta me seduzir, eu sou piranha, não me apaixono. — digo começando a andar e Theo ri.
— Vou te levar até o galinheiro primeiro. — ele diz e começa a andar na minha frente.
Nós andamos até o galinheiro e quando estávamos longe o suficiente de casa, ele me puxa pela cintura, me fazendo sentir a fivela gelada do seu cinto encostando em minha barriga.
— Você gosta mesmo de me pegar desprevenido, né? — digo, ele sorri.
— Sua boca tem cheiro de morango… — Theo diz olhando para os meus lábios.
— Não quer descobrir se o gosto é igual?
Theo junta os nossos lábios e iniciamos um beijo calmo, suas mãos acariciando minha cintura e as minhas deslizando pelos seus braços fortes. Sua língua em sincronia com a minha, nossas respirações no mesmo ritmo, sinto ele acariciar minha cintura e subir sua mão para dentro da minha blusa.
Me afasto dele sorrindo.
— Depois do que rolou no outro dia eu pensei que quisesse ir com calma. — digo, devolvendo o chapéu para ele.
— Depois de ontem eu pensei que tivesse deixado claro o que eu quero. — Theo ajeita o chapéu el sua cabeça.
Que safado! De tímido ele não tem nada.
— Vamos ver as galinhas, não foi pra isso que me trouxe aqui? — mudo de assunto com um sorrisinho sapeca.
— Vamos limpar o galinheiro.
— Não vou desmanchar minhas unhas.
— Você não vai desmanchar as unha. — nós paramos em frente ao galinheiro. — Me ajuda a colocar elas do outro lado pra podermos limpa aqui.
— Eu nunca peguei uma galinha antes, eu não sei se estou afim de começar.
— Não precisa ter medo. — Theo entra no meio onde algumas galinhas estão andando.
— Você pode levar as galinhas e eu te dou apoio moral daqui, ok?
— Ocê vai gostar delas, eu prometo.
Olho receoso para ele e decido entrar no galinheiro.
— E se essa galinha comer o meu tênis? Theo, ela tá me encarando.
— Ela não vai fazer nada, olha. — Theo tenta pegar uma galinha e ela bate as asas, me fazendo levar um susto.
— AAAHH! — eu corro para o outro lado, vendo as outras galinhas batendo as asas também. — Meu senhor Jesus Cristo, Theo, elas estão loucas.
— Liam, cuidado!
Olho para frente e vejo que tem uma pilastra de madeira bem na minha frente, mas já era tarde demais quando tentei desviar.
…⌛…
— Tá melhor? — Theo pergunta preocupado.
— Eu fiz um dodói enorme, Theo. — digo, tirando o pano com gelo da minha testa.
Eu estava com medo das galinhas e quando fui fugir delas acabei dando de cara com uma pilastra e acertei minha testa ali em cheio.
O Theo ficou super preocupado e foi buscar gelo correndo pra mim. Mas eu estou melhor, não foi tão forte assim.
Estamos sentados num banquinho em frente ao galinheiro, sorte que estamos na sombra ou esse sol estaria queimando meus miolos.
— Ficou alguma cicatriz? Ou pior, formou um galo? Meu Deus, se eu estiver com um galo eu não saio nunca mais na rua. — ele nega.
— Não, só ficou um pouco vermelho.
— Então eu só vou melhorar se ganhar um beijo.
— Mas ocê disse que tava bem. — ele diz.
— Ah, Theo... Eu me sinto tão doente, minha cabeça dói e eu acho que vou desmaiar.
Theo ri.
Ele se aproxima e me dá um selinho.
— Eu quero um beijo de verdade. — resmunguei.
Me aproximo o lhe dou um beijo mais intenso, com língua, com pegada, com toque...
— Espera, ainda tenho que trabalhar. — ele interrompe e resmungo.
— Tá bom... — eu bufo. — O que vamos fazer agora? — pergunto.
— Eu vou tirar leite da vaca e ocê vai ficar aqui bem quietinho.
— Ah não! Eu não quero ficar aqui, eu vou te ajudar.
— Mas ocê...
— Eu tô ótimo, vamos. — me levantei e o puxei comigo.
Andamos até onde as vacas estavam e haviam duas delas lá.
— Essa aqui é a princesa, ela é muito mansa. — Theo diz passando a mão nela.
— Ela é grande, né?!
— Quer me ajudar a tirar leite? — Theo pergunta.
— Depende.
— Do que?
— Se for leite da vaca eu não quero.
Theo me olha confuso, mas depois ri.
— Que safado.
— Adoraria te ouvir me chamando de safado lá na minha cama... — digo, Theo morde os lábios e se aproxima de mim.
— Ora, tenha santa paciência! Ocês trate de transar longe daqui. — ouvi uma voz vindo de trás de uma vaca e Malia estava ali.
— Você tá aí? Garota, que susto. — eu digo, ela se levanta.
— Nois só tava... — Malia interrompe Theo.
— É, eu sei bem o que tava acontecendo, é melhor fazer isso bem longe de mim.
Theo está envergonhado, está vermelho como pimentão.
— Você já vai? Nós vamos tirar leite da vaca. — eu digo.
— Eu que num vou ficar aqui com ocês dois. — ela diz e sai andando para longe de nós.
— Eu vou falar com ela. — Theo diz.
— Não precisa.
— E se ela contar pra alguém? — perguntou receoso.
— Ela não vai falar pra ninguém, eu tenho certeza disso.
O Theo tem medo que as pessoas saibam sobre ele, por ele ter sido praticamente criado pelo Joseph eu entendo o motivo do medo dele, aquele homem é um preconceituoso horrível.
— Você não vai me ensinar a ordenhar uma vaca? Vamos.
Passei por ele e sentei no banco ao lado da vaca.
— O que devo fazer?
Theo veio até mim e se abaixou.
— Você segura assim, apertando e puxando de cima para baixo.— enquanto ele falava, o leite caiu no balde de ferro.
— Eu vou ter que tocar assim? Tipo, sem uma luva ou... É que é mole, a gente mal se conhece e eu vou chegar colocando a mão assim nela? — digo, com receio de colocar a mão nela.
— Não precisa ter medo, faz do jeito que eu te falei.
Assenti e fiz como Theo me ensinou, mas não saiu leite.
— Ocê parece que tá com nojo, pega com vontade!
— Mas eu tô!
Theo segura a minha mão e me ajuda fazer os movimentos e o leite começa a sair, até que começo a pegar o jeito e fazer sozinho.
— Isso é muito legal, eu tô tirando leite de uma vaca. De uma vaca!!
Theo ri.
— Quando terminar nós vamos dar comida pros porco. — ele diz.
— Eu ainda estou traumatizado com os porcos. — digo.
— Não se preocupa, ocês vão fazer as pazes hoje.
…⌛…
— Não podemos fazer barulho. — Theo sussurrou enquanto eu tentava rir mais baixo enquanto ele mr guiava no meio do mato.
— Por que me trouxe aqui? — eu perguntei, sentindo ele me puxar para mais perto dele.
— Por isso. — ele avança em meus lábios me surpreendo com seu comportamento repentino.
Foi um dia legal com Theo hoje, nos divertimos muito juntos apesar do que aconteceu no galinheiro. Conseguimos limpar o galinheiro também, Theo cuidou das galinhas e eu o ajudei a limpar, ele me ensinou a ordenhar as vacas, depois alimentamos os porcos o Theo fez o porco pedir desculpas para mim pelo que rolou outro dia.
Theo me levou a um passeio muito longo aqui na fazenda, ele me mostrou todo o lugar e depois nós comemos várias frutas das árvores. Eu não vi o resto do pessoal o dia inteiro, eu e Theo não entramos em casa depois que saímos e estamos aqui fora até agora. Já escureceu, Theo terminou seu serviço e me trouxe para de trás da casa, onde tem várias árvores e um monte de mato, eu não sei o que esse cowboy está planejando.
Bom, não sabia até ele me beijar.
Nosso beijo é intenso, suas mãos seguraram minha cintura com firmeza, Theo me coloca contra uma árvore e desce seus beijos para o meu pescoço.
— Eu adoro esse seu cheiro doce. — Theo sussurrou em meu ouvido e senti meu corpo se arrepiar.
Voltamos a nos beijar e troquei nossas posições, o coloquei sobre a árvore e separei o beijo, olhando para Theo com um sorriso de canto.
— Posso te pedir uma coisa? — digo baixo, com cuidado…
Desço minha mão até sua calça e paro em seu membro. Ele já está duro.
— Pode. — Theo diz ansioso e sorrio para ele, me aproximando dos seus lábios e sussurrando:
— Eu posso te chupar?
Theo engoliu em seco, umedeceu seus lábios e assentiu com a cabeça.
Dei um beijo demorado em seus lábios e comecei a descer meus beijos pelo seu pescoço, beijei seu peitoral onde a camisa estava aberta, seu abdômen e então finalmente aonde eu queria.
Theo desabotoou seu cinto com rapidez consigo ver a ansiedade em seu rosto. Abaixado em sua frente, começo a desabotoar sua calça, abri o zíper devagar e olhei para cima, vendo Theo ofegante olhando para mim.
— É a primeira vez que te fazem um boquete? — pergunto, ele assentiu com a cabeça.
Abaixei sua calça e vi a marca do seu membro duro em sua box branca.
Enquanto olho para ele, levo meus lábios até sua entrada e puxei sua cueca com os dentes, seu pau saltou para fora e bateu levemente em meu rosto. Senti meu membro aqui dentro pulsar.
Puta merda, ele é enorme.
Porra, Theo.
Ele é grande, grosso e ainda é lisinho.
Sua glande rosada e as veias destacadas em sua pele clara…
Puta merda, cowboy.
Seguro com minha mão e Theo suspira, passo minha língua por toda a extensão e chupo sua glande, ouvindo Theo arfar pesadamente.
Abocanhei tudo e trabalhei somente com a boca, comecei com movimentos lentos, chupando Theo com intensidade e olhando em seus olhos, vendo ele com uma expressão de prazer.
— Liam… — Theo gemeu com sua voz rouca quando aumentei os movimentos.
Ele agarrou a árvore atrás de si e comecei a desabotoar sua camisa, ele me ajudou e comecei a masturbar com minhas mãos a parte do seu membro que não cabia em minha boca. Me afastei, lambi sua glande e abocanhei novamente engolindo ele por inteiro e fazendo o caminho de volta para sua glande, deixando um rastro de saliva.
Theo tem um gosto bom e geme de uma forma tão provocativa.
Busco por sua mão e a levo até meu cabelo, faço com que ele segure nos meus fios e olho para ele.
— Mova seus quadris.
Theo obedeceu, eu mantive minha cabeça quieta, e ele moveu seus quadris lentamente, seu pau se movendo para frente e para trás na minha boca, Theo se intensificou. Ele vai mais rápido, com mais força, e apertou meu cabelo.
— Porra, estou perto.
Theo falou entre gemidos, olhei para cima e vi ele jogando a cabeça para trás, seus olhos estão fechados e os lábios entreabertos.
Ele investe nas estocadas, sua glande toca a minha bochecha e sua respiração fica mais pesada. Seu membro pulsa em minha língua e sinto os jatos quentes invadirem a minha boca. O seu gosto é bom, tão bom quanto imaginei.
Theo afrouxou o aperto em meus fios, sua respiração está acelerada e ele volta a olhar para mim. Me levanto e ele me puxa para perto beijando meus lábios.
Meu membro pulsa aqui dentro, comecei a desabotoar minha calça e Theo colocou a mão por dentro da mesma. Ele abaixa minha calça com rapidez e separa nossos lábios para olhar para baixo.
— Eu nunca toquei outro sem ser o meu, me desculpa se… — eu o interrompi com um gemido.
— Ah, merda… mais rápido. — choraminguei sentindo ele me masturbar.
Eu vou gozar logo, estou muito sensível, ainda mais aos toques dele.
Theo me masturba com rapidez, sunto ele deslizar sua outra mão até minha bunda e apertar com força.
— Theo… porra.
Eu não conseguia conter meus gemidos, seguro seus braços com certa força e sinto minha virilha fisgar, fecho meus olhos e mordo meus lábios, gozando logo em seguida na mão de Theo.
Nossas respirações rápidas, Theo ainda com a mão na minha bunda e ainda seguro seus braços.
Vejo Theo levar sua mão até seus lábios e lamber um de seus dedos.
— É doce… igual ocê.
Eu sorrio para ele e beijo seus lábios.
Talvez não tenha sido tão ruim assim vir pra esse lugar.
•🐄•

Oii como vocês estão?
Me contem se gostaram e deixe o seu voto.🥰
Vejo vcs no próximo capítulo.🌈
;; Um beijo procês, tchauu🤠
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