Quarto passo.

Jimin on..

       Enquanto sinto meu próprio gosto através dos lábios dela, vou aprofundando nosso ósculo. Jade começa a ficar ofegante e suas mãos já estão passeando por meu corpo novamente.

—  Espera Jimin. Não posso. - Ela interrompe nosso beijo.

— Você quer, eu quero. Por que não podemos apenas... - Tento argumentar mais é  inútil. Jade já está de pé.

-
—  Não podemos misturar as coisas. Você me pediu para te ensinar. Preciso fazer isso no meu ritmo, entende? - Ela diz e vejo em seus olhos que talvez algo tenha mudado. A dualidade dela me confunde também. Talvez eu esteja apenas alucinando. —  Eu preciso ir. Daqui a pouco todos voltam e daí ficará difícil sair. - Não me atrevo a dizer nada. Em parte por que estava inebriado pelo que tinha acabado de acontecer. Jade já estava com a mão na maçaneta quando gira os calcanhares e vem em minha direção depositando mais um beijo em meus lábios. Entendi aquilo como um pedido de desculpas.

       Ali sozinho no quarto  me pego tentando entender aquela mulher. Inútil! Me senti como um Inútil, mais não desisti. Ainda vou desvendar camada por camada dela.

       A turnê continuou a todo o vapor e quando acabou fiquei feliz por finalmente descansar um pouco. Jade não voltou a me tocar desde então. As vezes a pego me observando e quando nota que percebi, ela desvia o olhar. Esta sendo um pouco complicado lidar com essa confusão que ela causa em mim. Tem horas que eu simplesmente odeio quando outros homens se aproximam dela. Em outras sinto como se não conseguisse sustentar aquele olhar tão profundo que ela sempre me dá.

       Nos nossos poucos dias de folga costumamos fazer nossa própria comida, mais hoje escuto barulhos vindos da cozinha.

—  Ah desculpa se te acordei. - Jade estava de pé me observando tranquilamente.

—  Achei que não viria hoje?

—  Ah!  Isso? - Diz apontando para a panela em sua mão. —  É  apenas uma desculpa pra vir te ver. - Fico um pouco chocado com o que ela diz mais acabo sorrindo.

—  Precisamos disso agora? - Pergunto me aproximando. —  Sabe noona, estou curioso para saber qual o próximo passo na nossa brincadeira? - Minhas mãos estão quase em sua cintura quando somos interrompidos.

—  Noona veio hoje também? - Jungkook pergunta.

— Achei que estariam cansados demais, especialmente você Jin. Então resolvi vir.

— Ah você é  incrível. Deus sabe que não aguento mais cozinhar pra esses aí. - o mais velho comenta.

—  Não sei por que você continua reclamando. Não saberia viver sem a gente. - Namjoon comenta sentando-se na mesa.

—  Sem briga meninos. Vou preparar isso aqui com carinho. - Jade volta sua atenção as panelas.

— Noona se quiser eu ajudo. - Me ofereço.
 
— Agradeço se por a mesa para mim. - Sua resposta vem sem que ela desvie o olhar do que fazia. Mexo-me atrás dela para alcançar os pratos que ficavam na parte de cima do armário e meu ato causa um choque de nossos quadris.

— Woaaa! Jimin-Ah  cuidado. - Jin me repreende, me viro e noto os olhares atentos dos demais em cima de nós dois.

— Pegue logo o que precisa Jimin. Se ficar aí parado teremos problemas. - Jade pontua sorrindo.

        Não demora muito para estarmos todos sentados a mesa, com exceção  de Yoongi que costuma acordar bem mais tarde e Jade ficou com pena de chama-lo.

—  Não vai sentar noona? - Escuto Tae perguntar.

—  Acho que não vou ter tempo. - Diz verificando o relógio.

—  Por acaso tem um encontro? - Minha boca enorme me ultrapassou novamente. Fez-se um silêncio momentâneo. Os meninos me olhavam como se eu tivesse cometido um crime e era compreensível. Por conta da nossa diferença de idade, certas coisas eram meio que "proibidas".

—  Não. Mais preciso organizar minha casa. Vou aproveitar a folga para mudar alguns móveis de lugar. Só não sei como fazer isso ainda. Minha cama pesa uma tonelada.

—  Se quiser posso ajudar. - Me ofereço. Ela me dá aquele sorriso satisfeito e logo se recompõe.

—  Não está sendo invasivo demais? - Questiona Namjoon.

—  Deixe ele  Nam. Obviamente só está querendo retribuir todo o cuidado que Jade tem conosco. - Hobi pondera. Não havia dito nada a ele mais sei exatamente  o que se passa naquela cabeça.

       Me apresso no café, troco de roupas e a sigo.

—  Vou conhecer sua casa então?

—  Ainda não. - A resposta sai tão simples que já nem me causa um impacto tão grande. Jade é  muitas coisas, previsível não é  uma delas. —  Pelo menos não a que eu uso aqui em Seul.

— Você tem duas casas?

—  Tenho um pequeno chalé que alugo próximo ao parque no qual estivemos naquele dia. - De repente a imagem dela se tocando volta em minha mente e meu sorriso sai naturalmente. —  A lembrança  é  boa né? - Questiona sorrindo também.

      Ela tinha razão, o local é  tranquilo e isolado. Perfeito para um casal. "Éramos um casal?" É  inevitável não pensar nisso.

—  Fique a vontade Jimin. Eu já volto. - Ela diz subindo as escadas. Por puro costume, evito as janelas. Se alguém nos flagrar juntos será o escândalo e não posso me dar ao luxo de ter um agora. Sento-me no sofá e aguardo. Os minutos vão se arrastando. Cansado daquilo decido ir procura-la. Tinha apenas um grande cômodo no fim da escada. Presumi que se tratava do quarto. Quando entrei ela estava na frente do espelho ajeitando os cabelos recém molhados. Vestia apenas  um roupão que acredito ser de seda ou algum material leve que se assemelha  a isso.

— Me disse para ficar a vontade. - Me justifico quando ela me flagra pelo reflexo.

—  Já ia te chamar. Aqui começa o quarto passo. - Diz se aproximando. —  Você vai me dar prazer com seu toque. - Confesso que fiquei meio zonzo com a informação.

— Temos regras dessa vez? - Tento parecer calmo mais no fundo estava nervoso.

— Apenas uma. São seus toques que quero. Não vamos consumar o ato. Se quiser gozar sinta-se livre para. Hoje você vai aprender a reconhecer o prazer feminino. - Ela me puxa para mais perto.

—  Como devo..

— lembre-se de como se tocou. De como me toquei aquele dia e de como eu te dei prazer. Junte cada detalhe que encontrar em suas memórias.

     Estava nervoso, ansioso, porém não como das outras vezes.

—  Tudo se inicia com um beijo meu amor. - Não espero que ela termine a explicação. Coloco um fim na distância entre nós. Começo um beijo ainda inseguro, mas decidido. Exijo passagem com a língua e ela cede completamente. Exploro cada detalhe que encontro e finalizo mordendo seu lábio inferior, meu último ato me rendeu um gemido delicioso. Quando a fito posso ver suas pupilas dilatadas. "Estou no caminho certo". Penso satisfeito.
Vou desfazendo o laço que prende aquele tecido ao seu corpo e no processo vou explorando seu pescoço, me lembrando de como ela fez comigo.

— Assim.... humm...mais delicado. - Diz me guiando quando acabo deixando uma mordida em seu ombro. Ela vira-se de costas pra mim deixando o roupão cair.
—  Nós  mulheres somos mais sensoriais, ou seja, explore nossa pele com cuidado. Até a sua respiração sobre ela vai nos excitar. - Diz retirando o cabelo do caminho enquanto colo meu corpo ao seu. Vou cheirando sua nuca, deixando que ela sinta meu hálito quente. Percebo que vai se arrepiando e sua respiração se alterando. Ela roça  a bunda em mim e entendo isso como um pedido para que use as mãos. Lembro-me de como ela deslizou as próprias mãos por seus seios até chegar em sua intimidade, imito seu gesto. Deslizo uma de minhas mãos até seu ponto sensível e faço uma leve pressão,  ainda tímida. A reação dela foi apertar meus dedos com as coxas. Faço  alguns  movimentos circulares. Tudo muito sutil, ainda testando a mim mesmo.

—  Esta indo bem. - Percebo sua voz muito mais alterada agora. Respiração pesada. Por instinto a viro de frente para mim, a empurrando em direção a cama. Ela tenta me tocar mais apenas prendo seus braços ao colchão e recebo um olhar lascivo, diferente de todos os outros que ela já me lançou. Volto a provar de seus lábios e quando me dou por satisfeito trilho um caminho de leves mordidas até seus seios. Deposito a primeira sugada em um de seus bicos, imediatamente  ela arfa. Este é  seguido de muitos outros, só paro quando percebo que ela começa a suar.

       Meu pau está apertado dentro de minha calça, está latejando, mais hoje é  sobre ela, preciso aguentar. Solto seus braços e a olho curioso.

— Quero provar dela. - Digo quase que no automático.

—  Tá esperando o que então? - A permissão dela é  importante e me fez relaxar de vez. Desço trilhando seu abdômen com beijos até chegar na virilha. Pude notar o quão molhada ela já estava. — Não tenha pressa. Nós precisamos de... hummm.... Jimin. Porra. - Lembro-me de como usou a língua em mim e tento adaptar ao que gostaria de fazer nela. Os movimentos circulares que faço começam lentos e vão ganhando vigor conforme percebo os sinais em seu corpo. Jade tenta fechar as pernas, acho que por reflexo mais não permito. A seguro firme e me dedico ao que vinha fazendo. Logo sinto os espasmos dela e percebo a lubrificação aumentar, aproveito e sugo tudo que posso. —  Casete.... hummm.... -  A boca  suja dela me deixa mais duro ainda.  Engatinho pelo colchão e me deito ao seu lado. Ajeito seus cabelos enquanto a observo com cuidado. Ela estava vermelha, suada, desesperadamente ofegante.

— Seu gosto é  ainda melhor quando sentimos direto na fonte. - Digo me inclinando para beija-la. Ela sorri e se aconchega em mim. Nunca a senti tão próxima emocionalmente falando. Meu coração erra uma batida.

—  Você foi incrível. - Ela finalmente diz algo. Percebo que está cansada, sonolenta. Aos poucos  sua respiração vai acalmando. De olhos fechados ela permanece ali tão linda.
— Queria ficar nesse sonho pra sempre. - Sua voz agora sai fraquinha, quase inaudível, ela adormece me deixando com essas palavras martelando  meus pensamentos.


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