2⚡CHAPTER THREE: FAMÍLIA DOS TRAPACEIROS
Chapter Three: Família dos
Trapaceiros
— É realmente incrível, né? — Jane pergunta. — É inacreditável.
— 52 portais em Central City e o que vai pra Terra 2 está justamente no nosso porão. — Afirma Barry.
— Através desse buraco, eu posso retornar pra minha terra. — Disse Jay.
— Jay, acha mesmo que nós podemos mesmo usar isso pra você voltar pra casa? Tipo, tudo que jogamos volta pra cá. — Afirma Jane. — Tem que ter um sentido, mas não estamos sabendo.
— O Zoom usava esse portal pra transportar pessoas da Terra 2 pra cá, talvez seja alguém veloz pra atravessar esse negócio. — Sugere Barry.
Jane corre em super velocidade para o portal, mas é jogada contra o chão.
— Já sei! Talvez eu não seja rápida o bastante. — Sugere Jane.
— Acredito que não seja sua velocidade o problema aqui, Senhorita West. Acredito que seja a estabilidade do portal. — Afirma Stein.
— O professor está certo. Temos que imaginar o portal como uma porta. Na Terra 2 tem outra porta. Entre elas, há um corretor, mas ele está constantemente mudando se contorcendo e entrando em colapso sobre si mesmo. — Afirma Jay.
— Então se estabilizarmos a porta, estabilizamos o corredor.
— Aí você pode passar.
— Exato. Serviria como um canhão de velocidade. — Afirma Jay.
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— Oi filha. Está tudo bem? — A mãe de Jane, Eliza, pergunta.
— Tá tudo bem sim, Eliza. — Jane a responde.
Definitivamente não conseguia a chamar de mãe.
— Aqui, Senhora Alisson. — Diz Iris a entregando uma xícara de café.
— Iris, não precisa me chamar pelo sobrenome. Me chame somente de Eliza. Eu imploro.
— Ah, é claro.
E você, como está?
— Estou bem. Eu saí do emprego da ARGUS. —
— Saiu?! Por que?! — Pergunta Iris.
— Não é o trabalho certo pra mim. Eu quero trabalhar na polícia como perita. Parceira do Barry. O meu pai disse que vai falar com o Singh.
— Maravilha. Se é o que você quer fazer filha, então faça.
— Ótimo. Eu marquei de me encontrar com meus amigos no Jitters agora. Falo com você mais tarde.
— Ah, tudo bem! — Afirma Eliza.
Finalmente Jane sairia de perto daquela mulher. A garota correu até a cafeteria.
— Três bebidas Flash e um café expresso com capuchinho caramelado. Cuidado, tem muita cafeína. — Diz Barry chegando e trazendo as bebidas de seus amigos com uma bandeja.
— Vocês que bebam essa bebida Flash aí, que eu saiba tem muita cafeína! Eu ainda fico com meu expresso com cappuccino. — Afirmou Caitlin.
— Não tem muita cafeína. — Jane bebe um gole. — Ai meu Deus! Tem muita cafeína! Tipo muita mesmo!
— Assim que é bom. — Diz Cisco.
— Pessoal, eu achei o professor Stein um pouco diferente comigo hoje.
— Como assim diferente?
— Ele parecia sobrecarregado. Se tivesse algo de errado com ele, a Clarissa nos avisaria, não é? — Caitlin pergunta. — A nossa teoria de que quando ele e o Ronnie se fundiram e depois o Ronnie morreu o mantendo estável era boa, mas e se não for certa? E se precisarmos achar um substituto pro Ronnie? — Caitlin pergunta.
— Relaxa Caitlin. Deve estar tudo bem com o professor, ele só está cansado. Ele está trabalhando demais naquele negócio de portal.
— Eu vou ligar pra ele. — Caitlin diz e depois se levanta da mesa.
— Eu achei um exagero essa bebida do Flash. — Afirmou Barry.
— Barry, meu Deus! Depois de tudo que você fez pela cidade, eles só estão sendo gratos. É só isso. — Diz Jane.
— Um brinde a isso. — Diz Cisco.
Todos brindam as xícaras logo depois.
— Eu acho que a Caitlin está errada sobre o Professor Stein. Ele está bem desde a singularidade. — Disse Barry.
— É eu também acho, mas... — Até que então Cisco esbarra em uma garota sem querer. — Meu Deus, me desculpa.
— Não precisa se desculpar. — Cisco reconhecia aquela mulher. Era a Lisa Snart, irmã do Capitão Frio. — Pode esbarrar em mim quando quiser.
— Lisa Snart. Veio pedir outra arma de gelo ou você e seu irmão roubam cafeterias agora? — Cisco pergunta.
Na época que Jane estava dentro da Força de Aceleração, e os outros pensavam que ela estava morta, o Time Flash teve de lidar com o Capitão Frio e sua irmã, Lisa. Ambos unidos eram ainda pior que Snart e Mick.
— Preciso da sua ajuda. — Lisa diz.
— Só nos seus sonhos Picolé Júnior, sabe que eu posso chamar o Flash e ele pode chegar em dois segundos ou um.
— Pode chamar.
— Tá querendo mesmo que eu chame o Flash? — Cisco pergunta.
— Preciso da ajuda dele também. Meu irmão foi sequestrado.
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— Tá legal então. Eu não te conheço muito bem, mas quer mesmo que a gente acredite que o Capitão Frio foi sequestrado? — Jane pergunta.
— Eu vi acontecer. Ontem à noite, Leonard, eu e o Mick fomos até o banco perto da pista de corridas.
— Será que é tão difícil assim a sua família parar de roubar? — Pergunta Caitlin. — É sério! Já deu!
— Eu nem terminei o serviço.
— Mas tentou.
— Tanto faz. Após Mick detonar a entrada, eu vi o Leonard sendo jogado dentro de um forgão. Algo me atacou por trás e eu desmaiei. Quando acordei Mick havia sumido com o dinheiro.
— Como sabemos que não é uma armadilha?
— Se o Leonard quisesse matar o Flash, não acha que ele faria isso quando o machucou no ano passado? Além disso, ele e eu já sabemos que você é o Barry.
— Mesmo se eu quisesse ajudar, como poderia encontrá-lo?
— Isso é fácil. Eu coloquei um rastreador na nova arma dele. — Afirma Lisa. — Dá pra achá-lo.
— Vamos ver se funciona. — Cisco então coloca o chip no computador e rastrear. — Segundo o rastreador, ele está na 5th com a Hoyt.
— Veremos se é uma mentirosa.
— Barry, toma cuidado!
— Eu vou!
Barry chega no local e encontra Snart. Ele parecia normal, e nada infeliz. Era um pouco estranho para quem havia acabado de ser sequestrado... Lisa provavelmente estava mentindo.
— Snart! Tá tudo bem?
— Médio. — Afirma Snart.
— Mas é que eu vim até aqui pra te resgatar. — Afirma Barry.
— Não tem necessidade. Você pode ir.
— Snart, se esses caras estão te obrigando a fazer coisas que você...
— Ninguém me obriga a nada!
— Então porque sua irmã acha que foi sequestrado? — Barry pergunta. Os dois ouvem um barulho de porta se abrindo. Snart rapidamente congela Barry.
— Por que essa demora toda? — Pergunta um senhor. Ele era calvo e possuía uma roupa azul marinho.
— Eu tive um contratempo.
— Qual? — O homem se aproxima e vê o Flash congelado. — Olha isso... você sempre me dando orgulho, filho.
— Obrigado, pai. — Snart responde.
— Pai?! — Jane pergunta no microfone.
— Merda. — Lisa diz.
— Vamos, filho. Não podemos nos atrasar. — Afirma o homem. Snart o segue então até saírem do local.
Barry estava preso com o gelo.
— Cisco! Ele me atingiu com a arma de gelo. Como eu saio daqui?!
— É por isso que eu instalei um aquecedor no seu símbolo quando modifiquei a cor do fundo dele.
— Seria ótimo você ativar ele agora.
O aquecedor então se ativa, derretendo todo o gelo que prendia Barry
— Barry! — Diz Jane. — Você tá bem?!
— Eu tô. Eu tô bem! — Ele responde aliviado. — Mas o Snart fugiu. E a Lisa tem muito o que explicar pra mim. E correu até os Laboratórios STAR. — Então, começa a explicar.
— Trabalhar com o nosso pai é algo que o Leonard nunca faria.
— Mas está fazendo. Lisa, o Barry podia ter morrido! Sabe o que é isso?!
— Qual a história do seu pai afinal?
Cisco coloca a ficha dele nas telas.
— "Lewis Snart, condenado por furto, agressão e roubo." — Diz Lisa. — Vocês têm acreditar em mim! O Lenny nunca faria isso! Ele é muito mau! Tipo, muito mau mesmo!
— Sua família toda é de criminosos, Lisa. Todos são maus.
Lisa mostra uma enorme cicatriz em baixo de seu pescoço do lado esquerdo.
— Eu não ganhei essa cicatriz por ser criminosa e sim por ser filha dele. Agora entendem o que eu falo?!
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— Tem certeza que o Snart está aqui, Barry? — Pergunta Jane.
— Sim. Acho que uma conversa racional vai ajudar. .
— Veremos. — Diz Jane.
Os dois entram no bar. Muitas pessoas estavam ali, a maioria criminosos de furto. Snart estava sentado em uma mesa. Barry e Jane se sentam na mesma mesa.
— Voltou dos mortos cedo demais, Barry. E você, docinho?
— Cala a boca.
— Nossa! Agressiva, hein? Me passa o sal.
— Não derruba, dá azar. Por que tá trabalhando com o Lewis? A Lisa disse que você odeia ele.
— É meio complicado falar de família. Você sentiu isso na pele, né Barry?
— Nos diga o que tá acontecendo. Podemos ajudar. — Jane diz.
— Não desperdicem seu tempo tentando ajudar quem não quer ser ajudado, Barry e Jane.
— Talvez isso não tenha haver com você, né?! — Jane pergunta. — Aposto que inocentes vão sofrer com o que vocês estão aprontando. Você é um criminoso egoísta. Não estou certa?
— Errada. Eu tenho um código de conduta. Se me deixarem em paz, ninguém morre. Esse é o acordo.
— Você até pode ter um código, mas o Lewis não tem. Ele mata os inocentes pra conseguir uma moeda se for preciso. Existe uma clara diferença entre você e o seu pai. Por isso que nós dois não vamos te deixar em paz
— Isso é fato. Me passa o ketchup.
— Nós vamos impedir você, Snart. Eu prometo. Inocentes não vão morrer.
— Se quer isso, me deixe em paz.
— Não. — Jane responde.
— Valeu pelo jantar. — Snart se levanta. Uma mulher trás a conta da comida.
— Abusado! — Jane diz.
— Não se preocupe, Jane. Vamos impedir eles. — Barry afirma.
— Eu sei que vamos. Sabe Barry, acho que já passou da hora do Cisco fazer um traje pra mim e eu começar a combater o crime com você.
— Eu também acho. Depois de resolvermos isso com o Snart, vemos isso. — Barry afirma.
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— Bom dia. — Jane diz.
— Bom dia. — Joe responde. — Uma ótima notícia pra você, flor do dia.
— O que houve? — Jane pergunta.
— O Singh permitiu que você se torne a parceira forense do Barry. Ele só disse pra você e ele dividirem o laboratório.
— Isso vai ser incrível! Tô tão animada!
— Ah e uma má notícia. Parece que aconteceu uma morte perto das docas leste. O Singh pediu pra irmos.
— Beleza, vamos lá.
Jane agarrou seu pai e, em super velocidade, o levou até a cena do crime. Joe havia levado um susto, e seu estômago estava totalmente embrulhado.
— Pelo amor de Deus, filha...
— Bom dia, parceira. — Barry disse.
— Bom dia, parceiro. — Jane responde.
— O que houve com o seu pai?
— Acho que ele não está acostumado com a minha velocidade.
— Vamos logo ver o que temos. — Joe diz.
Patty, que estava conversando com um policial, se vira e fala com os três.
— Oi, Jane, oi Barry, oi detetive.
— Olá, oficial Spivot.
— Esperamos pelo senhor dessa vez. Escutem, eu fiz alguns cálculos e percebi que tem algo muito, muito estranho! — Patty afirma. Os quatro vão até o caminhão. Spivot mostra as vítimas. Eram duas. Um homem e uma mulher. Os dois decapitados.
— Caramba, eles foram decapitados?!
— É. Ainda estamos pegando partes da cabeça e por isso vai demorar um pouco mais de tempo.
— Não parece que a cabeça tenha sido arrancada com alguma arma que eu conheça. E eu conheço muitas armas.
— O corte nos pescoços são muito irregulares. Como se as cabeças tivessem.. explodido. — Afirma Jane.
— Bela observação. Um meta humano poderia explodir cabeças, não é?
— Nem sempre. — Barry responde. Ele analisa as vítimas quando encontra algo. — Achei algo... traços de térmita.
— Como uma bomba?
— É, tipo isso.
— Por que o resto dos corpos não explodiram também? — Patty pergunta.
— As vítima eram David Rutenbeg e Abigail Taylor. Os dois peritos em sistemas de segurança. E adivinhem quem está na lista de conhecidos tanto do David quando da Abigail? Lewis.
— Que Lewis? — Patty pergunta.
— Lewis Snart.
— Ele tem parentesco com o Leonard Snart?
— É o pai do Snart.
— Pessoal, vem cá. Eu acho que esse cara era da equipe do Snart.
— Snart colocou uma bomba no David e na Abigail pra mantê-los na linha?
— Isso não é o estilo do Snart. Deve ter sido o pai dele.
— Exatamente. — Barry diz.
— Acha que Lewis colocou uma bomba no próprio filho pra obriga-lo a trabalhar com ele? — Joe pergunta.
— Snart não obedeceria ordens nem com uma bomba na cabeça.
— Então o Lewis está chantageando ele. Talvez com alguém que ele se importe e goste. — Jane deduz.
— Espera, é isso! A única pessoa que o Snart se importa de verdade é a irmã dele. — Barry afirma.
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— Espere, o que?! — Lisa pergunta. — Vocês acham que o Lewis colocou alguma coisa dentro de mim?!
— Uma bomba pra ser mais específico. É a forma que ele matou um de seus comparsas.
— Pode parecer loucura, mas vale a pena verificar. — Jane afirma.
— Beleza então. — Cisco diz. — A Caitlin tá lá em baixo com o Jay. Vou chamar ela. — Cisco liga o microfone então. — Caitlin, eu preciso de você aqui em cima! Tipo, agora!
Caitlin então ao ouvir, chega ao córtex.
— O que foi?
— Barry e Jane acham que tem uma bomba dentro da Lisa, o que iria forçar o Snart a trabalhar pro Lewis. Pode me ajudar com isso, por favor?
— Com certeza. — Diz Caitlin. A cientista coloca uma máquina perto de Lisa. Começa a procurar por algo, quando rapidamente obtém resultados precisos. — Eita...
— O que foi? — Lisa pergunta.
— Há traços de térmita na sua pele.
— Térmita? O que seria isso?
— É quase um explosivo...
— É uma bomba, e das piores! Quando você desmaiou, o Lewis deve ter injetado em você. — Afirma Cisco.
— O revestimento da bomba é feito de algum tipo de material ferromagnético.
— Se deixar o material firme como um ímã eu posso fazer a cirurgia. — Diz Caitlin. — Mas vai ser muito difícil.
— O único problema é que segundo o material ferromagnético, a bomba irá explodir se entrar em contato com o ar.
Lisa se desesperou. Ela tinha uma bomba dentro de si, e iria explodir.
— Não se preocupe, Lisa. Vamos arrumar um jeito de tirá-la.
— Espera, e se eu extrair a bomba usando super velocidade? — Sugere Jane. — Posso levá-la ao céu e a explosão não vai causar dano algum.
— É muito arriscado, Jane.
— Precisamos saber sobre esse roubo deles também.
— Talvez eu faça ele falar. Escuta, dois técnicos deles morreram, então vão precisar de substitutos. Eu e Jane podemos entrar disfarçados.
— Eu topo. — Jane responde.
— Vocês querem se infiltrar na gangue do Lewis?
— Sim.
— E vão se fingir de criminosos.
— Não deve ser difícil. — Jane responde. — O que acham?
— Eu acho ótimo.
— Façam isso! E eu vou tentar desarmar essa bomba. — Cisco diz.
— Vamos então, Barry? — Jane pergunta. — Em um Flash?
— Em um Flash! — Barry responde.
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Barry e Jane chegam. Estavam todos de preto. Disfarçados. Apenas Snart estava naquela sala. O vilão apalpava sua arma congelante ansioso pra usá-la.
— Terceira visita, Flash. Está ficando irritante. — Snart afirma.
— Vai valer a pena dessa vez. — Jane diz. — Pode apostar.
— Eu já disse e repito: Eu não preciso ser salvo!
— Mas a sua irmã precisa. Sabemos que o seu pai colocou uma bomba nela. Lewis disse que a mataria se você não o ajudasse. Não é mesmo?
— Isso mesmo.
— Nossa equipe está dando um jeito de retirar a bomba. — Jane afirma.
— Eu espero que a sua arma esteja pronta pra funcionar por que... — Lewis se surpreende com Barry e Jane ali. — O que significa isso?
— Leonard disse que precisa de novos técnicos. — Diz Barry sorrindo.
— Isso. Estamos aqui. — Afirma Jane.
— Me chamo Sam. — Barry disse.
— E eu me chamo Beatriz. — Jane disse.
— Acha que esse garoto e essa garota conseguem abrir a fechadura da Draycon? — Lewis pergunta.
— Ah, ajudamos o Snart no roubo do diamante da dinastia Kahndaq no museu de Central City no ano passado. Ele estava lá, bem protegido atrás de uma porta de supressão fase três com Draycon XL-1218. — Jane mentiu.
Jane havia dito algo essencial. Ela tinha sido realmente inteligente.
— Não teria conseguido sem eles. — Diz Leonard com amargura em dizer.
— Draycon é nossa especialidade.
Barry e Jane, além de serem bons em combater o crime, eram bons em mentir desde crianças. Lewis sorria.
— Ok, Sam e Beatriz. — Diz Lewis. — Já que são tão bons, vamos nessa!
— Agora? — Barry pergunta.
— Algum problema, Sam?
— Não, senhor. Mal posso esperar.
— Ótimo. — Lewis responde.
Barry e Jane então seguem Snart e Lewis até o prédio alvo. Se aproximam da recepção, onde estavam dois seguranças armados assistindo futebol.
— Estão assistindo ao jogo dos Diamonds? — Pergunta Lewis.
— É, os Salamanders vão acabar com eles. — Diz um dos seguranças. — Poderiam passar as identidades? — Lewis entrega as identidades. — E qual o andar que querem ir?
— Vigésimo sétimo. — Afirma Lewis.
Os guardas tentam passar as identidades, mas são negadas.
— Ei, por que a demora pessoal? Vocês por acaso querem explicar pra chefia o por que dos banheiros estarem sujos? Só queremos cumprir ordens.
— Tudo bem, vocês podem ir.
— Muito obrigado. — Diz Lewis. Os quatro sobem para o andar.
Um imprevisto acontece. Os guardas ainda estavam ali andando pelos corredores. O plano tinha dado errado.
— Droga, os guardas estão ali.
— E agora? — Jane pergunta.
— Eu tenho um plano B. — Lewis segura duas armas. — Aproveitando que Lewis estava de costas, Jane tira os guardas dali em super velocidade.
— O que deu em você? — Perguntou Barry para Jane cochichando.
— Pessoal, acho que os guardas já foram. — Jane disse.
— Que sorte a nossa. — Lewis diz.
— Sorte mesmo... — Diz Leonard olhando seriamente para Jane.
Os quatro continuam andando quando encontram a Draycon.
— Certo... Sam e Beatriz. Mostrem o que sabem. — Diz Lewis ansioso.
Barry e Jane se aproximam.
— Pai, vamos ficar de olho. Os guardas podem aparecer a qualquer momento.
— Tem razão.
— O que fazemos? — Pergunta Jane cochichando muito baixo.
— Temos que tentar todas as combinações possíveis. Deixa comigo, eu sei fazer isso. — Barry começa a testar todas as combinações, até que depois de alguns segundos a porta se abre em um passo de mágica.
— Sensacional. Fizeram mesmo um ótimo trabalho... — Lewis atira em direção á Barry e á Jane. A garota, em super velocidade pega as duas balas. Os dois se jogam no chão. Assim, dando a impressão de que estão mortos.
Lewis e Snart saem dali então após passar pela porta. Barry e Jane se levantam devagar. Estavam vivos.
— Eu peguei as duas balas! — Diz Jane.
— Boa, garota! — Barry a abraça. — Agora, vamos impedir esse plano.
— Liga pro Cisco. — Diz Jane.
Barry liga imediatamente pra Cisco.
— Cisco, como tá indo com a Lisa?
— Tô quase lá. — Cisco responde.
— Tem que ser agora! O assalto vai acontecer essa noite. — Barry coloca seu traje rapidamente e desliga. — Jane, é melhor você ir pros laboratórios Star ajudar o Cisco e a Caitlin.
— Não! Não vou te abandonar nunca mais, Barry. — Jane afirma.
Alarmes começam a tocar, indicando que os lasers na qual Snart passou apitaram. Barry e Jane correm pra lá.
— Precisamos voltar. — Diz Lewis.
— O único lugar que você vai voltar é pra cadeira, Lewis. — Diz Jane.
— Quer apostar?
— Não aposta! Me da só um minutinho, por favor. — Pede Cisco.
— Que tipo de monstro coloca uma bomba na própria filha?
— Um rico.
— Ah, é claro.
— Seu babaca desgraçado.
— Snart, atire no Flash e na namorada dele ou nunca mais verá sua irmã com vida. — Afirma Lewis prestes a apertar o botão e acionar a bomba.
Cisco usa o aparelho que construiu e retira a bomba no momento exato.
— Tirei a bomba! — Diz Cisco.
— Lisa está salva. — Diz Barry.
O Capitão Frio então congela Lewis.
— Ahhh! O que há entre você e o Flash afinal? Pensava que você o odiava.
— Não tanto quanto eu odeio você. — Leonard o responde com um sorriso macabro no rosto expressando a felicidade em finalmente conseguir congelar seu pai. — Obrigado por salvar a Lisa. Te devo uma, Flash.
— Eu vou cobrar. — Disse Barry.
⚡
— Então é mais uma vitória para o time Flash. — Comemora Cisco.
— Obrigada por salvarem a minha vida. Devo uma a vocês. — Lisa diz.
— Não tem de quê. — Diz Caitlin.
— Até mais Cisco. — Diz Lisa partindo.
— Pessoal, o Jay conseguiu!
Um enorme portal azul se formou nos Laboratórios Star. Era cintilante.
— Uau! Olha só pra isso! — Diz Cisco.
— É lindo.
— Vocês conseguiram mesmo construir essa coisa!
— Uau, estou impressionado com o que fizeram enquanto eu estava fora! — Afirma o professor Stein.
— Já fizeram algum teste? — Jane pergunta.
— Ainda não. Quer fazer as honras?
Jane pega seus óculos escuros antigos e joga pelo portal. O objeto não voltou.
— Caramba que incrível!
— Mas como estabilizou isso?
— Matemática exótica. — Afirmou Jay.
— Que sensacional! — Afirmou Cisco.
— Bom pessoal, então chegou a hora. O momento de eu retornar pro meu mundo. Pra eu retornar á Terra 2.
— Mas já? — Pergunta Caitlin. — Ainda precisamos de ajuda com os portais.
— Mas minha prioridade é o Zoom. Eu tenho que saber o que ele tá tramando e como ele roubou minha velocidade.
— Mas pode fazer isso aqui. Se você voltar podemos não conseguir mais entrar em contato com você e precisamos da sua ajuda. —
— É... pensando bem... posso ficar aqui por mais uns tempos. Mas assim que acabarmos com o Zoom, eu retorno.
— Justo.
— Eu preciso me deitar.
— Até amanhã. — Diz Jane.
— Até amanhã.
— Então Professor Stein, como está se sentindo? — Pergunta Caitlin.
— Bem. Parece que um bom descanso cura todas as doenças. E eu não poderia me sentir... — Os olhos do professor ficam brancos e depois ficam pretos. Chamas de fogo cobrem seu corpo e de laranja ficam azuis escuras. Tudo então passa com uma convulsão continua quando o professor cai ao chão.
— Professor! — Grita Jane.
PRCIOU_STILES ©
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