2⚡CHAPTER THIRTEEN: PISTA RÁPIDA

Chapter Thirteen: Pista
Rápida

Cisco voltava aos poucos. Sua consciência ainda estava um pouco desequilibrada, mas ele estava vivo.

— O que aconteceu? — Ele pergunta.

— Acho que você vibrou entre dimensões demais. — Brinca Joe rindo.

— Como vocês conseguiram parar e o que estava acontecendo comigo?

— Você estava sofrendo um paradoxo temporal por causa do Flash Reverso. Mandamos ele pro seu tempo e você voltou ao normal. — Jane afirma.

— Sério? Vocês fizeram isso por mim? Barry, você libertou seu maior inimigo pra salvar a minha vida?

— Sim cara. — Barry responde.

— Obrigado Barry. Jane, obrigado também. Eu teria morrido.

— Tenta descansar. — Diz Jane.

Um tempo se passou depois daquele dia. Quase duas semanas haviam se passado. Cisco ainda não tinha controle de seus poderes e Harry tentava. Nada sobre Zoom se ouvira nesse tempo. Caitlin começou uma procura ao sósia de Jay, para impedir sua doença. Em um dia normal, a família West jantava. Dessa vez, Wally estava presente.

— Caramba! Eu nunca achei que a polícia passaria por tanta coisa assim. Sempre quis ser policial? — Wally pergunta para Joe. Estavam conversando sobre profissões.

— Nem sempre. E você? O que queria ser? — Joe pergunta pra Wally.

— Eu queria ser um astronauta.

— Barry também. — Jane diz rindo.

— É verdade. — Barry responde.

— Não pelo mesmo motivo provavelmente. Foi no espaço que o homem se moveu mais rápido até hoje.

— Isso faz responde sentido, então ama velocidade? — Iris pergunta.

— É minha paixão. — Wally afirma.

— Por isso participa daquelas corridas, Wally? — Jane pergunta. Ela sabia como era perigoso. — São perigosas.

— É perigoso pra quem tem coragem de competir comigo. Valeu pelo rango, mas eu preciso ir. O frango tava ótimo. Obrigado por estragar o jantar, Jane.

Wally sai frustrado dali. Todos olham para Jane como se ela tivesse feito algo errado. Ela só estava preocupada.

— Que foi? Gente, essas corridas são muito perigosas! Ele pode morrer!

— Eu sei, mas foi um pouco desnecessário. — Iris afirma.

— Desnecessário?! — Jane pergunta irritada. — Se lembra do Bryan?

— O garoto de toca que não socializava com ninguém? Lembro até que você namorou com ele no ensino médio, pra ser mais específica. — Iris afirma.

— Isso não vem ao caso. O Bryan quase morreu com essas corridas. Não quero essa vida pro Wally. — Jane diz.

— Jane, entendo você, mas o Wally é diferente. Ele não vai entender isso sem entender na pele o que você está falando. Não vai adiantar muita coisa.

— Pois tem! Eu vou impedir ele de fazer essas corridas. — Jane afirma. — Onde acontece as corridas de carro?

— No leste, porque? — Joe pergunta

— Vou resolver isso de uma vez.

Jane estava decidida a salvar Wally das corridas. Ela coloca uma roupa apropriada pro lugar mas nada confortável e começa a procurar pelas corridas ilegais em todo o Leste quando finalmente encontra. Wally estava ali.

— É isso aí. As corridas funcionam assim. — Diz um dos homens.

— Entendi. — Diz Wally.

— Caramba, olha que delícia. — Diz um dos homens olhando para Jane.

— Oi! — Ela diz chegando.

— Oi gracinha. — O homem diz.

— O que você tá fazendo? — Wally pergunta. — Quer estragar a minha vida ou o quê? Tô cansado de sermão.

— Eu resolvi ver com meus próprios olhos o que anda acontecendo por aqui, Wally. — Jane afirma. — Não vou interferir, mas não vou deixar de registrar tudo e deduzir se você deve mesmo participar dessas corridas.

— Tanto faz. — Wally diz saindo dali.

— O furgão traseiro vai atacar rapaziada! Última corrida da noite com Wally West contra Randon Kenter. — Diz um homem com barba entre duas mulheres com suas partes íntimas quase reveladas totalmente. Wally entra em seu carro vermelho e se prepara. A corrida começa. Jane observa tudo.

A corrida havia sido muito perigosa. Ela estava pronta para na noite do dia seguinte acabar com aquilo.


Logo cedo, havia acontecido um crime. Como uma boa forense, Jane chega a cena do crime junto de Barry e seu pai.

— O que temos aqui? — Jane pergunta.

— Segundo as informações que peguei com a oficial, o nome da vítima é Daniel Burge. Não exatamente um escoteiro, mas conseguiu comprar essa garagem dois anos atrás. Parece que ele foi mergulhado em um vulcão. — Joe diz.

Jane vê o corpo. Ele estava torrado. Estava completamente queimado.

— Meu Deus. — Jane diz.

— Meta humano. — Afirma Barry.

— Na verdade analisando, a forma e a profundidade das marcas só seriam possíveis a ser vistas se o corpo fosse coberto por lava. — Afirma Jane.

— O investigador de incêndio não achou uma fonte secundária. — Joe diz.

— Por que é um meta. — Jane afirma.

— Vou levar essa amostra pros Laboratórios Star. Pro Cisco fazer alguns testes. — Afirma Barry.

— E como foi ontem com o Wally?

— Descobri que as corridas são muito mais perigosas do que eu imaginava. Hoje a noite eu volto lá e faço com que o Wally pare com essas corridas.

— E como pretende fazer isso?

— É um plano que ainda estou bolando. Peçam pro Cisco me avisar se descobrir algo sobre esse meta humano, eu tenho alguns assuntos pra resolver.


— Filha! — Diz a mãe de Jane. — Quanto tempo. Desculpe não ligar de novo. Eu estava viajando.

— Viajando? — Jane pergunta.

— É, no Havaí. — Ela afirma.

— Entendi. — Jane anda até a cozinha onde bebe uma água e abre a geladeira.  Ela pega uma maçã e a morde quando recebe uma mensagem de Cisco. — Eu preciso ir pros Laboratórios Star agora mãe. Me desculpe mesmo. — Jane diz.

— Tudo bem querida. — Ela diz.

Não é possível que aquela mulher continua insistindo nessa relação, pensou Jane. Logo, correu para os Laboratórios STAR.

— Oi Cisco. 

— Eu descobri coisas sobre nosso meta. Chamei o time todo aqui. — Cisco diz.

— E então? — Barry pergunta.

— Ele não queima suas vítimas, ele literalmente transforma essa em piche. Descubri isso através de análises da vítima que me deram dados como asfalto. Ele é como um Fosse de Piche.

— Meu Deus. E porque ele? Por que o meta humano foi atrás desse Daniel?

— Isso eu ainda não descobri. — Um alarme toca. — Ataque em andamento na sexta com a Bell no centro.

Barry e Jane correm até o centro. O meta humano estava atacando um cidadão. O vilão parecia humano, mas tinha fique derretendo de seus olhos e boca. Era bizarro. Ele parecia ser feito realmente de asfalto, ou piche.

— Nós matamos você! — Diz o cidadão.

— Agora você vai sentir o gosto de piche. — O vilão diz.

— Meu Deus. — Diz Jane.

— Fúria Escarlate e Flash! Vocês vão morrer! — Diz o vilão.

— Como derrotamos esse cara?!

— Tentem esfriar ele. Ele é feito de fishe. — Afirma Cisco no microfone.

Jane se posiciona em frente à um hidrante, no objetivo de fazer com que o vilão acerte o objeto e se derrote.

— Aí, piche! Me mostre seu melhor, fraco! — Jane o provoca. O vilão atira uma bola de poder contra Jane, que corre pro lado. O hidrante é acertado e um jato de água o derrete. Mesmo derretido, ele desaparece. — Conseguimos! Quer dizer... ele fugiu.

O cidadão tenta correr, mas Barry o surpreende por trás após ouvir o que ele havia dito para o vilão.

— Quero que me conte tudo.


— O nome do cidadão é Stanley. Ao que parece, ele é matador de aluguel e a CCPD está atrás dele já faz algum tempo, mas nunca conseguiram nada.

— Sabemos por que ele foi atacado?

— Ele não contou nada. — Jane diz.

— Estava muito assustado. — Barry diz.

— Quando um assassino está assustado é por que tem algo de errado. — Cisco afirma com base em suas experiências.

— Identificou o meta humano?

— Estou rodando ele em cinco sistemas de reconhecimento facial, então daqui a pouco temos a resposta. — Cisco diz quando a resposta aparece nas telas com a imagem de um criminoso. — Tipo agora. Estão vendo?! Adivinhem quem é o melhor hacker do mundo?

— Felicity Smoak. — Barry, Caitlin e Jane dizem ao mesmo tempo.

— Vocês são péssimos amigos.

— O nome do meta humano é Joseph Monteleone. Está desaparecido desde a noite do acelerador. — Caitlin afirma.

— E qual a conexão entre Monteleone e as duas vítimas? — Jane pergunta.

— Vou trabalhar nisso. — Diz Cisco.

— E eu tenho um assunto muito importante pra tratar. — Jane afirma.

Em uma casa desconhecida de Central City, Jane batia na porta. Já era tarde e quase noite. Era a hora das corridas. Demorou alguns segundos quando um garoto atendeu. Ele tinha cabelos pretos e bagunçados. Estava com olheiras.

— Jane? — Ele pergunta.

— Oi Bryan. Podemos conversar?

— Claro, entra. — Ele diz.

Jane entra na casa. Ela estava uma verdadeira bagunça. Haviam roupas jogadas para todos os lados e pratos de comida sujos pela mesa e perto da televisão, que estava muito empoeirada.

— Você tá sozinho em casa?

— Sim, estou. Faz muito tempo Jane.

— Sim Bryan, faz. — Jane diz.

— Desde que me machuquei. Essa cicatriz dói até hoje. — Afirma Bryan.

— Na verdade eu queria falar disso com você. Além da Iris, eu também tenho outro irmão. Ele é de parte pai. Recentemente ele têm participado dessas corridas de racha. — Jane diz.

— São corridas no leste? — Bryan pergunta. — Se sim, eram as mesmas que eu participava provavelmente.

— Sim. Será que você poderia mostrar pra ele a cicatriz e dizer por que ele deve parar? — Jane pergunta. A cicatriz era um pouco acima do peito de Bryan.

— Claro que sim. Faço qualquer coisa pra tirar mais alguém dessa vida. Só vou colocar um casaco. Me espera do lado de fora. — Bryan levanta e entra em seu quarto, que ficava perto da sala.

Jane esperava o garoto. Em menos de dois minutos, ele abre a porta. Logo depois ele a fecha com chave.

— Obrigada Bryan. — Agradece Jane.

— Imagina. — Bryan responde.

Mais tarde, os dois chegam ao local. Wally não estava ali. Ninguém estava ali.

— Cedo demais. — Bryan afirma. — Espera... ali. Aquela cabine é a do chefe.

— Vamos pegar o desgraçado.

Os dois entram no lugar. O homem parecia surpreso com a visita.

— Clark Bronwen. Você continua um desgraçado. — Bryan diz.

— Se não é o jovem Bryan molenga. Sofre um acidente e desiste.

— Eu quase morri, sabia?

— Não me vem ao caso, o que vem a grana. — Clark responde rindo. — E quem é a gostosa aí? Sua namorada? 

— Cala a boca, seu escroto desgraçado. Você é um verme. — Bryan diz.

— Meu nome é Jane Alisson West, também conhecida como a mulher que vai estragar a sua reputação.

— Uau! — Diz Clark. — Agressiva!

— Pare com as corridas. — Diz Jane

— A menos que descubra como posso fazer cinco mil em uma noite, não posso parar. — Ele afirma. Jane se aproxima do homem, que ria, e o dá um enorme soco no rosto. — Doeu pra caramba, sabia disso?! Sua miserável!

— Pare com as corridas. — Jane diz.

— Não. Agora saiam do meu escritório!

Os dois viram as costas e saem quando Bryan resolve voltar e dar um enorme soco no rosto de Clark.

— Isso foi pelo meu acidente, seu lixo!

Logo depois ele sai dali. Jane e Bryan não haviam conseguido muita coisa, mas talvez conseguiram convencer Wally. O garoto já estava ali.

— O que você tá fazendo aqui de novo?! Quem é esse cara? — Wally pergunta.

— Wally, esse é Bryan Willians. Meu amigo de colégio e ex-participante das mesmas corridas de racha que você está participando agora. — Jane diz.

— Oi garoto. — Diz Bryan.

— Oi. O que vocês querem comigo?

— Te mostrar isso. — Bryan abaixa um pouco sua camisa, revelando uma profunda cicatriz. — É um presente que ganhei com as corridas de racha.

— Caramba. — Diz Wally assustado.

— Eu quase morri. Estava pilotando. Eu tava na frente de todos e com um sorriso no rosto. Até que bati em uma árvore. O vidro quebrou e vôou em mim. Me cortei todo, mas um pedaço ficou engravado no peito, quase encostando no coração. Por pouco eu não morri. — Diz Bryan.

— É por isso que quero você fora dessas corridas, Wally. 

— Você foi descuidado, eu não serei. Eu sou responsável pelas minhas próprias ações. Saiam logo daqui, por favor.

— Wally, eu quero salvar a sua vida! Você não entende?! Não quero que você morra batendo em uma árvore ou assassinado por gangsteres. Eu fiquei sabendo da morte da Francine, Wally. Ela era uma ótima pessoa e eu não consigo entender o que você tá sentindo, mas você é muito forte. Existem pessoas que querem o seu bem. Pare de transformar isso um problema.

— Só saiam daqui. 

Jane e Bryan não tentam forçar muito, afinal sabiam que Wally só entenderia quando sofresse algo. Era triste, mas a verdade. Jane estava muito preocupada com seu irmão, que não ligava.

— Sinto muito Jane. Eu tentei ajudar.

— Tudo bem Bryan, obrigada.

— Sabe, depois de tanto tempo eu nem sabia que você se lembrava de mim.

— Você marcou minha vida, Bryan. Namoramos por muito tempo. Eu nunca vou me esquecer de você.

— Até um dia, Jane Alisson West.

— Se lembrou do meu sobrenome.

— Difícil esquecer. — Bryan afirma.


— Oi Barry. — Diz Jane chegando.

— Oi Jane. — Barry responde a beijando. — Como foi ontem?

— Nada bem. — Jane diz.

— Vai dar tudo certo. — Barry afirma.

— Cisco, dei uma olhada no que você me pediu, mas as fichas deles estão bloqueadas. Pedem autorização para acessar. — Afirma Joe.

— É por que tem muita ética, Detetive West. — Cisco invade o banco de dados e consegue acesso a ficha. — Estavam seladas porque as fichas são todas crimes juvenis. Cumpriram pena no mesmo centro de detenção juvenil. Na verdade, Monteleone e a primeira vítima eram colegas de beliche.

— Espere, tem outra ficha. — Barry diz. Cisco abre. Era sobre Clark, o chefe que financiava as corridas de racha.

— Puta merda. Esse cara financia as corridas de racha em que o Wally participa. Eu dei um soco na cara dele noite passada. — Jane afirma.

— O que?! — Barry pergunta.

— Foi a emoção. — Jane afirma.

— Então ele é a próxima vítima.

— Ramon, vem comigo. Isso aqui é um reator de implosão. Ele vai fechar os portais. — Afirma Harry.

— É disso que eu tô falando! — Cisco diz. — Que aparelho lindo.

— Vai fechar todos de uma vez?

— Na verdade, cada aparelho fecha uma. No momento vamos tentar fechar a primeira. — Harry afirma.

— Se der certo, vai construir 51?!

— Sim. — Harry responde friamente.

Barry e Jane chegam com seus trajes. Ficam nas sombras para não chamar atenção. Wally estava correndo em uma corrida. Clark estava observando tudo.
Até que algo acontece. A estrada onde a corrida estava acontecendo se transforma em asfalto. O carro de Wally é jogado para cima. Jane o salva em super velocidade. Barry salva Clark de um ataque das bolas de poder do Fosso de Piche, que aparece dentro a plateia.

— Fúria Escarlate! — Diz Wally. — Você salvou a minha vida! Obrigado!

— Fica aqui! — Ela pede. Logo depois, a heroína corre até o Flash, que estava cara a cara com o Fosso de Piche.

Não vão me pegar dessa vez! — Diz o vilão. Ele desaparece perante ao asfalto criado. Esse era seu plano o tempo todo.


— Então com essas granadas de nitro poderemos derrotar o Fosso de Piche. Cada uma dessas tem dez vezes a concentração de um tanque de nitrogênio e é ativada por calor externo. Estamos falando de 340 graus, o ponto de ebulição de asfalto. Ou seja, quando essas belezinha atingirem o cara, teremos picolé de Fosso de Piche pra sobremesa. — Cisco afirma.

— Pessoal, eu queria dizer uma coisa. Eu me senti mais lenta quando estava correndo hoje. — Jane afirma.

— Eu também. — Barry afirma. — Parecia até que a minha velocidade estava se diminuindo aos poucos.

— Será que tem haver com a roupa ou algo assim? — Jane pergunta.

— Improvável. — Afirma Harry.

— Eu mesmo verifico os trajes sempre. Não tem nada errado. — Cisco afirma.

— Então eu e o Barry estamos doentes ou o que? — Jane pergunta.

— Sei lá. Vocês estão se sentindo diferentes? — Cisco pergunta.

— Não muito. Eu sei que estou mais lento, mas não sei quanto. — Diz Barry.

— Os dois estão 2% mais lentos. — Diz Caitlin verificando nos monitores. — Eu testei os componentes no sangue de vocês e mostraram a Força de Aceleração 100% em 60 dias, mas hoje caiu pra 98. — Afirma Caitlin.

— Acha que talvez o Zoom esteja os deixando mais lentos depois da luta?

— A luta já faz tempo e eu quase nem fui afetada. — Jane diz.

— Harry, você estuda a Força de Aceleração como ninguém aqui. Qual sua opinião? Você está em silêncio.

— Podem ser muitas coisas. — Diz Harry. — Várias e Várias...

— Gente eu e o Barry não podemos ficar mais lentos. Nós salvamos pessoas. Se com o tempo ficarmos mais lentos, não vamos mais conseguir impedir os meta humanos. Um exemplo que nossa velocidade foi extremamente necessária foi contra o Tartaruga. Se eu estivesse lenta naquela noite eu não teria conseguido. — Jane afirma.

— Não podemos perder mais pessoas. O Zoom me humilhou comigo estando correndo a essa velocidade, imagina mais lento. Ele vai me matar.

— Não vai. — Harry se levanta com um olhar desprezível. — Fui eu.

— O que? — Jane pergunta.

Harry retira os emblemas dos trajes de Barry e de Jane. Havia um aparelho preso aos emblemas na parte de trás.

— O que é isso?! — Cisco pergunta.

— Um aparelho que usei pra roubar a velocidade de vocês. Depois disso eu a dei para o Zoom. — Harry afirma.

— Estava trabalhando com o Zoom esse tempo todo?! — Pergunta Jane.

— Não no começo. — Harry diz.

Joe dá um enorme soco em Harry. Ele havia acabado de chegar e escutado.
Depois disso, ele segura Harry e o leva até uma cela do porão onde o prende.

— Por que colocou ele aí? Nem ouvimos ele! — Caitlin afirma frustrada.

— Por que se não colocasse eu mataria ele. Agora vamos achar esse piche.


— Me solta cara! — Diz Stanley, a segunda vítima. Joe levava Stanley para fora da CCPD e o usar de isca para o Fosso de Piche. — Eu pensei que iria ser transferido! Me solta cara!

— Não. Você vai ser a isca. — Joe diz.

Barry e Jane esperavam nas sombras das árvores pela chegada do vilão. Um monstro de piche se forma.

— Isso é por dois anos atrás! — O monstro diz. Joe empurra Stanley pro lado e Barry e Jane jogam as granadas de nitro. O monstro congela e se quebra. Por baixo de todo aquele piche, Joseph sentia dor e desmaiava no chão.

— Pegamos ele. — Afirma Jane.


— Sabe o que é irônico? Eu pensava sobre como você me lembrava o antigo Wells e aqui estou eu fazendo exatamente como fiz com ele. — Barry afirma com desprezo. — Desgraçado. Por que você fez isso, Harry? Por que?

— Responde! — Grita Jane.

— Vocês sabem que farei o que for preciso pra ter minha filha de volta. O preço é só um detalhe. — Harry afirma.

— Você escolheu errado, Harry. Não devia ter feito isso. — Diz Jane.

— Sério, Jane? Porque eu acabei de sacrificar a vida da minha filha. Condenei minha filha à morte para salvar vocês. — Harry afirma.

— Quer um agradecimento?

— Quero ir pra casa! Me mande de volta pra Terra 2. Pense só, Zoom quer que vocês fiquem mais rápidos. Ele quer que vocês tenham mais Força de Aceleração pra ele pegar. Me mande de volta, use o reator de implosão e feche os portais. Zoom nunca mais será capaz de atravessar de novo. — Harry afirma.

— E quanto a sua filha?

— Jesse é minha batalha, não a sua. Ela é problema meu. — Harry afirma.

— Melhor mandar ele de volta pra onde veio se não irei atirar nele. — Joe diz.

— Não. — Barry diz.

— Como assim "Não"? — Joe pergunta.

— O que faríamos se estivéssemos no lugar dele? As pessoas que amamos nos deixamos vulneráveis a ponto de tomar decisões idiotas. Ele poderia roubar nossa velocidade, mas não terminou o serviço. Ele fez isso só pra salvar a filha, que vai morrer agora e nem sequer ligamos pra isso? Não posso desistir de ajudar ela. Não posso desistir de um mundo — Barry afirma.

— Eu concordo com você, Barry. Concordo de todas as formas. Não podemos ignorar o Zoom. Ele é nosso demônio. Temos que vencer ele. Temos que salvar a Jesse. Temos que salvar a Terra 2. 

Cela de Harry - Poucos minutos depois

— Pode sair. — Diz Jane. Eles abrem a cela e Harry anda para o lado de fora.

— Bom, acho que isso é um adeus então. — Diz Harry.

— Não. Eu falei que somos uma equipe e você faz parte dela. — Barry diz.

— Vamos ajudar você a salvar a Jesse. Não vamos mandar você sozinho. Vamos para a Terra 2. — Diz Jane.

PRCIOU_STILES ©

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