1⚡CHAPTER SIX: O NOVO META HUMANO
Chapter Six: O Novo
Meta Humano
Barry corria pela cidade, e como a maioria de vezes que fazia isso em seu tempo livre, ele só pensava em correr mais rápido e mais rápido, para então quando ele encontrasse o homem de amarelo, ele conseguisse vencê-lo. A cada passo, mais uma lembrança vinha á tona, a cada corrida, mais um sentimento triste vinha daquela noite e agregava com uma automotivação. Barry estava mais que pronto para o homem de amarelo, quando voltar.
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— O que diabos aconteceu aqui? Um massacre? — Pergunta Barry vendo diversos homens mortos no chão.
— De acordo com as análises, esses homens estavam em uma reunião e morreram intoxicados. — Diz Jane.
— Jane, o que você tá fazendo aqui?
— Eu estava aqui quando aconteceu. Na verdade eu estava aqui um pouco antes de acontecer. — Jane afirma.
— Como assim? A gente estava no cinema ontem a noite. — Afirma Barry.
— Mas o cinema foi antes. Eu vim aqui porque, em um dia, quando eu estava jantando aqui, faltou um pouco de dinheiro para pagar a comida. Ontem eu vim pagar.
— E logo depois isso aconteceu?
— Isso. — Afirma Jane.
— Bem estranho. Intoxicação normal não mata tanta gente assim. Parece que algo veio e sufocou eles, mas ao mesmo tempo intoxicou eles. — Eddie diz.
— O mais estranho é que estava tudo fechado. Não tem como ter entrado nada. — Joe afirma.
— Estranho. — Barry afirma.
Eddie então sai dali.
— Jane, Barry. Tem algo importante. Se algo tiver entrado e intoxicado ou sufocado eles, não é algo que fez isso por acaso. É como se...
— Tivesse vida própria. — Jane diz.
— Tipo um gás. Tudo bem, então procuramos um meta humano que controla gás. — Barry afirma.
— Vou trabalhar nisso. — Diz Jane.
— Melhor você passar isso pro Cisco, pra Caitlin e pro Doutor Wells.
— Sim, vou pra lá agora.
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— Entendi... interessante. Mas ninguém vai comentar o fato de ter uma pessoa no nosso laboratório? — Pergunta Cisco, se referindo ao meta preso. — Eu sei que a gente concordou, mas a gente não tem que dar comida?
— Cisco, o que você acha sobre esse caso do gás? — Pergunta Jane.
— Eu não acho que tenha sido um gás ou alguém que controla gás. Aposto que foi uma pessoa que invadiu a sala e matou todos.
— Mas estava tudo trancado.
— E se for... já sei! Um meta humano que se estica! Gente, isso faz sentido!
— Vamos continuar mantendo a teoria do homem que controla gás. — Wells diz. — É a mais provável.
— Tudo bem. Eu já ia pensar em um nome daora pra ele, mas tudo bem.
— Mas como podemos rastrear esse meta? — Pergunta Jane.
— Se ele for como gás, fica um pouco difícil. O satélite dos Laboratórios Star são precisos, mas não assim.
— Pessoal, acho que nem precisamos rastreá-lo. — Diz Cisco. — Tem um alerta de emergência no aeroporto. Só pode ser ele. — Cisco liga pra Barry. — Barry! Aeroporto! Alerta!
Barry corre para os Laboratórios para pegar seu traje e corre até o aeroporto. Chegando lá ele não vê nada além de um monte de pessoas correndo. Até que no meio de tantas ele percebe algo. Uma mulher sendo morta por um gás verde. Barry corre até ela e a deixa em um hospital. Depois disso volta ao aeroporto e encara o gás verde.
— Pessoal! É um gás! Um gás verde! Ele parece se mover sozinho e parece ter mente. — Até que o gás desaparece formando um homem. Era careca, rosto de psicopata e uma roupa azul. — É um homem! Um homem que vira gás! Cisco, acessa as câmeras, corredor Sul.
Cisco obedece. Após olhar as câmeras ele identifica o vilão com seu sistema.
— Achei! O nome dele é Kyle Nimbus. Trabalhou como matador para a família Darbinyan, até que eles testemunharam contra ele no tribunal. Preso por Joe West e condenado à morte pela juiza Theresa Howard. Segundo aqui, ele foi executado na mesma noite do acelerador. — Afirma Cisco.
— O acelerador fez com ele a mesma coisa que fez com o Mardon! — Diz Jane. — Ele está vivo e com poderes!
— Você é curioso... homem de vermelho. — Nimbus diz rindo.
— Olha só quem fala. — Barry diz.
— Eu sempre gostei de gás... Agora eu sou um. O acelerador de partículas me trouxe alguns benefícios, como essa capacidade maravilhosa de matar quem eu quiser. — Afirmou Nimbus.
— Eu sei por que você matou os membros da família Darbinyan. Eles testemunharam contra você no tribunal. Mas e aquela mulher? Por que mata-la? O que ela fez pra você?
— Muita coisa, homem de vermelho. Eu tenho muitos assuntos inacabados, mas antes eu vou matar você! — E se tornou um gás verde tóxico. Barry não sabia como impedi-lo, afinal não poderia tocar no inimigo e nem ficar próximo.
— Pessoal? Alguma ideia? — Pergunta Barry. — Eu tô com problemas!
Nimbus então sufoca Barry e o intoxica.
— Barry!!! — Grita Jane.
— Droga! droga! — Exclama Cisco.
— Se o Barry não sair dali, ele vai morrer. — Afirma Wells.
— Barry, foge! — Grita Jane.
Mesmo enfraquecido, Barry ainda podia correr. Correu então o mais rapido que pode, quando chegou.
— Coloca ele na maca! — Caitlin diz.
Cisco e Jane seguram Barry e o colocam na maca. Depois disso, Barry abre o zíper do traje. Ele tossia muito.
— Rapido! O gás... Tá dentro de mim!
— Barry, aguenta firme! Eu sei o que fazer pessoal! — Afirma Jane.
— Sabe? — Pergunta Caitlin.
— Sei! Precisamos retirar o gás dele através de oxigênio. — Diz Jane.
— Jane, ele trouxe uma amostra viva do gás. Precisamos fazer uma biópsia pulmonar e retirar uma parte significante do gás. — Wells diz.
— O Doutor Wells tem razão. — Diz Caitlin.—
— Eu não tenho como te dar nenhum analgésico, Barry. Seu metabolismo vai eliminar ele.
Barry segura a mão de Jane.
— Eu confio em você. — Barry diz. — Seja lá o que for fazer, faça logo!
Jane pega uma agulha enorme e enfia no peito de Barry. De tanta dor, o velocista desmaia automaticamente.
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Barry ganhava sua consciência aos poucos. Bem devagar ele acordava.
— Barry! Você acordou. — Diz Jane sorrindo. — Você tá bem?
— To bem sim. Alguma boa notícia?
— Eu comprei um lanche do Big Belly Burger. Deixei o seu hambúrguer lá.
— Qual? — Perguntou Jane.
— Big Belly cheddar com maionese.
— Obrigado. Eu tô com fome. — Barry levantou da cama então.
— Como se sente, Barry? — Pergunta Wells em sua cadeira de rodas.
— Bem. Descobriram algo?
— Sim. Finalmente descobrirmos o por que do Nimbus ir atrás daquela mulher.
— Sério? E porque?
— Ela foi a juíza que o mandou pra ser executado. O nome dela é Theresa Howard. Ele está indo atrás das pessoas que resultaram em sua morte.
— Então podemos descobrir quem é a próxima vítima. — Diz Barry.
— Essa é a parte ruim. — Diz Cisco.
— O que foi pessoal?
— A próxima vítima provavelmente será meu pai. Ele prendeu o Nimbus. — Jane disse.
— Droga! E onde tá o Joe?
— De acordo com os satélites, ele está em Iron Heights. — Diz Cisco.
— O que ele tá fazendo na prisão?
— É uma boa pergunta. — Diz Caitlin.
— Beleza, vamos salvar o meu pai. Mas tem uma coisa, o que vamos fazer para o Barry poder deter o Nimbus?
— Pra deter o Névoa, sim eu dei esse nome a ele, o Barry precisa distrair ele tempo suficiente. — Diz Caitlin.
— Tempo suficiente pra que?
— O gás é o componente menos estável. Esse meta humano não vai ficar conseguir ficar na forma de névoa por muito tempo, as partículas dele vão se reajustar. — Afirma Doutor Wells.
Barry rapidamente pega seu traje e corre até Iron Heights.
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— Então me desculpe, Henry! Me desculpe por não acreditar em você esse tempo todo. Eu te prometo que vou encontrar esse assassino. — Diz Joe.
— Tá tudo bem Joe! Eu agradeço! Mas não aja como se tivesse feito tudo errado. Você fez algo pra mim. Você cuidou do Barry. Você se tornou um pai para ele. Isso não é algo que um homem não decente faria, por isso eu nunca vou ficar mais grato. — Diz Henry.
— Vou te tirar daí Henry. É uma promessa. — Joe diz.
— Joe! atrás de você! — Diz Henry.
Joe se vira e se depara com Nimbus.
— Nimbus? Como?! Você não estava...
— Morto? Exatamente! — Nimbus diz sorrindo. Logo depois ele segura Joe e o joga contra a parede. — Tá sentindo isso, capitão Joe West? Tá sentindo essa dor e esse sofrimento? Então sinta mais! Sinta todo o meu ódio!
Barry chega e joga Nimbus para a fora da prisão com um mega soco.
— Como você fez isso?! Como me tocou?! — Perguntou Nimbus.
— Pessoal? Eu não faço ideia!
— Você deve ter ido tão rápido que vibrou pelas moléculas dele.
— Irado! Isso acaba aqui, Nimbus.
— É o que veremos! — Diz o vilão sorrindo. Ele se transforma em Névoa então. O gás persegue Barry pela rua, que desvia de todos os golpes. — Desista, homem de vermelho!
— Nunca! — Afirma Barry. — Que foi? Tá cansado? — Pergunta o herói.
— O que você fez comigo?!
— Nada. O gás não se mantém estável por muito tempo, então só precisei fazer você cansar. — Barry diz.
Logo depois, o herói corre até Nimbus e o prende com a algema Anti-Metas Depois, o leva até os Laboratórios Star e o prende em uma das celas.
— Não! Não pode me prender aqui! Eu não sou um inseto! — Nimbus diz.
— Vai ter se arrependido de ter sobrevivido Nimbus. — Joe diz.
Barry fecha a sela então.
— NÃOOOOOO! — Nimbus grita.
— Ridículo, eu diria. — Diz Joe.
— E mais um vilão derrotado com sucesso. Primeiro o Multiplex e agora o Névoa. — Cisco diz animado.
— Sabe Barry, tem uma coisa que eu queria falar com você. — Diz Jane.
— Pode falar. — Barry diz.
— A Iris sabe de você. Ela não sabe que você é um herói, mas sabe que existe alguém fazendo a diferença em Central City. Ela disse que vai te apelidar de Flash e escrever sobre. — Afirma Jane.
— Flash! É isso! — Cisco diz. — O seu nome Barry! Você precisava de um! Flash é perfeito! É sensacional!
— Ótimo codinome. — Diz Caitlin.
— Eu gostei, mas vocês não acham que é perigoso a Iris estar escrevendo sobre isso? — Pergunta Barry.
— É só um blog, Barry. — Diz Joe.
Todos saem dali então, porém Caitlin fica ali parada sentada. Parecia triste.
— Caitlin, o que foi? — Pergunta Barry.
— Nada não. — Ela diz limpando as lágrimas. — Eu tô bem.
— Caitlin, pode falar com a gente. — Diz Jane. — Somos seus amigos.
— É que eu lembrei do Ronnie.
— Ah, tá. — Jane diz.
— Quem é Ronnie? — Barry pergunta.
— Ele era meu noivo. Trabalhamos juntos no acelerador. Íamos nos casar, mas ele desceu para concertar e impedir a matéria escura, mas acabou morrendo. Ele morreu preso naquela cápsula idiota. — Diz Caitlin chorando.
— Ele foi um herói, Caitlin. — Diz Barry
— Obrigada pessoal. De verdade. Agora, eu vou pra casa. — Caitlin se despede.
— Barry, eu queria falar sobre uma coisa com você. É tão difícil me expressar! — Afirma Jane.
— Pode dizer, Jane. Estou ouvindo.
— Nós sempre tivemos uma ligação. Eu sempre senti que deveria ficar ao seu lado, mas por que é tão difícil admitir? Eu só queria tentar algo e quem sabe...
Barry se aproxima da garota e encosta seus lábios nos dela, a puxando para suas mãos. Aquele momento era perfeito. Em um caloroso e quente beijo, os dois sorriam e se beijavam.
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