── 019:.
Pov. Chase Hudson
-Eu te amo.
- Também te amo. - sussurrou de volta e se aconchegou contra mim, adormecendo rapidamente.
Suspirei alegremente me esquecendo do mundo e me concentrando só na minha esposa. Minha Charli. Os problemas eu me lidaria com eles amanhã.
Abri os olhos com o som insistente do despertador, resmungando me sentei e o desliguei bocejando em seguida, ouvi um grunhido e me virei vendo Charli enterrando a cabeça no travesseiro.
- Que horas são?
- Está cedo ainda. - me curvei beijando sua nuca e ela se virou pra mim.
- Por que o despertador? É domingo, não é? - sorri e beijei seus lábios rapidamente.
- Sim é domingo, o despertador é programado, eu gosto de correr.
- Hmmm, eu sei um jeito muito melhor de entrar em forma.
- E qual é? - ela riu e me puxou pra cama e montou em mim.
- O que acha Sr. Insociável? - ela moveu as sobrancelhas sugestivamente, eu gemi olhando seu peito nu e levei minhas mãos para cima agarrando seus seios e esfregando os mamilos com meu polegar.
Ela gemeu se esfregando em mim, lambi os lábios apreciando seu corpo maravilhoso, minhas mãos passeando lentamente pelo seu peito e descendo para a barriga e chegando a sua boceta macia, ela suspirou quando meus dedos entraram em contato com sua entrada quente e já úmida pra mim.
- Oh... - ela suspirou e gemi quando ela agarrou meu pau e guiou para sua entrada convidativa. Ambos gememos alto quando meu pau a preencheu e ficamos parados alguns segundos.
- Tão bom. - gemi me sentando e a abraçando contra mim, Charli arfou e me encarando começou a se mover, sua boceta subindo e descendo, sugando meu pau.
Apertei sua bunda macia com uma mão e com a outra agarrei seu peito chupando seu mamilo, ela grunhiu rebolando sobre mim, e larguei seu peito começando a devorar sua boca gostosa.
Nossas línguas se enroscavam, brigando por espaço na boca um do outro, penetrando a boca um do outro, como meu pau penetrava deliciosamente sua boceta. Não demorei a sentir sua boceta mastigando meu pau e afastei minha boca da dela, e comecei a chupar seus seios novamente, alternando de um para o outro.
Chupando e lambendo os mamilos durinhos, ela gemia e gritava alto, sem parar de subir e descer sobre mim, suas unhas cravadas em meus ombros.
- Porra, estou vindo... - ela gritou jogando o corpo pra trás e agarrei sua bunda com força ajudando nos movimentos.
- Vem pra mim amor...
- Oh sim... SIM... CHASE... - ela gritou alto quando veio, sua boceta espremendo meu pau, me fazendo gritar seu nome quando vim forte dentro dela.
Cai na cama com ela sobre mim, e ficamos em silêncio até eu recuperar meu fôlego, movi minhas mãos por suas costas nuas, e ela levantou o rosto do meu peito sorrindo.
- Ow, que foi foda gostoso. - ri e nos virei ficando por cima dela.
- Foi muito foda mesmo. - ela riu e me abraçou pelo pescoço beijando meus lábios, gemi contra sua boca e me afastei dela me levantando.
- Aonde vai? Correr?
- Deus não, já tive muito exercício, vou tomar um banho. - ela deu uma risadinha.
- Quer companhia?
- Por favor. - Charli pulou da cama nua, e sorri olhando seu corpo hipnotizado.
Com certeza não seria só banho.
[...]
Entramos na cozinha e a cozinheira nos olhou confusa. Demos bom dia e Charli foi olhar na geladeira o que tinha.
- Que tal ovos, e panquecas?
- Sabe fazer panquecas?
- Claro que sim. - ela piscou e sorri.
- Panquecas então.
- Sr. Hudson, eu posso fazer...
- Não precisa, eu faço a comida do meu maridinho. - Charli riu da cara confusa da cozinheira, e começou a pegar as coisas.
Me sentei na pequena mesa que tinha na cozinha, e peguei o jornal que estava sobre ela e comecei a ler. Olhava para Charli, e não podia deixar de sorrir. Era muito bom vê-la preparando o café para nós, tão linda e doce, exatamente como uma esposa.
Assim que essa confusão acabasse, o que eu esperava que fosse muito em breve, eu venderia essa casa e compraria uma pequena. Uma para mim e Charli. Poderíamos ter uma família de verdade, ter filhos. Sorri com o pensamento e percebi que ela me encarava.
- O que está pensando? - perguntou vindo até mim e sentando em meu colo.
- Filhos.
- Oh, você quer?
- Claro, quero uma vida com você Charli. - ela sorriu e me beijou rapidamente, e pulou do meu colo para ver as panquecas. Pediu a cozinheira para fazer um café fresco, e quando estava pronto se sentou ao meu lado para comermos.
Ela me serviu o café e ovos e panquecas e fiquei babando olhando para ela. Minha vida havia mudado tanto de uma hora pra outra. O que eu achava que era bom, na verdade era um pesadelo. Mas pelo menos no meio do meu tormento eu tive uma luz. Charli era a luz em minha vida escura.
- Então o que temos pra hoje? - ela perguntou antes de comer um pedaço de sua panqueca e sorri.
- Faremos o que quiser.
- Você tem uma piscina aqui?
- Temos.
- Ótimo, vamos tomar banho de piscina. Podemos almoçar fora, e depois passar o resto do dia na cama.
- Parece perfeito pra mim. - ela sorriu abertamente e se aproximou de mim me dando um beijo demorado, quando nos afastamos, fiz uma careta ao ver Tamora atrás de Charli. Ela seguiu meu olhar e piscou pra mim, e se voltou pra minha mãe com o maior sorriso.
- Bom dia sogrinha.
- Charli.
- Deixa de formalidades, me chame Char. - Tamora fez uma carranca e quando se voltou para mim sorriu abertamente.
- Meu querido, estava pensando em irmos almoçarmos fora hoje, o que acha?
- Tenho planos com minha esposa. - resmunguei brincando com meu resto de comida, sua presença me tirou todo o apetite. Senti a mão de Charli na minha e sorri para ela.
- Oh, mas o dia todo? - Tamora falou tristemente, e levantei os olhos para encará-la.
- Sim o dia todo. Vamos Charli, eu perdi a fome.
- Claro amorzinho. Que tal eu fazer um topless pra você. - meus olhos se arregalaram e ela gargalhou, acabei rindo e a segui para o andar de cima. Não sem antes ver a cara de choque de Tamora quando saímos da cozinha.
- Charli você estava falando sério? - perguntei assim que entramos no quarto e ela fuçou suas malas atrás de um biquíni acredito.
- Sobre o que amor?
- Hmmm... o topless. - ela me olhou sorrindo maliciosamente.
- Se você quiser.
- Deus... - gemi e ela riu e começou a se trocar na minha frente, vestindo um minúsculo biquíni branco, com uma calcinha toda enfiada em sua bunda, e sutiã que mal cobria seu seios grandes, só cobria os bicos mesmo.
Carralho ela tá uma grande gostosa.
Tirei minhas roupas e vesti uma sunga e ela pegou uma toalha e protetor, segurei sua mão e descemos para o andar de baixo. Passei por uma criada e proibi qualquer criado de ir a área da piscina.
Tamora estava na sala quando passamos e a ignoramos indo direto para a piscina. Ao chegarmos coloquei sua toalha em cima de uma das espreguiçadeiras que ficavam espalhadas em volta da piscina. A piscina era grande e redonda, um pouco funda, com azulejos azuis.
Charli olhou para os lados e sorrindo tirou a parte de cima do biquíni... Oh merda, gemi baixo olhando seus seios, e ela sorriu e me entregou o protetor.
- Passa em mim?
- Claro. - ela ficou de costas e massageei sua pele enquanto passava o creme, ela gemia e suspirava baixinho. - Na frente também?
- Por favor. - Charli ficou de frente pra mim e sentou em cima de mim, uma perna de cada lado do meu corpo, seus seios lindos bem na minha cara.
Engoli em seco, meu pau já pulsava dentro da sunga, e se continuasse assim eu gozaria só de olhar pra ela e tocá-la. Coloquei creme na mão e passei em seus braços, subindo para seus ombros e suas clavículas, ele gemia baixinho e arqueava o corpo de olhos fechados.
Tão gostosa.
Continuei passando o creme, até chegar aos seus seios empinados e os massageei beliscando os mamilos. Ela arfou e abriu os olhos lambendo os lábios, sorri afastando as mãos dos seus peitos, e passei protetor em sua barriga, movi as mãos para cima e pra baixo em seu estomago, até chegar aos seios, e pulá-los para ir pra seu pescoço. Ela resmungou e ri, mas parei engasgando ao sentir suas mãos liberarem meu pau e começar a massageá-lo.
- Porra... - ofeguei e ela riu. Esqueci totalmente o creme e cai de boca em seus seios, mamando seu peito com fome.
Sua mão era mais rápida em meu pau, subindo e descendo, apertando levemente, a outra mão em minhas bocas. Minhas mãos foram para sua bundona e apertei sua carne, sem deixar de chupar seus seios, ela estremeceu sobre mim e gemeu gozando só de ter seus peitos chupados.
Ela se afastou de mim ficando de quatro e me levou na boca, eu rosnei sentindo meu pau pulsar forte contra seus lábios. Gemi e levei meus dedos a sua calcinha a afastando e penetrando dois dedos dentro dela. Inferno ela estava melada e quente como o inferno. Empurrei mais um dedo e os movi dentro dela, entrando e saindo, girando, meu polegar esfregando seu botãozinho.
- Oh sim... - ela tirou meu pau da boca, e sugou minhas bolas, e voltou a chupar meu pau, eu estava muito perto, assim como ela que já pulsava em meus dedos.
Não demorou muito para virmos em um gozo celestial. Eu estava mole sobre a cadeira e ela sobre mim. Rimos e ficamos trocando beijos e nos esfregando por boa parte da manhã.
Felizmente não tivemos nenhum sinal de Tamora, mesmo depois que saímos da piscina e fomos almoçar fora. E quanto menos víssemos Tamora melhor pra mim.
[...]
- Hmmm, você tem que ir mesmo?
- Não faz parte do plano? - ela resmungou enterrando o rosto no travesseiro.
- Eu sei, mas a cama é fria sem você.
- Ah então só pra isso que você me quer em. Meu corpo é a única coisa que te interessa. - fingi magoa ela sorriu maliciosamente.
- Droga você descobriu meu plano maléfico. - rimos e me apoiei na cama beijando seus lábios.
- Vai ficar bem?
- Vou, não se preocupe.
- Não esqueça de chamar o chaveiro. Não aguento mais ficar empurrando a cômoda. - ela riu.
- Sim senhor. - ela me agarrou pelo pescoço me puxando para a cama, mas apoiei o joelho na beirada do colchão, pra não cair em tentação.
- Eu te amo Charli.
- Também te amo, Sr. Insociável. - rimos e beijei seus lábios mais uma vez.
- Não coma nada que ela te oferecer. E se sentir mal me chame imediatamente.
- Eu vou. Pode ir tranquilo. - assenti e peguei minha pasta saindo.
Afastei a cômoda da porta e sai do quarto, desci as escadas e dei de cara com Tamora na porta, ela sorriu pra mim, e assenti sério.
- Chase, meu bem, que tal almoçarmos hoje? Mamãe sente sua falta.
- Estarei ocupado o dia todo. - ela assentiu séria.
- E... e aquela mulher? - rosnei.
- Minha esposa, está no nosso quarto.
- Você casou mesmo com ela?
- Sim. Casei com a única mulher que amo. - enfatizei o amo, e ela fez uma carranca.
- Como pode amar aquela vad... - me aproximei dela estreitando os olhos, e ela se calou.
- Não ouse falar mal da minha esposa. Ela é mil vezes melhor do que você. Que nem pra ser mãe serve.
- Chase... - ela arfou em choque, e a ignorei.
- Tenho que ir. Até mais tarde Tamora.
Ela me chamou quando sai pra fora, mas a ignorei completamente e fui pro meu carro. Dirigi para a empresa, respirando fundo algumas vezes. Seria muito complicado conviver com Tamora. Talvez o plano de Charli não fosse tão bom. Ficar na mesma casa que aquela mulher, ia ser um tormento, eu me dividia entre querer matá-la, e fugir dela.
Ainda era fodidamente assustador, saber os sentimentos que minha própria mãe nutria por mim. Pior era saber o que ela era capaz de fazer por causa desses sentimentos doente.
Tentei afastar esse pensamento, e dirigi. No caminho liguei para minha secretaria, e marquei uma reunião urgente para agora cedo, queria todos os diretores nela. Depois liguei pra Noah que confirmou que já estava a caminho.
Quando cheguei na empresa, muitos me olhavam com curiosidade, talvez esperando que eu fosse surtar como da ultima vez. Suspirei desanimado, mas fui direto para minha sala. Minha secretaria me trouxe um café e avisou que já estavam, todos me esperando para a reunião.
Só dei um gole no café e fui para a sala de reunião, felizmente ficava no mesmo andar que minha sala. Entrei e cumprimentei os principais diretores. Gabriel estava sentado na minha cadeira e sorria abertamente.
Com certeza achava que eu iria passar a empresa para ele. Só nos seus sonhos.
- Gabriel esse é meu lugar. - ele riu animadamente.
- Claro sobrinho. Só experimentando.
- Claro. - ele sentou ao meu lado, e sorri para meus diretores.
- Bom dia, desculpe chamá-los com urgência. Mas uma reunião de emergência era necessário. Eu estive pensando muito esses dias, e resolvi que já está na hora que dar chance pra quem realmente merece. Sabem como dizem, saia o velho e entre o novo.
- Concordo plenamente Chase. - Gabriel falou sorrindo e sorri de volta.
- Fico feliz que concorde Gabriel. - me virei para minha secretaria que digitava tudo que falávamos. - Chame nosso convidado por favor.
- Sim senhor. - ela saiu e voltou alguns minutos depois acompanhada de Noah.
- Bem, gostaria de apresentar a vocês Noah Beck Hudson, a partir de hoje um dos diretores da companhia.
- Noah... e no lugar de quem ele vai ficar? - Gabriel olhava entre os diretores velhos, e ri internamente, todos achavam que iam ser substituídos.
- Noah tomara o lugar de Gabriel a partir de hoje. - ouve um grande silêncio na sala e de repente Gabriel se levantou derrubando sua cadeira.
- Mais que merda é essa?
➸ Desculpem a demora mas sou deu hoje me desculpem :)
➸ Obrigada pelas mensagens de preocupação, foi muito especial e importante para mim 🤍
➸ Espero que estejam a gostar da fic :)
➸ Até amanhã <33
~• 𝙒𝙄𝙏𝙃 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝙆𝙄𝙆𝘼 ♡︎
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