── 012:.
Pov. Chase Hudson
Entrei em casa me sentindo alegremente esperançoso. Eu estava amando de novo, e eu sentia que dessa vez as coisas seria diferentes. Charli era diferente.
Eu verdadeiramente amei Taylor e Sofya, mas ao que parece não era por elas que eu esperava.
Eu esperava por Charli.
E eu faria de tudo para que dessa vez, nós ficássemos juntos.
Caminhei para a sala e sorri ao ver minha mãe, ela lia uma revista tão compenetrada que nem me notou, me aproximei dela por trás e cobri seus olhos.
- Adivinhe quem é? - ela riu alto e deu um tapinha em minha mão.
- Querido você demorou.
- Desculpe mãe, eu... Me distrai. - sorri e me sentei ao seu lado no sofá a abraçando pelos ombros. - Como foi o seu dia?
- Foi bem, e o seu parece ter sido ótimo. - sorri mais ainda me lembrando da minha terrível Charli.
- Sim foi muito bom. - sorri mais ainda me lembrando de Charli, mas o tom de minha mãe me preocupou.
- Chase... - ela começou séria e a encarei.
- O que foi?
- Você disse que iríamos conversar quando chegasse. - suspirei e afastei o braço de seu ombro e esfreguei o rosto.
- Eu sei mãe.
- Você está namorando essa moça?
- Sim. - ela arqueou uma sobrancelha e bufei. - Sim eu estou.
- Chase, você tem certeza?
- Mãe, por favor, não comece. É diferente dessa vez.
- O que é diferente?
- Eu amo ela. - falei e ficamos em silencio nos encarando, ela abaixou os olhos por alguns minutos, e quando me olhou havia algo em seu olhar que não soube decifrar.
- Como você amava Taylor e Sofya?
- É mais.
- Mais? - ela murmurou baixinho e assenti voltando a sorrir.
- Sim, eu realmente amo ela. - ela engoliu em seco e ficou de pé de costas para mim, suspirei. - Mãe, eu preciso de você, não fique contra mim. - ela se virou sorrindo.
- Nunca meu amor. Sabe que sua felicidade é tudo pra mim. - sorrindo fiquei de pé e a segurei pelos ombros.
- Então fique feliz por mim, gostaria muito que você e Charli se dessem bem. - ela sorriu e abaixou os olhos, e quando me olhou sorria brilhantemente.
- Eu adoraria. Convide ela para jantar.
- De verdade?
- Claro, será ótimo conhecê-la melhor.
- Isso é maravilhoso, vou ligar para Charli e convidá-la. Amanhã?
- Sim, amanhã é perfeito.
- Ótimo. - peguei meu celular do bolso já indo em direção ao escritório quando ela me chamou.
- Chase?
- Sim?
- Qual o sobrenome de Charli? - franzi o cenho e dei de ombros.
- Eu não sei. - eu já não me importava mais com os mistérios de Charli, quando ela quisesse ela me contaria.
- Oh...
- Eu vou ligar rapidinho, já venho para jantarmos.
- Ok.
Disquei seu numero, e depois de dois toques ela atendeu, fechei a porta da biblioteca, e sentei no sofá aonde Charli havia sentado há alguns dias atrás e meu sorriso aumentou. Podia lembrar exatamente como ela estava, tão gostosa e sensual e não me levando nenhum pouco a sério.
Chamada on
- Alô.
-Charli.
- Sr. Insociável. - ela cantarolou e ri.
- Como você está?
- Com saudades, tão sozinha, nesse apartamento tão grande. - podia imaginá-la fazendo bico.
- Não faz nem uma hora que eu sai daí.
- Então é oficial, estou dependente de você. - ela resmungou e sorri como um idiota.
Não, como um homem apaixonado.
- Acho que isso vale pra mim também.
- Oh verdade? Então largue tudo e venha dormir comigo.
- Como eu queria, mas não posso faltar no trabalho novamente.
- Eu prometo me comportar de manhã. - podia imaginá-la fazendo um biquinho.
- Não me tente Charli. - ela deu uma risadinha.
- Oh seu chato. Então que tal amanhã?
- Na verdade foi por isso que eu liguei.
- Oh foi isso?
- Sim, quero que venha jantar em casa.
- Na sua casa? Com sua mãe? - ela guinchou e ri.
- Sim, quero lhe apresentar oficialmente.
- Oficialmente?
- Sim, como minha namorada. Acredito que agora temos um compromisso.
- Tão sério. Mas eu gostei, vou ser a Sra. Insociável.
- Não combina com você. - ela riu alto.
- Não.
- Então você vai vir? - podia sentir a esperança em minha voz, ela deve ter sentido também, pois riu.
- Vou, mas quero que venha me buscar. Tenho uma surpresa pra você.
- Hmmm, e o que séria?
- Nada de dicas, venha amanhã Sr.Insasiavel
- Estarei te esperando as cinco.
- Perfeito.
-Eu te amo Charlj.
- Também te amo, meu Sr. Insociável.
Chamada off
Desliguei o celular com o sorriso idiota que era impossível sair do meu rosto, e mesmo querendo imediatamente ver ela, eu tinha que me controlar.
Apesar da certeza de que dessa vez era diferente, eu queria ir com calma.
[...]
Olhei para mesa da secretaria de Gabriel e nem sinal da moça, fiz uma careta ao imaginar que talvez a moça estivesse lá dentro, com ele.
Queria evitar outro encontro desconfortável entre nós, já bastava o soco que dei nele. Na verdade não havia falado com ele desde então. Mas já estava na hora de parar de fugir dos meus problemas e ir falar com ele.
Desistindo de esperar e torcendo para que ele estivesse sozinho caminhei para sua porta e antes que eu batesse, ela se abriu e minha mãe saiu da sala.
- Mãe?
- Chase... - ela mordeu o lábio nervosamente e franzi o cenho.
- O que faz aqui?
- Oh... eu... - Gabriel apareceu na porta e sorriu brilhantemente.
- Chase, sua mãezinha veio pedir desculpa em seu nome, e me convidou para jantar.
- O que? - rosnei olhando feio para Tamora que pigarreou.
- Querido, somos família apesar de tudo, e brigar nunca é bom. - ela torceu as mãos e respirei fundo.
- Mas jantar hoje? - engoli minha raiva e ela riu alegremente.
- Oh sim, será perfeito, Charli vai também, e assim todos podemos nos conhecer melhor.
- Eu... - olhei de esguelha para Gabriel que sorria maliciosamente e estreitei os olhos.
- Não será maravilho Chase, finalmente vamos conhecer uma namorada sua, eu já acreditava que você estava jogando para o outro time. - trinquei os dentes e minha mãe riu.
- Oh não seja maldoso Gabriel, meu Chase nunca faria isso, ele é tão viril.
- Se você diz. Então Chase, o que quer?
- Hmmm?
- Bem você veio até aqui por algum motivo?
- Não importa mais. Mãe quer companhia até o estacionamento?
- Claro meu bem. Até mais tarde gabriel, e não se atrase.
- Não se preocupe Tamora, estarei lá sem falta. - ela deu uma risadinha e acenou alegremente para ele.
Bufando, coloquei a mão nas costas de Tamora a levei em direção ao elevador, ficamos em silêncio a maior parte do caminho, e quando estávamos no estacionamento eu não aguentei mais.
- Por que o convidou?
- Chase...
- Justo hoje, eu queria que você conhecesse Any.
- E eu vou, Gabriel faz parte da família, e depois do que você fez...
- Eu não me arrependo.
- Chase! O que há com você?Sempre tão concentrado, nunca foi de brigas, e agora...
- Mãe, Gabriel testa minha paciência há anos. Uma hora iria explodir.
- Eu sei. Mas você nunca ouviu o ditado, "mantenha os amigos perto, e os inimigos mais perto ainda". Não prefere saber as reais intenções de Gabriel antes que ele as faça?
- Eu não sei...
- Bem, eu sim. Você precisa ficar de olho nele.
- Era só por isso que foi convidá-lo?
- Claro que sim meu bem. Por que mais seria? - ela riu e a guiei até o carro aonde o motorista esperava.
- Está bem.- Suspirei. - Que horas você marcou o jantar?
- Sete.
- Ok, estarei com Charli as sete.
- Vai buscá-la?
- Sim. - beijei sua testa e me despedi.
Assim que o carro se foi voltei para o escritório já sentindo minha cabeça doer, com certeza esse jantar seria inesquecível.
[...]
Entrei no apartamento de Charli me sentindo ainda pior, minha cabeça doeu o resto do dia e eu estava de péssimo humor, só esperava que sua surpresa não me desse mais dor de cabeça.
O apartamento estava muito silencioso quando entrei e estranhei, já era cinco então ela sabia que eu viria.
- Charli? - chamei, mas nem sinal dela, caminhei pelo apartamento a sua procura, a chamando, mas ela não respondia.
Fui para o quarto, e abri a porta arfei quando a encontrei, ela se virou para mim sorrindo maliciosa e se apoiou no cotovelo.
- Gostou? - ela arqueou uma sobrancelha e gemi olhando para seu corpo deliciosamente nu, exceto pelas longas meias pretas que iam até suas coxas e saltos muito alto, e a minúscula calcinha preta com um... rabinho de pompom?
Fui para a cama sorrindo e toquei no rabinho.
- Gostosa.
- Eu disse que tinha uma surpresa. - sorri e me abaixei para beijá-la, sua boca se moldou a minha perfeitamente e gemi sugando seus lábios macios.
Ela agarrou meu pescoço me puxando para ela, apoiei minha mão sobre a cama para não machucá-la com meu peso, mas ela me agarrou com as pernas me puxando para baixo, meu pau ficou entre suas coxas grossas e gemi já ficando excitado.
- Charli... - grunhi afastando um pouco os lábios, mas ela somente riu e continuou me beijando.
- Que horas é o jantar? - falou contra meus lábios e suspirei afastando um pouco a boca.
- Sete.
- Então relaxa temos tempo de sobra. - sorriu maliciosamente e me empurrou, cai na cama de costas e ela montou em mim, gemi ao ver seus seios com os bicos empinados e agarrei sua cintura.
- O que pretende Charli?
- Deixá-lo louco. - começou a afrouxar minha gravata e ergui a cabeça para ela a tirar de mim, e depois desabotoar a camisa.
- Eu já estou. - suspirei ao sentir suas unhas arranhando meu peito, chegando até a calça e a tirando também.
Sem deixar de olhá-la, ergui os quadris e ela puxou minha calça fora, meu pau já estava duro quase saltando da cueca e ela arqueou uma sobrancelha, e ri.
- Hmmm, o Sr. Insaciável quer brincar. - ela piscou e tirou minha cueca também, quando estava quase nu, ela sentou em minhas coxas e passou a mão em meu pau.
Arfei fechando os olhos, sua mão subia e descia enquanto a outra apalpava minhas bolas, grunhi abrindo os olhos, ela lambeu os lábios.
- Você vai ser a minha perdição. - ela sorriu e afastou o cabelo enquanto se abaixava e me levava na boca, seu longo cabelo caindo sobre minha coxa e tampando seu rosto.
Suspirei e afastei seu cabelo e gemi ao ver sua linda boca em volta do meu pau, ela levantou os olhos e me chupou forte, rosnei e agarrei seu cabelo o enrolando em volta do meu punho e a puxei para fora do meu pau.
- Hmmm, deixa eu chupar mais. - fez um biquinho e respirei fundo.
- Não, quero chupar você. - ela sorriu maliciosa e larguei seu cabelo, ela virou de costas e mostrou sua bunda grande pra mim com o rabinho de pompom e ri, ela rebolou e gemi agarrando seu quadril a puxando para mim, não sem antes arrancar sua calcinha a rasgando.
Ela deu um gritinho rindo, ajeitei seu corpo afastando suas coxas e lambi sua boceta, ela gemeu alto, meti dois dedos em sua entrada molhada e chupei seu clitóris, ela suspirou e rebolou em minha boca.
- Você é deliciosa Charli.
- Oh sim... - arfou e chupei forte seu clitóris enquanto movia lentamente meus dedos dentro dela, ela engasgou e rebolou em minha boca.
Afastei os dedos melados e os chupei, em seguida meti a boca em sua entrada e endureci a língua penetrando sua boceta, ela gritou e para minha surpresa agarrou meu pau e o chupou forte.
Ofeguei e chupei sua boceta, minha língua subindo e descendo, rodeando e sugando, ela tremia, mas não deixava de chupar e lamber meu pau, já sentia que eu estava próximo e a chupei mais forte, ela tremeu e gritou largando meu pau e gozou em minha boca.
Chupei todo seu gozo enquanto ela suspirava e rebolava levemente. Dei um tapa em sua bunda e ela se virou para mim.
- Quero foder você. - ela suspirou.
- Hmmm, então me fode Sr. Insaciável. - eu ri e acariciei sua bunda.
- Então senta no meu pau. - ela ainda de costas se ajeitou e sentou no meu pau.
Grunhi sentindo sua boceta já melada de novo engolindo meu pau e arfei, ela suspirou e gemeu ficando parada enquanto se acostumava com meu tamanho. Suas mãos foram para minhas pernas e começou a rebolar levemente, suspirei passando as mãos por suas costas e bunda.
Meu pau já pulsava loucamente, e grunhindo me sentei e agarrei sua cintura e a movi rapidamente sobre mim, ela gritou e virou a cabeça e beijei sua boca sem deixar de movê-la. Sua boceta já mordia meu pau que estava a ponto de explodir.
Afastamos as bocas arfante e mordi seu ombro sentindo meu corpo tremer e meu gozo vir forte, ela gritou e veio comigo, a abracei apertado dando beijos ao longo do seu pescoço enquanto nossos corpos se acalmavam.
Quando estava mais relaxado a soltei e tirei minha camisa que ainda usava e ela saiu de cima de mim e mordeu o lábio me olhando, cai na cama totalmente mole e ela deitou em cima de mim enquanto me encarava.
- O que foi?
- Eu te amo. - sorri para ela e levantei a cabeça e rocei meus lábios nos dela.
- Também te amo. - ela sorriu e deitou a cabeça em meu peito.
- Precisamos de um banho.
- Esses nossos banhos nunca são só banhos. - ela riu e levantou a cabeça me olhando maliciosa.
- Culpa sua que comprou um apartamento com a banheira enorme. - eu ri.
- Não foi de propósito.
- Sei, aposto que você olhou a banheira e imaginou nós dois lá dentro. - ela mordeu o lábio e ri alto.
- Infelizmente não, mas não há como negar que adoro ir pra banheira com você.
- Ótimo, vou preparar nosso banho. - ela gritou pulando de cima de mim e já correndo pro banheiro.
Olhei para o relógio e já era seis horas, infelizmente ia ser só banho mesmo.
- Só banho Charli. - ela riu e rolei os olhos, mas não pude deixar de rir, duvidava que fosse só banho.
[...]
Sete e meia eu estacionei o carro em na garagem e olhei para Any com uma careta, ela deu de ombros.
- Foi você que começou dessa vez. - grunhi sabendo que era verdade, mas era impossível resistir a ela, segurei seu queixo e beijei sua boca rapidamente.
- Sim, eu assumo a culpa. A propósito, você está gostosa com essa roupa. - ela usava um vestido preto meio comportatado, mas ainda sim lindo nela.
- Será que sua mãe vai gostar de mim?
- Ela vai amar você. - ela sorriu brilhantemente, mas não alcançou seus olhos. - Charli?
- Vamos, está tarde. - assenti e sai do carro e abri sua porta, ela segurou minha mão e entramos na casa.
Gabriel e Tamora estavam na sala bebendo e conversando, assim que ele nos viu levantou e minha mãe sorriu vindo até nós.
- Chase... o que houve? - ela com certeza notou meu cabelo molhado e eu estava sem gravata, com a camisa um pouco aberta e de terno.
- Nada, eu só tomei banho.
- Oh, vá se trocar então. - olhei para Charli e ela me olhou nervosa.
- Eu já vou. Hmmm mãe lembra-se de Charli?
- Claro querido. Olá querida, você está linda. Estou muito contente que você veio.
- Obrigada Sra. Hudson.
- Me chame Tamora. Chase vá se trocar, eu farei companhia a adorável Charli. - sorri e dei um beijo rápido na boca de Charli.
- Eu volto logo.
- Ok.
Minha mãe sorriu e entrelaçou o braço com o de Charli e a levou para sala, corri para meu quarto e tirei o terno, e vesti uma calça preta e uma camisa azul clara, puxei as mangas até o cotovelo e desci rapidamente.
Assim que cheguei a sala grunhi ao ver gabriel tocando os cabelos de Charli e nenhum sinal de Tamora.
- Desculpem a demora. - resmunguei indo me sentar em uma poltrona e Charli me olhou sorridente e para completa surpresa tanto de Gabriel quanto minha, ela o deixou e veio para mim se sentando no meu colo.
- Você demorou muito. - resmungou beijando meu pescoço e sorri.
- Fui o mais rápido que pude. - ela sorriu, pude ver o olhar de irritação em Gabriel, mas ignorei.
- Aonde está minha mãe?
- Foi ver quando sai o jantar.
- Você já bebeu algo?
- Ah Gabriel me deu um copo de uísque. - ela apontou com o queixo o copo sobre a mesinha intocado.
- Você quer que eu pegue pra você?
- Não. - ela falou muito rápido e arquei uma sobrancelha e ela sorriu. - Quer dizer, eu bebo o que você beber, não quero que sua mãe pense que eu sou uma alcoólatra. - eu ri.
- Ela nunca pensaria isso de você.
- Melhor evitarmos.
- Ok. - murmurei confuso.
- Que tal um Martini? - ofereci e ela assentiu.
- Só se nós dividirmos.
- Ok. - dei uma palmadinha em sua perna e ela levantou, fui até o aparador e fiz um Martini e voltei para a poltrona, ela me esperou em pé e assim que sentei voltou para meu colo.
Dei um gole no Martini e ofereci a ela que bebericou, e me devolveu o copo, Gabriel estava muito quieto e o olhei, ele nos encarava muito atentamente, Tamora entrou na sala e nos olhou com uma sobrancelha arqueada.
- Hmmm, o jantar estará pronto em 20 minutos.
- Ótimo estou faminto. - Charli deu uma risadinha e ri.
- Eu também. - cantarolou e beijou atrás da minha orelha.
- Comporte-se.
- Seu chato.
- Charli, quer que sirva algo?
- Oh me chame de Char, Tamora. E não, estou bebendo com Chase.
- Oh... ok Char. - mamãe me olhou confusa e sorri abraçando Charli pela cintura com um braço e ofereci o Martini para ela.
Ela bebericou e todos estavam em um silêncio estranho, olhei para mamãe e gabriel e eles não falavam nada.
- Está tudo bem com vocês?
- O que? - Gabriel piscou confuso e mamãe sorriu.
- Claro meu bem. Então como foi seu dia?
- Muito bom, bem algumas partes. - Charli me olhou confusa e neguei.
- Hmmm...
- Que tal eu te mostrar a casa Charli?
- Seria ótimo. - ela pulou do meu colo e sorri.
- Já voltamos mãe.
- Hmmm ok. - peguei a mão de Charli e a arrastei para cima, queria lhe mostrar meu quarto. Assim que estávamos longe deles olhei para ela.
- A biblioteca você já conhece. - ela riu alto.
- Ah a biblioteca, um dos meus cômodos favoritos. - rolei os olhos.
- Agora quero que você conheça meu quarto.
- Hmmm... - ela sorriu maliciosa e ri.
- Comporte-se Charli.
- Ok, mas não respondo pelos meus atos.
Sorri feliz e a puxei para cima, talvez o jantar não fosse tão ruim, só esperava que Gabriel se comporta-se e Tamora gostasse verdadeiramente de Charli.
➸ Só vou dizer uma coisinha...... Este jantar prometeee :)))))
➸ Último de hoje, espero que estejam a gostar :))
➸ Até amanhã lindasss, amo vcss 🤍
~• 𝙒𝙄𝙏𝙃 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝙆𝙄𝙆𝘼 ♡︎
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