── 008:.
Pov. Chase Hudson
Amanhã lhe mostraria o apartamento que comprei para podermos ficar mais a vontade. E se tudo desse certo, Charli poderia morar lá.
Ainda não era tudo que eu queria dar a ela. Mas era o que eu poderia lhe dar no momento. Era mais do que eu dei a qualquer uma desde Taylor.
Meus dedos batiam nervosamente no volante enquanto esperava Charli descer. Na verdade o dia inteiro eu me senti ansioso.
A reação dela ao ver o apartamento me preocupava. Lógico na hora em que comprei imaginei que ela iria adorar. Mas depois comecei a duvidar de minha impulsividade.
Charli já havia deixado claro que não gostaria que eu lhe desse um apartamento, mas talvez ela relevasse, já que o lugar era pra ser nosso. Não havia meio de eu me encontrar com ela na casa da desmiolada Dixie, minha casa era totalmente fora de cogitação, e hotéis era tão impessoal.
- Olá bonitão. - sorri ao vê-la abrindo a porta e já entrando toda animada.
- Charli.
- Sabe você pode me chamar de Char.
- Char?
- É meu apelido.
- Eu gosto de Charli.
- Deus, eu até reclamaria, mas quando você diz Charli, da um tesão. - sorri e me inclinei para beijá-la.
Ela suspirou me beijando de volta, jogou seus braços em meu pescoço e me puxou mais para ela, sua boca veio para minha com avidez imediatamente, e gemi ao sentir sua língua em contato com a minha.
Me afastei dela com um sorriso, ela fez um biquinho e sorriu em seguida.
- Então cadê minha surpresa?
- Não está aqui.
- Então me leve até ela. - pediu animada e ri ligando o carro e guiando em direção ao apartamento.
O caminho para lá foi em silêncio, exceto pelo radio do carro, que Charli ficava mexendo, trocando as estações, ela se decidiu por uma de musica popular e virou para mim sorrindo.
- Então, alguma dica sobre essa surpresa?
- Não.
- Vamos não seja mal. - sorri e neguei.
- Nada de dica. Já estamos chegando. - ela suspirou olhando para a janela. Não demorou nem dois minutos e entrei na garagem do prédio, Charli me olhou com curiosidade e sorri dando de ombros.
Estacionei na minha vaga, e sai, ela não se moveu, e fui até sua porta a abrindo e estendi a mão para ela.
- Vamos?
- O que está aprontando, Sr. Hudson? - ela arqueou uma sobrancelha e segurei sua mão a levando aos lábios.
- Paciência.
- OK. - fez um biquinho e me inclinei beijando sua boca.
- Vamos. - segurando sua mão nos guiei para o elevador e apertei nosso andar. Charli me olhava desconfiada o tempo todo, e tive que lutar contra o sorriso que ameaçava escapar.
O elevador parou e a levei para a porta e a abri, Charli me deu um ultimo olhar inquisitivo e dei de ombros novamente. Com um suspiro ela entrou no apartamento, a segui ficando atrás dela. Seus olhos vagavam pro todo lugar com curiosidade.
- O que você acha?
- É um lugar muito bonito. - ela murmurou e se virou para mim. - Por que estamos aqui?
- Hmmm, bem eu comprei.
- É seu?
- Seu na verdade. - ela abriu a boca e fechou novamente, fez isso algumas vezes, e seu rosto começou a ficar vermelho, e seus olhos escuros.
- Chase Hudson
- Não diga nada.
- Como não dizer. Eu te disse... - a agarrei puxando contra meu peito, ela se calou ofegante e me olhando de olhos arregalados.
- Antes de ficar nervosa me escute.
- Eu...
- Por favor? - ela apertou os lábios com força e respirou fundo.
- Ok.
- Eu adoro passar um tempo com você. Mas não quero ir a casa de Dixie novamente. Eu mal suporto meus parentes na empresa, quanto mais ter que vê-los fora dela. Minha casa é completamente fora de cogitação, minha mãe nunca aprovaria nosso tipo de relacionamento, e eu não a faria passar pelo constrangimento de nos pegar em um momento embaraçoso. - respirei fundo e voltei a falar. - E hotéis são tão impessoais, podemos continuar indo a hotéis, mas para que se temos um bom lugar aqui mesmo.
- Chase, ok eu concordo. Mas isso é demais.
- Por quê? Você disse que aceitaria o que eu estivesse disposto a dar. É isso que posso dar.
- Mas isso...
- Não, isso é perfeito. Nosso lugar, podemos ficar aqui sem ninguém nos incomodar. E você pode morar aqui também. É grande e espaçoso. Venha ver. - a soltei agarrando sua mão e a levando para um pequeno tour.
Mostrei nosso quarto, a cozinha e sala. Os quartos extras que ela podia fazer o que quisesse com eles. Na sala grande e espaçosa eu comentei que poderíamos trazer um piano e isso a fez sorrir.
- Você toca?
- Sim. Eu adoraria tocar para você. - seu sorriso aumentou.
- Eu adoraria ouvir.
- Então vai vir morar aqui?
- Chase...
- Por favor, Charli. Eu o comprei pra você. - dei um sorriso torto como uma ultima tentativa.
- Eu sinto que estou abusando de você. - ela resmungou e rolei os olhos a abraçando.
- Não sinta. Você não me pediu nada, eu quero lhe dar. É só o que posso lhe dar no momento. - ela suspirou e me abraçou de volta.
- É demais. - resmungou e a apertei contra mim.
- Por favor, eu queria lhe dar muito mais, mas é só o que posso dar no momento. - voltei a repetir. Estava difícil convencê-la, mas eu vou conseguir.
- OK. - sorri internamente. - Eu disse que esperaria por você. Até que você me desse o que pudesse e eu vou.
- Bom.
- Então, que tal nós experimentarmos aquela cama enorme. - ela disse e piscou pra mim,me soltou correndo para o quarto já largando suas roupas pelo caminho.
Sorri e a segui ansioso e feliz que agora teríamos um lugar só para nós.
[...]
Charli ressonou ao meu lado, um pequeno sorriso em seus lábios e suas pálpebras tremendo levemente, ela parecia estar sonhando, e um sonho bom. Minha mão passeou por suas costas nuas e ela murmurou alegremente em seu sonho.
Ri baixo e voltei a acariciá-la, sua pele macia e doce era muito convidativa, não só ao toque, como também minha boca ansiava estar nela novamente, minha mão desceu mais e acariciei a sua bunda grande e empinada,um pequeno gemido escapou de seus lábios.
Me inclinei afastando seus cabelos e beijei sua nuca, ela suspirou e bocejou se virando para mim em seguida. Um sorriso sonolento nos lábios.
- Olá.
- Oi. Eu dormi. - torceu o nariz e sorri.
- Não tem problema. Mas eu preciso ir.
- Oh. Ok, eu só...
- Não precisa levantar. A casa é sua, lembra?
- Sim. Havia esquecido. - seus olhos brilharam de repente. - Esse apartamento enorme é meu. Vou passar a noite sozinha nessa cama enorme. - piscou os lindos olhos e passou a mão pelos seios. - Tão sozinha.
- Charli?
- Sim?
- Não me tente. - ela deu uma risadinha, e rastejou até deitar sobre meu peito, sua mão descendo por minha barriga e agarrou minha ereção.
- Eu tenho mais camisinhas em minha bolsa. - ela piscou e massageou meu pau, grunhi e segurei sua mão a parando.
- Charli... - ela ergueu-se e mordiscou meu queixo chupando a pele em seguida.
- Diga Sr. Insociável? - perguntou com a voz rouca.
- Ainda sou insociável?
- Um pouquinho. - murmurou mordiscando minha garganta e gemi roucamente. - Mas podemos resolver isso rapidinho. - apertou um pouco meu pau e grunhi e a virei na cama ficando sobre ela.
- O que eu vou fazer com você, Charli? - ela deu uma risadinha e suas mãos passearam por minhas costas.
- Eu tenho algumas idéias de Sr. Hudson.
- Aposto que tem. - deu um sorriso malicioso e suas mãos foram para minha bunda a apertando. Grunhi e esmaguei meus lábios nos dela com força, Charli gemeu se esfregando em mim e me beijando com igual desejo.
Afastei a boca da dela ofegante e sai de cima dela, ela fez um biquinho e sorri.
- Tenho mesmo que ir.
- Oh está bem. Seu chato. - ela pulou da cama, e saio rebolando para o banheiro, gemi ao ver sua bundinha empinada e corri atrás dela, ela riu.
- Acho que tenho tempo para um banho.
- Não sei não. Eu ia tomar banho de banheira.
- Não importa. - ela sorriu e me empurrou correndo para o quarto.
- Liga a água da banheira que já venho. - gemi ao vê-la saindo, e a obedeci.
Enchi a banheira e joguei espuma de banho, a banheira já estava quase cheia quando Charli voltou e com uma camisinha na mão.
- Nossa demorou tanto pra achar?
- Não, é que meu celular tocou quando estava pegando a camisinha.
- E quem era?
- Dixie.
- Hmmm, Charli, eu gostaria que não contasse a Dixie que eu lhe dei o apartamento.
- OK. - arquei uma sobrancelha e ela sorriu. - Eu sou meio doidinha Chase, mas não sou boba. Já percebi que você não gosta de Dixie, ou qualquer um dos seus parentes. - sorri tristemente e a abracei.
- É uma situação meio complicada...
- Seja qual for, ela não é da minha conta. Só vou dizer a Dixie que consegui alugar um apartamento muito bom. E que o meu senhorio é super gostoso. - piscou e acabei rindo.
- Então, banho?
- Claro, estou muito suja. - falou sensualmente e mordisquei seus lábios carnudos.
Entramos na banheira, sentei e ela se encostou em mim, suas costas se esfregando contra meu peito, massageei seus ombros e mordisquei sua pele.
Charli suspirou e levou as mãos as minhas coxas e as massageou, suspirei meu pau latejava.
- Cadê aquela camisinha? - ela riu e a pegou na borda da banheira, fiquei de joelhos e ela a colocou em mim, e me ajudou a sentar, ficando de frente para mim, se sentou sobre mim, uma perna de cada lado do meu corpo.
- Tão gostoso. - sussurrou enquanto sentava em meu pau, meu membro pulsando enquanto invadia sua boceta melada.
Ela arfou e rebolou até eu estar todo dentro dela. Agarrei seus quadris e a fiz se mover sobre mim, meu pau entrando e saindo lentamente de sua boceta apertada e malditamente quente.
- Oh sim... isso... - ela arfava agarrando meus ombros e me ajudando nos movimentos.
Seus seios balançavam na frente do meu rosto, e lambi os lábios antes de levar um mamilo na boca, ela grunhiu e rebolou em meu pau, e sorri começando a mordiscar seu bico.
Passei de um seio para o outro. Mordiscando e lambendo, chupando seu peito um de cada vez, Charli gemia meu nome o tempo todo e rebolava com cada vez mais força. Meu pau já pulsava, e gozaria em breve.
Comecei a movê-la com mais força e rapidez sobre mim, ainda mamando em seus seios deliciosos, Charli agora gritava e arranhava minha costas, sem parar de rebolar.
Desci as mãos para sua bunda e apertei e empurrei com força dentro dela indo até onde tava, ela se arqueou toda sobre mim, e gemi sentindo sua boceta mastigar meu pau e seu corpo tremer sobre o meu.
Larguei seus seios e chupei seu lábio no meu, sua boca colou na minha e seus gemidos foram engolidos pela minha boca, enquanto gozava em meu pau, eu soltei sua boca jogando a cabeça para trás e gemendo quando meu próprio orgasmo me alcançou.
Olhei na sua direção e ela sorriu pra mim. Voltei a beijar sua boca, e sai de dentro dela, e a peguei no colo e fui para a ducha. Deixei a água cair sobre nós e depois saímos nos enrolando em toalhas e voltamos para o quarto.
Charli se jogou na cama, e tirei a toalha e terminei de me secar, peguei minhas roupas em cima de uma poltrona que havia no quarto e vesti a calça, ela ficou me olhando o tempo todo enquanto me vestia e sorri.
- O que?
- Nada. Só apreciando a vista. Você não disse que a vista da casa era tão boa. - piscou e ri.
- Eu disse, só tem vantagens morando aqui.
- Com certeza. Agora vira de costas, quero apreciar a vista traseira.
- Charli, comporte-se. - ela rolou os olhos, mas continuou me olhando, coloquei a camisa e gravata e sequei um pouco mais os cabelos. - Precisa de ajuda pra trazer suas coisas?
- Não, eu só tenho malas. Não trouxe muita coisa de Londres.
- Você morava em Londres?
- É fiz faculdade lá, e amo a cidade acabei ficando por lá.
- Faculdade do que? - acabei me sentando na cama, era a primeira vez que ela falava de si mesma, e queria aproveitar o momento.
- Literatura. Eu fui professora.
- E por que parou?
- Eu precisei voltar, não tinha mais paciência e problemas de família.
- Hmmm, você falou algo sobre uma irmã não foi?
- Sim, ela morreu há alguns anos. E senti que era hora de voltar pra casa.
- Mas voltou só agora.
- Só deu agora.
- E vai ficar?
- Bem, acho que sim. - ela mordeu o lábio evitando meus lábios e segurei seu queixo.
- Como uma professora vira modelo e dama de companhia? - ela deu de ombros e sorriu.
- Eu precisava voltar. E não queria ser professora, e um amigo me indicou a agencia.
- Quantos anos tem, Charli?
- 25.
- E qual seu sobrenome? - ela sorriu maliciosa.
- Isso é algum tipo de interrogatório? - sorri e beijei seus lábios.
- Só informações que tem que dar ao seu senhorio. - pisquei e ela riu.
- Espertinho. Achei que tinha que ir.
- Merda! - dei mais um beijo nela e me levantei.
Mostrei as chaves e expliquei alguns detalhes e parti.
Apesar dela ter se esquivado da pergunta sobre seu sobrenome eu estava me sentindo muito feliz.
Depois de tanto anos a vida estava muito boa.
Cheguei em casa e já era hora do jantar. Minha mãe estava muito animada, pois amanhã teríamos uma festa. O noivado de Noah e Dixie. Ao contrario de mim, minha mãe adorava festa. E se eu pudesse sempre ver essa alegria nela, até aguentaria nossos parentes.
Depois do jantar fui direto para meu quarto. Amanhã seria um longo dia.
➸Se no capítulo de hoje chegarmos entre os 300/400 comentários e mais ou menos 100 votos pode ser que eu amanhã poste 2 capítulos🙃🙃
➸Até amanhã e desculpem hoje ter saído capítulo mais tarde <33
~• 𝙒𝙄𝙏𝙃 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝙆𝙄𝙆𝘼 ♡︎
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