── 004:.
Pov. Chase Hudson
Entrei na empresa a passos rápidos. Não estava com humor, nem com paciência para aguentar os bajuladores.
Fui direto para a sala de Gabriel, entrando sem bater, sua secretária disse que ele tava ocupado
Gabriel estava realmente ocupado, mas havia uma jovem sentada em seu colo, arquei uma sobrancelha diante da cena e vi Gabriel empalidecer e a jovem ruborizar.
- Bom dia Gabriel.
- Chase... hummm. Querida nos falamos depois. - a moça assentiu e saiu apressadamente da sala, Gabriel me olhou de canto de olho e tentou sorrir.
- Que surpresa Chase.
- Bem realmente foi uma. Quem era a moçinha?
- Ninguém que você conheça.
- Espero que ela não seja da empresa. Você sabe o que eu penso sobre isso. - ele pigarreou.
- Então, veio aqui por algum motivo. - respirei fundo e joguei o jornal em cima da mesa.
- Está começando a me irritar com a situação Gabriel. - ele olhou a manchete no jornal e fez uma careta.
- Eu não sabia de nada Chase.
- Não me interessa o que você sabe ou deixa de saber Gabriel. Noah é seu filho, você devia controlá-lo.
- Ele é jovem Josh. Só quer aproveitar a vida...
- Gabriel enquanto vocês viverem á base da minha empresa eu gostaria que tanto você quanto seu filho se comportassem com o mínimo de decoro.
- Josh, a empresa é tanto nossa quanto sua. Cole era meu irmão...
- Não estou nem ai. É meu nome que está no nome da empresa, e é a minha reputação que é manchada cada vez que você ou seu filho envergonham nossa família.
- Não admito que fale assim moleque. - ele bufou se levantando e o ignorei.
- E eu não admito que você e Noah desrespeitem a empresa da família.
- Chase...
- Controle seu filho Gabriel, e a noiva dele também.
Sai da sala irritado, não era a primeira vez que Noah e Dixie saiam na imprensa ridicularizando o nome da família. Não me importava com as atitudes dos dois, ou até mesmo as de Gabriel, mas sempre que os jornais os flagraram eles ligavam as matérias, a empresa ou a mim, o que incomodava minha mãe.
Entrei em minha sala ignorando a secretaria que me olhava ansiosa, afundei em minha cadeira pegando o celular e ligando para casa.
- Chame minha mãe.
- Sim senhor. - a empregada respondeu, esfreguei o rosto enquanto esperava. O dia já havia começado mal.
A semana estava uma merda.
Bem estava desde que eu conheci ela.
Charli.
O que tinha essa mulher pra me deixar tão confuso.
O seu corpo, seu cheiro ainda estavam impregnados em minha mente, em minha pele.
Mas eu não podia me envolver, devia esquecê-la. Duvidava que voltasse a vê-la. Alias eu nem poderia ficar com uma mulher como ela. O que minha mãe pensaria de mim.
𝑪𝒉𝒂𝒎𝒂𝒅𝒂 𝒐𝒏
- Chase. - a doce voz da minha mãe me fez sorrir e afastar as lembranças.
- Mamãe.
- Oh meu querido, eu já li o jornal.
- Merda!
- Olhe a boca. - eu ri.
- Desculpe mamãe. Como a senhora está?
- Eu nem ligo mais para os disparates do seu primo. Gabriel não soube criá-lo direito.
- Sim é o que parece. E sua noiva é pior que ele.
- Não deixe que eles te chateiam querido.
- Sim. Vou tentar. E a senhora como está? Que tal almoçarmos juntos?
- Oh seria esplêndido querido.
- Então venha até a empresa.
- Chase...
- Não, nada de "Chase querido". Saia já dessa casa. - ela riu baixinho.
- Oh esta bem.
- Essa é minha garota. Te espero á uma.
- Estarei ai querido.
𝑪𝒉𝒂𝒎𝒂𝒅𝒂 𝒐𝒇𝒇
Desliguei o telefone com um sorriso e comecei a ver meus compromissos para o dia.
Estava lendo um relatório quando o telefone tocou e bufei.
- Diga Srta. Stanley, eu já disse que não queria ser incomodado.
- Desculpe senhor, mas... bem tem uma visita. - olhei em meu relógio e ainda faltava algum tempo até Tamora chegar.
- Quem é?
- Uma moça.
- Seu nome Srta. Stanley.
- Ela não disse, só disse, bem que quer falar com o Sr. Insociável.
- Oh... Hmmm, a mande entrar. - me levantei ajeitando a gravata e passando as mãos pelo cabelo.
O que ela fazia aqui? Como conseguiu entrar? Antes que eu pudesse responder minhas próprias perguntas a porta se abriu e a secretaria a introduziu, ela mantinha um sorriso travesso nos lábios e usava suas roupas coladas e provocantes, hoje um tope branco que deixava sua barriga lisa á mostra, uma jaqueta jeans curta e saia jeans que batiam em suas coxas grossas.
- Sr.Hudson.
- Charli. Pode ir Srta. Stanley. - a jovem saiu apressadamente e vi Charli vir sedutoramente até mim.
- Senti sua falta Sr. Insociável.
- Não me chame assim. - resmunguei passando a mão pelo cabelo e sabia que ele já devia estar na sua bagunça costumeira, e me daria um bom trabalho domá-los novamente.
- Já te disse. Mas quando você fica tão cheio de formalidades é difícil lhe chamar de outro jeito.
- Não são simples formalidades. - resmunguei e ela riu.
- Bem elas são... exageradas. Afinal eu já te tive na boca e dentro de mim.
- Senhorita!
- Sim Sr. Insociável? - ela piscou seus lindos olhos e me sentei.
- O que faz aqui?
- Uma visitinha. Achei que estava sentindo minha falta. - Charli se aproximou mais e sentou em minha mesa, sua bunda sobre meus relatórios.
- Por favor, saia da minha mesa, está sentada nos meus relatórios. - ela riu.
- Bem já que você insiste. - ela saltou da mesa e sentou em meu colo, gemi ao senti-la se esfregando contra mim e meu pau deu sinais de vida.
- Srta. Charli.
- Não me chame assim Sr. Insociável. - fez um biquinho e meus lábios coçaram para estar grudado nos dela.
- Quer... quer que chame como?
- Bem existe uma lista infinita. Mas os meus favoritos são, tesão, delicia, gostosa, safada, ou neném. - ela piscou pra mim e ri. - OMG um sorriso. E Deus que delicia de sorriso.
- Srta. Charli.
- Aff cala a boca, agora nós voltámos às formalidades. - ela bufou e começou a passar sua mão por meu peito, Segurei seu pulso e ela sorriu para mim, sem pensar levei sua mão aos lábios e beijei a palma, seu sorriso aumentou mais ainda.
- Hmmm o que está se passando nessa mente pervertida?
- Mente pervertida? - sorri e ela mordeu o lábio e me abraçou pelo pescoço.
- Pois sim, Sr. Hudson. Sei muito bem que você só se faz de certinho, mas esconde um homem muito safado no interior. - arquei uma sobrancelha rindo.
- Acho que está errada Charli.
- Você sabe que não estou Sr. Hudson. - ela se inclinou para mim e roçou seus lábios nos meus, mordiscando meu lábio inferior e meu pau se contorceu, a ouvi suspirar e rebolar em meu colo.
Minhas mãos foram para sua cintura e a apertei de leve, ela lambeu meu lábio e introduziu a língua em minha boca me fazendo gemer e beijá-la com ardor, suas mãos agarraram meu cabelo me puxando para mais perto do seu rosto.
Minha mão desceu até sua coxa e apertei sua carne, ela arfou contra meus lábios e rebolou com força, meu pau pulsou. Afastei a boca da dela gemendo, sua boca veio para meu pescoço, lambendo e chupando minha pele, arfei jogando a cabeça para trás e já estava fora de mim.
Minha mão já entrava por sua saia a empurrando para cima e grunhi ao tocar seu sexo nu. Ela gemeu baixo quando a ponta dos meus dedos roçaram em suas dobras já molhadas.
- Sua safada... - gemi metendo um dedo dentro dela, Charli arfou e rebolou contra minha mão.
- Hmmm, eu gosto desse apelido Sr. Insaciável. - eu ri e coloquei mais dois dedos dentro dela, deslizaram fácil em sua entrada encharcada.
Ela arqueou o corpo contra o meu e gemi roucamente, tirei os dedos da sua entrada a ouvindo lamurias e os meti na boca, sentindo seu gosto, ela suspirou.
- Quero sua boca Chase. - me chamou e gemi agarrando sua cintura e colocando sobre a mesa ela riu abrindo as pernas e revelando sua bocetinha rosada.
- E os seus relatórios?
- Que se dane. - segurei suas pernas as colocando sobre meu ombro e empurrando minha cadeira para frente e cair de boca em sua boceta.
Charli gemeu quando minha língua tocou seu clitóris inchado e gemi ao sentir seu gosto em minha boca. Suas mãos agarraram meu cabelo com força, e sorri soprando contra sua entrada, ela amoleceu contra mim, rindo enterrei o rosto em sua entrada passando minha língua por toda sua boceta.
Chupando seu clitóris e em seguida descendo até sua entrada, meti a língua nas suas dobras, a endurecendo e penetrando sua boceta. Any gemia e arfava, suas pernas apertando meu rosto.
Lambi e chupei sua entrada e voltei a mamar seu clitóris durinho, meti meus dedos na sua boceta e a vi pulsar contra meus dedos e relaxar em seguida.
Desci a boca para sua entrada e chupei seu sexo melado, ela rebolava e gemia baixinho, e a lambi até senti-la melada de novo, quando afastei a boca ela estava jogada sobre minha mesa e nunca vi imagem mais erótica.
Merda, merda, eu pensava vendo seu corpo nu sobre a mesa, seus seios eram grandes e redondos como se ela tivesse colocado silicone, sua barriguinha seca de academia, pernas grossas e bem definidas suas curvas eram lindas, ela estava com um sorriso malicioso nos lábios vermelhos, os olhos flamejantes de desejo.
- Venha Sr. Insociável. - ela falou roucamente e passei a mão pelo cabelo sabendo que essa mulher iria me deixar louco, ela abriu as pernas e passou as mãos sobre o corpo, me chamando com o dedo, enquanto mordia o lábio.
Sim, definitivamente louco, mais eu não podia resistir a ela, ao seu charme, ao seu corpão, ou ao que ela despertava em mim. Eu poderia deixar ser levado assim novamente. E se tudo se repetisse.
Antes que a razão me tomasse Charli tirou um preservativo do decote e gemi o agarrando e abrindo as calças, o vesti rapidamente e esquecendo todo o resto agarrei seus quadris os erguendo e me afundei nela.
- Oh Deus... - ela gritou e meu pau inteiro pulsou e sua boceta me mordeu com força, ela gozou novamente seu corpo mole sobre a mesa, gemi e segurando com firmeza seus quadris comecei a investir contra ela.
Ela estava molhada dos seus gozos o que fez meu pau deslizar fácil em seu interior, grunhi e rosnei metendo nela com força e rápido. Any gemia baixo e empurrando o corpo contra o meu.
Meu pau começou a latejar e sabia que estava próximo, se possível entrei mais rápido e forte dentro dela, sua boceta já mastigava meu pau novamente e gritando cheguei ao ápice, enchendo a camisinha e sai dela caindo em minha cadeira.
Fiquei alguns minutos em silencio, tentando acalmar meu coração disparado e meu corpo pulsando. Tirei a camisinha a jogando no lixo, Charli se levantou sorrindo e saltou da mesa se arrumando, me arrumei também sem deixar de olhá-la.
Essa mulher seria minha perdição.
- É sempre ótimo com você Sr. Insociável. - ela piscou e fiquei serio.
- Foi com Aro também? - ela fez uma careta e voltou a sentar no meu colo me abraçando pelo pescoço, mantive minhas mãos longe dela, mesmo elas coçando para tocá-la.
- Não me deitei com Aro.
- Bem ele deixou bem claro que por um pouco de dinheiro você deitaria com ele.
- Velho nojento. - resmungou olhando para o vazio e se voltou para mim. - Não me deitei com Aro, ele me pagou para acompanhá-lo. Me deitaria com ele se eu desejasse, mas como poderia se eu havia acabado de ser bem fodida.
-Hmmm, bem não importa não é da minha conta mesmo.
- Verdade. Você é daqueles caras que odeiam compromisso. Eu posso viver com isso.
- O que quer dizer? - ela sorriu e se inclinou em minha mesa e pegou uma caneta, sem perceber segurei sua cintura e ela rebolou em meu colo. - Charli!
- Cala a boca. - ela disse e riu com meu silêncio, marcou um numero, rasgou um pedaço do papel e me entregou. - Aqui, sempre que quiser foder. - piscou pra mim.
- E você vai aceitar isso?
- E por que não? Nós somos jovens e estamos aproveitando a vida meu lindo e bravo Sr. Insociável. Sem contar que você é um tesão. - deu um beijo rápido em meus lábios e colocou o papel no bolso do meu terno.
Deus eu acabei de fodê-la e nem tirei o terno.
- Agora eu tenho que ir. - ela saltou do meu colo e piscou pra mim. - Me ligue gostoso.
Arquei uma sobrancelha e ela riu abrindo a porta, tirei o papel do bolso vendo seu nome e um numero de telefone e ri ao ver a inscrição "Sua Charli, meu Sr. Insociável", voltei a olhar para ela, mas seu sorriso tinha sumido e vi que alguém estava a porta.
- Merda! - praguejei ficando de pé e agradecendo que não estava excitado, Tamora olhava Charli com curiosidade.
- Chase?
- Aqui mamãe.
- Com licença. - Charli deu a volta em minha mãe e saiu apressadamente da sala, mamãe me olhou curiosa.
- Quem era Chase?
- Ninguém mãe. Então pronta para o almoço?
- Claro. - sorri e fui em direção ao banheiro que havia em minha sala.
- Só um momento para que eu possa me organizar.
Tirei o terno o deixando sobre minha cadeira e fui ao banheiro. Lavei o rosto e dei um jeito em meu cabelo.
Charli estava me deixando louco. Nem parecia comigo mais. Transar em meu escritório. Deus, eu até senti ciúmes de Aro.
Respirei fundo algumas vezes e sai, minha mãe estava sentada em minha cadeira e Gabriel estava na sala.
- Gabriel.
- Chase, estava aqui conversando com a adorável Tamora.
- Sim ela é realmente adorável.
- Oh parem vocês dois, seus galanteadores. Respeitem-me.
- Mas é com muito respeito Tamora, você está a cada dia mais linda. - Gabriel elogiou e minha mãe riu.
- Você queria algo Gabriel?
- Sim. Noah e eu já demos um jeito na reportagem.
- Ótimo, vamos mamãe.
- Claro querido. Até logo Gabriel.
- Tamora. - ela acenou para ele e saímos da sala o deixando para trás.
- Então aonde quer ir?
- Chase, quem era aquela moça? - suspirei esfregando o rosto.
- Não era ninguém mãe.
- Era... sua namorada?
- Claro que não. A senhora sabe... bem eu não tenho namorada. - resmunguei e ela sorriu.
- Ok. Então que tal irmos de comida italiana hoje.
- Parece ótimo.
- Tem um restaurante não muito longe, o La Bella Itália.
- Merda!
- Chase!
- Desculpe mãe. Eu me lembrei que esqueci algo na sala.
- Vá lá buscar, eu te espero lá embaixo.
- Obrigada mamãe. - beijei sua bochecha e voltei para a sala.
Gabriel já havia ido o que agradeci não estava a fim de falar com ele. Olhei para minha mesa a procura do numero dela, quando vi minha mãe na sala o joguei na mesa, eu acho.
Olhei sobre meus papeis e em volta e nada.
Merda!
Continuei procurando por mais alguns minutos e desisti, Tamora me esperava e o papel parecia ter evaporado.
Bem talvez não era pra ser.
E eu nem ligaria mesmo.
Resmungando sai da sala e caminhei em direção aos elevadores.
Any não saia da minha mente, e pelo jeito era aonde ela ficaria, pois eu não sabia como encontrá-la e nem sei se queria.
➸ Oioi, estão gostando??
➸ Votem e comentem pff!!
~• 𝙒𝙄𝙏𝙃 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝙆𝙄𝙆𝘼 ♡︎
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top