Capítulo 27

🥀𝙾𝚋𝚜𝚎𝚜𝚜𝚊̃𝚘 𝚙𝚘𝚛 𝚙𝚘𝚍𝚎𝚛

Já não sabia quantas horas havia passado, e nem quanto tempo eu havia ficado desacordado. Meu corpo estava tão dormente que parecia estar dopado, ouvia passos mas meus olhos estavam ficaria na lua vermelha sobre o céu, então realmente os planos da Isis iam dar certo, eu realmente ia morrer ali.

Nesse momento que fechei meus olhos por segundos imaginei ele, seu sorriso com as presas, sei cheiro suave. Era como se ele estivesse ali comigo, mas sabia perfeitamente que não estava.

— esta na hora senhorita— o vampiro pronunciou— eles estão perto— meu mundo inteiro parou quando ouvi aquela frase. Eles estavam perto, era sinal que keonhee havia vindo me salvar de qualquer maneira. E mesmo que não fosse por ele me amar ele estava vindo e isso me importava.

— keonhee— sussurrei e tentei noventa me de bater para me soltar. Ela falhou algo em uma língua desconhecida da minha, espera ela não estava me xingando e sim fazendo o feitiço de troca de corpo. A lua bateu sua luz em meu colar, meu desespero aumentou. — não! Me larga! Não! Keonhee!

Parecia que quanto mais força eu usava mais me machucava, sentia o sangue meu escorrer sobre o chão, e as lágrimas escorrer, derrepente uma dor em meu peito começou, eu comecei a gritar de dor, era algo completamente doloroso, como se uma faca estivesse rasgando sua pele e perfurando seus ossos. Minha boca aberta indicava o quanto eu gritava de dor, a minha voz se perdia, estava ficando tudo longe.

— seoho! — eu ouvi a voz dele, eu queria olhar ele, queria gritar socorro, mas meu corpo estava ficando pesado, minha visão escurecia. Será mesmo o fim para mim em frente aquele que eu mais amei.

Ao entrar, e ver os gritos dele, só pude criar seu nome quando por fim ele havia caído desacordado sobre a mesa, e o corpo antes da Valquiria estava um mulher velha e acabada, virada em ossos e pele. Mas aquele rosto era mais do que familiar, ela era igual seoho. Era alguém da família dele, porém agora seoho não era mais ele.

Eu queria ter chegado em tempo, a luta começou a ser travada, lobos e meus amigos uns contra os outros, os humanos que estavam escondidos até então apenas murmuravam em desapontou por terem falhado. Mas não tinha falha. Tinha que haver uma esperança, tinha que haver uma solução.

Foi ai que as correntes se abriram e o corpo do seoho estava sentado, seus cabelos agora negros e seus olhos vermelhos sangue indicava que Lee seoho não estava mais no controle e sim a Valquiria.

— Lee keonhee, a quanto tempo meu amor— ouvir aquilo na voz de seoho me doía mais do que o ódio que crescia. — não vai me dizer que veio salvar esse pobre humano?

— Isis. Eu vou matar você e vou salvar ele— falei determinado, mesmo sabendo que não tinha como. Eu havia falhado. Mas alguém sussurra mesmo que abafado pela risada irônica dela.

— keonhee, esta me escutando? — eu não conhecia aquela voz eu nunca havia se quer ouvido, e pela distância estava usando magia para se comunicar comigo.

estou.

— tem uma maneira de libertar o seoho! — eu olhei incrédulo com aquilo, existia mesmo uma maneira de salvar o garoto que me libertou da frieza do meu coração.

como?

— o único jeito, e beijando ele, mesmo que pra isso você tenha que o machucar, somente o beijo pode o trazer de volta ao corpo e aprisionar Valquiria na estátua dela. — ao ouvir aquilo, olhei para a mesma que estava ainda a falar, juro que eu não sei nem a metade, e saber que era a voz do seoho, era seu corpo falando e não era ele dentro, me deixava acabado. Eu precisava salvar ele.

Então partir para cima dele, mas como pensei aquele vampiro que estava a perseguir o seoho iria o defender, tive que usar força para isso. Golpes dos feridos em si, parecia uma parede, ou eu estava fraco. Não adiantava usar minhas forças, ele me acertou com um golpe sobre o meu queixo me fazendo bater numa das paredes quebradas do local. Desnorteado ainda me coloquei de pé  eu tinha que ter tomado o sangue do seoho mais vezes, quem diria que agora estava um fraco para o libertar.

Porém, eu não ia desistir, as horas estavam passando e o tempo acabando, não posso perder mais um segundo com esse cara, então usei meus poderes de força, fazendo meus olhos brilharem naquela escuridão, estava na hora do rei vampiro assumir o lugar pelo menos pela última vez. Assim que me senti totalmente submerso em um poder jamais sentido, eu avancei contra ele.

Desferir vários golpes, e assim consegui acabar com aquele vampiro arrancando sua cabeça, o fazendo virar pó em minhas mãos. Meus olhos vão para Valquiria, ela estava assustada, por que será que não estaria. Seoho tem apenas dezessete anos ele não tinha despertado sei poder todo para o possuir. Ela quis adiantar seu destino e agora sofreria com ele.

Assim que estava de frente com seoho, peguei pelo colarinho, o temor nos olhos dela eram lindo de se ver, arranquei de seu pescoço o colar que pertencia a ela, quebrei o mesmo em minhas mãos.

— o que acha que esta a fazendo? Vai matar ele! Seu idiota! — neguei, não quero ouvir sua voz, quero meu doce menino, meu seoho. O garoto que entrou na minha casa e mudou a minha vida. Me mostrou como é ser humano e me libertou do feio coração. Fechei os olhos e assim juntei meus lábios aos dele. De começo senso num selar, porém eu invadi sua boca com a minha lingua, suas mãos apertaram meus braços se debatia enquanto eu prendia ele mais pra mim, ela havia perdido essa batalha mais uma vez. — não! Não! Eu não vou voltar para a maldita estátua! Não! Não! — uma luz brilhou entre nós, assim que voltou ao normal, seoho estava desmaiado em meus braços e uma esfera de energia voava sem rumo diretamente para a estátua.

— acabou Valquiria. Você nunca mais vai reencarnar novamente— proferi vendo ela entrar na estátua. — lerdo, quebra a estátua! — ele acenou com a cabeça e um soco só, a estátua virou mim pedaços e Valquiria nunca mais existiria nesse mundo. Logo reparo que o céu estava limpo, e a lua estava branca como a neve, iluminando com seus raios de prata sobre nós.

— acabou? — Dongmyeong perguntou olhando para nós, peguei seoho em meus braços e sorri acenando.

— sim, vamos para um hotel, e amanhã daremos a notícia que ele está bem. — pronuncio e assim fomos para um motel simples na cidade. Os hotéis iam desconfiar de algo e no motel era muito mais prático, no separamos em duplas, cada um com um par, eu entro no meu quarto e deito seoho sobre a cama, retiro seus sapatos e faço curativos sobre suas mãos feridas das tentativas de fugir das algemas. Solteiro um suspiro de alívio, ele estava bem, estava comigo, e eu havia conseguido salvar ele. Me deitei ao seu lado e assim passei a noite a cuidar dele.

Dongmyeong

Ao entrar no quarto eu me jogo na cama, mesmo que eu não tivesse ajudado muito na luta dos vampiros eu havia deixado Giwook se alimentar de min, então estava meio cansado, ao olhar ele assim que deitei vi seus olhos brilharem em uma certa luxúria.

— o que essa mente vampírica planeja? — perguntei ao ver seu olhar devorador e sexy em mim.

— apenas dizer que eu estou apaixonado por você— por aquilo eu não esperava, mas quem sabe era o meu sangue que ele dizia.

— meu sangue? É por isso? — ele negou vim a cabeça e o choque da resposta veio.

— você, eu estou apaixonado por você, Des do momento em que eu vi na escola com seoho. Do momento que entrei na sua casa naquele dia que ele voltou da nossa. Eu estou de olho em você des de esse dia. — ele se aproxima de mim deitando sobre meu corpo, ficando com seu rosto próximo do meu.

— por mim? Apaixonado por mim? Achei que eu era o único louco que amaria um vampiro. — ele sorriu, que lindo sorriso, seus lábios desceram aos meus e que beijo minha gente, que beijo. Nunca senti que um beijo me arrebentaria desse mundo, ele beijava tão bem que me deixava sem ar. Quando paramos aquele ato maravilhoso, que eu sentia meus lábios dormentes ele sorriu para mim.

— é recíproco então? — eu acendi positivo — quer ser meu namorado? — como dizer não a um vampiro lindo e gostoso com Lee Giwook? Eu não sei como.

— sim, eu aceito— nos beijamos novamente, porém não passamos dos beijos. Não sou de me entregar assim meus queridos, acham que é o que. Pede pra namorar e já vou sentando na mandioca? Sonha meu amor. Sonha. Vão esperar o tempo de nós se abrir.

Logo fechei meus olhos, cansado eu pude dormir abraçado em seus braços sentindo o conforto de seu carinho e a paz em saber que seoho estava bem e salvo.

Dongju

Eu entrei no quarto com lerdo, ele estava tão gostoso suado, eu olhava tão fixo que ele até percebeu que eu o comia com os olhos.

— devo me desviar desse olhar? — eu neguei— sabe que vive é lindo e pode me fazer te virar do avesso essa noite— sorri malicioso, entendendo sua fala, e como eu queria dar a minha primeira vez a ele.

— se for com você vai valer a pena— ele sorriu pra mim, e como não iria, o corpo dele musculoso o resto deve ser até de fazer de conta de tão perfeito que ele é. O mesmo se aproximou de mim, e lentamente juntou nossos labios. Um beijo calmo e gostoso, porém começou a esquentar quando sua lingua começou a invadir minha cavidade bocal e fazer eu arfar, o mesmo levou a mão a minha cintura e seus toques eram deliciosos, me apertando fazendo gemer com nossas bocas coladas.

— você tem certeza disso? — acenei com a cabeça concordando, ele foi me deitando, meu Deus, minha primeira vez seria num motel, após uma luta pra salvar meu melhor amigo, com um vampiro suado. Meu Zeus. Eu sou um minino mal. Acabei soltando um gemido quando ele começou a chupar meus mamilos após soltar as vestes que eu usava, eu gemia tão manhoso que parecia o provocar mais. Por que as calças dele não escondia a marcação do volume, e meu Zeus tadinho de mim com tudo aquilo.

Ele logo se despiu e assim estávamos nos dois nus, ele com seu pau grosso e grande duro como roxa e eu com a bunda bem empinada para ele, mostrando minha entrada virgem e melada de tanto que ele havia chupado e babado, estava tão lubrificação que eu quase gozei só com aqueles atos dele.

A dor foi certeira quando senti ele inador minha entrada, rasgando cada tecido de meu ânus, porém quando começou a aliciar e a dor se tornou uma onda de prazer não tinha parede que segurasse os meus gemidos e a cama na parede, tenho pena dos meus amigos lerdo estava me fazendo gritar de prazer, e não era algo que eu queria fazer era algo que eu não controlava.

Quando chegamos no nosso orgasmo ele encheu minha entrada de seu gozo e eu sujei a cama, foda o melhor sexo da minha vida, nunca achei que perder a virgindade com um homem bom de cama seria a melhor coisa do mundo para mim. Ainda mais sabendo que ele é um vampiro.

— o que achou?

— muito bom— me deitei sobre ele, cansado e sonolento.

— que bom, até amanhã meu bebê— eu sorri com o apelido, e desejei um boa noite apagando logo em seguida.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top