Capítulo 22
🥀𝙰𝚝𝚊𝚚𝚞𝚎 𝚗𝚘 𝚙𝚊𝚛𝚚𝚞𝚎 𝚍𝚎 𝚍𝚒𝚟𝚎𝚛𝚜𝚘̃𝚎𝚜
O que tinha dado em mim para o olhar daquela forma, por que fiquei a pensar tanta coisa quando meus olhos percorreram por seu abdômen nu exposto para todos os olhos verem. Keonhee já é lindo de rosto, possui um corpo definido mesmo ainda vestido, já chamava a minha atenção mesmo eu não querendo me iludir, o pior ainda era saber que ele era um vampiro e não ia querer nada com um humano qualquer como eu. Mas, ver seu corpo a mostra para mim foi como se eu perdesse a minha direção. Não tinha como segurar os olhos ou desviar da quele monumento suado. Ele tinha a pele pálida e aquela tatuagem nas costas de uma lua era tão atraente, minha mente desejava ele de todas as formas possíveis, deu tempo até de me imaginar beijando aquela tatuagem enquanto eu sentia ele me tocar, quando levemente soltei um suspiro por estar ainda de máscara percebi que ele me encarava.
Céus, eu não sabia onde enfiar a minha cara, era tanta vergonha que eu havia me vestido de tomate e podia até ser comparado com a fruta, eu virei meu rosto, tão rápido que até senti um estralo, sai do lugar que eu estava parecendo um idiota olhando e segui para perto de meus amigos a ajudar a limpar o chão da casa.
Quando percebemos o tempo passar, estava na hora de voltarmos para a casa dos gêmeos, nos despedimos de todos ali, e senti um arrepio quando olhei os olhos de keonhee, seu corpo se aproximou de mim e tocou em meu queixo, eu fiquei parado, apenas olhando em seus olhos sentindo seus movimentos.
— o Giwook vai lhe acompanhar, então vocês estarão seguros. Qualquer coisa que passe do seu comum falei para nós. Ok? — eu manei a cabeça concordando, e levemente sorri para si.
— pode deixar, eu avisarei. Até amanhã Lee. — me despedi dele, meu rosto esquentou, como ele me deixou tão mole assim só por depositar um beijo em minha testa, até seria menos assustador se ele me mordesse, mas fora um beijo que me fez sair daquela casa com o rosto queimando como fogo. E a louca vontade de esconder a minha cara na terra.
Seguindo k caminho até a casa dos meninos, eu não tinha pronunciado nada, quem sabe por que a minha mente estava sobrecarregada de mais com tudo que havia acontecido esses dias, e isso não tirava também o fato de pensar que ele estava tentando se ver livre de mim agora que ele tinha o hospital. Porém, é claro, que seria um pensamento meio idiota, nem tanto ele ainda manda o Giwook nos vigiar e proteger, e ele ainda seu aquele velar em minha testa.
Já estou eu pensando besteira novamente, balançando a minha cabeça para os lados tentando fazer aquela cena sumir de minha mente, missão falha. Não tinha como esquecer os seus lábios quente e macios tocando a pele de minha testa num beijo delicado de proteção. Ou era despedida. Já estou começando a ficar doido com tudo isso.
— esta tão longe assim?
Dongju mesmo em Tom baixo, chamou minha atenção, meus olhos direcionam aos dele.
— perdão, ando bem longe com tudo que esta rolando. Mas o que queria me dizer?
— sei que é uma pergunta nada haver, mas você gosta do Lee Keonhee?
Confesso que aquela pergunta tinha me pegado de surpresa, nem tanto, o fato de eu achar ele bonito não queria dizer que eu o queria de corpo e alma, se é que ele possui uma.
— não, não diga bobagem. Ele é o único que não fez nada me agredindo ou algo do tipo, só isso. — eu também não ia me abrir sabendo que Giwook estava com a gente ali.
— esta bem. Estou animado para sair hoje a noite. — Dongmyeong chamou a atenção após dar leves pulinhos ao dizer a frase. Acabei rindo de seu gesto.
— confesso que eu também. Quem sabe por que eu nunca fui a um parque de diversão. Então eu queria muito correr para lá o quanto antes.
— então vamos nessa.
Seguimos o caminho conversando sobre coisas aleatórias, chegando na casa dos gêmeos tomamos um belo banho, pude me vestir com algumas peças de roupas reservas que eu tinha posto na mochila, assim que eu me ajeitei e arrumei meus cabelos senti uma leve tontura na minha cabeça e um rápido clarão em minha visão, o que me deixou super confuso. Já que não tinha nenhuma luz ali no banheiro que fizesse isso, olhei meu colar e parecia estar normal.
Mas resolvi deixar de lado, saindo do local eu vi os dois já vestidos esperando para a gente poder ir ao parque, descemos a escada e nos despedimos dos dois mais velhos que estavam tão fofos vendo filme. Saímos e pegamos um táxi, seguimos para então nosso grande parque de diversões. E era menos de se esperar que o local estivesse lotado de pessoas, de todas as idades e classes. Mesmo que ali o povo ainda era mais pobre. Compramos o passaporte completo para a gente se divertir até cansar, eu de primeira ia os arrastar para o brinquedo radical, mas tínhamos que manter as escolhas um do outro.
— o que acha de tirar pedra, papel e tesoura. Aquele que tirar tesoura é o primeiro, quem tirar pedra é o segundo e quem tirar papel é o último.
Eles concordaram com a minha ideia, quando botei meus dedos formando a tesoura, eu acabei empatando com os dois, na segunda tentativa acabei fazendo pedra e me tornei o segundo para as escolhas, os dois tinham empatado novamente na tesoura. Na terceira vez Dongju foi o primeiro de nossas escolhas e Dongmyeong era o último. Então dado a escolha de Dongju, o nosso primeiro brinquedo foi o carrinho bate bate.
Nós nos divertia muito, logo avistei o Giwook observando a gente enquanto brinca vamos, ele parecia estar bem descontraído, bebendo uma bebida em um copo néon. Eu sorri a ele, obtendo a mesma resposta. Assim que paramos naquele brinquedo seguimos para o kami Kaze, que era muito divertido. Pelo menos a maioria dos jovens diziam isso. E eu sempre quis experimentar ir. Nos subimos, nesse ao lado do Dongmyeong Giwook havia se sentado para fazer a companhia. Confesso que estou shippando esses dois como o Dongju com o repugnante do Leedo. E agora Dongmyeong com o Giwoolk, eles são figos de mais juntos.
Juro, nunca mais eu boto meu pé nesse brinquedo, assim que ele tinha começado o meu desespero foi ao limite, gritei tanto que agora se eu fosse falar estava rouco. E se não estivesse baixa, porém, não posso reclamar que essa noite estava sendo a melhor de todas as noites que tive dês que pisei nessa cidade. Agora estávamos seguindo o caminho para o famoso tunel do terror, os meninos brincavam assustando o Dongmyeong que me dava até só, apesar de eu gargalhar deles. Mas meu corpo sentiu um arrepio involuntário, quando olhei para os lados, uma sensação de estar me olhando.
Meus olhos procuravam na volta de onde haviam tanta gente, era tão impossível de saber se realmente me olhavam, mas percebo, pares de olhos me olhando com fervor, olhos sobre humanos e não eram vampiros. Puxei a manga de Giwook que me olhou confuso, mas percebeu meu medo.
— aconteceu algo?
— tem gente nos observando o tempo todo— digo tremulo na voz, temia que pudesse acontecer algo que não era de nosso agrado naquele momento. Percebi seu olhar aos roedores e seu nariz se mexer.
— estamos sendo perseguidos por lobos— ele dotou pegando a minha mão e a de Dongmyeong, Dongju olhou pasmo para si.
— o que? Lobos? — ele estava mais confuso que eu.
— sim, lobisomens, e estão atrás de nós— me virei ao olhar eles se aproximando enquanto fugimos, eles tinham o olhar aterrorizante. Tão devorador.
Giwook estava a acelerar os passos, precisávamos chegar o quanto antes fora do parque, mas não fora o que pensamos, as pessoas se desesperam, quando olhamos para trás estavam eles transformados devorando humanos que ainda estavam a sua frente, me dando um medo ao ver a cena, eram pessoas inocentes, crianças pequenas. Será que eu era a culpa de tudo aquilo?
Logo paramos de correr, coisa que não tinha nem percebido acontecer. Havia uma matilha na nossa frente, um grupo de cães de dois metros babando e rosnando prontinhos para atacar. O único vampiro estava em posição, parecia não Temer aquilo, mais do que eu e os meninos que gritamos em desespero.
— Seoho saiam daqui agora! — eu concordei, disparamos a correr na direção do estacionamento, atrás de nos estava vindo um daqueles lobos, dava para sentir sua força no temor da Terra.
Adentrando aquele lugar, procuramos um carro e tentei abrir a porta no manual, mas sabia que nenhum deles estaria destrancada para nós. Nem tanto não tínhamos vindo de carro, olhei para o lobos e os meninos, estava desesperado.
— sai da frente! — Dongmyeong gritou jogando uma pedra no vídeo fazendo quebrar. Eu abro a porta assim que ele se afastou e deixei eles entrarem. Não tinha como dar tempo de eu ligar o lobos já estava atrás de mim, para no ferir os dois dos parei a correr para longe deles.
— seoho! — ouvi o grito de Dongju, mas não tinha como olhar para trás, eu corria tanto que meu pulmão estava doendo, eu sentia que ia desmaiar ali mesmo de tanta dor, acabei ficando tonto e caindo no chão, meu joelho e meu tornozelo estavam doendo, me causando uma agonia, o lobos saltou para cair sobre mim e quem sabe me devorar, fechei meus olhos quando ouvi o grunido de dor alheio. Meus olhos se abriram e estava a minha frente Keonhee, seus olhos vermelhos como fogo, brilhando sobre aquela imensidão do escuro.
— levanta Seo! Agora. — nem pude pensar duas vezes, me ergui do chão gritando de dor e logo o carro dos meninos estava ao meu lado.
— entra Seoho! — mesmo com tanta dor eu entrei na porta que estava aberta para mim e assim em alta velocidade seguimos a sair daquele lugar. Onde estava sendo a diversão se tornou uma carnificina.
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