61.

⚠️ | Este capítulo contém sexo explícito, se não gostar desse tipo de conteúdo, pule este capítulo.

OLIVIA JONES
Los Angeles

— Será que já está? — Vinnie fala tentando pegar o teste do potinho e eu do um tapa em sua mão.

— Não mexe. — falo o olhando feio.

Eu e Vinnie estávamos no banheiro, com um teste de gravidez, esperando o resultado.

Depois daquele dia em que brigamos e ele pediu desculpas, acabou rolando, e agora nós estamos tentando a um mês.

Esse já é o quinto teste que fizemos só esse mês.

E até agora nada, eu já estava perdendo as esperanças.

— Deixa eu ver. — Vinnie me olha feio de volta, mas eu o repreendo.

— Eu vou olhar primeiro. — falo olhando em volta. — Cadê a caixinha. — pergunto sobre a caixinha do teste de gravidez, que eu não está achando, Vinnie sai do banheiro e volta com a caixa em mãos.

— Aqui. — ele estende me mostrando que está com a caixa do teste de gravidez.

— Dois traços é oque? — questiono porque eu não lembrava direito.

— Dois traços é positivo e um é negativo. — ele fala lendo a lateral da caixa que havia as informações. —Se tiver dois eu vou ser feliz em dobro, por ter você e um filho ou filha. — Vinnie me olha e sorri.

Eu estava nervosa.

— Eu vou olhar. — falo olhando Vinnie, espero que tenham dois traços dessa vez.

— Vamos olhar juntos.— ele fala e segura minha mão, mas eu o afasto.

— Não. — do um passo para trás. — Eu vou olhar primeiro. — pego o teste e fico na frente de Vinnie, para que ele não olhasse o teste ainda.

Mas assim que meus olhos bateram no resultado, não me contive.

Olhei para Vinnie com os olhos marejados, e ele me olhou com um sorriso enorme.

— Qual foi o resultado? — Vinnie fala logo pegando o teste de minha mão, mas assim que ele vê o resultado, seu sorriso se desmancha.

Ele me olha, e sinto uma lágrima escorrer em meu rosto, logo seguida de várias outras.

— Desculpa. — foi a única coisa que eu consegui dizer, me desculpei com Vinnie me sentindo culpada.

— Não se desculpe, você não te culpa. — assim que Vinnie fala, ele me abraça, e eu o abraço de volta, e foi impossível impedir o choro. — Tá tudo bem. — ele fala deslizando sua mão em minhas costas cobertas pela camisa. — Vai ficar tudo bem.

— Não vai. — falo tentando conter as lágrimas. — Já é o quinto teste e até agora nada. — isso é frustrante.

— Nós podemos tentar de novo. — sinto a mão de Vinnie deslizar em meu cabelo.

— Eu estou cansada de tentar e nunca dar certo. —me afasto de Vinnie desfazendo o abraço. — Você poderia estar com alguém que já teria te dado isso. — Vinnie tenta se aproximar, mas eu do um passo para trás. — Acho melhor nós... — eu iria dizer para darmos um tempo, mas Vinnie me interrompe.

— Olivia, você me dando ou não um filho, oque eu mais quero eu já tenho, que é você. — eu continuo me afastando de Vinnie quando ele tenta se aproximar. — Eu não me imaginaria longe de você. — cada palavra que ele dava, aumentava minha vontade de chorar. — Eu prometo a você que nós vamos conseguir, juntos. — eu o olho por segundos, e logo em seguida saio daquele banheiro.

O resto do dia foi bem frustrante, não dei mais nenhuma palavra com Vinnie, por me sentir culpada, e quando ele vinha falar comigo, eu o ignorava.

Possa ser que estou errada, mas eu não consigo olhar nos olhos dele depois daquilo.

O peso da culpa inexistente pesa em meus ombros agora.

— Olívia por favor fala comigo. — ele se senta ao meu lado no sofá. — Eu não aguento ver você assim. — ele tenta virar meu rosto mas eu continuo não o olhando. — Olha para mim, por favor. — ele pede.

— Eu não consigo. — falo em tom baixo tentando olhar para qualquer lugar, menos nos olhos de Vinnie. — Não consigo olhar nos seus olhos sem querer chorar. — sinto que estou desmoronando.

Depois de algumas segundos em silêncio, pensando no que dizer para me sentir menos culpada, resolvi dizer algo.

— Nós devíamos dar um tempo. — talvez nesse tempo ele ache alguém que possa dar oque ele quer no momento.

— Porfavor, não fala isso. — sinto sua mão segurar a minha. — Eu sei o quanto isso te dói, e em mim também, mas eu não vou deixar você desistir, e eu jamais desistirei de você. — seus dedos se entrelaçam com os meus.

— Eu não sei se consigo. — falo com a voz fraca, segurando a vontade de chorar.

Para uma pessoa que não queria ter filhos no momento, isso está sendo um pesadelo não conseguir agora.

Porque dói tanto...

— Olha nos meus olhos, e diz oque você quer. — com um pouco de relutância, viro minhas cabeça devagar para olhar Vinnie nos olhos.

Assim que meus olhos se fixam nos dele, sinto um aperto no peito, eu diria que é angústia, mas tenho certeza que é culpa.

— Me diz oque você quer. — assim que Vinnie fala, coloca a mão sobre minha coxa.

Por um momento eu pensei em dizer para nos afastarmos, mas não tive coragem.

Talvez possamos tentar de novo.

Sem dizer mais nada, vou até ele e coloco a mão em seu rosto, deslizando de leve.

Olho cada detalhe do seu rosto, até parar em sua boca, o desejo que ela me passava naquele momento era inexplicável.

Eu até responderia sua pergunta dizendo que queria ele, mas não deu nem tempo, o desejo meu percorreu.

Deslizo minha mão por trás de seu pescoço o puxando mais para perto, e assim junto nossos lábios em um beijo frenético.

Sinto as mãos de Vinnie deslizarem dos meus braços, até meu corpo, parando em minha cintura, e logo sinto um impulso que me leva até ele, me fazendo ficar por cima, ainda com ele sentando no sofá.

As mãos de Vinnie vão ate a barra da camisa dele que eu vestia, a puxando para cima.

Desgrudamos nossos lábios por segundos, e assim Vinnie retira minha camisa com minha ajuda, e logo retomamos o beijo.

Sinto as mãos de Vinnie fixarem em minha cintura e me empurrar para baixo, em busca de mais contato.

Começo a me mexer devagar em cima do mesmo, provocando suspiros entre nosso beijo da parte de Vinnie.

As mãos de Vinnie sobem, uma coisa que ele sempre faz, suas mãos deslizam suavemente até meus seios expostos, os apertando.

Ele sempre faz isso.

Deslizo minhas mãos para a barra da camisa do mesmo, minhas mãos vão para dentro de sua camisa.

Sinto uma das mãos de Vinnie irem de meus seios para cima, deslizando até meu pescoço, o mesmo separa nosso beijo, e desfere beijos até meu pescoço.

— Vinnie. — falo um pouco falhado por sentir a sua boca macia em meu pescoço o chupando e desferindo beijos.

O mesmo para e me olha com desejo, esse olhar me tira do chão para o céu em segundos.

— Eu preciso de mais. — falo tirando minhas mãos de dentro de sua camisa as levando até seu pescoço, colocando uma de cada lado.

Vinnie da um sorriso de canto.

O mesmo retira sua camisa com rapidez, e logo em seguida, me tira de seu colo, me colocando sentada no sofa.

O mesmo fica de pé, e me olha com um sorrisinho de canto irresistível.

— Tira. — o mesmo fala e eu entendo exatamente oque ele quer.

Me levanto do sofá, e fico de joelhos na sua frente, e não é primeira vez que faço isso nele.

Deslizo minha mão em seu corpo até a barra de sua calça moletom cinza, e o olho fixo sem desviar.

Puxo sua calça para baixo junto com sua cueca box preta, e logo deixo seu membro rígido exposto.

Seguro na base do seu membro e do uma leve apertada, e vejo Vinnie suspirar bem fundo.

Começo a fazer movimentos com a mão, bem lentos, causando gemidos roucos da parte de Vinnie.

Aumenta um pouco a velocidade, vendo o mesmo tombar sua cabeça para trás.

Enfim tomei iniciativa de colocar a boca, do uma leve chupada na glande avermelhada do mesmo o provocando um gemido que ecoou pela sala toda.

Começo a chupar devagar, fazendo lentos movimento de vai e vem, mas logo sinto as mãos de Vinnie juntarem meus cabelos em um rabo de cavalo.

O mesmo segura firme, me fazendo ir mais rápido e fundo, e seus gemidos com toda certeza ecoavam pela casa toda no momento.

Mas estranho quando Vinnie retira minha mão da base do seu membro e o tira de minha boca.

Olho para o mesmo sem entender.

Ele me puxa de leve pelo braço para ficar de pé, paro na sua frente e vejo o mesmo retirar o resto de sua calça que eu apenas havia abaixado.

E logo em seguida, vejo a mesma ser jogada para qualquer canto da sala.

Logo o mesmo se aproxima de mim, me puxando pela cintura, juntando nossos lábios.

Suas mãos deslizam até a sua cueca que eu vestia, e logo separa o beijo a tirando de meu corpo com minha ajuda, e logo ela some de vista.

Agora nós dois estávamos sem peças de roupa alguma.

Logo sinto um impulso e Vinnie me pega no colo, e eu entrelaço minhas pernas ao redor de sua cintura.

Logo sinto Vinnie me deitar no sofá, ficando por cima, o mesmo apoia seus braços um a cada lado de minha cabeça, sem separar o beijo.

Sinto seu membro em minha intimidade, e do leves arfadas com a sensação.

Tento me mexer mais para baixo em busca de mais contato entre nossas intimidades, mas Vinnie não permite.

Ele segura minha cintura com uma de suas mãos, me impedindo de descer.

Ele separa o beijo e me olha fixo, tento o beijar de novo mas ele desvia.

— Oque foi? — falo entre suspiro e coloco uma de minhas mãos em seu rosto.

— De quarto. — o mesmo fala retirando minha mão de minha cintura. — Agora. — é claro que eu obedeci.

Me viro no sofá, ficando de quatro para o mesmo que estava ajoelhando no sofá no momento.

Isso me trás lembranças da nossa primeira vez.

Sinto uma de suas mãos segurarem a lateral de minha cintura, e logo sinto seu membro na entrada de minha intimidade.

O mesmo brinca com minha entrada por minutos, me fazendo arfar diversas vezes.

Ele estava brincando comigo.

— Vinnie, por favor. — não é de meu costume implorar, mas desça vez era necessário.

Ouço o mesmo dar um sorrisinho nasalado, e logo sinto seu membro entrar de vagar dentro de mim, me causando baixos gemidos.

Ele estava indo devagar, aquilo era torturante.

Quando eu tentava me mexer para ir mais rápido, o mesmo segurava minha cintura.

Ele estava indo cada vez mais devagar.

Não me aguentei, e sai da posição, vou até o mesmo o colocando sentado no sofá, e fico por cima como da posição que começamos.

Vinnie observa tudo boquiaberto, sem saber oque fazer ou onde colocar as mãos.

Posiciono seu membro na entrada de minha intimidade, sinto suas mãos em minha cintura, tentando me impedir de descer.

Mas retiro suas mãos de minha cintura e desço em seu membro de vagar, vendo o mesmo soltar um gemido rouco.

Eu apenas suspiro, e assim que seu membro estava todo dentro de mim, olho Vinnie nos olhos, apoio minhas mãos em seus ombros, e ele coloca as suas em minha cintura.

Assim que começo a me mover sentando em Vinnie com ajuda dele, minha respiração se desregula.

Junto nossos corpos, e minhas mãos vão até seus cabelos, e meu rosto fica ao lado do seu, fazendo com que um escutasse os gemidos do outro perfeitamente.

Vinnie me ajuda com os movimentos cada vez me motivando a ir mais rápido.

Mas em um movimento rápido, ele me coloca deitada no sofá, e fica por cima.

E sem aviso nenhum, começa a se movimentar rápido de mais.

Solto gemidos altos que acabo deixando escapar, Vinnie segura minhas mãos as juntando em uma só segurando-as deitadas no sofá.

O mesmo solta gemidos intensos, roucos que ecoam pela casa, e eu não deixo de fazer o mesmo.

Os gemidos de Vinnie começam a falhar, isso indica que ele estava quase.

Ele se ergue até mim, juntamos nossos lábios para abafar os gemidos, e logo em seguida sinto seu líquido preencher-me por dentro.

Ele solta as minhas mãos mas não separa o beijo, e ainda fica por cima e dentro de mim por um longo tempo.

— clique em votar, por favor ! 🗳—

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top