21.

OLIVIA JONES
Los Angeles

Eu acordo sem o meu despertador tocando, merda.

Eu havai esquecido de colocá-lo para tocar, só pode ser piada, logo no meu primeiro dia de trabalho.

Me levanto da cama correndo, vou até o banheiro tomo um banho rápido e faço minha higiene.

Vou até o closet pegando uma calça preta e uma regata branca curta, e jogo um casaco de couro preto por cima, e o meu tênis branco de sempre.

Não é que eu esteja tão atrasada, mas o tempo que leva para ir de carro até a empresa é muito tempo.

E pela hora que acordei, chegaria atrasada.

Saio do meu closet, pego as chaves do carro e coloco no bolso de trás junto com meu celular, pego meu tablet que deixei no lugar da noite passada.

Saio do meu quarto correndo o máximo que posso, pego as chaves do apartamento e minha carteira com os documentos.

Coloco a carteira em meus bolsos, que já estavam cheios.

Abro a porta de meu apartamento e saio do mesmo correndo, entro no elevador, que logo para no terreiro.

Vou até o estacionamento e logo entro no meu carro, mas algo estava errado.

Meu carro não pegava, acabo vendo que a gasolina havia acabado, como assim?

— Merda. — falo para mim mesmo.

Saio de meu carro e vou para o lado de fora do prédio, com à esperada de que passa-se alguma táxi, mas eu fiquei esperando ali por volta de 30 minutos e nada.

Vou até a recepção, perguntar o motivo de não haver táxis passando.

— Oi. — falo me aproximado do recepcionista. — Sabe me disser o porque de não estar passando nem um táxi? — questiono o mesmo.

— Olá senhorita Jones. — o mesmo fala simpático. — Eles estão de greve, passou na tv. — o recepcionista fala e eu agradeço e me afasto do balcão.

Oque faço agora?

Aaron.

Meu Deus, minha última esperança e Aaron ter carro, pego meu celular de meu bolso e procuro o número de Aaron.

É estranho ligar para ele pela primeira vez, mas a última coisa que me preocupa agora é isso.

Eu só preciso chegar ao meu trabalho.

Ligação on | Aaron.

Liv? —

— Aaron você está em casa?

Não, na verdade estou do outro —
lado da cidade com Devy.
Algum problema? Aconteceu alguma coisa?

— Nada de mais.

Ligação off | Aaron.

E lá se foi minha última esperança, oque posso fazer agora.

Está tudo conspirando contra o meu favor logo hoje, era para ser o dia mais importante da minha vida.

Talvez eu tenha outra opção... não, prefiro evitá-lo, por mas ele é minha última esperança.

Vinnie, meu vizinho, ele pode me levar até lá, acho que ele vai negar, mas não custa tentar.

Vou até o elevador, e subo até o andar do mesmo, assim que chego vou até a sua porta.

Paro na frente tomado criar coragem para tocar a campainha, estivo meu barco e aperto a campainha com receio.

Mas logo o mesmo abre e me encara feio.

— Antes que você seja grosso, por favor me escuta. — falo impedindo que ele fale alguma coisa. — Meu carro está sem gasolina, e eu estou atrasada para chegar na empresa, você é minha última esperança. — falo tudo muito rápido.

— Última esperança de que? — Vinnie questiona cruzando seus braços e me olhando atentamente.

— De pelo menos chegar na empresa. — falo confiante de que ele iria me dar um não. — Você poderia me levar?

Eu já estava ciente de que ele iria negar, então já estava quase voltando para meu apartamento.

— Eu te levo. — o mesmo fala me deixando sem acreditar. — Mas vou querer algo em troca depois. — ele fala e me olha sério.

— Eu não vou transar com você. — nego para o mesmo antes que ele tenha segundas intenções.

— Não é nada disso. — Vinnie também nega.

— Então que seria? — questiono confusa, se não era sexo, oque seria.

— Depois eu te explico. — o mesmo fala e tira as chaves de seu carro do bolso. — Você está atrasada lembra? — ele fala me lembrando.

— Corte de tempo !

Eu já estava dentro do carro de Vinnie, e um silêncio constrangedor tomou conta do local.

Eu não sabia oque falar, e nem queria falar algo, mas era estranho estar num carro junto a ele.

Observo de canto de olho a forma como ele dirige, seus braços fortes com algumas tatuagens, seu cabelo com cachinhos loiros...

— Se não parar de me olhar vou ser obrigado a te olhar também. — o mesmo fala sem me olhar, e me assusta.

— Eu não estava te olhando. — menti. Eu estava, e como eu estava...

Um silêncio se estabelece, mas dessa vez ele quebra.

— Qual a desculpa que você vai dar chegando na empresa com o filho da sua chefe. — ele fala mas nunca me olha nos olhos.

— Vou dizer que meu carro estava sem gasolina e que você se ofereceu para me trazer. — falo simples, mas não era tão simples assim.

— Vão pensar que estou transando com você. — ele fala e sorri de canto, o sorrisinho safado.

— Oque? — questiono sem entender.

— Você chegando na empresa comigo. — ele da ênfase. — muitas pessoas vão achar isso, inclusive minha mãe. — ok, essa última parte eu não quero.

— Será que eu consigo ir andando? — falo cogitando a possibilidade de descer do carro e ir até a empresa andando.

Evitar essa falação de que estou tendo algo com o filho da minha chefe seria a melhor opção.

Não quero causar esse questionamento todo no meu primeiro dia de trabalho.

— É quase do outro lado da cidade. — Vinnie fala e eu repenso. — Mas se quiser ir. — o mesmo fala e destrava as portas.

Estávamos parados no semáforo vermelho, e ele apenas destravou as postas do carro, e me olhou como se duvidasse.

— Tá bom. — falo abrindo a porta do carro para poder sair, mas ele me puxa de volta quando eu ia colocar o pé para fora.

— Não. — ele fala me puxando pelo braço para voltar a me sentar, e me faz fechar a porta e as trava imediatamente.

— Porque se importa se eu vou com você ou andado?— questiono o fato dele talvez estar preocupado.

— Eu não me importo com você ir andando se é isso que acha. — ele fala e começa a dirigi com o sinal
aberto. — É que eu ainda preciso daquele favor.

Oque será esse tal favor que ele tanto quer?

— clique em votar, por favor ! 🗳—

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