09.

OLIVIA JONES
Los Angeles

— Oque acha de fazermos algo para comer? — Devy questiona.

Estávamos conversando a horas dentro do quarto, e isso me deu fome.

— Sim. — concordo e logo me levanto. — Vamos fazer brigadeiro? — falo e a mesma concorda.

E assim se levanta junto a mim e saímos do quarto, indo até a cozinha.

Assim que chegamos Devy procura os ingredientes e coloca em cima da ilha da cozinha.

— Seu celular está tocando no quarto. — falo quando ouso o toque do telefone da mesma no quarto.

— Vou lá atender e ver quem é. — a mesma fala e antes de sair da cozinha me avisa. — Não faz nada sem mim, vamos fazer juntas. — a mesma sai da cozinha me deixando sozinha.

Eu olho os ingredientes em cima do balcão da cozinha, mas logo fico nervosa quando Aaron entra pela mesma, e nossos olhares se cruzam.

— Oi de novo Liv. — Aaron fala me fazendo desviar o olhar.

— Liv? — questiono o mesmo.

— É seu apelido agora, Liv. — o mesmo fala e pega algo no armário da cozinha. — Mas só eu posso usar. — ele fala e meus olhos se fixam nos dele. — Posso te chamar de Liv, não é? — o mesmo se aproxima de mim ficando frente a frente.

— Claro. — eu afirmo e acabo fixando nossos olhares, e o mesmo se aproximar lentamente.

Por um segundo achei que ele iria me beijar, mas Devy aparece na cozinha.

— Não era ninguém importante. — Devy fala simples. — Aaron, oque faz aqui? — ela questiona e logo eu do um passa para trás.

— Estava falando com Liv. — o mesmo sorri para mim.

— Liv? Desde quando você tem intimidade para falar assim com ela? — a mesma questiona.

— Ela deixou eu a chama assim. — o mesmo desvia seu olhar do meu e logo encara Devy.

— Ok, agora vaza. — Devy fala e empurra Aaron para fora da cozinha.

— Até mais Liv. — Aaron fala e sai da cozinha dando uma piscadinha para mim.

— Aí meu Deus. — falo suspirando fortemente e Devy me encara. — Seu irmão é uma perdição. — falo e a mesma me olha feio. — Aquelas tatuagens dele. — falo lembrando da tatuagem de rosa no pescoço do mesmo.

— Credo, pensei que você tinha um bom gosto. — a mesma fala e revira os olhos.

— Mas eu tenho. — falo e a mesma ri sarcástica.

— Vamos logo fazer esse brigadeiro. — a mesma fala tentando mudar de assunto.

— Vou vir na sua casa todo dia. — falo e coloco o leite condensado na panela.

— Para com isso. — a mesma fala e me olha feio. — Só pode vir se for para me ver. — a mesma faz drama.

— Venho para ver os dois, não vejo problema em fazer isso. — falo e do um sorriso.

— Agora era só oque faltava, meu irmão roubando minha única amiga. — a mesma faz mais drama.

— Para de palhaçada. — falo e coloco um dedo no leite condenação e levo até minha boca.

E assim eu e Devy conversamos mais do que cozinhamos, fofocávamos mais do que fazíamos o brigadeiro.

— Corte no tempo !

— Está bem tarde, tenho que ir. — falo para Devy.

Estávamos no sofá, e tínhamos comigo brigadeiro e pipoca enquanto assistíamos algum filme, que eu e Devy não parávamos de rir mesmo sem entender oque estava acontecendo.

— Temos que marcar outra coisa. — a mesma fala e eu concordo.

— Sim. — falo e me levanto do sofá e Devy faz o mesmo. — Combinamos por mensagem. — falo indo em direção à porta junto a mesma.

Ela abre a porta e eu logo saio.

— Conta ao seu vizinhos sobre a louca que te ameaçou. — a mesma fala e eu nego.

— Prefiro evitar aquele arrogante. — falo e Devy nega.

— Conta mesmo ele sendo arrogante. — a mesma insiste.

— Tá bom, vou tentar. — falo e logo me despeço da mesma. — Até mais Devy. — falo e logo me afasto da porta.

— Até Olívia. — a mesma fala e eu vou até o elevador entrando no mesmo.

Assim que entro no elevador, aperto o meu andar e logo saio do mesmo quando chega.

Vou até minha porta, mas olho para o lado e observo a porta do vizinho pensativa, não sei se vou lá ou não.

Só vou fazer porque Devy me pediu, vou até a porta do mesmo e toco a campainha, e logo o mesmo abre.

— Você de novo? — o mesmo fala e suspira.

— Só para avisar, sua namoradinha louca veio me ameaçar. — falo simple e já estava pronta para voltar a meu apartamento, mas o mesmo fala.

— Primeiro eu não namoro. — o mesmo fala e se apoia na parede. — Você deve estar falando de Cloe, oque ela falou? — o mesmo questiona.

— Ela disse que você era dela, e que era para eu ficar longe de você. — falo e cruzo meus braços. — Mal sabe ela que eu não quero você nem morta. — falo e o mesmo ri. 

— E quem disse que eu quero você? — o mesmo fala e eu o olho indiferente.

— Nem um dos dois que um ao outro. — falo simples dando de ombros.

— Tá. — o mesmo também da de ombros.

— Só vim avisar isso. — falo e descruzo meus braços. — Espero nunca mais ter que vir aqui. — falo esperançosa e logo o mesmo concorda.

— Digo o mesmo. — Vinnie fala e me olha dos pés a cabeça observando meu pequeno decote de meu vestido em meus seios, e eu tento tampar cruzando meus braços novamente. — Terminou oque tinha para falar? — o mesmo questiona.

— Sim. — falo simples.

— Tá, agora vaza da minha porta. — ele fala e logo bate a porta na minha cara fortemente.

Do risada da atitude do mesmo, acho que foi uma vingança.

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