35.
📱 | Pov' Hanna Miller *₊˚
Eu estava em meu quarto, com as forças que me resta colocando as últimas coisas dentro da mala.
Hoje eu iria para Nova York, estou com uma sensação de renovação, mas não posso deixar de pensar em Vinnie.
Não vou morar lá, só vou passar algumas semanas, mas não sei quando volto.
Ouso batidas em minha porta, e logo murmuro um "entra" e assim vejo meu pai entrar em meu quarto.
— Está pronta? — meu pai fala e eu afirmo, fecho minha mala, e assim meu pai a pega. — Vou colocar no carro.
— Daqui a pouco eu desço. — falo e vou até minha mesinha de canto e pego meu celular.
— Ok, mas não demore. — meu pai fala e se retira de meu quarto.
Vinnie havia me mandado milhares de mensagens desde que descobri, e eu não li nenhum, ele também me ligou, e eu não o atendi.
Quando eu vi o nome de Vinnie em minha tela, senti vontade de atende-lo, escutar sua voz, mas sempre me segurei para não atender.
Eu não penso em voltar a falar com ele, por mais que ainda esteja doendo, eu preciso superado.
Essa dependência emocional está me matando.
Coloco meu celular no bolso de minha calça e assim me retiro de meu quarto e desço as escadas.
Assim que paro na sala, Nailea estava lá e assim que me vê, ergue os braços para um abraço, eu corro na direção da morena e a abraço fortemente.
— Prometa que vai voltar logo. — a mesma fala assim que desfaso o abraço.
— Eu prometo a você que voltarei assim que possível. — falo e a mesma me olha com os olhos marejados. — Por que você está quase chorando? — questiono para a mesma que logo derrama lágrimas.
— Por que eu vou sentir sua falta. — a mesma fala entre soluços por estar chorando.
— Eu prometo que vou voltar logo. — falo segurando a mão da mesma. — Só vão ser algumas semanas.
— Filha. — meu pai me chama entrando pela porta da frente. — Temos que ir. — o mesmo fala e eu concordo.
— Vou te acompanhar até o aeroporto. — Nailea fala e assim saímos juntas de minha casa entrando no carro de meu pai.
─ ➛₊˚ Corte no tempo 📱 *₊˚ ─
Já estávamos no aeroporto, e meu pai estava me dando alguns sermãos como sempre.
— Se alimente direito, não beba e não fume. — o mesmo fala contando as ações nos dedos.
— Eu já entendi pai. — falo cansada.
O meu voou foi chamado, e Nailea e meu pai me olham, eu vou sentir falta dos dois, e de Vinnie.
— Eu te amo minha filha. — meu pai fala. — Se divirta, e se cuide por favor. — o mesmo fala e derrama uma lágrima. Nunca vi meu pai chorar.
— Eu te amo, e já não vejo a hora de você voltar. — Nailea fala e eu já sinto sua falta.
— Eu amo vocês também. — falo e os dois me abraçam. — Prometo que vou ligar para vocês todos os dias. — falo me separando do abraço. — Até mais.
— falo e puxo minha mala em direção a parte de embarcação.
Estou tensa, não sei oque me espera em Nova York, não sei como vai ser, não tenho muita expectativa.
Eu estava me aproximado da entrada, mas ouso uma voz me chamar, uma voz muito família.
— Hanna. — assim que identifico de quem era aquela voz, paraliso no meio do aeroporto.
Me viro para confirmar, e era exatamente ele.
Vinnie.
ele estava parado a passos de distância a mim, mas quando ele deu um paço para frente, eu do um para trás, tentando manter distância.
— Por favor não vai. — o mesmo pede. — Me escuta antes de ir. — o mesmo tenta se aproximar.
— Não, por favor, não chega perto de mim. — o pedi aquilo encarecidamente. — Quem te disse que eu estava aqui?
Eu sei que se ele se aproximar e eu sentir seu cheiro, sua voz perto a mim, me deixaria mal.
— Seu pai disse que era minha última chance de tentar te explicar tudo, e me ligou para vir. — Vinnie fala e observo sua aparência, o mesmo estava com olheiras, e parecia mais magro. — Me escuta por favor, se depois que você me escutar você não acreditar e mim, você pode ir. — o mesmo fala. — Me escuta. — o mesmo sussurra.
Meu voo é chamado novamente, eu seguro minha mala novamente.
— Eu ainda te amo, mas não consigo. — falo e já sinto uma lágrima em meu rosto. — Adeus Vinnie. — falo e vou em direção ao embarque.
Aquilo me doeu, meu doeu muito, Ele veio até mim,
se ele não me amasse ele não viria atrás de mim.
Penso em dar meia volta e desistir de Nova York, voltar e abraçá-lo, beija-lo, mas não vou fazer isso, está decidido, vou esquece-lo a todo custo.
─ ➛₊˚ Corte no tempo 📱 *₊˚ ─
Já estava dentro do avião, com um aperto no peito, mas estava disposta a seguir em frente.
A curiosidade me bate, Vinnie pediu para eu o escuta-se, oque será que ele quer me dizer? mais mentiras? não, não quero saber.
Não quero ser enganada novamente ou usada.
Vou esquecê-lo, tenho que focar em outra coisa.
Vou focar em mim, vou focar nessa viagem.
Nova York que se prepare, porque eu estou de volta.
Assim que o avião anuncia a decolagem, penso em como seria desistir de Nova York e voltar.
Ir até Vinnie e o beijar, dizer que o perdoou, e que eu o amo mais que tudo.
Mas isso está fora de cogitação agora.
Vinnie foi meu primeiro amor, mas não meu primeiro namorado.
Como cresci em Nova York, namorei pessoas de lá, umas ate que eu me recordo até hoje, ou até mesmo um certo alguém que eu gostava.
Mas esse certo alguém, comparado a Vinnie não é ninguém, eu amo Vinnie, e esse alguém que eu deixei em Nova York antes de ir para Los Angeles só foi um passa tempo.
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